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O que é o exame de Triglicérides?

O exame de triglicérides é um exame laboratorial que mede a quantidade de triglicérides na corrente sanguínea. Os triglicérides são um tipo de gordura armazenada no organismo, utilizada como fonte de energia. Pense neles como a “reserva” de combustível do seu organismo. Esse exame é usado para avaliar o risco de doenças do coração e monitorar condições como obesidade, diabetes e síndrome metabólica.

O que são os triglicérides?

Como já dissemos, os triglicerídeos são gorduras presentes no sangue, essenciais para armazenar e fornecer energia. Eles podem ser encontrados livres no corpo ou transportados pelo sangue através do colesterol VLDL (lipoproteína de muito baixa densidade).

Quando os níveis de triglicerídeos estão elevados – uma condição chamada hipertrigliceridemia – isso pode aumentar significativamente o risco de doenças cardiovasculares. O excesso dessa gordura no sangue geralmente está ligado a fatores como:

Para que serve o exame de triglicérides?

O exame de triglicérides mede a quantidade dessa gordura presente no sangue. Ele é parte do chamado perfil lipídico, que também avalia o colesterol total, LDL (colesterol ruim) e HDL (colesterol bom).

Este exame é solicitado principalmente para:

  • Avaliar o risco de doenças cardiovasculares.
  • Monitorar pacientes com dislipidemias (alterações nos níveis de gorduras no sangue).
  • Acompanhar o efeito de tratamentos para colesterol e triglicérides elevados.
  • Investigar causas de pancreatite, já que níveis muito altos podem desencadear inflamação no pâncreas.

Existe algum sintoma relacionado?

Na maioria dos casos, níveis elevados de triglicerídeos não causam sintomas evidentes e são descobertos apenas em exames de rotina. No entanto, quando os triglicerídeos estão extremamente altos (acima de 500 mg/dL), podem surgir alguns sinais como:

  • Dor abdominal intensa, especialmente se houver risco de pancreatite.
  • Xantomas (pequenos depósitos de gordura na pele).
  • Fadiga e tontura, em casos de alterações metabólicas.

Manter os triglicérides em níveis saudáveis é essencial para prevenir doenças cardiovasculares e metabólicas. Se houver suspeita de alterações, consultar um médico para avaliação e exames é fundamental.

Como é realizado o exame?

O exame de triglicérides é simples e feito por meio de uma coleta de sangue, geralmente retirada da veia do braço. Para garantir resultados precisos é necessário seguir as orientações do profissional, geralmente, recomenda-se:

  • Jejum de 8 a 12 horas antes da coleta (somente água é permitida).
  • Evitar alimentos gordurosos, álcool e exercícios intensos no dia anterior ao exame.

Como controlar e reduzir os triglicérides?

Para manter os triglicérides em níveis saudáveis, algumas medidas são essenciais:

  • Alimentação balanceada: priorize frutas, vegetais, grãos integrais, peixes ricos em ômega-3 (como salmão e sardinha) e evite excesso de açúcares e gorduras trans.
  • Prática regular de exercícios físicos: pelo menos 150 minutos semanais de atividades moderadas.
  • Controle do peso corporal: o excesso de peso está relacionado ao aumento dos triglicérides.
  • Moderação no consumo de álcool: o álcool pode elevar significativamente os níveis.
  • Controle de doenças associadas: como diabetes e hipotireoidismo, com acompanhamento médico.



Quando devo fazer o exame?

É recomendável realizar o exame de triglicérides:

  • Durante check-ups de rotina para avaliação da saúde cardiovascular.
  • Se houver histórico familiar de doenças cardíacas ou colesterol alto.
  • Quando o médico suspeitar de alterações no metabolismo lipídico.
  • Para monitorar o efeito de tratamentos para colesterol e triglicérides.

Na DonSaúde, você encontra facilidade para agendar exames e consultas com especialistas que podem ajudar a interpretar seus resultados e orientar sobre o melhor tratamento e estilo de vida.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Sabia que existem diferentes tipos de arritmia? Saiba identificá-las

A arritmia cardíaca é um distúrbio que altera o ritmo dos batimentos do coração, podendo torná-los mais rápidos, mais lentos ou irregulares. Cada variação representa um tipo específico de arritmia, e reconhecê-las é essencial para garantir um diagnóstico e tratamento adequados.

Ritmo cardíaco normal vs. arritmia

Em repouso, o coração de um adulto saudável geralmente bate entre 60 e 100 vezes por minuto (bpm). Esse ritmo é orquestrado por impulsos elétricos que garantem a contração coordenada do músculo cardíaco. Quando há uma falha nesse sistema de condução elétrica, o coração pode perder sua cadência natural, resultando em uma arritmia.

Existem diferentes tipos de arritmia, cada um com suas características:

  • Taquiarritmia: O coração bate mais rápido que o normal, acima de 100 bpm em repouso.
  • Bradiarritmia: Os batimentos são mais lentos do que o esperado, abaixo de 60 bpm.
  • Fibrilação Atrial: Um dos tipos mais comuns, caracterizado por batimentos desorganizados que podem aumentar o risco de complicações graves.

