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Alguma vez você já acordou assustado com um barulho imaginário? Descubra o que isso significa!

Acordar sobressaltado por um estrondo ensurdecedor que parece vir do nada é uma experiência que pode deixar qualquer um perplexo. Essa sensação, embora intensa e perturbadora, é uma manifestação comum de nosso cérebro durante o sono. Vários fatores, como o estresse, a ansiedade e a privação de sono, podem desencadear essas alucinações auditivas, que, apesar de assustadoras, são geralmente inofensivas.

O que é esse fenômeno?

Essas experiências, embora assustadoras, podem ser explicadas por fenômenos neurológicos distintos: a síndrome da cabeça explosiva e as alucinações hipnopômpicas e hipnagógicas.

A síndrome da cabeça explosiva é caracterizada por um ruído súbito e intenso, semelhante a uma explosão, que ocorre no momento em que a pessoa está prestes a adormecer ou ao despertar. A sensação é tão real que pode causar um susto significativo. Apesar de ser uma experiência desconfortável, essa síndrome geralmente é inofensiva e não indica a presença de alguma doença grave.

Já as alucinações hipnopômpicas e hipnagógicas são experiências sensoriais vívidas que ocorrem na transição entre o sono e a vigília. As hipnopômpicas acontecem ao acordar, enquanto as hipnagógicas ocorrem ao adormecer. Essas alucinações podem envolver todos os sentidos, como visão, audição, tato e até mesmo olfato. É como se a pessoa estivesse sonhando acordada ou adormecendo dentro de um sonho.

Como diferenciar os sintomas?

Por que isso acontece?

Diversos fatores podem influenciar a ocorrência da síndrome da cabeça explosiva e das alucinações, como:

  • Estresse e ansiedade: estados emocionais intensos podem aumentar a probabilidade de ter experiências mais vívidas e perturbadoras durante o sono.
  • Privação de sono: isso pode deteriorar a qualidade do sono e aumentar a ocorrência de fenômenos como as alucinações.
  • Medicamentos: algumas substâncias, como drogas e medicamentos, podem alterar a atividade cerebral e desencadear experiências alucinatórias.
  • Distúrbios do sono: condições como narcolepsia e apneia do sono podem aumentar a frequência e a intensidade desses fenômenos.
  • Genética: Alguns estudos sugerem que a genética pode desempenhar um papel na predisposição para esses fenômenos.

Como lidar com essas experiências?

Acordar assustado com um barulho imaginário é uma experiência desconcertante, mas não deve ser motivo de preocupação. No entanto, se isso se tornar frequente e impactar a qualidade do seu sono ou causar ansiedade excessiva, algumas medidas podem ajudar a reduzir a ocorrência desse fenômeno:

  • Relaxe: pratique técnicas de relaxamento como meditação ou yoga para reduzir o estresse.
  • Durma bem: estabeleça uma rotina de sono regular e evite estimulantes antes de dormir.
  • Procure um médico: se as alucinações forem frequentes ou estiverem atrapalhando seu dia a dia, consulte um especialista em sono.

Quando se preocupar?

Na maioria dos casos, as alucinações e a síndrome são inofensivas. No entanto, se elas estiverem acompanhadas de outros sintomas, como dificuldade para respirar durante o sono, fadiga excessiva ou alterações de humor, é importante procurar um médico para investigar as causas.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fonte: https://www.nationalgeographic.pt/ciencia/sindrome-cabeca-explosiva-conheca-este-disturbio-sono-misterioso-e-inquietante_4865 | https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/21907-exploding-head-syndrome-ehs 

O que fazer em caso de picada de escorpião?

O colesterol é uma substância produzida pelo nosso próprio corpo e também obtida por mA picada de escorpião pode acontecer de repente e, quando ocorre, exige atenção imediata. Saber reconhecer os sinais e agir rápido faz toda a diferença, principalmente em crianças e idosos, que são mais vulneráveis.

Nesse tipo de acidente, o escorpião injeta veneno na pele por meio do ferrão, podendo afetar o sistema nervoso e provocar diferentes reações no organismo, que variam conforme a quantidade de veneno, o tipo do animal e a condição da pessoa. Na maioria dos casos, a reação é leve, mas algumas situações podem evoluir rapidamente e se tornar graves, exigindo atendimento médico urgente.

Sintomas de picada de escorpião

Mais comuns (leves):

  • Dor intensa no local;
  • Vermelhidão ou pequeno inchaço;
  • Sensação de queimação ou formigamento;

Mais sérios (graves):

  • Suor em excesso;
  • Náuseas e vômitos;
  • Coração acelerado;
  • Dificuldade para respirar;
  • Agitação ou sonolência;

Crianças e idosos têm maior risco de desenvolver sintomas graves, mesmo com uma picada aparentemente simples.

