Faça seu agendamento agora mesmo pelo telefone (43) 3329-8000  

Exame de fezes e urina: o que eles revelam sobre sua saúde?

Os exames de fezes e urina vão muito além da identificação de infecções. Simples e não invasivos, eles fazem parte dos check-ups de rotina porque fornecem uma análise detalhada do funcionamento de órgãos essenciais como rins, fígado, intestinos e até o pâncreas. Além disso, ajudam a detectar sinais precoces de doenças como diabetes, inflamações e câncer, permitindo diagnósticos mais rápidos e tratamentos mais eficazes.


Exame de urina

O exame de urina mais comum é o EAS (Elementos Anormais do Sedimento), que avalia aspectos físicos, químicos e microscópicos da urina, incluindo cor, odor, pH, densidade e presença de células, bactérias ou substâncias anormais, como glicose e proteínas. Como a urina reflete o funcionamento dos rins, esse exame é essencial para monitorar a saúde do sistema urinário.

Quando você deve realizar o exame? Se houver sintomas como ardência ao urinar, urina escura ou com odor forte, dor lombar, vontade constante de urinar ou febre sem causa aparente. Também deve ser incluído no check-up anual, especialmente para quem tem histórico de infecção urinária, diabetes, hipertensão ou problemas renais.

Ele detecta doenças como:

  • Infecção urinária;
  • Diabetes (através da presença de glicose);
  • Doença renal (quando há proteína ou sangue na urina);
  • Desidratação;
  • Cálculos renais (pedras nos rins);
  • Problemas hepáticos;
  • Doenças do trato urinário inferior.

Exame de fezes

O exame de fezes é fundamental para avaliar a saúde intestinal, permitindo detectar desde infecções até alterações mais complexas, como doenças inflamatórias e sinais precoces de câncer. Como o intestino é responsável pela absorção de nutrientes, esse exame pode revelar muito sobre a saúde geral.

Quando você deve realizar o exame? Você deve realizar o exame ao perceber sintomas como diarreia frequente, constipação persistente, dor abdominal, sangue ou muco nas fezes, alterações na cor e consistência, náuseas, vômitos ou perda de peso sem explicação. Mesmo sem sintomas, é indicado como parte do check-up anual.


Ele detecta doenças como:

  • Câncer de intestino (em fases iniciais);
  • Verminoses e parasitoses intestinais;
  • Infecções bacterianas ou virais;
  • Doença celíaca e intolerâncias alimentares;
  • Sangramentos gastrointestinais (sangue oculto);
  • Doenças inflamatórias intestinais (como colite e doença de Crohn);
  • Má absorção de nutrientes.

Como é feita a coleta para os exames?

A urina e as fezes contêm resíduos do corpo que podem indicar alterações na saúde dos rins, fígado e intestinos, muitas vezes antes dos primeiros sintomas.

A coleta desses exames é fácil e pode ser feita em casa, seguindo as orientações do laboratório. Para o exame de urina, geralmente se coleta o jato médio da primeira urina do dia em um frasco estéril. Já o exame de fezes requer um recipiente adequado e, em alguns casos, instruções específicas sobre quantidade ou período de coleta. Para garantir resultados precisos, ambas as amostras devem ser entregues no laboratório o mais rápido possível.

Apesar de simples, os exames de fezes e urina são importantes para a prevenção e diagnóstico precoce de diversas condições. Como muitos problemas de saúde podem ser silenciosos, esses exames ajudam a identificar alterações antes que os sintomas apareçam, garantindo tratamentos mais eficazes

Agende seus exames com praticidade e valores acessíveis com a DonSaúde. Nossa equipe está pronta para te ajudar a manter a saúde em dia com mais facilidade e confiança.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/arquivos/secretarias/saude/assist_laboratorial/0001/Coleta_Laboratorial_Cap3.pdf | https://feapaesp.org.br/material_download/191_Exame%20de%20urina.pdf 


Sabia que existem tipos diferentes de tontura?

A tontura é uma das queixas mais comuns nos consultórios médicos no Brasil, ficando atrás apenas da dor e da febre. Um estudo publicado na Revista Brasileira de Otorrinolaringologia revelou que 42% da população adulta de São Paulo já passou por episódios de tontura ao longo da vida. Apesar de ser algo frequente, poucas pessoas sabem que existem diferentes tipos de tontura, cada um associado a causas específicas

O que a tontura de fato?

A tontura, na verdade, não é uma doença, mas sim um sintoma que pode ter diversas causas. Ela se manifesta como uma sensação de instabilidade, desequilíbrio ou vertigem (quando parece que tudo ao redor está girando).  Ela pode aparecer sozinha ou acompanhada de outros sinais, como náuseas, zumbido no ouvido, suor frio ou visão turva. Para entender melhor, vamos te apresentar os tipos mais comuns.

Tontura não é tudo igual

Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB)
É o tipo mais comum de vertigem e acontece quando cristais do ouvido interno se deslocam, afetando o equilíbrio. As crises variam de leves a moderadas, mas podem ser incapacitantes. É mais comum após os 50 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade, especialmente após infecções ou traumas na cabeça.