O que pode causar arritmias?

Diversos fatores podem influenciar o ritmo cardíaco, aqui estão alguns:

  • Fatores genéticos, que tornam algumas pessoas mais predispostas a desenvolver a condição.
  • Distúrbios cardíacos como hipertensão, insuficiência cardíaca e doença arterial coronariana.
  • Alterações hormonais, como problemas na tireoide.
  • Ansiedade e estresse, que podem interferir no ritmo cardíaco.
  • Uso de substâncias estimulantes, incluindo cafeína, álcool, tabaco e medicamentos.

Fique atento aos sintomas

Os sintomas de arritmia podem variar bastante de pessoa para pessoa, e em alguns casos, ela pode ser até assintomática, sendo descoberta apenas em exames de rotina. No entanto, os sinais mais comuns incluem:

  • Palpitações: aquela sensação de coração acelerado ou batendo “errado”.
  • Tontura ou sensação de desmaio.
  • Cansaço fácil.
  • Falta de ar.
  • Dor no peito.

É importante ressaltar que esses sintomas podem ser confundidos com outras condições, como ansiedade ou problemas respiratórios. Por isso, a avaliação médica é indispensável para um diagnóstico preciso. Em casos mais graves, a arritmia pode levar a desmaios, parada cardíaca ou aumentar o risco de AVC.

Tratamento e cuidados para o coração

O tratamento varia conforme o tipo e a gravidade do caso. Algumas arritmias podem ser controladas apenas com mudanças no estilo de vida, enquanto outras podem precisar de medicações, procedimentos como ablação cardíaca ou até o uso de marcapasso.

Para se prevenir e manter a saúde do coração, é fundamental:

O check-up cardiológico também é fundamental para prevenir e diagnosticar precocemente doenças do coração. Entre os exames mais importantes estão o eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico, monitoramento Holter, além de exames laboratoriais para avaliar colesterol e triglicérides.

Se você tem dúvidas sobre seu ritmo cardíaco ou percebe sintomas diferentes, não hesite em consultar um cardiologista para uma avaliação completa. Na DonSaúde, você agenda suas consultas de forma prática e sem necessidade de plano de saúde!



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Desmistificando o botox

O Botox é uma forma purificada da toxina botulínica tipo A, uma substância produzida pela bactéria Clostridium botulinum. Apesar de ser uma toxina potente, quando usada em doses muito pequenas e controladas, ela tem diversas aplicações seguras na medicina, especialmente na dermatologia estética e terapêutica.

A toxina botulínica age bloqueando temporariamente a comunicação entre os nervos e os músculos. Por exemplo, quando injetada em um músculo específico, ela impede que esse músculo se contraia com força, promovendo um relaxamento controlado da região. Esse efeito é útil para suavizar rugas causadas pela movimentação repetitiva da face, conhecidas como rugas dinâmicas.

Como o Botox é usado na Dermatologia?

O Botox é mais famoso por suavizar rugas e linhas de expressão, como exemplificado anteriormente, proporcionando um aspecto mais jovem e descansado. As áreas mais comuns incluem:

  • Testa: redução das linhas horizontais causadas por movimentos repetitivos.
  • Glabela: tratamento das rugas entre as sobrancelhas, conhecidas como “linhas de bravo”.
  • Pés de galinha: suavização das marcas ao redor dos olhos.
  • Pescoço: melhora das bandas platismáticas, conhecidas como “efeito Nefertiti”.

Além da estética, o Botox tem usos médicos importantes, como:

  • Hiperidrose: redução do suor excessivo em axilas, mãos e pés.
  • Enxaquecas crônicas: prevenção de dores de cabeça frequentes e debilitantes.
  • Distonia cervical: alívio de espasmos musculares dolorosos no pescoço.
  • Blefaroespasmo: tratamento de espasmos involuntários das pálpebras.

Existem riscos na aplicação do botox?

O botox é seguro quando aplicado por profissionais qualificados. Mas, como todo procedimento, ela também pode apresentar riscos, especialmente se for mal feita ou se a pessoa tiver alguma condição de saúde que exija cuidado.

Veja os principais pontos:

  • Técnica errada: se a aplicação não for feita do jeito certo, pode causar assimetrias no rosto, queda das pálpebras ou afetar músculos próximos.
  • Quem deve evitar: grávidas, pessoas com doenças neuromusculares ou alergia à substância devem evitar o uso.
  • Exagero na dose: pode deixar a região tratada fraca ou com pouca mobilidade.
  • Efeitos no corpo todo (raros): em casos muito incomuns, a toxina pode se espalhar e causar dificuldade para respirar ou falar.
  • Produto de má qualidade: é essencial usar produtos aprovados por órgãos como a Anvisa (Brasil), FDA (EUA) e EMA (Europa). Toxinas falsas ou mal armazenadas também aumentam os riscos.
  • Profissional certo: só profissionais treinados devem aplicar a toxina. Eles vão avaliar cada caso e usar a dose adequada com segurança.