O que fazer após uma picada de escorpião

  1. Mantenha a calma: o pânico só acelera a circulação do veneno.
  2. Lave o local: use água e sabão para evitar infecção.
  3. Alivie a dor: compressas mornas podem ajudar.
  4. Procure atendimento médico: sempre, mesmo que os sintomas sejam leves.
  5. Se possível, identifique o escorpião: sem se colocar em risco, essa informação pode ajudar no tratamento.

O que não fazer

Algumas práticas podem piorar a situação e devem ser evitadas:

  • Não fazer torniquete;
  • Não cortar ou perfurar o local;
  • Não sugar o veneno;
  • Não aplicar substâncias caseiras (como álcool, pó de café ou ervas);

Essas práticas não ajudam e podem piorar a situação.

Como prevenir picadas de escorpião

A prevenção é uma das formas mais eficazes de evitar acidentes:

  • Mantenha a casa limpa e sem entulhos
  • Evite acúmulo de lixo e restos de alimentos
  • Vede ralos, frestas e buracos em paredes
  • Use luvas ao mexer em entulhos ou materiais de construção
  • Sacuda roupas e calçados antes de usar

Esses cuidados simples reduzem significativamente o risco de encontrar escorpiões.

Quais são os escorpiões mais perigosos no Brasil?

No Brasil, algumas espécies são mais comuns em acidentes, como o escorpião-amarelo, conhecido por causar reações mais intensas. Por isso, independentemente do tipo, toda picada deve ser avaliada com atenção.

A picada de escorpião não deve ser ignorada. Reconhecer os sinais e agir da forma correta faz toda a diferença para evitar complicações.

Em casos de sintomas intensos, piora rápida ou em grupos de risco, o atendimento deve ser imediato. Mesmo quando a reação parece leve, a avaliação médica é importante para garantir segurança.

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Colesterol alto: entenda como ele afeta a saúde

O colesterol é uma substância produzida pelo nosso próprio corpo e também obtida por meio da alimentação. Ele desempenha funções essenciais, como participar da formação das células, da produção de hormônios e da síntese da vitamina D.

Quando os níveis de colesterol no sangue ficam elevados, essa condição passa a ser chamada de colesterol alto. O excesso pode se acumular nas paredes das artérias, dificultando a circulação e aumentando o risco de problemas cardiovasculares.

Nos exames, geralmente aparecem dois tipos principais:

  • LDL (colesterol “ruim”): tende a se depositar nas artérias, favorecendo o entupimento.
  • HDL (colesterol “bom”): ajuda a remover o excesso de colesterol da corrente sanguínea, protegendo o coração.

Manter o equilíbrio entre LDL e HDL é fundamental para a saúde do sistema cardiovascular. Em outras palavras, não se trata apenas de “baixar o colesterol”, mas de garantir que os níveis estejam ajustados para que o corpo funcione da melhor forma possível.

Por que o colesterol alto pode ser perigoso?

O colesterol alto é perigoso porque não apresenta sintomas. Muitas pessoas só descobrem após um infarto ou AVC, por isso é chamado de inimigo silencioso.

A única forma de identificar é com o exame de sangue (perfil lipídico). O excesso de colesterol forma placas de gordura nas artérias, causando aterosclerose e aumentando o risco de doenças cardiovasculares.

Principais doenças relacionadas ao colesterol alto

  • Infarto Agudo do Miocárdio: bloqueio das artérias coronárias impede o oxigênio de chegar ao coração.
  • AVC (Acidente Vascular Cerebral): obstrução nas artérias que levam sangue ao cérebro.
  • Hipertensão Arterial: artérias mais rígidas e estreitas exigem maior esforço do coração.
  • Doença Arterial Periférica: má circulação, principalmente nas pernas, causando dor ao caminhar.

Como prevenir os riscos do colesterol alto

Alguns hábitos podem ajudar a reduzir os riscos associados ao colesterol alto e contribuir para uma melhor saúde cardiovascular.

Entre as principais medidas estão:

  • manter uma alimentação equilibrada;
  • praticar atividade física regularmente;
  • evitar o consumo excessivo de alimentos ricos em gordura;
  • manter o peso adequado;
  • realizar exames periódicos para acompanhar os níveis de colesterol;

Essas atitudes podem ajudar no controle do colesterol e na prevenção de complicações ao longo do tempo.

Quando procurar um especialista?

