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Limpeza dental: o que é e por que é importante

Cuidar da boca vai muito além de ter um sorriso bonito. A saúde bucal está diretamente ligada ao bem-estar geral: influencia a digestão, ajuda a prevenir infecções e até reduz o risco de doenças cardiovasculares. Por isso, consultas regulares ao dentista e cuidados preventivos, como a limpeza dental, são fundamentais para manter dentes e gengivas saudáveis.

O que é a limpeza dental?

A limpeza é um procedimento preventivo realizado por dentistas que remove a placa bacteriana e o tártaro acumulados nos dentes. Diferente da escovação diária, a limpeza profissional alcança áreas de difícil acesso e evita que pequenos problemas se tornem grandes complicações. Em geral, recomenda-se fazê-la a cada seis meses, mas a frequência pode variar conforme a necessidade de cada pessoa.

Como é feita a limpeza dental?

Durante o procedimento, o profissional utiliza instrumentos como ultrassom, curetas e escovas especiais para eliminar a placa e o tártaro. Depois, os dentes são polidos, ficando com a superfície lisa e menos propensa ao acúmulo de sujeira. Em alguns casos, é aplicada uma camada de flúor para fortalecer o esmalte. É um processo rápido, seguro e, na maioria das vezes, bastante confortável.

Benefícios da limpeza dental

Fazer a limpeza regularmente traz vantagens que vão muito além da estética:

  • Previne cáries e doenças gengivais.
  • Reduz o mau hálito.
  • Evita complicações mais sérias, como a periodontite.
  • Melhora a aparência do sorriso, removendo manchas superficiais.

Quando saber que é hora de limpar os dentes?

Alguns sinais indicam que está na hora de agendar sua limpeza:

  • Placa ou tártaro visíveis nos dentes.
  • Sangramento nas gengivas ao escovar ou usar fio dental.
  • Mau hálito persistente.
  • Sensibilidade ou desconforto nos dentes.

Cuidados após a limpeza

Após a limpeza, alguns cuidados ajudam a manter os resultados e proteger a saúde bucal:

  • Evite alimentos muito pigmentados, como café ou beterraba, nas primeiras horas.
  • Mantenha a higiene diária com escovação correta, fio dental e enxaguante bucal, se indicado.
  • Continue realizando consultas regulares ao dentista.

Por que não deixar para depois

A limpeza dental não é apenas estética: ela é parte essencial da prevenção de doenças bucais e da manutenção da saúde geral. Consultas periódicas permitem que problemas sejam identificados e tratados cedo, preservando dentes, gengivas e seu bem-estar.


Agende sua consulta regularmente

Para garantir uma boca saudável e evitar complicações, agende sua limpeza dental regularmente. A DonSaúde facilita esse processo com profissionais qualificados, tornando o cuidado com a saúde bucal simples e acessível.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Quando fazer uma ressonância cardíaca?

A ressonância magnética cardíaca (RMC) é um exame avançado de imagem que permite avaliar com precisão a estrutura e o funcionamento do coração. Por meio de um forte campo magnético e ondas de rádio, ela produz imagens detalhadas do músculo cardíaco, das cavidades, das válvulas e até do fluxo sanguíneo, tudo isso sem uso de radiação.

É considerada um dos métodos mais completos para analisar o coração de forma não invasiva.

Como funciona o exame?

Durante o exame, o paciente se deita em uma maca que entra em um equipamento em formato de túnel. A RMC é indolor e leva entre 30 e 60 minutos.

Em alguns casos, o médico solicita o uso de um contraste à base de gadolínio para visualizar melhor inflamações, cicatrizes ou áreas com menor irrigação sanguínea. Esse contraste é seguro para a maior parte das pessoas, mas sempre é analisado individualmente.

O aparelho emite pulsos magnéticos que registram imagens do coração em movimento, permitindo avaliar sua função com alto nível de detalhe.

Por que a ressonância cardíaca é importante?

A RMC se destaca porque mostra detalhes que outros exames não conseguem captar. Entre seus principais benefícios estão:

  • Avaliação do coração com imagens de alta definição;
  • Identificação de inflamações, fibrose e cicatrizes;
  • Medição precisa das câmaras cardíacas e da função do músculo;
  • Apoio na investigação de diagnósticos mais complexos;

Por reunir tantas informações em um único exame, ela costuma ser decisiva para confirmar ou descartar suspeitas clínicas.