Principais sintomas:

  • Sensação de que tudo está girando (vertigem);
  • Tontura intensa ao mudar de posição, como ao deitar, levantar ou virar a cabeça;
  • Náuseas e, em alguns casos, vômitos;
  • Sensação de desequilíbrio ou instabilidade;
  • Crises de curta duração, geralmente com menos de um minuto;

Labirintite

É uma inflamação no labirinto, estrutura do ouvido interno responsável pelo equilíbrio e pela audição. Costuma estar relacionada a infecções virais ou bacterianas e pode afetar um dos lados do ouvido. A labirintite pode surgir de forma repentina e provocar crises intensas, que duram horas ou até dias.

Principais sintomas:

  • Vertigem;
  • Tontura constante, que pode piorar com movimentos bruscos;
  • Náuseas e vômitos;
  • Perda de equilíbrio;
  • Zumbido no ouvido;
  • Diminuição da audição temporária ou permanente;

Hipotensão Ortostática

É uma queda repentina da pressão arterial ao levantar-se, causando tontura ou até desmaio. Isso ocorre quando o corpo não consegue ajustar rapidamente a pressão sanguínea ao mudar de posição, como ao passar de deitado ou sentado para em pé. Essa condição pode ser causada por desidratação, medicamentos, problemas cardíacos ou neurológicos.

Principais sintomas:

  • Tontura ou sensação de desmaio ao se levantar;
  • Visão embaçada ou escurecimento da visão;
  • Sensação de fraqueza ou cansaço excessivo;
  • Náuseas;
  • Dificuldade para manter o equilíbrio ao ficar em pé;
  • Em casos graves, pode levar a desmaios;

Presíncope

É a sensação de desmaio iminente, sem que o desmaio realmente aconteça. Geralmente ocorre quando há uma queda momentânea na pressão arterial, causando uma falta temporária de sangue e oxigênio no cérebro. Pode ser desencadeada por diversos fatores, como desidratação, estresse, calor excessivo, problemas cardíacos ou alterações no sistema nervoso.

Principais sintomas:

  • Sensação de que vai desmaiar, mas sem perda de consciência;
  • Tontura intensa;
  • Visão embaçada ou escurecida;
  • Náuseas;
  • Sensação de fraqueza ou cansaço excessivo;
  • Suor excessivo, especialmente nas mãos ou na testa;

Em resumo, procure um médico se sentir que algo não está bem com sua saúde. Sintomas persistentes como dor, febre e cansaço por mais de alguns dias exigem avaliação médica. Fique atento a alterações no corpo como perda de peso sem motivo, inchaço e mudanças na pele. Dificuldades para respirar e dor no peito são sinais de alerta que precisam de atenção imediata. Problemas de saúde mental também devem ser acompanhados por um profissional. Mesmo se sentir bem, faça check-ups anuais para prevenir problemas futuros. Não ignore os sinais do seu corpo!

Se você precisa de uma consulta médica, a DonSaúde facilita o agendamento com profissionais especializados. Entre em contato e cuide da sua saúde com quem entende do assunto!


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

https://www.saude.ms.gov.br/tontura-e-vertigem-a-importancia-de-identificar-e-diferenciar-os-sintomas/ | https://www.hopkinsmedicine.org/health/conditions-and-diseases/benign-paroxysmal-positional-vertigo-bppv | https://bvsms.saude.gov.br/labirintite/ | https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK448192/ | https://my-clevelandclinic-org.translate.goog/health/diseases/presyncope?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=sge&_x_tr_hist=true 


Herpes: tudo o que você precisa saber sobre a doença

O herpes é uma infecção viral bastante comum, causada pelo vírus Herpes Simplex (HSV). Embora seja mais conhecido por causar feridas nos lábios ou na região genital, ele pode afetar diferentes áreas do corpo e causar desconforto físico e emocional.

Apesar de ser uma condição recorrente para muitas pessoas, ainda há bastante desinformação sobre como o herpes é transmitido, quais são os sintomas, e de que forma pode ser tratado. Por isso, reunimos neste artigo todas as informações essenciais para esclarecer suas dúvidas.

Quais são os tipos de herpes mais comuns?

Herpes Simplex tipo 1 (HSV-1)

É o principal responsável pelo herpes labial, com lesões dolorosas na boca, nos lábios e ao redor. As feridas costumam surgir após uma sensação de formigamento ou ardência, evoluindo para bolhas que se rompem e cicatrizam com crostas.

  • Transmissão: beijos, contato com saliva ou objetos contaminados.
  • Importante: o HSV-1 também pode causar herpes genital por meio de sexo oral.

Herpes Simplex tipo 2 (HSV-2)

Causa o herpes genital, com lesões dolorosas na região íntima. Os sintomas incluem dor, coceira, ardência e bolhas que se rompem, formando feridas que cicatrizam em dias ou semanas.

  • Transmissão: relações sexuais, mesmo na ausência de sintomas visíveis.