A dica mais importante é essa: sempre procure um profissional capacitado. Isso faz toda a diferença para ter resultados seguros e naturais.

Sensação e recuperação pós-aplicação do botox

A aplicação do botox é um procedimento minimamente invasivo e, geralmente, indolor, sendo realizada com agulhas muito finas. Algumas pessoas podem sentir um leve desconforto ou uma sensação de pressão no local da aplicação.

Logo após o procedimento, pode haver pequeno inchaço, vermelhidão ou sensibilidade, que costumam desaparecer em poucas horas. O efeito do botox começa a se tornar perceptível dentro de 2 a 5 dias, atingindo o resultado completo em até 15 dias.

Durante a recuperação, é recomendado:

  • Evitar massagens ou esfregar a área tratada nas primeiras 48 horas.
  • Não deitar ou abaixar a cabeça por algumas horas após a aplicação, para evitar que a toxina se espalhe indevidamente.
  • Evitar atividade física intensa no dia da aplicação.
  • Seguir as orientações do profissional para garantir um resultado seguro e duradouro.

Qual é a duração do botox?

O efeito do botox geralmente dura entre 3 e 6 meses, dependendo de fatores como metabolismo, idade, área tratada e cuidados pós-aplicação. Após esse período, os músculos começam a recuperar sua função normal, e as rugas podem reaparecer gradualmente. Para manter os resultados, muitas pessoas optam por reaplicações periódicas, geralmente a cada 4 meses. 

Se você quer prolongar os efeitos do Botox, aqui vão algumas dicas:

  • Evite exposição solar excessiva, que acelera a degradação da toxina.
  • Mantenha uma rotina de cuidados com a pele, incluindo hidratação e uso de protetor solar.
  • Evite cigarro e excesso de álcool, que comprometem a durabilidade dos resultados.

Mantenha sessões regulares, conforme orientação do profissional – isso ajuda a “educar” o músculo e prolongar os resultados com o tempo.

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A cor da sua urina revela sinais importantes sobre sua saúde

A cor da urina pode revelar muito sobre a saúde do corpo. Em condições normais, ela apresenta um tom amarelo-claro, indicando boa hidratação. No entanto, mudanças na coloração podem sinalizar desidratação, infecções ou até problemas hepáticos. Pesquisas mostram uma ligação direta entre a hidratação e a tonalidade da urina: quanto mais escura, maior a chance de falta de líquidos. Em um estudo com adolescentes, mais da metade apresentou algum grau de hipoidratação, e em um terço dos casos, essa condição era intensa.


O que cada coloração indica?

A tonalidade da sua urina pode ser um indicador simples e rápido de como seu corpo está funcionando. Fique atento às variações:

  • Amarelo-claro a dourado transparente

Hidratação adequada. É a cor ideal, indicando que você está bebendo água suficiente e que seus rins estão funcionando bem.

  • Amarelo escuro ou âmbar:

Desidratação leve a moderada. Seu corpo está tentando conservar líquidos, concentrando a urina. Beba mais água!

  • Marrom ou cor de chá:

Pode indicar desidratação severa ou problemas hepáticos, como hepatite ou cirrose, que afetam a capacidade do fígado de processar a bilirrubina (pigmento que dá cor à urina). Em alguns casos, pode ser efeito de certos medicamentos ou alimentos como ruibarbo. Requer atenção médica.

  • Laranja

Desidratação, consumo de alimentos com betacaroteno (cenoura, abóbora) ou beterraba, e até alguns medicamentos. Em casos mais raros, pode ser sinal de problemas no fígado ou ductos biliares.

  • Vermelho ou rosado:

A presença de sangue na urina (hematúria) é a principal preocupação, podendo indicar infecções do trato urinário, pedras nos rins, problemas na próstata, tumores ou lesões. Alimentos como beterraba, amora ou medicamentos também podem causar essa coloração. Sempre requer avaliação médica.

  • Opaca ou turva:

Pode indicar a presença de cristais, muco, pus ou bactérias. Frequentemente é um sinal de infecção do trato urinário (ITU) ou pedras nos rins.

  • Transparente (sem cor):

Hiper-hidratação. Embora a hidratação seja boa, beber água em excesso pode diluir demais os eletrólitos do corpo, como o sódio, o que pode ser perigoso em casos extremos.

Quando buscar um médico?

Você deve procurar um médico se notar alterações persistentes na cor da urina por mais de três dias, especialmente se estiver acompanhada de outros sintomas como dor ao urinar, cheiro forte, febre ou desconforto abdominal. Caso tenha dúvidas ou perceba sintomas incomuns, consultar um médico é sempre a melhor opção para garantir um diagnóstico preciso e um tratamento adequado.