Principais indicações da ressonância cardíaca

O exame é indicado em situações como:

  • Miocardiopatias (dilatação ou hipertrofia do coração).
  • Doenças coronarianas e avaliação de sequelas de infarto.
  • Arritmias de origem estrutural.
  • Tumores cardíacos ou massas suspeitas.
  • Avaliação de pericardite e inflamações cardíacas.
  • Monitoramento de pacientes com doenças congênitas.

Quando o médico geralmente solicita a ressonância cardíaca?

O médico costuma solicitar a ressonância magnética cardíaca quando os exames iniciais não trazem respostas suficientes ou quando é preciso entender melhor a estrutura e o funcionamento do coração. Ela também é indicada para avaliar a extensão de lesões após um infarto, investigar sintomas que permanecem sem explicação e obter detalhes importantes para planejar cirurgias ou tratamentos mais complexos.

Quem deve evitar o exame?

Apesar de ser um exame seguro, existem algumas situações em que ele não é recomendado:

  • Pacientes com marca-passos antigos ou dispositivos incompatíveis com ressonância;
  • Pessoas com implantes metálicos não aprovados para esse tipo de exame;
  • Pacientes com claustrofobia importante, embora exista a opção de sedação leve;
  • Pessoas com insuficiência renal grave podem ter restrições ao uso de contraste;

Todas essas situações devem ser avaliadas pelo médico responsável.

Se você precisa agendar sua ressonância cardíaca ou agendar sua consulta cardiológica, a DonSaúde ajuda você a encontrar os melhores profissionais e oferece agendamento rápido e seguro.

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O que o teste ergométrico avalia e quando ele é indicado

O teste ergométrico, conhecido também como teste de esforço, ajuda a entender como o coração se comporta quando o corpo precisa trabalhar um pouco mais. O exame é feito em uma esteira ou bicicleta ergométrica, enquanto um equipamento monitora o ritmo e a pressão do coração. É simples, seguro e bastante utilizado para acompanhar a saúde cardiovascular.

O que o teste ergométrico avalia?

Durante o esforço, o coração revela informações importantes que nem sempre aparecem em repouso. O exame observa:

  • Como a frequência cardíaca aumenta;
  • Como a pressão arterial se comporta;
    Se surgem arritmias;
  • Possíveis sinais de isquemia (quando o fluxo de sangue para o coração diminui);
  • A capacidade cardiorrespiratória e o nível de condicionamento físico;

Esses dados ajudam o cardiologista a entender de forma mais realista como o coração reage no dia a dia.

Para que serve o exame?

O teste ergométrico é um grande aliado tanto na prevenção quanto no diagnóstico. Ele ajuda a:

  • Investigar sintomas como dor no peito, cansaço, palpitações e falta de ar;
  • Acompanhar doenças cardíacas já conhecidas
  • Avaliar riscos cardiovasculares;
  • Dar mais segurança para iniciar ou retomar atividades físicas;
  • Acompanhar pacientes em reabilitação cardíaca, quando necessário;

Quando é indicado?

O exame costuma ser solicitado quando o médico precisa entender como o coração funciona sob esforço. Algumas situações comuns são:

  • Sintomas que aparecem durante atividades físicas;
  • Suspeita de arritmias;
  • Check-up para quem tem fatores de risco, como hipertensão, diabetes ou colesterol alto;
    Avaliação antes de iniciar exercícios regulares;
  • Acompanhamento de tratamentos e da saúde cardiovascular;

Quem não deve fazer o exame (contraindicações)?

Apesar de seguro, o teste não é indicado em alguns momentos, como:

  • Quando há febre, infecção ou mal-estar;
  • Pressão arterial muito elevada;
  • Arritmias graves;
  • Insuficiência cardíaca descompensada;
  • Forte suspeita de infarto;
  • Crises respiratórias que dificultam o esforço;

Nesses casos, o médico sempre avalia a melhor alternativa.

Por que o teste ergométrico é importante para a saúde?

Ele ajuda a detectar alterações cardíacas de forma precoce, aumenta a segurança para quem pratica exercícios e é um forte aliado na prevenção de problemas cardiovasculares. Por ser rápido, acessível e bastante completo, está entre os exames mais solicitados pelos cardiologistas.

