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DonSaúde: sua saúde em primeiro lugar

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Incontinência urinária: como identificar e tratar

A incontinência urinária é a perda involuntária de urina, causada por fatores como o enfraquecimento dos músculos da bexiga e do assoalho pélvico, alterações neurológicas ou esforços físicos, como tossir e espirrar.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa condição afeta mais de 200 milhões de pessoas no mundo, sendo as mulheres as mais impactadas—elas representam cerca de 72% dos casos. No Brasil, estima-se que 10 milhões de pessoas convivam com a incontinência urinária, o equivalente a 5% da população.


Principais causas

A incontinência urinária pode ter origens variadas, dependendo da idade, do sexo e da condição de saúde de cada pessoa. Entre as causas mais comuns estão:

  • Fraqueza muscular: o enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico compromete o suporte da bexiga, sendo frequente em mulheres após o parto ou com o envelhecimento.
  • Alterações hormonais: a queda nos níveis de estrogênio após a menopausa pode comprometer a função do trato urinário, aumentando o risco de perda urinária.
  • Problemas neurológicos: doenças como Parkinson, esclerose múltipla ou lesões na medula espinhal podem interferir no controle da bexiga.
  • Infecções urinárias: infecções na bexiga podem causar episódios temporários de incontinência, acompanhados de dor e urgência urinária.
  • Obstruções: o aumento da próstata nos homens ou tumores podem dificultar o esvaziamento completo da bexiga, levando à incontinência por transbordamento.
  • Uso de medicamentos: diuréticos, sedativos e alguns antidepressivos podem afetar o controle urinário.
  • Estilo de vida: obesidade, tabagismo e sedentarismo também são fatores que aumentam o risco de desenvolver incontinência urinária.

Como a incontinência pode resultar de uma combinação de fatores, uma avaliação médica detalhada é essencial para identificar a causa exata e definir o melhor tratamento.

Diferentes tipos

As formas de incontinência variam conforme os mecanismos que desencadeiam a perda urinária. Conhecer essas diferenças é fundamental para um tratamento eficaz

  • Incontinência de esforço: ocorre quando a musculatura do assoalho pélvico está enfraquecida, tornando atividades como tossir e espirrar gatilhos para o vazamento.
  • Incontinência de urgência: relacionada à hiperatividade da bexiga, caracteriza-se por contrações involuntárias que geram uma necessidade intensa e repentina de urinar.
  • Incontinência mista: a pessoa pode apresentar simultaneamente fraqueza muscular e contrações descontroladas da bexiga.
  • Incontinência por transbordamento: surge quando a bexiga não esvazia completamente, acumulando urina e causando vazamentos frequentes.
  • Incontinência funcional: decorre de dificuldades motoras ou cognitivas que impedem a pessoa de chegar ao banheiro a tempo.

Qual é o melhor tratamento?

O tratamento para incontinência urinária varia conforme o tipo e a gravidade do quadro, sendo sempre personalizado. As opções mais comuns incluem exercícios de Kegel para fortalecer os músculos do assoalho pélvico, fisioterapia pélvica com técnicas como a eletroestimulação para melhorar o controle da bexiga, uso de medicamentos que relaxam a bexiga ou fortalecem o esfíncter urinário, ajustes na alimentação, como evitar cafeína, álcool e alimentos picantes para reduzir os sintomas, e, em casos mais graves, intervenções cirúrgicas como a cirurgia de sling.
A avaliação médica é essencial para determinar a abordagem mais adequada.

A incontinência urinária pode impactar significativamente a qualidade de vida, mas com diagnóstico adequado e tratamento correto, é totalmente possível melhorar os sintomas e recuperar a confiança. Buscar acompanhamento médico é essencial para encontrar a melhor abordagem e retomar o bem-estar. 

Se você quer cuidar da sua saúde com segurança e qualidade, agende sua consulta com um especialista pela DonSaúde. Nossa equipe está pronta para ajudar você a encontrar o melhor tratamento e garantir mais qualidade de vida.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Varizes: causas, sintomas e tratamentos

A escarlatina é uma doença infecciosa causada pela bactéria Streptococcus pyogenes, a mesma responsável por infecções na garganta, como a faringite estreptocócica. Ela se manifesta principalmente por febre alta, dor de garganta e uma erupção avermelhada que deixa a pele com uma textura áspera, semelhante a uma lixa.