Principais exames relacionados

Se houver qualquer alteração na urina ou sintomas urinários, alguns exames simples podem ajudar a identificar a causa:

  • EAS (Exame de Urina tipo 1)
    O exame mais comum e solicitado. Detecta presença de sangue, proteínas, glicose, leucócitos e outros elementos. Indica infecções, desidratação ou problemas nos rins.
  • Urocultura
    Recomendado quando há suspeita de infecção urinária. Identifica a bactéria responsável e ajuda a definir o antibiótico ideal para o tratamento.
  • Exames de sangue (ureia e creatinina)
    Avaliam a função dos rins, especialmente em casos de urina escura ou alterações persistentes.

Notou alguma mudança?

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Como prevenir pedra nos rins?

Pedras nos rins, ou cálculos renais, são massas endurecidas que se formam nos rins devido ao acúmulo de cristais presentes na urina. Elas podem variar de tamanho e causar dor intensa, especialmente quando se deslocam pelo sistema urinário. Os principais fatores que contribuem para sua formação incluem:

  • Distúrbios metabólicos;
  • Baixa ingestão de líquidos;
  • Dieta rica em sódio e proteínas;
  • Predisposição genética;

Como prevenir a formação de pedras nos rins?

A prevenção é fundamental para evitar o desconforto e as complicações das pedras nos rins. As principais estratégias focam na mudança de hábitos diários e no acompanhamento, se necessário:

  • Acompanhamento médico: Se você já teve pedras nos rins ou tem predisposição genética, o acompanhamento médico regular é essencial. ser perigoso em casos extremos.
  • Beba bastante água/líquidos: a hidratação adequada é essencial para prevenir pedras nos rins, pois dilui substâncias na urina que podem formar cálculos. O ideal é manter a urina clara, o que geralmente exige 2 a 3 litros de líquidos por dia, ajustando conforme a necessidade individual. Além da água, sucos cítricos naturais ajudam na prevenção devido ao citrato. Evite refrigerantes e sucos industrializados.
  • Alimentação equilibrada: é importante reduzir o sal, pois ele pode aumentar a eliminação de cálcio pela urina. Moderar o consumo de proteínas animais, como carnes vermelhas, também contribui para evitar cálculos. Alguns alimentos ricos em oxalato, como espinafre e chocolate, podem aumentar o risco para certas pessoas. Além disso, ingerir cálcio de forma equilibrada ajuda a manter a saúde dos rins.
  • Pratique atividades físicas regularmente: a prática regular de exercícios auxilia no bom funcionamento do organismo como um todo, incluindo os rins.

Evite a automedicação: o uso indiscriminado de certos medicamentos e suplementos (inclusive vitaminas como a vitamina D em excesso) pode alterar a composição da urina e favorecer a formação de pedras. Sempre busque orientação médica.


Fique atento aos principais sintomas

Os sintomas de pedras nos rins geralmente se manifestam de forma repentina e intensa, especialmente quando a pedra começa a se mover pelo trato urinário. A dor costuma surgir na região lombar (parte inferior das costas) e pode irradiar para o abdômen, virilha ou órgãos genitais. Muitas pessoas descrevem essa dor como uma das mais fortes que já sentiram, comparável à dor do parto.

Além da dor, é comum haver cólicas renais em picos, que vão e voltam, náuseas, vômitos, e ardência ao urinar. A urina pode apresentar sangue ou ficar turva, e a pessoa pode sentir vontade frequente de urinar, mesmo sem conseguir eliminar muita urina.

Esses sintomas podem variar de intensidade e geralmente ocorrem quando a pedra se desloca pelo trato urinário.


Como é realizado o tratamento da pedra nos rins?

O tratamento depende do tamanho e localização da pedra, além dos sintomas. Pedras pequenas podem ser eliminadas com:

  • Hidratação intensa
  • Analgésicos
  • Medicamentos para relaxar a musculatura do trato urinário

Já pedras maiores ou com risco de obstrução ou infecção podem exigir procedimentos médicos, como litotripsia ou cirurgia.

O diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento adequado e evita complicações graves. Além disso, ao identificar o tipo de cálculo, é possível orientar a prevenção com mais precisão.


Cuide da sua saúde urinária com quem pode te ajudar!

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Fios de PDO: o que são e para que servem?

Você já ouviu falar em fios de PDO e ficou com dúvidas sobre o que eles realmente fazem? Essa técnica é uma das mais procuradas nos consultórios de estética e dermatologia por proporcionar um efeito lifting sem cirurgia plástica. Mas afinal, o que são esses fios?


O que eles são?

Os fios de PDO (polidioxanona) são uma técnica minimamente invasiva usada para promover o rejuvenescimento da pele. Absorvíveis e biocompatíveis, estimulam a produção natural de colágeno, melhorando a firmeza e a qualidade da pele. O procedimento oferece um efeito lifting imediato, com resultados visíveis logo após a aplicação, além de benefícios progressivos, já que o colágeno continua sendo produzido mesmo após a absorção dos fios pelo organismo. Como não exige cortes nem um longo período de recuperação, permite que o paciente retome suas atividades rapidamente.

