A asma é uma doença inflamatória crônica comum que afeta as vias aéreas dos pulmões, tornando-as mais sensíveis e reativas a diversos estímulos, como alergias, fumaça, infecções virais e ar frio. Quando expostas a essas condições, as vias respiratórias sofrem estreitamento e inchaço, além de produzir um excesso de muco, dificultando ainda mais a passagem do ar.
Fique atento aos sintomas
- Falta de ar ou dificuldade para respirar, principalmente em crises ou após esforço físico;
- Chiado no peito, som parecido com assobio ao respirar;
- Tosse frequente, especialmente à noite ou ao acordar;
- Sensação de aperto no peito;
- Respiração curta e rápida;
- Dificuldade para respirar, que pode piorar com exposição a gatilhos.
Sinais de agravamento da doença
O agravamento da asma pode ocorrer quando a doença não está bem controlada ou quando a pessoa é exposta a fatores que desencadeiam crises. Isso pode levar a sintomas mais intensos e até risco de vida em casos graves. Os sintomas podem incluir:
- Crises mais frequentes e intensas;
- Uso aumentado da bombinha de alívio;
- Tosse constante, mesmo à noite;
- Dificuldade maior para respirar, mesmo em repouso;
- Lábios ou unhas arroxeadas (sinal de pouca oxigenação);
- Fadiga extrema ou confusão por falta de ar.
Como é realizado o diagnóstico?
O diagnóstico da asma é feito por um médico, com base nos sintomas, histórico de saúde do paciente e exames específicos. Durante a consulta, o profissional avalia a frequência dos sintomas, possíveis gatilhos e casos familiares de asma ou alergias. Os exames mais utilizados incluem espirometria, teste de broncoprovocação, radiografia do tórax, testes de alergia e medição do óxido nítrico exalado. Em alguns casos, também é indicado o monitoramento do pico de fluxo expiratório em casa.
Um diagnóstico correto é essencial para iniciar o tratamento adequado, controlar os sintomas e garantir qualidade de vida ao paciente.
Tratamento e diagnóstico da asma
O tratamento e a prevenção da asma são fundamentais para controlar os sintomas e evitar crises. O uso de medicamentos, como broncodilatadores para alívio imediato e corticosteroides inalatórios para controle da inflamação, ajuda a manter a doença sob controle. Além disso, o acompanhamento médico regular permite ajustes na medicação conforme a necessidade do paciente.
Para prevenir crises, é essencial evitar gatilhos como poeira, mofo, fumaça e mudanças bruscas de temperatura. Manter o ambiente limpo e bem ventilado, não fumar e seguir corretamente o plano de tratamento são atitudes que contribuem para uma melhor qualidade de vida e bem-estar respiratório.
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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/asma | https://sbpt.org.br/portal/espaco-saude-respiratoria-asma/
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