Como reconhecer o que é varize e o que não é?

Nem toda veia aparente ou inchaço nas pernas é variz. É importante saber diferenciar para buscar o tratamento adequado:

  • Varizes: são veias visivelmente dilatadas, geralmente azuladas ou arroxeadas, com formato sinuoso e aspecto saliente na pele. Costumam causar sensação de peso, queimação ou dor local.
  • Vasinhos (também chamados de telangiectasias): são pequenos vasos superficiais, bem mais finos e avermelhados ou azulados, que formam uma rede sob a pele. Eles raramente causam dor ou desconforto.
  • Inchaço e dor nas pernas podem estar relacionados a outras condições, como retenção de líquidos, lesões ou inflamações, que exigem avaliação médica.

Quando procurar um médico?

É importante procurar um médico quando as varizes começam a causar desconforto ou apresentar sinais de complicações. Alguns sintomas que indicam a necessidade de avaliação médica incluem:

  • Dor persistente ou sensação de peso nas pernas, especialmente ao final do dia.
  • Inchaço frequente, principalmente nos tornozelos e pés.
  • Coceira, queimação ou formigamento na região das varizes.
  • Mudança na coloração da pele, que pode se tornar mais escura, avermelhada ou com manchas.
  • Feridas ou úlceras que demoram a cicatrizar.
  • Sangramento espontâneo das varizes.
  • Presença de trombose venosa, caracterizada por dor intensa e endurecimento da veia.

Se você notar qualquer um desses sinais, procure um especialista, como um angiologista ou clínico geral, para um diagnóstico e tratamento adequados.

Tratamento

O tratamento das varizes varia conforme a gravidade dos sintomas e o impacto no dia a dia.

  • Casos mais leves: mudanças no estilo de vida podem ser muito eficazes. Isso inclui evitar ficar muito tempo em pé ou sentado, praticar exercícios físicos regularmente e controlar o peso. O uso de meias de compressão também pode melhorar a circulação e reduzir o inchaço.
  • Casos avançados ou com desconforto: existem diversos procedimentos médicos para o tratamento das varizes, como escleroterapia, laser, radiofrequência e, quando necessário, cirurgia para remoção das veias comprometidas.

As varizes são comuns e podem afetar a saúde e a aparência das suas pernas. Reconhecer os sintomas e buscar ajuda médica rapidamente é essencial para evitar complicações e garantir seu bem-estar.

A DonSaúde conecta você a especialistas qualificados e tratamentos eficazes para varizes, garantindo um cuidado ágil e acessível. Priorizar a saúde vascular desde cedo faz toda a diferença para seu bem-estar e qualidade de vida.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Como a leitura pode beneficiar o seu cérebro?

Ler é muito mais do que folhear páginas; é um exercício para o cérebro. Ao nos envolvermos com uma narrativa ou adquirirmos novos conhecimentos, diversas áreas cerebrais são ativadas, fortalecendo a memória, estimulando o raciocínio e aprimorando a criatividade. Além disso, cultivar esse hábito regularmente é um investimento na saúde mental, garantindo benefícios duradouros para a cognição e o equilíbrio emocional.


Principais benefícios

  • Redução do estresse: ler regularmente pode diminuir os níveis de cortisol, promovendo relaxamento e equilíbrio emocional.
  • Potencialização das conexões neurais: a leitura estimula circuitos cerebrais responsáveis pelo processamento da linguagem, atenção e tomada de decisões.
  • Aprimoramento da memória: ao interpretar e relacionar informações, o cérebro reforça sua capacidade de retenção e lembrança.
  • Desenvolvimento do pensamento crítico: a análise de textos e conceitos treina a capacidade de argumentação e reflexão lógica.
  • Expansão da criatividade: expor-se a diferentes ideias e perspectivas impulsiona o pensamento inovador e a imaginação.
  • Proteção contra doenças neurodegenerativas: estudos indicam que manter hábitos intelectualmente estimulantes reduz o risco de condições como Alzheimer.
  • Preservação da cognição ao longo do tempo: práticas de leitura frequentes estão associadas a um menor declínio das funções mentais na idade avançada.