Herpes Zoster (Varicela-Zoster)

Causado pela reativação do vírus da catapora (varicela), é mais comum em pessoas com imunidade baixa ou com mais de 50 anos. Seus sintomas incluem dor intensa, ardência e bolhas agrupadas em faixa, geralmente no tronco ou rosto.

  • Transmissão: o contato com as lesões pode transmitir catapora a quem nunca teve a doença.
  • Importante: após a cicatrização, é comum a dor persistente na região afetada, chamada neuralgia pós-herpética.

Herpes tem cura?

Não. O vírus permanece “adormecido” no organismo e pode reativar em momentos de baixa imunidade, estresse ou exposição solar.

Mas há tratamento! os medicamentos antivirais ajudam a reduzir a duração dos surtos, aliviar os sintomas e diminuir o risco de transmissão.

Como prevenir a herpes?

  • Evite contato com feridas visíveis: beijos, contato íntimo e toque em lesões devem ser evitados.
  • Use preservativo: especialmente em relações sexuais com parceiros desconhecidos ou durante surtos.
  • Não compartilhe objetos pessoais: copos, talheres, toalhas, maquiagens e outros itens que entram em contato com secreções.
  • Fortaleça a imunidade: alimentação equilibrada, sono de qualidade e redução do estresse ajudam a manter o vírus inativo.
  • Converse com seu(s) parceiro(s): a comunicação aberta é fundamental para a saúde e segurança de ambos.

Precisa de orientação médica ou quer agendar uma consulta com um especialista?

Na Don Saúde, conectamos você aos melhores profissionais com preços acessíveis e sem mensalidade. Cuidar da sua saúde é simples, rápido e sem complicação.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/herpes | https://bvsms.saude.gov.br/herpes-simples/ | https://www.sbd.org.br/doencas/herpes/ | https://bvsms.saude.gov.br/herpes-zoster/ | https://dive.sc.gov.br/index.php/herpes-genitalhttps://www.fcm.unicamp.br/adolescentes/aprenda/herpes 


Gripe ou resfriado? Saiba como identificar

Embora os sintomas da gripe e do resfriado possam parecer semelhantes, as duas condições são causadas por vírus diferentes e podem apresentar variações importantes em termos de gravidade e duração. Saber como diferenciá-las é essencial para adotar o tratamento adequado e evitar complicações. 

Quais são as causas da gripe e resfriado?

A gripe é causada pelo vírus da influenza, que ataca o sistema respiratório e pode levar a complicações sérias, como pneumonia e até hospitalização, principalmente em idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas. Ela é altamente contagiosa e se espalha facilmente por gotículas de saliva no ar, quando uma pessoa infectada tem tosse ou espirra.

Já o resfriado é causado por uma variedade de vírus, sendo o mais comum o rinovírus. Ele também atinge o sistema respiratório, mas suas consequências são geralmente mais leves do que a gripe. O resfriado tende a ser mais comum em mudanças de estação e é menos propenso a causar complicações graves, embora possa ser desconfortável.


Como diferenciar os sintomas?

Qual a prevenção destas doenças? 

  • Gripe: A vacina contra a gripe é a forma mais eficaz de prevenção, principalmente para grupos de risco, como crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças preexistentes. A lavagem frequente das mãos e o uso de máscara também ajudam a prevenir a transmissão do vírus.
  • Resfriado: A prevenção do resfriado envolve hábitos de higiene, como lavar as mãos regularmente e evitar o contato próximo com pessoas infectadas. Não existe vacina para o resfriado, pois ele é causado por diversos vírus.

Quando procurar um profissional?

Se você estiver com sintomas de gripe, é importante consultar um médico, especialmente se tiver febre alta, dificuldade para respirar ou se pertencer a um grupo de risco. O tratamento para a gripe pode incluir antivirais, especialmente se iniciado nas primeiras 48 horas de sintomas.

Para o resfriado, o tratamento é geralmente sintomático, com repouso, ingestão de líquidos e medicamentos para aliviar os sintomas, como analgésicos e descongestionantes. Caso os sintomas piorem ou durem mais de uma semana, também é recomendado procurar um médico.

Se você estiver com sintomas de gripe ou resfriado e não souber como lidar, agende sua consulta com um médico pelo App da DonSaúde. Com a nossa plataforma, você tem acesso fácil a especialistas e cuidados rápidos para sua saúde.



Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

https://www.saude.ce.gov.br/2024/05/20/gripe-ou-resfriado-entenda-a-diferenca-entre-as-duas-doencas-e-saiba-como-se-proteger/ | https://bvsms.saude.gov.br/gripe-e-resfriado/ | https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/g/gripe-influenza


Hipotireoidismo e hipertireoidismo: entenda as diferenças e impactos na saúde

A tireoide é uma glândula pequena, localizada na parte frontal do pescoço, mas com grande influência no funcionamento do corpo. Ela produz hormônios que regulam o metabolismo, temperatura corporal, batimentos cardíacos e outras funções vitais. Quando há desequilíbrio na produção hormonal, podem surgir duas condições comuns: hipotireoidismo e hipertireoidismo.

O que é hipotireoidismo?