Como funcionam?

Os fios de PDO funcionam de maneira dupla: além de proporcionar um efeito de sustentação imediato, eles também estimulam a produção natural de colágeno, garantindo benefícios a longo prazo.

Processo de aplicação:

  • Preparação da pele: o  profissional higieniza a área e aplica anestesia local para minimizar o desconforto.
  • Inserção dos fios: com o auxílio de agulhas finas ou cânulas, os fios são posicionados estrategicamente sob a pele.
  • Fixação e estímulo: dependendo do tipo de fio utilizado (liso, espiculado ou entrelaçado), ele pode atuar apenas na bioestimulação ou também na tração da pele, criando um efeito lifting.
  • Absorção e regeneração: em 6 a 8 meses, os fios são absorvidos pelo organismo, mas deixam um rastro de colágeno novo, que melhora a firmeza e elasticidade da pele.

Para quem é recomendado?

Os fios de PDO são recomendados para pessoas que desejam melhorar a firmeza e elasticidade da pele sem recorrer a procedimentos cirúrgicos. Eles são especialmente indicados para:

  • Flacidez facial e corporal: ideais para quem busca um efeito de sustentação e rejuvenescimento.
  • Rugas e linhas de expressão: auxiliam na suavização de marcas como o bigode chinês e as linhas de marionete.
  • Papada e contorno do rosto: melhoram a definição facial e reduzem a flacidez na região do pescoço.
  • Olheiras e queda das sobrancelhas: podem ser usados para elevar a sobrancelha e melhorar a aparência da pele abaixo dos olhos.

Além disso, os fios de PDO também podem ser aplicados em outras áreas do corpo, como coxas, braços e barriga, para tratar a flacidez.

O procedimento deve ser realizado por um profissional qualificado, como dermatologistas ou cirurgiões plásticos, que avaliarão a necessidade e indicarão o melhor tipo de fio para cada caso.

Para quem não é recomendado?

Os fios de PDO não são recomendados para algumas pessoas devido a condições de saúde ou fatores que podem comprometer a segurança do procedimento. As principais contraindicações incluem:

  • Doenças autoimunes: pacientes com condições como lúpus ou artrite reumatoide podem ter uma resposta inflamatória exagerada.
  • Diabetes descontrolada: pode afetar a cicatrização e aumentar o risco de complicações.
  • Gravidez e lactação: embora não haja estudos conclusivos, é aconselhável evitar procedimentos estéticos durante esse período.
  • Infecções ou inflamações na pele: acne ativa, herpes ou outras infecções podem aumentar o risco de reações adversas.
  • Histórico de alergia a materiais de sutura: quem já teve reações a fios de sutura ou anestésicos locais deve ter cautela.

Se houver dúvidas sobre a segurança do procedimento, é essencial consultar um profissional de saúde antes de realizar a aplicação dos fios de PDO. 

Quer saber se os fios de PDO são indicados para você?

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Festa Junina sem prejudicar sua glicemia: dicas para quem tem diabetes

Milho, pamonha, canjica, pé de moleque… As festas juninas são uma verdadeira tentação! Mas, para quem convive com o diabetes, essa época do ano exige mais atenção. A boa notícia é que é possível aproveitar tudo com responsabilidade, fazendo escolhas mais conscientes, e sem descuidar da saúde.


Por que se preocupar com os níveis de glicemia durante essa época do ano?

Porque os pratos típicos da Festa Junina são ricos em carboidratos e açúcares, o que pode impactar diretamente a saúde de quem tem diabetes. Alimentos como canjica, pamonha, bolo de milho e pé de moleque podem elevar rapidamente a glicose no sangue, exigindo um controle mais rigoroso.

Além disso, o consumo excessivo de doces e frituras pode levar à hiperglicemia, aumentando o risco de complicações a longo prazo. Para evitar problemas, é essencial fazer escolhas conscientes, como optar por versões mais saudáveis dos pratos típicos e monitorar a glicemia antes e depois das refeições.

Mas afinal, quais são os alimentos que merecem atenção redobrada?

Alguns pratos típicos da Festa Junina podem impactar significativamente a glicemia devido ao alto teor de carboidratos e açúcares. Veja os principais:

  • Canjica e curau: feitos com milho e leite condensado, são ricos em carboidratos e açúcares.
  • Pé de moleque e paçoca: contêm amendoim e açúcar, podendo elevar rapidamente a glicose no sangue.
  • Bolo de fubá e bolo de milho: apesar de deliciosos, possuem farinha e açúcar, aumentando a carga glicêmica.
  • Pipoca doce: o açúcar caramelizado adiciona um impacto extra na glicemia.
  • Quentão e vinho quente: bebidas alcoólicas adoçadas que podem desregular os níveis de glicose.