Manter o cérebro ativo faz bem para a sua saúde

O cérebro humano possui a capacidade de adaptação, um fenômeno chamado neuroplasticidade, responsável pela formação e reorganização das conexões neurais ao longo da vida. A leitura é um dos estímulos que impulsionam essa flexibilidade, tornando a mente mais resiliente e eficiente. Além dos ganhos cognitivos, esse hábito também contribui para a regulação emocional e melhora o bem-estar geral.

Incorporar a leitura no dia a dia não é apenas uma escolha intelectual, mas um compromisso com a saúde mental e o desenvolvimento contínuo da mente.

Dicas para começar (ou voltar) a ler:

Se você quer usufruir de todos esses benefícios da leitura, mas não sabe por onde começar, confira estas dicas práticas:

  • Escolha livros que realmente te interessam: seja um romance, uma biografia, quadrinhos ou até livros de curiosidades, o importante é sentir vontade de abrir e continuar lendo.
  • Reserve um momento do dia para a leitura: pode ser antes de dormir, no café da manhã ou no trajeto para o trabalho. Ter um horário fixo ajuda a criar rotina.
  • Comece com metas pequenas: ler 10 ou 15 minutos por dia já é um ótimo começo. Aos poucos, o tempo pode aumentar naturalmente.
  • Evite distrações: deixe o celular de lado e escolha um lugar tranquilo para aproveitar melhor a leitura.
  • Use recursos que facilitem: audiolivros e e-books podem ser ótimas opções para quando estiver em movimento ou sem acesso a livros físicos.
  • Não se pressione para terminar rápido: aproveite o ritmo da leitura, sem preocupação com a velocidade ou número de páginas.
  • Participe de grupos de leitura ou compartilhe suas experiências: conversar sobre livros com outras pessoas pode aumentar o interesse e a motivação.

Incorporar a leitura na sua rotina é um cuidado simples para a saúde do seu cérebro e do seu bem-estar. Além de ser uma fonte inesgotável de conhecimento e prazer, ler ajuda a manter a mente ativa, criativa e resiliente ao longo do tempo. Seja qual for o seu estilo ou ritmo, o importante é dar o primeiro passo e permitir que as palavras transformem seu dia a dia.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Escarlatina: conheça os sintomas e saiba como prevenir

A escarlatina é uma doença infecciosa causada pela bactéria Streptococcus pyogenes, a mesma responsável por infecções na garganta, como a faringite estreptocócica. Ela se manifesta principalmente por febre alta, dor de garganta e uma erupção avermelhada que deixa a pele com uma textura áspera, semelhante a uma lixa.

Após o contato com a bactéria, os primeiros sinais da escarlatina geralmente aparecem entre 2 e 5 dias, período conhecido como incubação. Embora seja mais comum em crianças de 5 a 15 anos, adultos também podem ser afetados. O diagnóstico rápido e o tratamento adequado são cruciais para evitar problemas sérios, como febre reumática e complicações renais.


Principais sintomas da escarlatina

A escarlatina se instala rapidamente, por isso é fundamental reconhecer seus sinais e procurar ajuda profissional sem demora. Entre os sintomas mais frequentes estão:

  • Febre alta repentina, geralmente acima de 38°C.
  • Dor de garganta forte, frequentemente acompanhada de dificuldade para engolir.
  • Erupção avermelhada que começa no pescoço e tronco e se espalha pelo corpo, deixando a pele áspera.
  • Língua com aspecto de morango, vermelha intensa e com pontos esbranquiçados.
  • Calafrios, dores no corpo e sensação de mal-estar.
  • Inchaço dos gânglios linfáticos no pescoço.
  • Descamação da pele, que pode surgir alguns dias após o aparecimento das manchas.

É importante notar que, em crianças, os sintomas da escarlatina tendem a ser mais evidentes e intensos. Já em adultos, eles podem ser mais discretos, o que, por vezes, dificulta o diagnóstico.