Se você possui histórico familiar de doenças cardíacas, má alimentação ou sedentarismo, a consulta com um cardiologista ou clínico geral é indispensável.

O médico avaliará seus índices e, se necessário, prescreverá medicamentos (como as estatinas) para auxiliar no controle, além de orientar uma dieta personalizada.

Na DonSaúde, você encontra profissionais qualificados e exames completos para acompanhar seus níveis de colesterol e cuidar da saúde cardiovascular com segurança e confiança.

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O que é insônia e como ela afeta sua saúde

A insônia é um distúrbio do sono que vai muito além de “passar uma noite em claro”. Ela se manifesta quando a pessoa tem dificuldade para pegar no sono, acorda várias vezes durante a noite ou desperta muito cedo e não consegue voltar a dormir. O resultado é um descanso incompleto, que compromete a energia, o humor e até a saúde física e mental ao longo do dia.

Tipos de insônia

Nem toda noite mal dormida é igual. Entender o tipo de insônia ajuda no diagnóstico correto:

  • Insônia Crônica: Quando a dificuldade para dormir ocorre pelo menos três vezes por semana, por um período de três meses ou mais. Nesse estágio, o acompanhamento médico é fundamental.
  • Insônia Aguda (ou de curto prazo): Geralmente ligada a eventos estressantes temporários, como uma mudança de emprego ou preocupações familiares. Costuma durar dias ou poucas semanas.

Principais causas da insônia

A insônia pode ter origem emocional, comportamental ou física. Entre as causas mais comuns estão:

  • Estresse e ansiedade;
  • Depressão;
  • Uso excessivo de celular, computador ou televisão antes de dormir;
  • Consumo de cafeína, álcool ou nicotina;
  • Mudanças na rotina ou no horário de sono;
  • Dores crônicas;
  • Alterações hormonais (como menopausa);
  • Uso de determinados medicamentos;
  • Distúrbios do sono, como a Apneia do sono;

Muitas vezes, mais de um fator pode estar envolvido.

Identifique os sintomas:

Além da dificuldade de pegar no sono, a insônia costuma deixar marcas no dia a dia. Entre os sinais mais frequentes estão:

  • Cansaço e sonolência durante o dia.
  • Alterações de humor, como irritabilidade, ansiedade ou até sintomas de depressão.
  • Problemas de concentração e memória, que podem atrapalhar o trabalho ou os estudos.
  • Maior risco de erros e acidentes, já que a atenção fica comprometida.

Quando procurar ajuda médica

Se as noites mal dormidas se tornam frequentes e começam a atrapalhar sua rotina, é hora de buscar orientação profissional. O ideal é procurar ajuda quando a insônia persiste por mais de três semanas, causa impacto significativo no dia a dia ou está associada a outros problemas de saúde.

Tratamentos e formas de controle mais comuns

O tratamento da insônia varia conforme a causa, mas algumas estratégias são bastante eficazes:

  • Higiene do sono: criar uma rotina saudável, evitar telas antes de dormir e manter horários regulares.
  • Mudanças no estilo de vida: prática de exercícios físicos, redução do consumo de cafeína e álcool.
  • Terapia cognitivo-comportamental (TCC): considerada o tratamento de primeira escolha para insônia crônica.
  • Medicamentos, quando necessários, sempre com prescrição e acompanhamento médico.
  • Técnicas de relaxamento, como meditação, respiração profunda e mindfulness.

Quando procurar ajuda médica

Se as noites mal dormidas se tornam frequentes e começam a atrapalhar sua rotina, é hora de buscar orientação profissional. O ideal é procurar ajuda quando a insônia persiste por mais de três semanas, causa impacto significativo no dia a dia ou está associada a outros problemas de saúde.

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Quando consultar um cardiologista?

As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no Brasil e no mundo. Problemas como hipertensão, infarto, arritmias e insuficiência cardíaca muitas vezes evoluem de forma silenciosa, sem apresentar sintomas claros nas fases iniciais.

Por isso, cuidar da saúde do coração é essencial para evitar complicações mais graves, melhorar a qualidade de vida e aumentar a longevidade. Somente em 2022, cerca de 400 mil pessoas morreram no Brasil em decorrência de doenças cardiovasculares, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

Qual é o papel do cardiologista?

O cardiologista é o médico responsável por avaliar, diagnosticar, tratar e prevenir doenças relacionadas ao coração e ao sistema circulatório. Durante as consultas, ele analisa sintomas, solicita exames e orienta mudanças no estilo de vida que contribuem para a saúde cardiovascular.