O hipotireoidismo ocorre quando a tireoide produz hormônios em quantidade insuficiente, desacelerando o metabolismo. Causas comuns incluem a tireoidite de Hashimoto (uma doença autoimune) e deficiência de iodo. É mais comum em mulheres, especialmente após os 40 anos.


Os principais sintomas são:

  • Pele seca;
  • Cansaço excessivo;
  • Sensação constante de frio;
  • Ganho de peso sem explicação;
  • Queda de cabelo;
  • Depressão ou desânimo;
  • Constipação intestinal;
  • Pele seca;

Já o hipertireoidismo é o oposto

O hipertireoidismo ocorre quando a tireoide produz hormônios em excesso, acelerando o metabolismo. A causa mais comum é a Doença de Graves (autoimune), mas também pode ser causado por nódulos tireoidianos ou uso excessivo de hormônios.

Pode causar sintomas como:

  • Perda de peso rápida, mesmo comendo normalmente;
  • Ansiedade, irritabilidade e insônia;
  • Batimentos cardíacos acelerados (taquicardia);
  • Sensação de calor excessivo e suor excessivo;
  • Tremores nas mãos;
  • Queda de cabelo e unhas fracas;
  • Aumento da tireoide (bócio);

Quais complicações o hipotireoidismo e o hipertireoidismo podem causar?

Tanto o hipotireoidismo (quando a tireoide produz hormônios em pouca quantidade) quanto o hipertireoidismo (produção em excesso) afetam o equilíbrio do corpo e podem levar a problemas sérios se não forem tratados corretamente. 

Complicações do hipotireoidismo:

  • Fadiga e lentidão no raciocínio, com dificuldade de concentração e risco de depressão.
  • Aumento do colesterol ruim (LDL), favorecendo problemas cardiovasculares.
  • Batimentos cardíacos mais lentos e risco de insuficiência cardíaca.
  • Ciclos menstruais irregulares e dificuldade para engravidar.
  • Mixedema: quadro raro e grave com inchaço, sonolência extrema e risco de coma.

Complicações do hipertireoidismo:

  • Batimentos cardíacos acelerados, com risco de arritmia ou insuficiência cardíaca, especialmente em idosos.
  • Perda de massa óssea, aumentando a chance de osteoporose.
  • Problemas oculares, como olhos saltados, irritação e visão dupla (frequente na Doença de Graves).
  • Alterações emocionais, como ansiedade, insônia, irritabilidade e dificuldade de concentração.
  • Crise tireotóxica, situação grave com febre alta, confusão e taquicardia, que exige atendimento imediato.

Qual é o tratamento recomendado?

Para hipotireoidismo: O tratamento envolve a reposição do hormônio tireoidiano com levotiroxina, tomada diariamente. O acompanhamento médico é essencial para ajustar a dose com base nos exames de sangue.

Para hipertireoidismo: O tratamento pode incluir medicamentos antitireoidianos, iodo radioativo (que destrói parte da glândula) ou cirurgia, dependendo da causa e gravidade. O acompanhamento contínuo com um endocrinologista é importante.

Tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo exigem diagnóstico e tratamento precoces. No entanto, o hipertireoidismo tende a ser mais perigoso devido às suas complicações graves.


Se você está apresentando sintomas como cansaço excessivo, oscilações de peso ou alterações no ritmo cardíaco, agende sua consulta com um clínico geral ou endocrinologista pelo app da Don Saúde. Cuidar da sua saúde nunca foi tão fácil!


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

https://crf-rj.org.br/noticias/607-hipertireoidismo-e-hipotireoidismo-voce-sabe-a-diferenca.html | https://www.endocrino.org.br/hipertireoidismo-e-hipotireoidismo/ | https://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/portal/pdf/saude2046202410.pdf 


Saúde dos olhos: quando procurar um oftalmologista?

Muita gente só marca uma consulta quando percebe dificuldade para enxergar, mas existem diversas doenças oculares que podem se desenvolver silenciosamente – ou seja, sem sintomas evidentes nas fases iniciais. A prevenção é o melhor caminho para evitar que essas doenças evoluam e causem danos irreversíveis à visão.

A consulta oftalmológica permite:

  • Detectar alterações visuais precocemente (miopia, astigmatismo, hipermetropia, presbiopia)
  • Avaliar a pressão ocular (essencial para o diagnóstico de glaucoma)
  • Identificar doenças como catarata, degeneração macular e retinopatia diabética
  • Prescrever ou atualizar o uso de óculos ou lentes
  • Acompanhar pacientes com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, que podem afetar os olhos

Qual a frequência ideal de acompanhamento?

A frequência das consultas pode variar conforme a idade e o histórico de saúde. Em geral, é recomendado:

  • Crianças: a primeira avaliação deve ser feita ainda no primeiro ano de vida, com novos exames antes de entrar na escola e depois anualmente.
  • Adultos: pelo menos uma consulta a cada dois anos, ou anualmente a partir dos 40 anos.
  • Idosos: acompanhamento anual ou semestral, principalmente para prevenção de doenças como catarata e glaucoma.