A boa notícia é que dá para adaptar os pratos mais famosos da festa 

Muitas das comidas típicas possuem versões mais leves. Aqui estão algumas substituições saudáveis:

  • Canjica e curau: troque o leite condensado por leite desnatado ou vegetal e use adoçantes naturais, como stevia ou xilitol. Reduza a quantidade de milho e adicione fibras como chia ou aveia.
  • Bolo de milho: opte por versões sem farinha branca e sem açúcar refinado, usando farinha de aveia, de coco ou de amêndoas. Adoçantes naturais ajudam a manter o sabor.
  • Pé-de-moleque e paçoca caseiros: prefira receitas com amendoim torrado sem sal e adoçante natural, sem leite condensado.
  • Batata-doce e milho cozido: ótimas fontes de carboidratos complexos, com menor impacto glicêmico. Prefira sem adição de açúcar ou manteiga.
  • Pipoca: prepare com pouco óleo ou no micro-ondas sem aditivos. Evite açúcar e manteiga em excesso.

Orientação profissional e equilíbrio na alimentação

Cada pessoa com diabetes tem necessidades e restrições específicas. Existem diferentes tipos da condição e cada organismo reage de forma única aos alimentos. O segredo está no equilíbrio e na moderação.

Antes de fazer grandes mudanças na alimentação, é essencial conversar com um profissional de saúde, como um médico ou nutricionista. Eles podem orientar sobre as melhores escolhas, ajustar a dieta conforme necessário e garantir que você aproveite a festa sem comprometer o controle glicêmico.

Orientação profissional e equilíbrio na alimentação

Além de escolher opções mais saudáveis, algumas práticas simples fazem toda a diferença:

  • Planeje suas refeições: antes de ir à festa, faça uma refeição equilibrada com proteínas e fibras.
    Monitore a glicemia: meça a glicose antes e depois da festa para observar como seu corpo reage.
  • Evite exageros: saboreie as delícias com moderação e cuidado com o excesso de doces e frituras.
  • Beba água: hidratação é fundamental para manter a glicemia sob controle.
  • Inclua atividade física: uma caminhada leve antes ou depois da festa ajuda no equilíbrio dos níveis de açúcar no sangue.

Se você convive com o diabetes e quer manter seus exames e acompanhamentos em dia, a DonSaúde  pode ajudar! Somos uma empresa de agendamento médico e odontológico, com profissionais especializados, valores acessíveis e opções de parcelamento que cabem no seu bolso. 

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Exames de sangue mais comuns e para que servem

Os exames de sangue são ferramentas essenciais para avaliar a saúde, diagnosticar doenças e monitorar tratamentos. Eles permitem identificar alterações no organismo antes mesmo do surgimento de sintomas, sendo fundamentais para a medicina preventiva.

Esses testes laboratoriais analisam componentes como glicose, colesterol, células sanguíneas, hormônios, enzimas, vitaminas e outras substâncias importantes para o bom funcionamento do corpo.


Quais são os principais exames de sangue?

Veja abaixo alguns dos exames mais solicitados em consultórios e clínicas:

Hemograma Completo

O hemograma avalia os três principais componentes do sangue: os glóbulos vermelhos, que transportam oxigênio pelo corpo e podem indicar anemia quando em níveis baixos; os glóbulos brancos, que fazem parte do sistema imunológico e ajudam a combater infecções, podendo estar elevados em casos de inflamação ou reduzidos em situações de imunidade comprometida; e as plaquetas, que são essenciais para a coagulação do sangue, prevenindo sangramentos excessivos ou tromboses.

Glicemia em Jejum

Esse exame mede a quantidade de glicose no sangue após um período de jejum, sendo fundamental para diagnosticar ou monitorar diabetes e resistência à insulina. Valores elevados podem indicar pré-diabetes ou diabetes tipo 1 ou 2, enquanto níveis muito baixos podem sugerir hipoglicemia.

Perfil Lipídico

O perfil lipídico avalia os níveis de gordura no sangue, incluindo colesterol total, HDL (colesterol “bom”), LDL (colesterol “ruim”) e triglicerídeos. O colesterol HDL ajuda a remover o excesso de gordura das artérias, enquanto o LDL pode contribuir para o acúmulo de placas, aumentando o risco de doenças cardiovasculares. Os triglicerídeos, quando elevados, também podem estar associados a problemas cardíacos e metabólicos.

Ureia e Creatinina

Esses exames são indicadores da função renal. A ureia é um produto da quebra de proteínas no fígado e sua elevação pode indicar problemas renais ou desidratação. A creatinina é uma substância produzida pelos músculos e eliminada pelos rins, sendo um marcador importante para avaliar a eficiência da filtração renal.

Transaminases (AST/TGO e ALT/TGP)

Esses exames verificam a saúde do fígado. A AST (Aspartato Aminotransferase) e a ALT (Alanina Aminotransferase) são enzimas hepáticas que, quando elevadas, podem indicar hepatite, inflamações hepáticas, lesões no fígado ou acúmulo de gordura hepática.