Agende seu exame com facilidade
A DonSaúde é uma empresa de agendamento médico que facilita seu acesso a profissionais e exames com rapidez e condições acessíveis.
Se você precisa realizar um teste ergométrico ou consultar um cardiologista, pode contar com um agendamento simples e prático pelo nosso atendimento.


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Gestação e rubéola: por que o exame IgG/IgM é essencial

Durante a gestação, cada etapa do cuidado faz diferença para garantir bem-estar à mãe e ao bebê. Entre os exames preventivos mais importantes está o teste sorológico para rubéola, conhecido como IgG e IgM. Ele ajuda a identificar se a gestante já está protegida ou se existe risco de infecção.

Rubéola e os riscos durante a gravidez

A rubéola é uma infecção viral transmitida pelo ar, por meio de gotículas respiratórias. Em adultos, costuma apresentar sintomas leves ou até passar despercebida.

Porém, se a gestante for infectada, especialmente no primeiro trimestre, o vírus pode atravessar a placenta e afetar o bebê, causando a Síndrome da Rubéola Congênita, que pode provocar alterações no coração, na audição, na visão e no desenvolvimento neurológico. Quanto mais cedo ocorrer a infecção, maior o risco de complicações.

Exame IgG e IgM: entenda por que ele faz parte do pré-natal

O exame sorológico para rubéola avalia dois anticorpos que revelam o estado imunológico da gestante:

  • IgM: indica infecção recente ou ativa.
  • IgG: mostra se a pessoa já teve contato com o vírus ou foi vacinada, revelando imunidade.

Essa avaliação costuma ser feita no início do pré-natal. Com o resultado, o médico consegue saber se a gestante já está protegida ou se precisa de orientações extras para evitar riscos durante a gravidez.

O que fazer em caso de suspeita ou confirmação de infecção?

Em caso de suspeita de infecção, a gestante deve buscar atendimento o quanto antes para ser avaliada.

Quando o exame confirma a infecção, não existe um tratamento específico para eliminar o vírus, mas o acompanhamento rigoroso é essencial. O médico pode solicitar exames complementares e monitorar o desenvolvimento do bebê de perto para identificar precocemente qualquer alteração.

Por que a triagem para rubéola é indispensável no pré-natal

A triagem permite identificar se a gestante possui imunidade ou se está suscetível ao vírus. Essa informação orienta decisões mais seguras ao longo da gestação, ajuda no planejamento dos cuidados e oferece tranquilidade à família. É um exame simples, acessível e que faz grande diferença na proteção do bebê desde os primeiros meses.

A DonSaúde atua como uma empresa de agendamento médico e facilita o acesso a esse e a outros exames importantes do pré-natal, contribuindo para um cuidado mais organizado, ágil e acolhedor durante toda a gestação.

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Sinais orais de doenças autoimunes

A saúde da boca vai muito além de dentes limpos e gengivas saudáveis. Alterações na cavidade oral podem ser sinais precoces de doenças autoimunes, quando o sistema imunológico passa a atacar tecidos do próprio corpo. Reconhecer esses sinais é importante para um diagnóstico precoce e para iniciar o tratamento adequado, prevenindo complicações.

Como a boca reflete sinais de doenças sistêmicas

A boca é um verdadeiro espelho da saúde do organismo. Inflamações, feridas que não cicatrizam, boca seca e alterações na língua podem indicar que algo não está funcionando bem no corpo. Algumas doenças autoimunes, como lúpus, artrite reumatoide e síndrome de Sjögren, podem se manifestar inicialmente através desses sintomas orais.

Principais sinais orais de alerta para doenças autoimunes

Alguns sintomas bucais podem indicar a presença de uma doença autoimune. Entre os mais comuns estão:

  • Aftas persistentes;
  • Secura intensa na boca (xerostomia);
  • Gengivas inflamadas ou sangrando sem motivo aparente;
  • Lesões brancas ou vermelhas na mucosa oral;
  • Dificuldade para engolir ou falar devido a dor ou inflamação;
  • Alterações no paladar ou sensação de ardência constante;

Esses sinais não devem ser ignorados, especialmente quando persistem por semanas ou se repetem com frequência.

Quando e quem procurar

Se você notar sinais persistentes, é importante buscar orientação profissional o quanto antes. O acompanhamento precoce ajuda a identificar possíveis doenças e iniciar o tratamento antes que surjam complicações mais graves.