Como ocorre a transmissão da escarlatina?

A escarlatina é altamente contagiosa, transmitida principalmente por gotículas expelidas ao tossir, espirrar ou falar. O contato com objetos contaminados, como talheres, copos e brinquedos, também facilita o contágio. Ambientes fechados e com aglomeração de pessoas aumentam o risco de disseminação da bactéria.

Prevenção

Para evitar a escarlatina, é essencial adotar hábitos de higiene rigorosos e cuidados no convívio social:

  • Lave as mãos com frequência, especialmente antes de comer e após contato com pessoas doentes.
  • Não compartilhe objetos pessoais como talheres, copos e toalhas.
  • Cubra a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, preferencialmente com o antebraço ou um lenço.
  • Mantenha os ambientes bem ventilados.
  • Afaste quem estiver infectado de locais com muitas pessoas (como escolas e creches) até que passem pelo menos 24 horas de tratamento com antibióticos.

Diagnóstico e tratamento da escarlatina

Procurar atendimento médico assim que os primeiros sintomas surgirem é fundamental para garantir um diagnóstico precoce e evitar que a bactéria se espalhe. Geralmente, a escarlatina é identificada pela análise clínica dos sinais característicos, mas, em alguns casos, o médico pode solicitar exames como o teste rápido para estreptococo ou a cultura de garganta, que ajudam a confirmar a infecção.

O tratamento da escarlatina consiste no uso de antibióticos, geralmente penicilina ou amoxicilina, que eliminam a bactéria e reduzem o risco de complicações. Medicamentos para aliviar os sintomas, como antitérmicos e analgésicos, também podem ser indicados. É fundamental seguir toda a prescrição médica, mesmo que os sintomas desapareçam antes do fim do tratamento.

Começar o tratamento o quanto antes ajuda na recuperação rápida, impede o contágio e previne complicações sérias, como febre reumática ou danos aos rins.

Quer facilitar o cuidado com sua saúde e agendar consultas de forma rápida e prática? Conte com a DonSaúde! Nossa plataforma conecta você a profissionais de confiança, garantindo um atendimento ágil e seguro. Entre em contato e saiba mais.


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Raiva, por que é uma doença letal em humanos?

A raiva é uma doença infecciosa causada por um vírus que afeta o sistema nervoso central dos mamíferos, incluindo os seres humanos. Embora seja prevenível, é considerada uma das doenças mais letais, pois, após o aparecimento dos primeiros sintomas, a evolução costuma ser rápida e quase sempre fatal. A infecção ocorre principalmente através da mordida ou arranhão de animais infectados, tornando essencial a prevenção e o tratamento imediato após a exposição.


Letalidade

A raiva é letal em humanos porque ataca diretamente o sistema nervoso central, causando uma encefalite grave, que é uma inflamação do cérebro. O vírus se espalha rapidamente pelos nervos e, ao atingir o cérebro, provoca danos irreversíveis. Isso leva a sintomas neurológicos severos, como hidrofobia e alterações no estado de consciência.

No Brasil, entre 2010 e 2025, foram registrados 50 casos de raiva humana, dos quais apenas dois pacientes sobreviveram. A maioria das infecções foi causada por morcegos, que hoje são a principal fonte de transmissão da doença no país.

Principais sintomas

A progressão da raiva ocorre em etapas, começando com o período de incubação, que pode variar de algumas semanas até meses, dependendo da localização da mordida e da quantidade de vírus inoculado. Durante esse tempo, o vírus se multiplica nos tecidos próximos ao local da ferida e depois se desloca lentamente pelo sistema nervoso periférico.

Quando o vírus alcança o sistema nervoso central, os sintomas começam a aparecer:

  • Febre;
  • Dor e formigamento no local da mordida;
  • Mal-estar geral;
  • Ansiedade e agitação;
  • Confusão mental;
  • Espasmos musculares involuntários;
  • Dificuldade para engolir;
  • Hidrofobia (medo intenso de água);

Sem tratamento, a doença evolui rapidamente para convulsões, paralisia, coma e morte.

Como prevenir?