Esse acompanhamento é ainda mais importante para pessoas com histórico familiar de doenças cardíacas ou que convivem com condições como diabetes, colesterol elevado ou pressão alta.

Sinais de alerta que merecem atenção

Não espere sentir uma dor aguda para procurar ajuda. Fique atento aos seguintes sintomas:

  • Tonturas ou desmaios sem explicação aparente.
  • Falta de ar ao realizar esforços pequenos, como subir uma escada.
  • Dores ou pressão no peito que podem irradiar para os braços ou mandíbula.
  • Palpitações ou a sensação de que o coração está “pulando” batidas.
  • Inchaço nas pernas e pés ao final do dia.

Fatores de risco para doenças cardiovasculares

Mesmo sem sintomas, pessoas com determinados fatores de risco devem consultar um cardiologista com regularidade. Os principais incluem:

  • Hipertensão arterial;
  • Diabetes;
  • Colesterol elevado;
  • Tabagismo;
  • Obesidade;
  • Sedentarismo;
  • Estresse frequente;
  • Histórico familiar de doenças cardíacas;

A presença de um ou mais fatores aumenta a chance de desenvolver problemas cardiovasculares ao longo do tempo.

Quando iniciar o acompanhamento cardiológico?

A prevenção deve começar cedo. Em geral, pessoas a partir dos 40 anos já devem considerar consultas preventivas, mesmo que se sintam bem. Quem possui fatores de risco ou histórico familiar pode iniciar esse acompanhamento ainda antes, o que facilita diagnósticos precoces e tratamentos mais eficazes.

Exames que o cardiologista pode solicitar

Durante a consulta, o cardiologista pode indicar exames para avaliar a saúde do coração, como:

  • Eletrocardiograma (ECG)
  • Ecocardiograma
  • Teste ergométrico (teste de esforço)
  • Holter (monitoramento dos batimentos cardíacos)
  • Exames laboratoriais de colesterol e glicemia

Esses exames ajudam a identificar alterações e orientar o tratamento adequado.

Prevenção e hábitos que protegem o coração

Além das consultas médicas, alguns cuidados diários fazem diferença na saúde cardiovascular. Manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física com regularidade, controlar o estresse, ter um sono de qualidade, evitar o tabagismo e realizar acompanhamento médico periódico são atitudes que ajudam a preservar o coração.

Pequenas mudanças na rotina podem evitar problemas mais graves no futuro.xige atenção e acompanhamento médico. Identificar os sintomas precocemente e iniciar o tratamento adequado contribui para mais conforto respiratório e melhor qualidade de vida.

Consultar um cardiologista não deve ser visto apenas como uma medida emergencial, mas sim como parte da rotina de cuidados com a saúde. A prevenção, aliada a hábitos saudáveis e acompanhamento médico, é a melhor forma de garantir um coração forte e uma vida longa.

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O que é sinusite crônica?

A sinusite é a inflamação dos seios da face, cavidades localizadas ao redor do nariz, olhos e testa, responsáveis por umidificar o ar e auxiliar na respiração. Essa inflamação ocorre quando a drenagem do muco é prejudicada, favorecendo o acúmulo de secreções e a proliferação de vírus, bactérias ou outros agentes irritantes.

Na forma crônica, a inflamação se mantém por longos períodos mesmo após tratamento. Isso compromete a qualidade de vida, já que os sintomas são contínuos e recorrentes. Diferente da sinusite aguda, que costuma ser passageira, a crônica exige maior atenção médica.

O que são os seios da face e por que eles inflamam?

Os seios da face, também chamados de seios paranasais, são cavidades cheias de ar localizadas ao redor do nariz, olhos e testa. Eles ajudam na respiração, na umidificação do ar e na proteção das vias aéreas.

A inflamação ocorre quando há:

  • Bloqueio da drenagem do muco
  • Acúmulo de secreção
  • Presença de vírus, bactérias ou alérgenos

Quando esse processo se mantém por longos períodos, pode evoluir para a sinusite crônica.

Principais causas da sinusite crônica

Não existe uma única causa, mas os motivos mais frequentes incluem:

  1. Pólipos nasais: pequenos crescimentos de tecido que bloqueiam as passagens de ar.
  2. Desvio de septo: quando a parede entre as narinas é torta, dificultando a drenagem do muco.
  3. Alergias: rinites não tratadas que mantêm a mucosa sempre inchada.

Infecções respiratórias: resfriados que se repetem e não curam totalmente.

