A gastrite crônica é uma inflamação prolongada da mucosa do estômago, que se desenvolve de forma lenta e progressiva. Ao contrário da gastrite aguda, que surge de repente, a forma crônica pode durar meses ou até anos, exigindo acompanhamento médico regular.
Essa condição acontece quando a camada protetora do estômago é comprometida, permitindo que o ácido gástrico irrite as paredes do órgão. Com o tempo, essa inflamação constante pode causar desconfortos digestivos frequentes e, em casos mais graves, evoluir para complicações como úlceras ou sangramentos.
Diferentes tipos e causas
A gastrite crônica pode ter diferentes origens, e é classificada em três tipos principais:
- Tipo A (autoimune): ocorre quando o sistema imunológico ataca as células do estômago.
- Tipo B (bacteriana): causada pela bactéria Helicobacter pylori, responsável pela maioria dos casos.
- Tipo C (química): relacionada ao uso prolongado de medicamentos como anti-inflamatórios, ao consumo excessivo de álcool ou ao refluxo biliar.
Além disso, fatores como má alimentação, tabagismo e estresse contínuo também podem contribuir para o desenvolvimento da doença.
Principais sinais e sintomas
Os sinais da gastrite crônica podem variar, mas os mais frequentes incluem:
- Dor ou queimação na parte superior do abdômen;
- Sensação de estômago cheio mesmo após pequenas refeições;
- Náuseas e, às vezes, vômitos;
- Azia frequente e desconforto após comer;
- Perda de apetite e, em alguns casos, perda de peso;
- Cansaço excessivo (que pode indicar anemia causada por sangramentos leves e contínuos);
Fatores de risco
Alguns hábitos do dia a dia podem favorecer o desenvolvimento da gastrite crônica, como:
- Uso contínuo de medicamentos anti-inflamatórios ou analgésicos;
- Alimentação rica em alimentos gordurosos, frituras e ultraprocessados;
- Consumo frequente de álcool e cafeína;
- Estresse constante e sono irregular;
- Idade avançada ou histórico familiar da doença;
Tratamento e cuidados essenciais
O tratamento depende da causa. Se houver infecção por H. pylori, o médico pode indicar antibióticos. Em outros casos, o foco será tratar a origem do problema e aliviar os sintomas.
Mudanças na rotina também fazem diferença:
- Estilo de vida saudável: reduzir o estresse, parar de fumar e dormir bem são passos importantes.
- Alimentação equilibrada: evite alimentos que irritam o estômago, como comidas muito apimentadas, frituras, refrigerantes e café em excesso.
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