  • Dentista: ideal para avaliação da boca, tratamento de feridas, manejo da boca seca e cuidados com gengivas inflamadas.
  • Médico reumatologista ou clínico geral: indicado quando há suspeita de doença autoimune, considerando os sinais orais junto com outros sintomas, como cansaço, dor nas articulações ou manchas na pele.

Mesmo que os sinais apareçam isoladamente, não os ignore. Uma avaliação profissional é essencial para garantir diagnóstico e tratamento adequados.

Cuide da sua saúde bucal e fique atento aos sinais do seu corpo! Se notar algum sintoma persistente, agende uma consulta com um especialista pela DonSaúde. Identificar precocemente problemas autoimunes pode fazer toda a diferença na sua qualidade de vida.

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O que provoca a tendinite?

A tendinite é uma inflamação que afeta os tendões, estruturas responsáveis por conectar os músculos aos ossos. Quando um tendão sofre irritação ou sobrecarga, perde parte da sua flexibilidade e passa a reagir com dor e sensibilidade. O problema é comum em pessoas que realizam movimentos repetitivos, praticam esportes ou mantêm uma postura inadequada por longos períodos.

Como a tendinite se desenvolve?

A tendinite surge quando o tendão sofre microlesões decorrentes de uso excessivo, movimentos repetitivos ou sobrecarga. Com o tempo, essas microlesões provocam inflamação, dor e dificuldade para realizar tarefas simples do dia a dia.

As regiões mais afetadas costumam ser ombro, cotovelo (conhecido como “cotovelo de tenista”), punho, joelho e tornozelo.

Principais causas da tendinite

Diversos fatores contribuem para o desenvolvimento da tendinite. Entre os mais frequentes estão:

  • Movimentos repetitivos: digitação constante, longos períodos dirigindo ou trabalhos manuais intensos.
  • Sobrecarga muscular: treinos pesados, aumento rápido da intensidade das atividades ou falta de aquecimento.
  • Postura inadequada: inclinar o pescoço para o celular, usar computador sem ergonomia ou carregar peso incorretamente.
  • Traumas diretos: pancadas, quedas ou impactos na região do tendão.
  • Envelhecimento natural: redução da elasticidade dos tendões ao longo dos anos.
  • Condições de saúde associadas: artrite reumatoide, diabetes e alguns distúrbios metabólicos.

Fatores de risco para desenvolver tendinite

Algumas características e hábitos aumentam a probabilidade de desenvolver tendinite, como:

  • Sedentarismo;
  • Falta de alongamento e fortalecimento muscular;
  • Sobrepeso;
  • Idade avançada;
  • Atividades profissionais com movimentos repetitivos;
  • Uso excessivo de eletrônicos, como celular, tablet e videogames.

Sintomas mais comuns

A tendinite apresenta sinais que variam conforme o tendão comprometido. Os mais frequentes incluem:

  • Dor localizada que piora ao movimentar a articulação;
  • Inchaço e sensibilidade;
  • Rigidez ou dificuldade de movimento;
  • Sensação de calor ou vermelhidão na região afetada.

Como prevenir a tendinite

Alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de inflamação nos tendões:

  • Realizar alongamentos antes e depois das atividades físicas;
  • Evitar sobrecarga e movimentos repetitivos sem pausas;
    Manter postura adequada no trabalho e nas tarefas diárias;
  • Utilizar equipamentos ergonômicos, como cadeira, teclado e mouse;
  • Incluir exercícios de fortalecimento muscular na rotina.

Exames e diagnóstico

O diagnóstico da tendinite é baseado na avaliação clínica feita pelo especialista. Em alguns casos, exames de imagem como ultrassonografia ou ressonância magnética podem ser solicitados para confirmar a inflamação e descartar outras condições.

Quando procurar um especialista

Busque atendimento com um ortopedista ou fisioterapeuta quando:

  • A dor persistir por vários dias;
  • Houver limitação de movimento;
  • O inchaço for intenso;
  • As atividades cotidianas ficarem prejudicadas.

Se a dor está persistindo, limitando seus movimentos ou atrapalhando suas atividades diárias, não espere piorar. Um diagnóstico no momento certo ajuda a evitar complicações e torna o tratamento muito mais eficaz.

Na DonSaúde, você encontra ortopedistas e fisioterapeutas preparados para avaliar seu caso, agenda com facilidade e escolhe a melhor forma de pagamento. Cuidar da sua saúde e recuperar sua mobilidade pode ser muito mais simples do que parece quando você tem apoio especializado.