Sintomas mais comuns

Os sinais da sinusite crônica podem variar, mas os mais frequentes incluem:

  • Congestão nasal persistente;
  • Secreção nasal espessa (amarelada ou esverdeada);
  • Dor ou pressão facial, especialmente ao redor dos olhos e testa;
  • Diminuição do olfato e paladar;
  • Tosse crônica, pior à noite;
  • Mau hálito e fadiga constante;

Como é feito o diagnóstico da sinusite crônica?

O diagnóstico da sinusite crônica é feito por um médico otorrinolaringologista, a partir da avaliação clínica e do histórico dos sintomas. Em alguns casos, podem ser solicitados exames complementares, como:

  • Endoscopia nasal;
  • Tomografia computadorizada dos seios da face;

Esses exames ajudam a identificar inflamações, obstruções ou alterações anatômicas que dificultam a respiração.

Tratamentos para aliviar o desconforto

O tratamento busca reduzir a inflamação e manter as vias nasais limpas. O médico pode indicar:

  • Lavagem nasal com soro fisiológico;
  • Corticoides nasais em spray;
  • Antibióticos, apenas em casos de infecção bacteriana;
  • Cirurgia endoscópica, quando há desvio de septo ou pólipos obstruindo a respiração;

Como prevenir a sinusite crônica?

Algumas medidas simples ajudam na prevenção e no controle da doença:

  • Procurar orientação médica ao perceber sintomas persistentes;
  • Tratar alergias respiratórias adequadamente;
  • Manter a higiene nasal regularmente;
  • Evitar ambientes muito poluídos ou com fumaça;
  • Manter boa hidratação;

A sinusite crônica é uma condição que exige atenção e acompanhamento médico. Identificar os sintomas precocemente e iniciar o tratamento adequado contribui para mais conforto respiratório e melhor qualidade de vida.

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Para que serve a vitamina B6 e como identificar deficiência

A vitamina B6, também chamada de piridoxina, é uma das integrantes do complexo B e tem um papel importante no dia a dia do organismo. Ela aparece em diferentes formas, como piridoxina, piridoxal e piridoxamina, que atuam juntas para transformar alimentos em energia e ajudar na produção de neurotransmissores. Esses neurotransmissores são como pequenos mensageiros que permitem a comunicação entre os neurônios e influenciam humor, memória e bem-estar.

Para que serve a vitamina B6?

A vitamina B6 participa de várias funções essenciais para a saúde. Entre as mais importantes estão:

  • Produção de energia: ajuda o corpo a aproveitar melhor proteínas, gorduras e carboidratos. Assim, tudo o que você come é transformado em energia de forma mais eficiente.
  • Saúde do sistema nervoso: contribui para a formação de neurotransmissores como serotonina e dopamina, que influenciam humor, sono, foco e até o nível de disposição ao longo do dia.
  • Fortalecimento do sistema imunológico: participa na formação de células de defesa que ajudam o corpo a se proteger de infecções.
  • Formação da hemoglobina: a vitamina B6 é necessária para produzir hemoglobina, que leva oxigênio para todas as células.
  • Saúde da pele: auxilia na renovação da pele e contribui para um aspecto mais saudável.
  • Equilíbrio hormonal: pode ajudar no alívio de sintomas da TPM, já que participa de processos que influenciam o equilíbrio dos hormônios.

Principais fontes de vitamina B6

Como o corpo não produz vitamina B6, precisamos buscá-la na alimentação. As principais fontes incluem:

  • Carnes magras como frango, peixe e carne bovina;
  • Ovos;
  • Grãos integrais;
  • Banana;
  • Batata;
  • Nozes, castanhas e sementes;

Uma alimentação variada costuma ser suficiente para manter bons níveis da vitamina.

Como identificar deficiência de vitamina B6

Quando os níveis da vitamina ficam baixos, o corpo começa a dar alguns sinais. Os mais comuns são:

  • Cansaço e sensação de fraqueza;
  • Mudanças de humor e irritabilidade;
  • Formigamento nas mãos e nos pés;
  • Queda na imunidade;
  • Pele seca ou descamando;
  • Feridas nos lábios ou dentro da boca;
  • Anemia;

Essa deficiência pode surgir por alimentação pobre em nutrientes, dificuldade de absorção, uso contínuo de alguns medicamentos ou consumo excessivo de álcool.

Deficiência e excesso

A falta de vitamina B6 pode afetar o sistema nervoso e causar alterações de humor, além de contribuir para anemia.

Por outro lado, o excesso também merece atenção. Ele geralmente aparece quando há suplementação em doses muito altas e pode causar formigamento mais intenso, perda de sensibilidade e alterações neurológicas. Por isso, suplementos só devem ser usados com indicação profissional.