A prevenção da raiva humana é essencial. Confira as principais medidas preventivas:

  • Vacinação de animais domésticos: cães e gatos devem ser vacinados anualmente contra a raiva para evitar a transmissão.
  • Evitar contato com animais silvestres: morcegos, raposas e saguis podem ser transmissores do vírus. Caso encontre um animal suspeito, não tente manipulá-lo.
  • Vacina pré-exposição: recomendada para pessoas que vivem ou trabalham em áreas de risco, como profissionais que lidam com animais silvestres ou moradores de regiões com casos recorrentes de raiva.

Suspeita de infecção, o que fazer?

Se você foi mordido ou arranhado por um animal e suspeita de risco de raiva, é fundamental agir rapidamente:

  1. Lave imediatamente o ferimento com água e sabão por pelo menos 15 minutos para ajudar a eliminar o vírus.
  2. Procure atendimento médico urgente, mesmo que a ferida pareça pequena. O profissional avaliará o risco e poderá iniciar o tratamento pós-exposição, que inclui vacina e, em alguns casos, soro antirrábico.
  3. Observe o animal se possível, mantendo-o em observação por 10 dias para verificar sinais da doença. Informe as autoridades de saúde sobre o caso.
  4. Nunca ignore mordidas de animais selvagens ou desconhecidos, especialmente morcegos, pois o risco de raiva é maior.

Como proteger os pets?

Proteger cães e gatos da raiva é essencial para a saúde deles e da família. A vacinação anual, recomendada pelo veterinário, é a melhor forma de prevenção. Além disso, é importante evitar que os pets tenham contato com animais desconhecidos ou selvagens, como morcegos e raposas, que podem transmitir o vírus.

Durante os passeios, sempre supervisione seu pet e evite que ele fique solto em áreas de risco. Manter a casa e o quintal limpos e seguros também ajuda a reduzir a entrada de animais silvestres. Se notar qualquer mudança de comportamento ou sintomas estranhos, leve seu pet ao veterinário para avaliação.

Cuidar da vacinação e do ambiente é a melhor forma de garantir a proteção dos animais e da família contra a raiva.


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Por que o colesterol alto é tão perigoso?

O colesterol alto é um problema de saúde comum, mas frequentemente subestimado. Embora muitas pessoas o associem apenas à alimentação, ele é fundamental para diversas funções do organismo. A preocupação surge quando seus níveis excedem o recomendado, elevando o risco de doenças graves, como infarto e AVC (acidente vascular cerebral).

Segundo dados, cerca de 40% da população brasileira apresenta níveis elevados de colesterol. Globalmente, a OMS estima que 39% dos adultos têm colesterol alto, um fator que contribui para mais de 17 milhões de mortes anuais relacionadas a doenças cardiovasculares.


O que é colesterol?

O colesterol é uma substância lipídica fundamental para o organismo. Ele participa da formação das membranas celulares, da produção de hormônios sexuais, da síntese de vitamina D e de ácidos biliares que auxiliam na digestão das gorduras. Apesar de essencial, o colesterol deve estar em equilíbrio para não prejudicar a saúde.

Por que o colesterol alto é perigoso?

Níveis elevados de colesterol podem levar ao acúmulo de placas de gordura nas artérias, processo chamado aterosclerose. Isso reduz o fluxo sanguíneo e aumenta o risco de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC.

O colesterol LDL, conhecido como “colesterol ruim”, pode causar inflamação e rigidez nos vasos sanguíneos, tornando-os mais propensos a obstruções. Manter o colesterol controlado é vital para prevenir problemas como hipertensão arterial, doença arterial periférica e esteatose hepática, todas relacionadas à saúde cardiovascular.

Tipos de colesterol

Entender os diferentes tipos de colesterol ajuda a controlar seus níveis e proteger o coração:

  • Colesterol LDL (lipoproteína de baixa densidade): transporta colesterol do fígado para as células, mas em excesso se acumula nas artérias, aumentando o risco de doenças cardíacas.
  • Colesterol HDL (lipoproteína de alta densidade): conhecido como “colesterol bom”, remove o excesso de colesterol das artérias, levando-o ao fígado para eliminação.
  • Colesterol VLDL (lipoproteína de muito baixa densidade): transporta triglicerídeos no sangue e, em excesso, também contribui para a formação de placas nas artérias.