Reconheça o nome dos exames mais comuns

Durante a consulta, alguns exames frequentes incluem:

  1. Acuidade visual: verifica o quão nítida está a visão, usando letras de tamanhos variados (tabela de Snellen).
  2. Refração: define o grau necessário para correção visual com óculos ou lentes.
  3. Biomicroscopia (lâmpada de fenda): avalia detalhadamente as estruturas oculares, como córnea, cristalino e retina.
  4. Tonometria: mede a pressão intraocular, fundamental para o diagnóstico do glaucoma.
  5. Fundoscopia: examina o fundo do olho (retina, nervo óptico e vasos), detectando alterações relacionadas a diversas doenças.

A saúde dos olhos também reflete sua saúde geral

Você sabia que um exame oftalmológico pode detectar não apenas problemas de visão, mas também doenças que afetam o corpo todo? Pois é, a saúde dos olhos está intimamente ligada à saúde geral. Um exame oftalmológico completo pode ajudar a diagnosticar precocemente doenças sistêmicas, permitindo um tratamento mais eficaz e prevenir complicações graves.

  • Diabetes: A retinopatia diabética, uma complicação do diabetes, pode causar danos aos vasos sanguíneos da retina, levando à perda de visão. O exame de fundo de olho é essencial para detectar essa condição precocemente.
  • Hipertensão: A pressão alta pode causar alterações nos vasos sanguíneos da retina, como hemorragias e inchaço. Essas alterações podem ser observadas durante o exame de fundo de olho.
  • Doenças cardíacas: Problemas cardíacos, como aterosclerose, podem afetar o fluxo sanguíneo para os olhos, causando alterações nos vasos sanguíneos da retina.
  • Doenças autoimunes: Doenças como lúpus, artrite reumatoide e esclerose múltipla podem causar inflamação nos olhos, levando a sintomas como olho seco, uveíte e neurite óptica.
  • Doenças neurológicas: Doenças como esclerose múltipla e tumores cerebrais podem afetar o nervo óptico, causando problemas de visão.
  • Câncer: Alguns tipos de câncer, como melanoma e linfoma, podem se manifestar nos olhos.

Quando devo consultar um oftalmo?

É importante consultar um oftalmologista se você apresentar algum dos seguintes sintomas:

  • Diminuição da visão
  • Dor nos olhos
  • Olhos vermelhos
  • Visão dupla
  • Sensibilidade à luz
  • Manchas na visão
  • Moscas volantes
  • Dor de cabeça frequente
  • Histórico familiar de doenças oculares
  • Doenças sistêmicas, como diabetes e hipertensão

Além disso, é recomendado consultar um oftalmologista regularmente para exames de rotina, mesmo que não sinta nenhum sintoma. A frequência desses exames varia de acordo com a idade e o histórico de saúde de cada pessoa.




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

https://alagoas.al.gov.br/noticia/secretaria-de-saude-alerta-para-importancia-de-consultas-regulares-ao-oftalmologista | https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/doencas-oculares/principais-doenca


DonSaúde | Parceiros na especialidade de oftalmologia
  • Instituto da Visao Londrina 
  • Kryscia Leiko NAtusaki  
  • Instituto da Visao Londrina 
  •  Dr. Marcelo Odebrecht Agudo Carvalho de Mendonça 
  • Instituto da Visao Londrina 
  • Dr. Rafael Y. Kato 
  • Instituto da Visao Londrina 
  • Oton Kazuaki Arabori 
  • CIM – Dr. José Vitor Frascareli
  • Dr. José Vitor Frascareli 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA
  • Dr. Francisco Campiolo 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA 
  • Dr. Guilherme Eiichi da Silva Takitani 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA 
  • Dra. Elina Junko Yonekura 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA 
  • Dra. Isabella Funfas Bandeira 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA 
  • Dr. Daniel Campiolo 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA 
  • Dr. Fernando Campiolo 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA
  • Dr. Plínio Angelo Boin Filho 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA
  • Dr. Rafael Yoiti Kato 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA 
  • Dr. Robson Christian Begalli 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA 
  • DR. OTON KAZUAKI ARABORI 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA 
  • Dr. LUIZ FELIPE DE MIO GEARA 
  • CEOL – CENTRO DE OLHOS LONDRINA 
  • Dra. Julia Junqueira Marques 
  • Reynaldo Hideaki Kimura
  • Dr. Reynaldo Hideaki Kimura 
  • Vista Clinica Oftalmológica 
  • Dr. Felipe Marcolini Bertucci 
  • Vista Clinica Oftalmológica 
  • Dr. Rafael Yoiti Kato 
  • Dr. Sergio Tadao Furuie
  • Dr. João Victor M. K. Miyazaki
  • TotalCardio Clinica de Cardiologia 
  • Dra. Cybelle Moreno Luize 
  • Dr. Marcelo Odebrecht Agudo Carvalho de Mendonça
  • Dr. Marcelo Odebrecht Agudo Carvalho de Mendonça 
  • RK Oftalmologia – Dra. Liane Tateiwa 
  • Dra. Mariana Ortega Fonseca 
  • RK Oftalmologia – Dra. Liane Tateiwa
  • Dra. Larissa Lobo Trevisan 
  • RK Oftalmologia – Dra. Liane Tateiwa
  • Clinica Medicine Serv 
  • Dra. Joanne Lopes Boaventura 

Doença de Parkinson: entenda os sintomas e o impacto na qualidade de vida

A Doença de Parkinson é um distúrbio neurológico crônico e progressivo que afeta a coordenação motora e outras funções do corpo. Ela é mais comum em pessoas acima dos 60 anos, mas também pode surgir precocemente, exigindo atenção especial ao diagnóstico e ao tratamento.