Quem tem maior risco de deficiência?

Algumas pessoas precisam ficar ainda mais atentas aos níveis da vitamina B6. Entre os grupos com maior risco estão:

  • Pessoas com doenças renais ou hepáticas;
  • Gestantes e lactantes;
  • Idosos;
  • Quem utiliza medicamentos como isoniazida e hidralazina de forma prolongada;

Quando procurar um profissional de saúde

Se você percebe que os sintomas combinam com a deficiência ou se faz parte de algum grupo de risco, vale a pena buscar orientação médica. O profissional pode solicitar exames, avaliar sua alimentação e indicar a suplementação correta, quando necessário.

A DonSaúde é uma empresa de agendamento médico que facilita o acesso a consultas e exames de forma simples e rápida. Se precisar de uma avaliação, você pode agendar pelo site, WhatsApp ou aplicativo.

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Como identificar e tratar a gengivite

A gengivite é a inflamação das gengivas causada, principalmente, pelo acúmulo de placa bacteriana. Quando não tratada, pode evoluir para problemas mais graves, como a periodontite, que afeta os tecidos que sustentam os dentes. Manter a gengiva saudável é essencial para evitar complicações e garantir uma boa saúde bucal.

Principais causas da gengivite

A gengivite pode surgir por diferentes motivos, sendo os mais comuns:

  • Má higiene bucal: escovação e uso de fio dental inadequados permitem acúmulo de placa.
  • Tártaro: quando a placa endurece, forma o tártaro, que irrita a gengiva.
  • Tabagismo: fumar aumenta o risco de inflamação gengival.
  • Alterações hormonais: gestação, menopausa ou puberdade podem deixar a gengiva mais sensível.
  • Doenças sistêmicas: diabetes e imunodeficiências aumentam a vulnerabilidade à gengivite.
  • Medicações: alguns medicamentos podem reduzir a produção de saliva ou afetar a gengiva.

Sintomas e sinais da gengivite: como identificar

Identificar a gengivite precocemente ajuda a evitar complicações. Fique atento aos seguintes sinais:

  • Gengivas vermelhas, inchadas ou sensíveis.
  • Sangramento ao escovar os dentes ou usar fio dental.
  • Mau hálito persistente.
  • Retração gengival (gengivas que parecem “encolher”).
  • Acúmulo visível de placa ou tártaro nos dentes.

Como prevenir a gengivite

Prevenir a gengivite é possível com hábitos simples, mas eficazes:

  • Escovação correta e regular: pelo menos duas vezes ao dia, com técnica adequada.
  • Uso diário do fio dental: remove resíduos que a escova não alcança.
  • Limpeza profissional: visitas regulares ao dentista ajudam a eliminar placa e tártaro.
  • Alimentação equilibrada: reduzir açúcar e manter nutrientes que fortalecem gengivas.
  • Evitar tabaco: fumar prejudica a saúde bucal e retarda a cicatrização.
  • Controle de doenças crônicas: manter diabetes e outras condições sob controle ajuda a prevenir inflamações.

Tratamento da gengivite

O tratamento depende da gravidade da inflamação, mas geralmente inclui:

  • Limpeza profissional para remover placa e tártaro.
  • Orientações sobre técnicas corretas de escovação e uso do fio dental.
    Aplicação de flúor ou outros produtos que fortalecem o esmalte dentário.
  • Em casos mais avançados, tratamentos periodontais específicos podem ser necessários.

Com acompanhamento adequado, a gengivite costuma regredir rapidamente e sem deixar sequelas.

Quando procurar um dentista

Procure um dentista se o sangramento gengival for constante ou intenso, se a gengiva estiver muito inchada, dolorida ou sensível, ou se a gengivite não melhorar mesmo com cuidados em casa. O acompanhamento profissional garante um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz, prevenindo complicações futuras.

Agende sua consulta com um dentista pela DonSaúde e mantenha sua saúde bucal em dia com segurança e praticidade.

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Por que a limpeza de ouvido é importante e quais erros evitar

Os ouvidos desempenham um papel essencial na nossa saúde e qualidade de vida, sendo responsáveis pela audição e pelo equilíbrio. Manter uma boa higiene auricular ajuda a prevenir infecções, desconfortos e até problemas auditivos mais sérios. O cuidado correto evita complicações e garante que essa parte tão sensível do corpo funcione adequadamente.

Para que serve a cera de ouvido?

A cera de ouvido, também chamada de cerúmen, é uma substância natural produzida pelo corpo para proteger o canal auditivo. Ela atua como uma barreira contra poeira, micro-organismos e partículas externas.