Tratamento para colesterol alto

O tratamento combina mudanças no estilo de vida e, quando necessário, medicação:

  • Alimentação saudável: reduzir gorduras saturadas e trans; priorizar fibras, frutas, verduras e gorduras boas, como peixes e oleaginosas.
  • Atividade física regular: ajuda a aumentar o colesterol HDL e reduzir o LDL.
    Controle do peso: manter um peso adequado contribui para o equilíbrio dos níveis de colesterol.
  • Evitar tabagismo e álcool em excesso: ambos prejudicam a saúde cardiovascular.
  • Medicação: em casos indicados, o médico pode prescrever estatinas ou outros remédios para controlar o colesterol e evitar complicações.

Como é feito o exame de colesterol?

O exame para medir o colesterol é feito por meio de um exame de sangue chamado perfil lipídico ou lipidograma. Geralmente, recomenda-se um jejum de 8 a 12 horas antes da coleta para garantir a precisão dos resultados. O exame avalia o colesterol total, LDL, HDL e triglicerídeos, oferecendo um panorama completo da saúde cardiovascular.

A DonSaúde facilita o agendamento desse exame, conectando você com laboratórios parceiros, com preços acessíveis e horários flexíveis. Cuidar do coração começa pela prevenção, agende seu exame de colesterol com a DonSaúde e mantenha sua saúde em dia!


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Lipedema: saiba o que favorece o desenvolvimento da doença

Lipedema é uma condição que afeta principalmente mulheres, caracterizada pelo acúmulo desproporcional de gordura e que pode ser confundida com obesidade ou linfedema. Essa doença provoca um acúmulo desproporcional de gordura, causando dor, sensibilidade aumentada e impactando significativamente a qualidade de vida.

Embora ainda seja pouco compreendido, o lipedema apresenta fatores que favorecem seu desenvolvimento, e existem tratamentos que ajudam a aliviar os sintomas e melhorar o bem-estar.


Quais são as causas do lipedema?

A causa exata do lipedema ainda não foi totalmente esclarecida, mas estudos apontam para alguns fatores que influenciam seu surgimento e progressão:

  • Predisposição genética: o histórico familiar é frequente, indicando uma possível herança hereditária. Mulheres com parentes que apresentam lipedema têm maior probabilidade de desenvolver a doença.
  • Alterações hormonais: o lipedema geralmente surge ou piora em momentos de grandes mudanças hormonais, como na puberdade, gravidez e menopausa, sugerindo forte influência hormonal.
  • Fatores metabólicos: embora não sejam causas diretas, alterações metabólicas podem contribuir para a piora do quadro, afetando a forma como o corpo armazena gordura e reage à inflamação.
  • Inflamação crônica local: alterações no tecido adiposo causam inflamação persistente, o que favorece a progressão e o agravamento do lipedema.

Principais sintomas

  • Acúmulo simétrico de gordura (pernas, coxas, quadris e braços, poupando mãos e pés)
  • Dor e sensibilidade ao toque
  • Facilidade para hematomas com pequenos traumas
  • Sensação de peso e desconforto, piorando ao longo do dia
  • Dificuldade para reduzir o volume mesmo com dieta e exercícios
  • Pele fria, macia e elástica

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico do lipedema é essencialmente clínico e deve ser realizado por médicos especialistas. Durante a consulta, o profissional avalia a distribuição simétrica da gordura, a presença de dor à palpação e sensibilidade aumentada, a facilidade para hematomas e a ausência de edema que melhora com a elevação das pernas. Embora exames complementares, como o ultrassom Doppler, possam ser utilizados para excluir outras condições, eles não confirmam o diagnóstico.

Tem cura?

O lipedema não tem cura definitiva, mas pode ser controlado com um tratamento adequado. O uso de roupas de compressão, a drenagem linfática manual e exercícios físicos ajudam a aliviar os sintomas e melhorar a circulação. A alimentação equilibrada contribui para reduzir a inflamação e evitar o acúmulo excessivo de gordura. Em casos mais avançados, a lipoaspiração especializada pode ser uma opção para remover o excesso de tecido adiposo. O acompanhamento médico é fundamental para garantir um tratamento eficaz e personalizado.