Embora ainda não exista cura, o avanço da medicina permite controlar os sintomas e proporcionar mais bem-estar e autonomia aos pacientes. Neste artigo, você vai entender o que é o Parkinson, quais são seus principais sintomas, como ele afeta a rotina e o que pode ser feito para melhorar a qualidade de vida de quem convive com a condição.

O que é a Doença de Parkinson?

A Doença de Parkinson ocorre quando há uma degeneração das células nervosas em uma região do cérebro chamada substância negra, responsável pela produção de dopamina. Esse neurotransmissor é essencial para o controle dos movimentos e da coordenação motora. Com a redução dos níveis de dopamina, os sinais do cérebro para os músculos ficam comprometidos, resultando em sintomas característicos da doença.

Principais sintomas

Os sintomas do Parkinson variam de pessoa para pessoa e costumam começar de forma sutil, se intensificando com o tempo. Os mais comuns são:

  • Tremores em repouso: geralmente nas mãos, braços, pernas ou mandíbula.
  • Rigidez muscular: sensação de músculos contraídos, dificultando movimentos e causando dor.
    Bradicinesia: lentidão nos movimentos, tornando tarefas simples mais demoradas.
  • Alterações na postura e no equilíbrio: maior risco de quedas e dificuldade para manter-se ereto.
  • Alterações na fala e na escrita: voz mais baixa, fala arrastada e caligrafia miúda.
  • Expressão facial reduzida: menos movimentos faciais, o chamado “rosto em máscara”.

Além dos sintomas motores, também são comuns manifestações como perda de olfato, distúrbios do sono, depressão, ansiedade e dificuldades cognitivas.

Diagnóstico e acompanhamento

O diagnóstico da Doença de Parkinson é clínico, feito com base na observação dos sintomas e no histórico do paciente. Exames neurológicos e, em alguns casos, exames de imagem como a ressonância magnética podem ser solicitados para descartar outras doenças com sintomas semelhantes.

O acompanhamento com um neurologista é fundamental desde o início, já que o tratamento é individualizado e deve ser ajustado ao longo do tempo.

Como é o tratamento?

O objetivo do tratamento é controlar os sintomas e manter a qualidade de vida. As abordagens mais comuns incluem:

  • Medicamentos: ajudam a aumentar ou imitar a ação da dopamina no cérebro.
  • Fisioterapia e terapia ocupacional: contribuem para a manutenção da mobilidade, equilíbrio e independência nas atividades diárias.
  • Fonoaudiologia: indicada para quem tem dificuldade na fala ou deglutição.
  • Atividades físicas: exercícios como caminhada, alongamento, pilates e dança podem melhorar a coordenação e o bem-estar.
  • Apoio psicológico: importante para lidar com os impactos emocionais da doença.
  • Cirurgia (DBS – Estimulação Cerebral Profunda): recomendada em alguns casos, quando os medicamentos já não surtem o efeito desejado.



Impacto na qualidade de vida

Conviver com o Parkinson pode trazer desafios físicos, emocionais e sociais. A progressão da doença interfere na realização de tarefas básicas e, com o tempo, exige adaptações no dia a dia. No entanto, com diagnóstico precoce, tratamento adequado e suporte familiar, é possível manter a autonomia e uma vida ativa por muitos anos.

Mais do que tratar os sintomas, é essencial oferecer acolhimento, informação e apoio — pilares que fazem toda a diferença na jornada do paciente.

Se você ou alguém próximo apresenta sinais da Doença de Parkinson, não hesite em procurar um especialista. Na Don Saúde, é possível agendar consultas com neurologistas e outros profissionais de forma prática e acessível. Cuidar da saúde é o primeiro passo para garantir mais qualidade de vida.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

https://bvsms.saude.gov.br/doenca-de-parkinson/ | https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/d/doenca-de-parkinson | https://bvsms.saude.gov.br/dia-mundial-de-conscientizacao-da-doenca-de-parkinson/


Apneia do sono: um distúrbio que afeta a qualidade do sono e a saúde

Dormir bem vai muito além de descansar o corpo. É durante o sono que o organismo realiza funções essenciais para o equilíbrio físico, mental e emocional. Mas o que acontece quando ele é interrompido várias vezes durante a noite, mesmo sem a pessoa perceber?

Esse é o caso da apneia do sono, um distúrbio respiratório que pode comprometer a qualidade do descanso e trazer consequências importantes para a saúde.