  • Quando vira problema: excesso de cera pode causar obstrução, zumbido, dor ou até perda temporária da audição.
  • Função protetora: lubrifica e mantém o canal auditivo saudável.

Por que a limpeza de ouvido é importante

A limpeza adequada ajuda a manter o canal auditivo saudável e evita o excesso de cerúmen que pode causar desconforto e infecções. Esse cuidado melhora a sensação de bem-estar, mas precisa ser feito com equilíbrio. Retirar toda a cera não é indicado, já que ela faz parte da proteção natural do ouvido.

Erros comuns ao limpar o ouvido e por que devem ser evitados

Alguns hábitos muito comuns podem prejudicar a saúde auditiva. Entre eles:

  • Uso de cotonetes: o cotonete empurra a cera para dentro, aumenta o risco de obstrução e pode machucar o canal auditivo.
  • Objetos pontiagudos: grampos, tampas de caneta ou qualquer objeto rígido podem ferir o ouvido e até perfurar o tímpano.
  • Produtos caseiros sem orientação médica: receitas caseiras podem irritar o canal auditivo ou causar infecções, especialmente quando utilizadas sem orientação profissional.

Evitar essas práticas é essencial para manter os ouvidos saudáveis e proteger a audição.

Sinais de alerta para procurar um otorrinolaringologista

Alguns sintomas mostram que é hora de buscar ajuda profissional. Fique atento a:

  • dor persistente;
  • perda de audição repentina ou progressiva;
  • zumbido constante;
  • secreção ou mau cheiro;
  • sensação de ouvido sempre entupido;

Esses sinais podem indicar infecção, acúmulo excessivo de cerúmen ou outras condições que exigem avaliação especializada.

Quem precisa de atenção redobrada

Alguns grupos têm maior tendência ao acúmulo de cera ou são mais sensíveis a irritações. Crianças e idosos fazem parte desse grupo, assim como quem usa fones de ouvido com frequência ou aparelhos auditivos. Pessoas que já passaram por cirurgias ou produzem cera em excesso também precisam de acompanhamento mais próximo. Para esses casos, visitas periódicas ao otorrinolaringologista ajudam a prevenir complicações.

Como a limpeza profissional é feita

A limpeza realizada por um otorrinolaringologista é segura e eficaz. O especialista pode utilizar técnicas como:

  • Irrigação com soluções específicas;
  • Aspiração com instrumentos adequados;
  • Remoção manual com equipamentos próprios;

Esse procedimento garante a eliminação da cera sem riscos de lesões e preserva a saúde auditiva.

Agende sua avaliação

Para manter seus ouvidos saudáveis com segurança, conte com orientação especializada. Se você sente desconforto ou suspeita de acúmulo de cera, agende uma consulta com um otorrinolaringologista pela DonSaúde, empresa de agendamento médico e odontológico.

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Como o exames de creatinina ajuda no diagnóstico de doenças renais

A saúde dos rins é essencial para o equilíbrio do organismo, e um dos exames mais utilizados para avaliar seu funcionamento é o exame de creatinina. Simples e acessível, ele oferece informações importantes sobre a capacidade dos rins de filtrar o sangue, permitindo identificar precocemente possíveis alterações renais.

O que é creatinina e por que ela importa para a saúde dos rins?

A creatinina é uma substância produzida naturalmente pelo corpo durante o metabolismo dos músculos. Depois de formada, ela é filtrada pelos rins e eliminada na urina.
Por ser constantemente produzida e depender diretamente da capacidade de filtração dos rins, seus níveis no sangue servem como um indicador importante da função renal.


Como a creatinina se relaciona ao funcionamento dos rins

Os rins atuam filtrando o sangue, removendo toxinas e mantendo o equilíbrio interno do corpo. Quando essa filtragem diminui, a creatinina passa a se acumular no sangue, elevando seus níveis.
Por isso, alterações nesse exame podem sinalizar:

  • Redução da taxa de filtração glomerular (TFG);
  • Início de disfunções renais;
  • Evolução de doenças já existentes;

Mesmo sem sintomas, a creatinina pode alertar o médico sobre mudanças importantes na função renal.

Como é feito o exame de creatinina?

O exame é simples e rápido:

  • Coleta de sangue: realizada em laboratório, geralmente em jejum.
  • Análise laboratorial: mede a concentração de creatinina no sangue.

Em alguns casos, também pode ser feita a dosagem de creatinina na urina, para avaliar a taxa de filtração glomerular (TFG).