CURIOSIDADE: Qual é a diferença entre lipedema x linfedema x obesidade?

O lipedema, o linfedema e a obesidade podem ser facilmente confundidos, pois todos provocam aumento de volume nos membros e podem causar dor e desconforto. No entanto, são condições distintas, com causas e tratamentos diferentes:

  • Lipedema: acúmulo anormal e simétrico de gordura, geralmente influenciado por fatores hormonais e genéticos.
  • Linfedema: resultado do mau funcionamento do sistema linfático, que compromete a drenagem da linfa e causa inchaço.
  • Obesidade: acúmulo excessivo de gordura corporal, associado ao desequilíbrio entre ingestão e gasto calórico.

Quer saber mais ou precisa de ajuda para o diagnóstico e tratamento do lipedema?
Agende sua consulta com especialistas da DonSaúde e tenha um atendimento personalizado para cuidar da sua saúde com atenção e qualidade. Estamos aqui para ajudar você a viver melhor!


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Hidratação da pele: como manter a proteção o ano todo

A hidratação da pele é essencial para preservar a integridade da barreira cutânea, responsável por proteger o organismo contra agentes externos, perda de água e irritações. Quando a pele está desidratada, essa barreira fica comprometida, deixando a pele mais suscetível ao ressecamento, irritações, infecções e inflamações.

Além disso, uma hidratação adequada ajuda a manter a elasticidade e a firmeza da pele, prevenindo o envelhecimento precoce. A perda de água pela pele ocorre naturalmente ao longo do dia, por meio da Perda Transepidérmica de Água (PTA), e a hidratação é fundamental para reduzir esse desgaste.


Porque o clima impacta na hidratação da pele?

A umidade do ar e a temperatura são fatores que influenciam diretamente a quantidade de água que a nossa pele perde diariamente. Mudanças bruscas de temperatura podem desequilibrar a hidratação natural da pele, aumentando a sensibilidade e o risco de ressecamento.

  • Tempo seco: baixa umidade provoca desidratação acelerada, causando ressecamento, perda de brilho e sensação de aspereza, deixando a pele mais irritada e sensível.
  • Frio intenso: o ar frio reduz a produção de sebo, que é a oleosidade natural da pele responsável por reter a hidratação. Banhos quentes e frequentes, comuns em dias frios, podem remover a camada lipídica protetora da pele, agravando o ressecamento.
  • Calor, suor e exposição ao sol no verão: o calor estimula a produção de suor, que pode levar à desidratação da pele se a reposição de líquidos não for adequada. A exposição prolongada ao sol danifica a barreira cutânea, aumentando a perda de água e acelerando o envelhecimento precoce da pele.

5 cuidados indispensáveis para cuidar da pele

Para garantir uma pele saudável, hidratada e protegida em todas as estações, é fundamental adaptar os cuidados conforme o clima. Confira 5 passos essenciais para cuidar da sua pele ao longo do ano:

  1. Beba água regularmente

Manter a pele hidratada começa de dentro para fora. Beber água ao longo do dia é essencial, mesmo em dias mais frios, quando a sensação de sede costuma diminuir. A ingestão adequada de líquidos ajuda a manter a elasticidade e o viço natural da pele.

  1. Escolha o hidratante certo para cada estação

No inverno, prefira hidratantes mais ricos e nutritivos, com fórmulas à base de óleos e manteigas, que ajudam a proteger contra o ressecamento intenso. Já no verão, opte por produtos leves, como géis e loções de rápida absorção, que hidratam sem deixar a pele oleosa.

  1. Use protetor solar diariamente

A proteção contra os raios UV é indispensável em todas as estações, não apenas no verão. Os raios solares podem danificar a pele mesmo em dias nublados ou frios, acelerando o envelhecimento precoce e causando manchas. Por isso, aplique o protetor solar diariamente, escolhendo um produto adequado ao seu tipo de pele.