O que é apneia do sono?

É um distúrbio caracterizado por pausas repetidas na respiração durante o sono, que podem durar de 10 segundos até mais de um minuto. Essas interrupções fazem com que o corpo “acorde” diversas vezes ao longo da noite, mesmo sem a pessoa notar.

O resultado? Um sono fragmentado e pouco reparador, que afeta a disposição durante o dia e pode causar sérios prejuízos à saúde ao longo do tempo.

Tipos de apneia do sono

Existem três formas principais do distúrbio:

  • Apneia obstrutiva do sono (AOS): a mais comum, causada pelo relaxamento dos músculos da garganta, que bloqueia temporariamente a passagem do ar.
  • Apneia central do sono: menos comum, ocorre quando o cérebro falha em enviar sinais aos músculos responsáveis pela respiração.
  • Apneia mista: combina características das duas anteriores.

Sintomas mais comuns

Nem sempre é fácil perceber os sinais da apneia do sono, mas é importante ficar atento a sintomas como:

  • Ronco alto e frequente;
  • Sensação de sufocamento durante o sono;
  • Sonolência ou cansaço excessivo durante o dia;
  • Dores de cabeça ao acordar;
  • Boca seca ou dor de garganta pela manhã;
  • Irritabilidade, dificuldade de concentração e lapsos de memória;

Se você apresenta um ou mais desses sintomas com frequência, vale buscar orientação médica.

Quais são os riscos para a saúde?

A apneia do sono não afeta apenas o descanso. Quando não tratada, ela pode desencadear ou agravar uma série de problemas de saúde, como:

  • Hipertensão, infarto e AVC: a oxigenação irregular durante a noite sobrecarrega o sistema cardiovascular.
  • Diabetes tipo 2: a privação de sono interfere na regulação da glicose e da insulina.
  • Alterações de humor e depressão: o sono ruim impacta diretamente o equilíbrio emocional.
  • Déficit de memória e concentração: dormir mal compromete funções cognitivas importantes.
  • Risco de acidentes: a sonolência diurna reduz os reflexos e aumenta o risco de quedas e acidentes no trânsito.



Diagnóstico: como saber se você tem apneia?

O diagnóstico da apneia do sono é feito por um especialista, geralmente com auxílio de um exame chamado polissonografia, que monitora a respiração, batimentos cardíacos e outros parâmetros durante o sono.

Esse exame pode ser feito em clínicas especializadas ou até em casa, com equipamentos específicos.

Como é o tratamento?

O tratamento varia conforme o tipo e a gravidade da apneia. Entre as opções mais indicadas estão:

  • CPAP (Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas): equipamento que mantém as vias respiratórias abertas durante o sono.
  • Aparelhos intraorais: dispositivos indicados principalmente em casos leves ou moderados.
  • Mudanças no estilo de vida: como perda de peso, abandono do cigarro, evitar álcool antes de dormir e melhorar os hábitos de sono.
  • Cirurgias: em casos mais graves ou quando há alterações físicas, como desvio de septo ou amígdalas aumentadas.

O sono de qualidade é um dos pilares para uma vida saudável. Por isso, se você tem sintomas de apneia do sono, não deixe para depois. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem melhorar muito a sua qualidade de vida e evitar complicações futuras.

Na Don Saúde, você pode agendar consultas com especialistas de forma rápida, acessível e com diversos meios de pagamento. Dormir bem faz parte do cuidado com você — e nós estamos aqui para ajudar.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

https://sbpt.org.br/portal/publico-geral/doencas/apneia-do-sono/ | https://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-apneia-do-sono/ 


Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) em jovens

Por muito tempo, acreditou-se que doenças como hipertensão, diabetes e problemas cardíacos só apareciam após os 50 anos. No entanto, essa realidade vem mudando rapidamente. Hoje, cada vez mais jovens adultos e até adolescentes estão sendo diagnosticados com Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), condições que podem comprometer a saúde e a qualidade de vida.

A boa notícia? Muitas dessas doenças podem ser evitadas com mudanças no estilo de vida e acompanhamento médico adequado.

O que são as DCNTs?

As DCNTs são doenças que não são causadas por vírus ou bactérias, mas sim por fatores genéticos, ambientais e comportamentais. Elas tendem a se desenvolver lentamente e exigem controle contínuo ao longo da vida. Entre as mais comuns estão:

  • Hipertensão arterial: pressão alta que pode levar a problemas cardíacos.
  • Diabetes tipo 2: surge devido a fatores como alimentação inadequada e sedentarismo.
  • Colesterol alto e triglicerídeos elevados: aumentam o risco de doenças cardiovasculares.
  • Obesidade: condição que pode impactar diversos sistemas do organismo.
  • Doenças cardiovasculares: como infarto e AVC.
  • Câncer – Alguns tipos podem ser influenciados por estilo de vida e hábitos.
  • Doenças respiratórias crônicas: como asma e DPOC.

Por que os jovens estão sendo afetados?