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O que é o exame Beta hCG?

O exame Beta hCG no sangue é o método mais confiável para confirmar uma possível gravidez. Por sua alta sensibilidade, ele consegue detectar níveis mínimos do hormônio hCG logo nos primeiros dias, oferecendo resultados precisos e seguros.

Qual a diferença entre hCG total e Beta hCG?

O hormônio hCG começa a ser produzido logo no comecinho da gestação, e pode ser medido de duas maneiras:

  • hCG total: avalia o conjunto geral do hormônio no organismo. É útil em algumas situações clínicas, mas não é tão específico para confirmar gravidez.
  • Beta hCG: mede apenas a fração beta, que é exclusiva da gestação. Por isso, é o exame mais indicado quando existe a suspeita de gravidez.

De forma simples: se a dúvida é gestação, o Beta hCG é a opção mais precisa.

Para que serve o exame Beta hCG?

O Beta hCG não serve apenas para confirmar gravidez. Ele também é solicitado para:

  • Confirmar a gestação logo nos primeiros dias;
  • Acompanhar a evolução inicial;
  • Ajudar a identificar gestações ectópicas;
  • Avaliar suspeita de aborto espontâneo;
  • Investigar algumas condições médicas específicas que também podem produzir hCG, como tumores trofoblásticos.

Como o exame é feito?

O Beta hCG é realizado por meio de uma coleta de sangue simples, sem necessidade de preparo prévio. Os resultados costumam ser liberados rapidamente. Comparado ao teste de farmácia, ele é muito mais sensível, já que detecta concentrações muito pequenas do hormônio, identificando a gestação mesmo em fases muito iniciais.

Quando realizar o Beta hCG?

Para que o resultado seja realmente confiável, o ideal é fazer o exame:

  • A partir do primeiro dia de atraso menstrual, ou
  • Cerca de 10 a 14 dias após a relação sexual, quando há suspeita.

Isso porque o organismo precisa de um tempo para produzir hormônio suficiente para ser identificado.

O que pode causar falso negativo ou falso positivo?

O falso negativo pode ocorrer quando o exame é feito muito cedo, em casos de ciclos irregulares ou ovulação tardia. Também pode acontecer quando os níveis do hormônio ainda estão muito baixos. Já o falso positivo é menos comum e pode aparecer após uso de determinados medicamentos hormonais, em algumas doenças que produzem hCG ou no período pós-aborto e pós-parto, quando o hormônio ainda não retornou ao valor zero.

Diferença entre Beta hCG e teste de farmácia?

O teste de farmácia identifica o hCG na urina e costuma funcionar bem, porém exige que o hormônio esteja em níveis mais altos. Isso significa que ele pode falhar nos primeiros dias de gestação. O exame de sangue, por outro lado, é mais sensível, mais precoce e indicado para quem busca precisão ou precisa acompanhar a evolução inicial da gravidez.

O exame Beta hCG é fundamental para confirmar a gravidez com precisão e acompanhar cada etapa desse início tão especial. Se a dúvida apareceu, não espere: agende seu exame e tenha tranquilidade com um resultado seguro.

Na DonSaúde, você realiza o Beta hCG de forma rápida, acessível e com o suporte de profissionais preparados para te orientar em cada passo. Conte com a gente para viver esse momento com confiança.

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Vitamina B9: como ela atua no corpo e os sinais de deficiência

A vitamina B9, conhecida como folato quando está presente naturalmente nos alimentos e como ácido fólico quando aparece em suplementos ou alimentos fortificados, faz parte do complexo B e tem uma função central na saúde. Ela participa da formação das células, ajuda na produção dos glóbulos vermelhos e contribui para que o organismo funcione de maneira equilibrada.

O que é a Vitamina B9?

A vitamina B9 é um micronutriente essencial para o funcionamento do organismo e participa diretamente da formação e renovação das células. Ela aparece em duas formas

  • Folato: encontrado naturalmente em alimentos como folhas verdes, leguminosas, abacate, frutas cítricas e carnes.
  • Ácido fólico: versão sintética utilizada em suplementos e alimentos fortificados.

Apesar de terem origens diferentes, as duas formas são aproveitadas pelo corpo para funções importantes, como a produção de glóbulos vermelhos, o crescimento dos tecidos e o suporte ao desenvolvimento celular.