  1. Alimentação balanceada e rica em antioxidantes

Uma dieta rica em frutas, vegetais e alimentos que contenham vitamina C, ômega-3 e outros antioxidantes ajuda a fortalecer a barreira cutânea. Esses nutrientes auxiliam na proteção da pele contra os danos causados pelo sol e pela poluição, além de contribuir para a hidratação natural.

  1. Consulte um dermatologista regularmente

Cada tipo de pele tem suas particularidades e necessidades específicas. Um dermatologista pode ajudar a identificar o melhor tipo de cuidado e indicar produtos e tratamentos que mantenham a pele hidratada e saudável durante todo o ano.

Manter a pele hidratada e protegida o ano todo é fundamental para garantir saúde, beleza e a funcionalidade da barreira natural do corpo. O clima e as variações de temperatura exigem cuidados específicos, por isso adaptar sua rotina de hidratação conforme as estações faz toda a diferença.

Quer cuidar da sua pele com acompanhamento profissional? Na DonSaúde, você encontra especialistas qualificados para orientar os melhores cuidados e tratamentos para sua pele. Agende sua consulta agora mesmo e mantenha sua pele saudável e protegida durante todas as estações!


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Preparo adequado para endoscopia: o que você precisa saber

A endoscopia digestiva alta é um exame fundamental para investigar sintomas como dores abdominais, refluxo, náuseas, sangramentos e outras alterações no trato gastrointestinal. Com o auxílio de um tubo fino e flexível equipado com uma microcâmera, o médico pode visualizar o interior do esôfago, estômago e duodeno em tempo real, identificando possíveis inflamações, úlceras, pólipos ou tumores.


Por que o preparo é tão importante?

Imagine tentar observar o fundo de um lago turvo. A visualização seria prejudicada, certo? Da mesma forma, resíduos de alimentos ou líquidos no estômago podem dificultar a visão do médico durante a endoscopia, comprometendo a análise e aumentando os riscos do procedimento. Um preparo bem feito garante que o estômago esteja vazio, facilitando a detecção de qualquer alteração e evitando desconfortos como engasgos ou vômitos.

Como se preparar para a endoscopia?

Embora algumas orientações possam variar de acordo com a clínica ou hospital, essas são as principais recomendações:

  • Jejum absoluto: geralmente, é necessário jejum de pelo menos 8 horas antes do exame. Isso significa não consumir alimentos sólidos ou líquidos, nem mesmo água, café ou chás.
  • Medicações: informe seu médico sobre todos os remédios que você toma, incluindo anticoagulantes, medicamentos para diabetes, pressão alta, suplementos e fitoterápicos. Alguns medicamentos podem ser tomados com um pequeno gole de água, mas outros podem precisar ser suspensos temporariamente.
  • Evitar álcool e fumo: nas 24 horas que antecedem o exame, evite bebidas alcoólicas e o consumo de cigarro, pois podem interferir na sedação e na mucosa do estômago.
  • Roupas confortáveis: use roupas leves e práticas para facilitar a troca e o conforto antes e depois do exame.
  • Acompanhante obrigatório: como a endoscopia é realizada com sedação leve, é necessário estar acompanhado para o retorno seguro para casa. O paciente não deve dirigir ou operar máquinas no dia do procedimento.

O que esperar durante e após o exame?

O procedimento costuma durar entre 5 e 30 minutos e é feito com sedação leve para minimizar desconfortos. Após a endoscopia, é comum sentir uma leve irritação na garganta ou sensação de estufamento, que desaparecem rapidamente. O paciente ficará em observação até que a sedação passe e, em geral, poderá retomar a alimentação conforme as orientações médicas.

Cuidados pós-exame

Caso surjam sintomas como dor intensa, febre ou dificuldade para engolir, procure orientação médica imediatamente. Na maioria dos casos, a recuperação é rápida e sem complicações.

Seguir corretamente as orientações de preparo para a endoscopia é fundamental para garantir um exame seguro, eficaz e confortável. Se tiver dúvidas, entre em contato com seu médico ou com a clínica responsável. E se precisa agendar sua endoscopia com preços acessíveis e atendimento humanizado, a DonSaúde está pronta para ajudar você a encontrar o local ideal com rapidez e segurança.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.