Por que fazer exames de sangue regularmente?

O sangue transporta nutrientes, oxigênio, hormônios e outras substâncias vitais para o corpo. Alterações na sua composição podem revelar desequilíbrios e doenças em fase inicial — muitas vezes antes de qualquer sintoma aparecer.

Além do diagnóstico precoce, os exames permitem acompanhar tratamentos, verificar a eficácia de medicamentos e prevenir complicações em condições crônicas como diabetes, hipertensão e problemas hormonais.

Com que frequência devo fazer?

A frequência ideal depende da idade, histórico familiar e presença de doenças. Em geral, adultos saudáveis devem realizar exames de sangue uma vez por ano. Já pessoas com condições específicas podem precisar de avaliações mais frequentes, conforme orientação médica.

Cuide da sua saúde com quem entende

Os exames de sangue são aliados poderosos na busca por uma vida mais saudável. Eles ajudam médicos e pacientes a tomar decisões mais seguras e eficazes.

Se você está há algum tempo sem fazer um check-up, procure orientação profissional e agende seus exames. Cuidar da saúde é um ato de prevenção e amor-próprio.

A DonSaúde pode te ajudar com o agendamento de exames e consultas de forma fácil, rápida e acessível. 

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DonSaúde | Laboratórios parceiros
  • IBILABOR MEDICINA LABORATORIAL (CENTRO – Ibiporã) 
  • Laboratório MLAB (Indústrias Leves – Londrina) 
  • Laboratório São Francisco (Centro – Londrina) 
  • Laboratório Ibiporã (Centro – Arapongas | Centro – Ibiporã) 
  • Laboratório Analisa (Centro – Cambé | Centro – Cambé) 
  • Laboratório Delta Londrina (Centro – Londrina) 
  • Clinilab – Analise Clinica (Petrópolis – Londrina | Vila Ipiranga – Londrina | Jardim Bela Suiça – Londrina | Conjunto Vivi Xavier – Londrina) 

Vai fazer o exame de Doppler? Aqui estão 3 dicas para se preparar

O exame Doppler é uma ultrassonografia especializada que analisa o fluxo sanguíneo nas artérias e veias, permitindo a identificação de obstruções, estreitamentos ou outras alterações na circulação. A tecnologia utiliza ondas sonoras para gerar imagens em tempo real, proporcionando uma avaliação precisa da vascularização.

Esse exame é indicado para o diagnóstico e acompanhamento de condições como trombose, varizes, aneurismas e doenças circulatórias, além de ser amplamente utilizado na gestação para monitorar o fluxo sanguíneo entre mãe e bebê, garantindo o desenvolvimento saudável do feto.


Como se preparar?

  1. Confirme o preparo específico para o seu exame

Esta é a dica mais importante. O preparo para um Doppler de carótidas (pescoço) é geralmente diferente de um Doppler de aorta abdominal ou de membros inferiores. Algumas variantes exigem jejum, outras podem pedir restrições alimentares específicas para evitar gases, e algumas não exigem preparo algum. Sempre pergunte ao seu médico ou à clínica sobre as instruções exatas para o seu caso.

  1. Informe sobre medicamentos em uso

Comunique ao profissional de saúde todos os medicamentos que você está tomando, incluindo os de venda livre, suplementos e fitoterápicos. Em geral, a maioria dos medicamentos pode ser mantida, mas é importante que o médico avalie se algum deles pode interferir nos resultados do exame. Tome seus medicamentos de uso contínuo normalmente, com um pouco de água, mesmo que o exame exija jejum.

  1. Use roupas confortáveis e de fácil remoção

 Como o exame pode exigir que você exponha a área a ser examinada, vestir roupas confortáveis e que possam ser facilmente ajustadas ou removidas facilitará o processo.

Existem diferentes tipos de Doppler

O exame Doppler possui diferentes tipos, cada um com uma finalidade específica. Conheça os principais:

  • Doppler colorido: exibe o fluxo sanguíneo em cores sobrepostas à imagem do vaso, indicando velocidade e direção do sangue.
  • Doppler de potência: mais sensível que o Doppler colorido, usado para detectar fluxos sanguíneos difíceis de visualizar, mas sem indicar a direção.
  • Doppler espectral: representa graficamente as velocidades do fluxo sanguíneo ao longo do tempo, permitindo uma análise detalhada.
  • Doppler de onda contínua: utilizado para medir fluxos sanguíneos de alta velocidade, como em casos de estenose arterial.

Além desses, existem variações como o Doppler venoso e arterial, que avaliam especificamente as veias e artérias, respectivamente.

Por que o preparo varia?