Importância da Vitamina B9 na gravidez

Durante a gestação, a vitamina B9 ganha ainda mais destaque. Ela participa de etapas essenciais do desenvolvimento do bebê, como:

  • A formação do tubo neural, o que ajuda a prevenir malformações como a espinha bífida.
  • O desenvolvimento saudável da placenta.
  • A redução do risco de algumas complicações gestacionais.

Por ser tão importante nas primeiras semanas, muitas mulheres precisam manter bons níveis de folato antes mesmo de descobrir a gravidez. Por isso, o acompanhamento médico é tão importante.

Principais sinais de deficiência da vitamina 

A falta de vitamina B9 pode aparecer de várias maneiras no dia a dia. Entre os sinais mais comuns estão:

  • Cansaço frequente;
  • Palidez;
  • Falta de ar ao realizar tarefas simples;
  • Tonturas;
  • Dificuldade de memória ou concentração;
  • Irritabilidade;
  • Mudanças na pele, unhas ou cabelos;
  • Anemia megaloblástica, que deixa os glóbulos vermelhos maiores e menos eficientes;

Como muitos desses sintomas também aparecem em outras condições, buscar ajuda médica é a melhor forma de entender o que está acontecendo.

Causas mais comuns de carência de Vitamina B9

A deficiência pode ter diversas origens, como:

  • Alimentação pobre em vegetais verdes, leguminosas e frutas;
    Consumo excessivo de álcool;
  • Problemas no trato gastrointestinal que dificultam a absorção;
  • Uso de alguns medicamentos;
    Gravidez, fase em que o corpo exige mais do nutriente;

Dietas restritas ou pouca ingestão de alimentos fortificados;

Quando vale investigar a deficiência de B9?

Quando os sintomas são persistentes, quando existe anemia sem causa clara ou quando há fatores que aumentam o risco de carência, é recomendável investigar.
O médico pode pedir exames para avaliar os níveis de folato e entender como o corpo está absorvendo esse nutriente.

Essa avaliação ajuda a identificar a causa e direcionar o melhor tratamento.

É preciso suplementar Vitamina B9?

A suplementação pode ser indicada em algumas situações, como para:

  • Gestantes ou mulheres que pretendem engravidar;
  • Pessoas com dieta restrita ou com baixa ingestão de alimentos ricos em folato;
  • Pacientes que têm dificuldade de absorção intestinal;

Mas a decisão sobre suplementar deve sempre vir de um profissional de saúde, após avaliação individual.

Ao perceber qualquer sinal diferente no corpo, procure orientação profissional. Cuidar da saúde no momento certo faz toda a diferença no tratamento e na qualidade de vida.

Na DonSaúde, você encontra especialistas prontos para te atender, agenda com facilidade e escolhe a melhor forma de pagamento para a sua rotina. Priorize o seu bem-estar e conte com a gente para te acompanhar em cada etapa desse cuidado.

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Tratamento de canal dói? Entenda o procedimento

O tratamento de canal, também chamado de endodontia, é um procedimento odontológico realizado para remover a polpa dentária (tecido interno do dente) quando ela está inflamada ou infectada. Esse processo permite salvar o dente, evitando extrações e mantendo a função mastigatória.

Afinal, tratamento de canal dói?

Muitas pessoas têm medo do canal por acreditar que é doloroso. Na verdade, a dor intensa geralmente está antes do tratamento, causada pela inflamação ou infecção da polpa dentária.

Durante o procedimento, o paciente recebe anestesia local, o que torna o processo praticamente indolor. O que pode ocorrer é uma leve sensibilidade nos dias seguintes, facilmente controlada com medicação prescrita pelo dentista.

Principais causas que levam ao tratamento de canal

As situações mais comuns que exigem o procedimento incluem:

  • Cárie profunda que atinge o nervo;
  • Fraturas ou trincas no dente;
  • Traumas por impacto;
  • Infecções internas que evoluíram sem tratamento;
  • Restaurações muito extensas que acabam irritando o nervo;

Como funciona o procedimento de canal?

O tempo pode variar conforme o grau de inflamação, a quantidade de canais e a complexidade do caso.

Em geral:

  • Casos simples: 1 sessão
  • Casos mais complexos: 2 a 3 sessões

Hoje, graças a tecnologias modernas, muitos canais são resolvidos rapidamente.

Existe algum risco?

O tratamento de canal é considerado seguro e previsível.