O aumento das DCNTs entre os jovens está diretamente relacionado às mudanças no estilo de vida. O excesso de alimentos ultraprocessados, a falta de atividade física, o estresse e as noites mal dormidas são fatores que contribuem para esse cenário. Além disso, o tabagismo e o consumo excessivo de álcool agravam ainda mais o risco de desenvolver essas condições.Outro problema é que muitos jovens não realizam exames de rotina, o que dificulta a identificação precoce de alterações na saúde.

Sinais de alerta

Embora no início muitas dessas doenças sejam silenciosas, alguns sintomas podem indicar que algo não está certo:

  • Cansaço excessivo e falta de energia;
  • Dores de cabeça frequentes;
  • Aumento de peso sem explicação;
  • Alterações na pressão arterial;
  • Sede excessiva e vontade de urinar com frequência (sinal de diabetes);
  • Falta de ar ao realizar atividades leves;

Se esses sinais aparecerem com frequência, não ignore! O diagnóstico precoce pode evitar complicações graves.

Prevenção: o melhor caminho

A saúde deve ser prioridade desde cedo. Pequenas mudanças fazem toda a diferença na prevenção das DCNTs:

  • Alimentação saudável: reduza ultraprocessados e adote uma dieta equilibrada.
  • Exercício regular : movimente-se, mesmo que sejam atividades simples no dia a dia.
  • Sono de qualidade: dormir bem melhora o funcionamento do organismo.
  • Gerenciamento do estresse: técnicas de relaxamento ajudam a evitar impactos negativos na saúde.
  • Evite álcool e cigarro: esses hábitos aumentam os riscos de diversas doenças.
  • Check-ups regulares: consultas médicas e exames preventivos são essenciais.



E se eu já tiver uma DCNT?

O diagnóstico de uma doença crônica não é uma sentença, é um ponto de partida para o autocuidado. Com acompanhamento médico, mudanças no estilo de vida e, quando necessário, o uso de medicação, é possível viver com qualidade e evitar complicações.

Na Don Saúde, você encontra médicos e exames com preços acessíveis, agendamento descomplicado e o apoio necessário para cuidar da sua saúde, seja qual for a fase da vida.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

https://www.saude.df.gov.br/doencas-cronicas-nao-transmissiveis | https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Doencas-e-agravos-nao-transmissiveis | https://www.medicina.ufmg.br/jovens-apresentam-comportamentos-de-risco-para-dcnt-21-maior-que-idosos-afirma-estudo/


Gastroenterologia: descubra o que o gastro faz pela sua saúde digestiva

Sabe aquela queimação no estômago que insiste em aparecer? Ou aquela sensação de inchaço que parece não ter fim? Pode ser hora de conhecer um pouco mais sobre a gastroenterologia, a especialidade médica que cuida de todo o nosso sistema digestivo.

A função dessa área é cuidar do caminho que os alimentos fazem no nosso corpo, desde a hora em que comemos até o momento da digestão final. Isso inclui órgãos como o esôfago, estômago, intestinos, fígado, pâncreas e vesícula biliar.

Afinal, o que faz um gastroenterologista?

O gastroenterologista é o médico especialista que investiga, trata e acompanha doenças do sistema digestivo. Mas não só isso: ele também ajuda na prevenção, orientando sobre hábitos saudáveis e acompanhando de perto quem convive com problemas crônicos.

É ele quem você deve procurar quando sente desconfortos frequentes, como dor abdominal, azia, enjoos ou alterações no funcionamento do intestino.

Quais doenças o gastro trata?

A lista é grande e variada! Veja alguns dos problemas mais comuns que esse especialista acompanha:

  • Refluxo e azia;
  • Gastrite e úlceras;
  • Intestino preso ou solto demais;
  • Intolerância à lactose ou ao glúten;
  • Doença do fígado (como gordura no fígado ou hepatite);
  • Doenças inflamatórias intestinais (como retocolite e Crohn);
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Hemorroidas;
  • Cânceres do sistema digestivo;

Além disso, o gastro também solicita exames como endoscopia e colonoscopia, quando necessário, para investigar melhor o que está acontecendo por dentro.

Quando procurar um gastro?

A resposta é simples: sempre que algo no seu sistema digestivo estiver fora do normal, e isso vale tanto para sintomas frequentes quanto para mudanças repentinas. Fique atento se você apresentar:

  • Dores abdominais constantes;
  • Sensação de estômago cheio ou estufado;
  • Náuseas, vômitos ou dificuldade para digerir;
  • Sangue nas fezes;
  • Perda de peso sem explicação;
  • Alterações nos hábitos intestinais;

Esses sinais podem parecer simples, mas são importantes para identificar possíveis problemas e tratá-los a tempo.

A digestão influencia diretamente na sua qualidade de vida. Dormir bem, ter energia, se alimentar com prazer… tudo isso começa com um sistema digestivo funcionando direitinho.

Se você sente que algo está fora do lugar, não espere para procurar ajuda. Na Don Saúde, você agenda sua consulta com um gastro de forma rápida, acessível e sem burocracia.




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

https://www.bp.org.br/especialidades/gastroenterologia | https://sgsp.org.br/