O principal motivo para a variação do preparo é a localização do vaso ou órgão a ser examinado e a presença de outros conteúdos corporais que podem dificultar a visualização. Em regiões como o abdome, onde o intestino pode estar cheio de gases e fezes, o jejum e o uso de antigases são fundamentais para que o ultrassom consiga “enxergar” as estruturas vasculares com clareza, pois o ar impede a passagem das ondas sonoras. Em outras áreas, como pescoço e membros, não há essa interferência significativa.

Sempre que tiver dúvidas sobre seu exame de Doppler, a melhor atitude é consultar a equipe médica ou da clínica que o realizará.

O exame é seguro?

O Doppler é um exame seguro, indolor e não invasivo. Ele utiliza ondas sonoras em vez de radiação, tornando-se uma opção confiável para diversas avaliações médicas, incluindo exames durante a gestação.

Por não oferecer riscos à saúde, pode ser realizado repetidamente sempre que necessário para o diagnóstico e acompanhamento de doenças crônicas, proporcionando uma análise detalhada da circulação sanguínea.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Como se proteger da alergia no inverno? 

O inverno favorece o surgimento e agravamento de alergias respiratórias e cutâneas, principalmente devido ao ar frio e seco, que irrita as vias respiratórias. Além disso, a maior exposição à poeira, mofo e ácaros em ambientes fechados pode intensificar os sintomas. O uso de roupas guardadas por longos períodos também aumenta o contato com substâncias alergênicas, causando desconforto.


Como prevenir?

Para evitar crises alérgicas durante o inverno, é importante manter o ambiente arejado e higienizado:

  • Mantenha a casa limpa: lave a roupa de cama semanalmente em água quente para eliminar ácaros, utilize capas antialérgicas em colchões e travesseiros, e limpe os ambientes com pano úmido. Aspiradores com filtro também ajudam a controlar a poeira.
  • Controle o mofo: mantenha os ambientes ventilados, use desumidificadores e conserte vazamentos rapidamente para evitar o crescimento de fungos.
  • Cuide dos pets: mantenha animais de estimação longe do quarto e faça a higiene regular deles para reduzir a exposição a pelos e ácaros.
  • Melhore a qualidade do ar: invista em purificadores de ar com filtro HEPA e troque os filtros de aquecedores ou ar-condicionado regularmente.
  • Cuidados pessoais: mantenha-se hidratado, tome sol para fortalecer o sistema imunológico, use roupas adequadas para o frio e, ao chegar em casa, troque de roupa, tire os sapatos e lave o rosto e as mãos para remover possíveis alérgenos.

Quais são as principais alergias da estação?

As principais alergias que costumam se manifestar ou piorar no inverno são:

  1. Rinite alérgica: muito comum no inverno, ela é causada por ácaros da poeira, mofo e até mudanças bruscas de temperatura. Os sintomas incluem espirros, nariz entupido, coriza e coceira no nariz.
  2. Asma alérgica: o ar frio e seco pode desencadear crises em pessoas com asma, provocando tosse, falta de ar e chiado no peito.
  3. Dermatite atópica (eczema): no inverno, a pele tende a ficar mais seca, o que pode agravar essa alergia, causando coceira, vermelhidão e descamação.
  4. Alergia a fungos (mofo): ambientes mais fechados e úmidos favorecem o crescimento de fungos, que podem causar sintomas respiratórios e cutâneos.
  5. Alergia a ácaros da poeira: eles se proliferam em roupas de cama, tapetes e estofados, e o inverno, com o ambiente mais fechado, facilita a exposição.

Alergias sazonais

As alergias sazonais, também chamadas de rinite alérgica sazonal ou febre do feno, ocorrem em épocas específicas do ano, devido à maior presença de pólen de árvores, gramíneas, ervas, mofo e ácaros. Seus sintomas incluem espirros, coceira nos olhos, nariz e garganta, coriza, lacrimejamento e sensação de nariz entupido. Elas podem afetar a qualidade do sono e o desempenho nas atividades diárias.

O tratamento das alergias sazonais normalmente envolve anti-histamínicos, corticosteroides nasais e medidas para evitar o contato com os alérgenos.

Quando ir ao médico?

Você deve procurar um médico se os sintomas de alergia durarem mais de duas semanas e não melhorarem com remédios simples ou cuidados caseiros. Também é importante buscar ajuda médica caso haja piora repentina dos sintomas, febre, secreção nasal espessa e amarelada, pois isso pode indicar uma infecção secundária, como sinusite.

Se apresentar dificuldade para respirar, chiado no peito ou inchaço no rosto e garganta, o atendimento médico deve ser imediato. Além disso, se os sintomas estiverem interferindo na sua rotina diária, como sono, trabalho ou estudos, é essencial avaliar opções de tratamento.

Pessoas com histórico de doenças respiratórias, como asma, devem ter acompanhamento médico para evitar complicações, já que alergias podem agravar condições pré-existentes.

Cuide da sua saúde neste inverno! Conte com a DonSaúde para agendar suas consultas médicas e garantir um atendimento rápido e de qualidade.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.