O que a creatinina elevada pode indicar

Níveis altos de creatinina no sangue podem sugerir que os rins não estão filtrando como deveriam. As principais causas incluem:

  • Doença renal crônica ou aguda;
  • Desidratação;
  • Uso de medicamentos que interferem na função renal;
  • Diabetes ou hipertensão sem controle;
  • Infecções;
  • Esforço físico intenso antes do exame;

Como diversos fatores podem influenciar o resultado, a interpretação deve ser sempre feita por um profissional de saúde.

Quando o exame costuma ser solicitado?

A creatinina costuma ser pedida em:

  • Check-ups preventivos;
  • Acompanhamento de pessoas com hipertensão, diabetes ou histórico familiar de doença renal;
  • Avaliação antes de tratamentos que exigem controle da função renal;
  • Investigação de sintomas como inchaço, fadiga, dor lombar ou alterações na urina;

Por que exames complementares são importantes

Embora o exame de creatinina seja fundamental, ele não avalia toda a saúde renal sozinho. Por isso, o médico pode solicitar exames complementares, como:

  • Urina tipo 1 (EAS): identifica sinais de infecção, proteínas ou sangue na urina;
  • Ureia: outro marcador relacionado à função renal;
  • Clearance de creatinina: análise mais detalhada da filtragem;
  • Ultrassom dos rins: visualiza estrutura e possíveis alterações anatômicas

Esses exames ajudam a criar uma visão mais completa da saúde dos rins, garantindo um diagnóstico mais preciso e um acompanhamento adequado.

Quando procurar um nefrologista?

Se a creatinina estiver alterada ou se houver sintomas persistentes relacionados à saúde renal, é importante consultar um nefrologista, especialista no cuidado dos rins. O acompanhamento adequado ajuda a prevenir complicações e garante mais segurança no dia a dia.

Precisa de uma avaliação especializada? Agende sua consulta com um profissional da saúde pela DonSaúde e cuide da sua saúde renal com praticidade e confiança.

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O que faz um podólogo?

Os pés são a base do nosso corpo e sustentam todas as nossas atividades diárias, desde uma simples caminhada até práticas esportivas mais intensas. No entanto, muitas vezes eles são negligenciados nos cuidados de saúde.

O que é a podologia e qual o papel do podólogo?

A podologia é a área dedicada ao estudo, prevenção e cuidado das alterações nos pés. O podólogo é o profissional especializado em manter a saúde dos pés por meio de técnicas seguras e adequadas. Além do tratamento de alterações já existentes, ele também orienta sobre cuidados diários, higiene, escolha de calçados e hábitos que evitam desconfortos.

Quando procurar um podólogo?

O podólogo oferece uma ampla gama de tratamentos que vão além da estética:

  • Tratamento de unhas encravadas com técnicas seguras e indolores.
  • Remoção de calosidades e fissuras para aliviar desconfortos.
  • Tratamento de micoses e outras infecções.
  • Podoprofilaxia (limpeza profunda e preventiva dos pés).
  • Orientação sobre palmilhas e calçados adequados para cada tipo de pé.

Papel preventivo do podólogo

O trabalho preventivo é um dos maiores benefícios da podologia. O podólogo identifica sinais iniciais de alterações, explica como evitar novos desconfortos e orienta sobre:

  • Higiene adequada;
  • Cuidados que evitam micoses e odores;
  • Escolha correta de calçados;
  • Maneiras de evitar unhas encravadas;
  • Redução de atrito durante a caminhada;

O acompanhamento contínuo contribui para pés mais saudáveis e para uma rotina com mais conforto.

Cuidados especiais com públicos específicos

Alguns grupos precisam de atenção diferenciada:

  • Idosos: maior risco de ressecamento, fissuras e dificuldade de locomoção.
  • Diabéticos: prevenção de feridas e úlceras que podem evoluir para complicações graves.
  • Atletas: acompanhamento para evitar lesões, calos e problemas relacionados ao impacto constante.
  • Gestantes: cuidados com o inchaço e desconforto nos pés durante a gestação.

Benefícios de consultar um podólogo regularmente

Manter consultas periódicas com um podólogo traz vantagens significativas:

  • Prevenção de problemas futuros.
  • Alívio rápido de dores e desconfortos.
  • Melhora da estética e da autoestima.
  • Orientação personalizada para cada tipo de pé.
  • Qualidade de vida e bem-estar no dia a dia.

Agende sua consulta com um podólogo na DonSaúde

Cuidar da saúde dos pés é essencial para garantir bem-estar e qualidade de vida. Na DonSaúde, você encontra podólogos qualificados prontos para oferecer atendimento especializado, seja para prevenção, tratamento ou orientação personalizada.

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