Ainda assim, podem ocorrer:

  • Sensibilidade leve após o procedimento;
  • Necessidade de retratamento em situações raras;
  • Risco de fratura quando o dente não recebe a restauração ideal (por isso é tão importante finalizar o tratamento);

Com acompanhamento e boa higienização, o dente tratado pode durar muitos anos.

Cuidados após o tratamento

  • Evitar mastigar alimentos duros no dente tratado até a restauração definitiva.
  • Manter boa higiene bucal (escovação e fio dental).
  • Comparecer às consultas de acompanhamento.
  • Seguir corretamente as orientações do dentista.

Quando buscar um dentista? 

Procure atendimento odontológico se apresentar:

  • Dor persistente ou latejante no dente;
  • Sensibilidade ao mastigar ou ao ingerir alimentos quentes/frios;
  • Inchaço na gengiva próximo ao dente;
  • Escurecimento ou fratura dentária.

Se você está sentindo dor, sensibilidade incomum ou percebeu alguma alteração no dente, não espere o problema piorar. Buscar um dentista no momento certo evita complicações e aumenta as chances de salvar o dente com tranquilidade.

Na DonSaúde, você encontra profissionais especializados em endodontia, agenda seu atendimento de forma prática e ainda escolhe a melhor forma de pagamento. Cuidar do seu sorriso fica muito mais simples quando você tem acompanhamento de confiança.

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Quando fazer o exame de laringoscopia?

A laringoscopia é um exame que permite visualizar, em detalhes, a laringe e as cordas vocais. Ela é feita com um instrumento chamado laringoscópio, que pode ser rígido ou flexível, dependendo da indicação e do desconforto do paciente.

O objetivo do exame é identificar alterações que não podem ser vistas apenas com avaliação clínica. Entre elas estão inflamações, lesões nas cordas vocais, nódulos, pólipos, sinais de refluxo laringofaríngeo, alterações estruturais e até tumores, benignos ou malignos.

Por oferecer uma visão direta do funcionamento da laringe, a laringoscopia também é muito útil para acompanhar profissionais que usam a voz com frequência, como professores, cantores e locutores.

Quais problemas a laringoscopia pode identificar?

Durante o exame, o especialista consegue analisar a estrutura da laringe e o movimento das cordas vocais. Com isso, é possível detectar:

  • Laringites e inflamações crônicas;
  • Nódulos vocais;
  • Pólipos e cistos;
  • Refluxo laringofaríngeo;
  • Paralisia ou paresia das cordas vocais;
  • Alterações anatômicas;
  • Lesões decorrentes do uso excessivo da voz;
  • Tumores benignos ou malignos;

Essa precisão torna o exame uma ferramenta importante para diagnóstico precoce e acompanhamento de diversas condições.

Quando fazer a laringoscopia?

O exame é indicado quando sintomas como rouquidão por mais de 2 semanas, dor ao engolir, sensação de corpo estranho na garganta ou falta de ar não melhoram com tratamentos simples. Também pode ser solicitado para acompanhamento de pacientes que já tiveram lesões ou cirurgias na região.

Como o exame é realizado?

Existem dois tipos principais:

  • Laringoscopia direta (rígida): realizada pela boca, com anestesia local ou sedação.
  • Laringoscopia indireta (flexível): feita com um tubo fino introduzido pelo nariz, geralmente sem necessidade de anestesia geral.

Ambos permitem visualizar as estruturas em tempo real e, em alguns casos, gravar imagens para análise.

A laringoscopia dói? O que esperar do exame

A maioria das pessoas sente apenas um leve incômodo, como vontade de tossir ou reflexo de engasgo. Quando é usado anestésico tópico, até essas sensações ficam reduzidas.

O exame é considerado seguro e bem tolerado, inclusive por crianças e idosos. Situações de dor intensa são raras.

Cuidados após o exame e quando procurar atendimento

Após o exame, o paciente pode voltar às suas atividades normalmente. Caso tenha sido usada anestesia local, é recomendado aguardar cerca de 30 minutos antes de comer ou beber.

Procure atendimento médico se ocorrer:

  • Dor forte que não melhora;
  • Sangramento persistente;
  • Dificuldade para respirar;
  • Mal-estar intenso;

Esses sinais são incomuns, mas merecem atenção.

Quer agendar sua laringoscopia ou uma consulta por um valor acessível? Fale agora mesmo com a DonSaúde e garanta seu atendimento sem complicação!

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