A tendinite é uma inflamação que afeta os tendões, estruturas responsáveis por conectar os músculos aos ossos. Quando um tendão sofre irritação ou sobrecarga, perde parte da sua flexibilidade e passa a reagir com dor e sensibilidade. O problema é comum em pessoas que realizam movimentos repetitivos, praticam esportes ou mantêm uma postura inadequada por longos períodos.
Como a tendinite se desenvolve?
A tendinite surge quando o tendão sofre microlesões decorrentes de uso excessivo, movimentos repetitivos ou sobrecarga. Com o tempo, essas microlesões provocam inflamação, dor e dificuldade para realizar tarefas simples do dia a dia.
As regiões mais afetadas costumam ser ombro, cotovelo (conhecido como “cotovelo de tenista”), punho, joelho e tornozelo.
Principais causas da tendinite
Diversos fatores contribuem para o desenvolvimento da tendinite. Entre os mais frequentes estão:
- Movimentos repetitivos: digitação constante, longos períodos dirigindo ou trabalhos manuais intensos.
- Sobrecarga muscular: treinos pesados, aumento rápido da intensidade das atividades ou falta de aquecimento.
- Postura inadequada: inclinar o pescoço para o celular, usar computador sem ergonomia ou carregar peso incorretamente.
- Traumas diretos: pancadas, quedas ou impactos na região do tendão.
- Envelhecimento natural: redução da elasticidade dos tendões ao longo dos anos.
- Condições de saúde associadas: artrite reumatoide, diabetes e alguns distúrbios metabólicos.
Fatores de risco para desenvolver tendinite
Algumas características e hábitos aumentam a probabilidade de desenvolver tendinite, como:
- Sedentarismo;
- Falta de alongamento e fortalecimento muscular;
- Sobrepeso;
- Idade avançada;
- Atividades profissionais com movimentos repetitivos;
- Uso excessivo de eletrônicos, como celular, tablet e videogames.
Sintomas mais comuns
A tendinite apresenta sinais que variam conforme o tendão comprometido. Os mais frequentes incluem:
- Dor localizada que piora ao movimentar a articulação;
- Inchaço e sensibilidade;
- Rigidez ou dificuldade de movimento;
- Sensação de calor ou vermelhidão na região afetada.
Como prevenir a tendinite
Alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de inflamação nos tendões:
- Realizar alongamentos antes e depois das atividades físicas;
- Evitar sobrecarga e movimentos repetitivos sem pausas;
Manter postura adequada no trabalho e nas tarefas diárias; - Utilizar equipamentos ergonômicos, como cadeira, teclado e mouse;
- Incluir exercícios de fortalecimento muscular na rotina.
Exames e diagnóstico
O diagnóstico da tendinite é baseado na avaliação clínica feita pelo especialista. Em alguns casos, exames de imagem como ultrassonografia ou ressonância magnética podem ser solicitados para confirmar a inflamação e descartar outras condições.
Quando procurar um especialista
Busque atendimento com um ortopedista ou fisioterapeuta quando:
- A dor persistir por vários dias;
- Houver limitação de movimento;
- O inchaço for intenso;
- As atividades cotidianas ficarem prejudicadas.
Se a dor está persistindo, limitando seus movimentos ou atrapalhando suas atividades diárias, não espere piorar. Um diagnóstico no momento certo ajuda a evitar complicações e torna o tratamento muito mais eficaz.
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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.