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Quando a biópsia é realmente necessária?

A biópsia é um exame que muita gente conhece, mas nem sempre entende exatamente quando ela é necessária. Apesar de parecer um procedimento mais sério, ela é fundamental para que os médicos possam investigar com precisão o que está acontecendo no corpo, especialmente quando outros exames não conseguem dar um diagnóstico claro. A biópsia é um procedimento seguro, e em muitos casos, fundamental para descobrir o que está acontecendo no organismo e decidir o melhor caminho terapêutico.


Quando a biópsia é indicada?

A biópsia é solicitada quando é necessário analisar, com mais profundidade, um tecido do corpo para confirmar ou descartar suspeitas de doenças. Ela é uma ferramenta decisiva para um diagnóstico preciso. Costuma ser recomendada em situações como:

  • Acompanhamento de condições já diagnosticadas: em algumas situações, a biópsia é usada para monitorar a evolução da doença e ajustar o tratamento.
  • Suspeita de câncer: quando exames de imagem identificam nódulos ou lesões suspeitas, a biópsia ajuda a confirmar se há células cancerígenas.
  • Lesões persistentes ou sem causa aparente: feridas, manchas ou alterações que não cicatrizam ou continuam evoluindo podem exigir investigação mais detalhada.
  • Doenças inflamatórias ou infecciosas: em casos de inflamações crônicas ou infecções resistentes ao tratamento, a biópsia pode apontar a origem do problema.
  • Avaliação de órgãos internos: tecidos do fígado, rins, pulmões ou até da medula óssea podem ser analisados para investigar doenças autoimunes, hematológicas ou infecciosas.

Principais tipos de biópsia

  • Biópsia por agulha: técnica minimamente invasiva usada para coletar células de nódulos suspeitos. Pode ser feita por aspiração com agulha fina ou por agulha grossa, permitindo uma análise mais detalhada.
  • Biópsia cirúrgica: realizada quando é necessário obter uma amostra maior do tecido afetado. Pode ser excisional, onde toda a lesão é removida, ou incisional, onde apenas parte dela é retirada para exame.
  • Biópsia guiada por imagem: utiliza exames como ultrassom, tomografia ou ressonância magnética para direcionar a coleta com precisão, garantindo segurança e eficácia.
  • Biópsia endoscópica: feita por meio de um tubo flexível com câmera, permitindo a coleta de tecido em órgãos como esôfago, estômago e cólon.
  • Biópsia da medula óssea: indicada para investigação de doenças hematológicas, como leucemias e anemias graves, sendo realizada através da retirada de tecido ósseo do quadril.

Como funciona a biópsia?

O processo começa com uma avaliação médica, na qual o profissional analisa os exames anteriores e define a técnica mais apropriada. Em alguns casos, pode ser necessário jejum ou suspensão de medicamentos antes da coleta.

Durante o procedimento, a área é anestesiada –  geralmente com anestesia local –  para evitar desconfortos. Em biópsias mais complexas, como as cirúrgicas, pode ser usada anestesia geral. O médico retira uma pequena amostra do tecido, que será enviada ao laboratório para análise.

Quanto tempo dura e como é a recuperação?

A duração do procedimento varia conforme o tipo de biópsia. Em biópsias por agulha, o exame pode levar apenas alguns minutos, enquanto intervenções maiores exigem mais tempo. Após a coleta, o local é higienizado e, se necessário, protegido com curativo. A recuperação costuma ser rápida, permitindo ao paciente retomar suas atividades normais no mesmo dia ou após um curto período de repouso, dependendo do caso.

Quando procurar ajuda?

Se você recebeu recomendação para fazer uma biópsia, tire suas dúvidas com o profissional de saúde e siga as orientações com tranquilidade. É um exame seguro e essencial para cuidar da sua saúde com precisão.

Quer agendar uma biópsia ou consultar um especialista? Conte com a DonSaúde para facilitar esse processo com qualidade e preços acessíveis.



Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Entenda a importância do eletrocardiograma

O eletrocardiograma (ECG) é um exame que avalia a atividade elétrica do coração. Ele é frequentemente solicitado por cardiologistas para auxiliar no diagnóstico de condições cardíacas como arritmias, infarto do miocárdio, isquemia e outras alterações que podem comprometer o funcionamento do coração. Por ser um exame não invasivo, indolor e rápido, o ECG é amplamente utilizado, inclusive em situações de emergência, para orientar decisões clínicas imediatas.


Quando deve ser feito o exame?

O ECG pode ser solicitado tanto de forma preventiva quanto em situações específicas. De maneira geral, ele é indicado quando o paciente apresenta sintomas como dor no peito, palpitações, tontura, falta de ar ou desmaios. Também é recomendado para pessoas com histórico de doenças cardíacas na família, pacientes hipertensos, diabéticos ou que fazem uso de medicamentos que podem afetar o coração.

Além disso, é frequentemente realizado antes de cirurgias, como parte da avaliação pré-operatória, e em check-ups de rotina, especialmente após os 40 anos.

Como o exame é feito?

O ECG é um exame simples e não invasivo. Com o paciente deitado, são distribuídos 10 eletrodos adesivos no peito, braços e pernas, esses eletrodos captam os impulsos elétricos do coração. O registro é feito em formato de gráfico, com linhas e ondas que representam o ritmo e a frequência dos batimentos cardíacos.

O exame dura, em média, de 5 a 10 minutos e não altera a rotina do paciente após sua realização.

Apesar de ser simples, é importante se preparar para garantir a qualidade do resultado. Para isso:

  • Evite usar cremes e óleos no corpo no dia do exame, principalmente nas áreas onde os eletrodos serão colocados.
  • Homens podem precisar raspar os pelos da região do tórax para assegurar a boa fixação dos eletrodos.
  • Use roupas confortáveis e fáceis de tirar.
  • Informe ao médico sobre o uso de medicamentos ou condições que possam alterar o resultado do exame.

O que o eletrocardiograma detecta?

O ECG é amplamente utilizado para detectar diversas condições cardíacas, como:

  • Arritmias: alterações no ritmo cardíaco, como taquicardia (batimentos acelerados) ou bradicardia (batimentos lentos).
  • Doença arterial coronariana: pode indicar obstruções nas artérias do coração, que podem causar angina ou infarto.
  • Infarto do miocárdio: detecta sinais de um infarto em andamento ou que já ocorreu.
  • Alterações nos eletrólitos: desequilíbrios nos níveis de potássio ou cálcio no sangue podem ser refletidos no traçado do ECG.
  • Problemas nas câmaras cardíacas: como o aumento das cavidades do coração, frequentemente relacionado à hipertensão ou outras doenças cardíacas.
  • Pericardite: inflamação do pericárdio, a membrana que envolve o coração, também pode ser identificada.

A importância do acompanhamento médico

Apesar de ser um exame simples, o ECG deve ser interpretado por um médico, que irá analisar os resultados em conjunto com o histórico clínico e os sintomas do paciente. Em alguns casos, o eletrocardiograma pode parecer normal mesmo diante de uma condição cardíaca relevante, por isso, pode ser necessário complementar com outros exames, como o ecocardiograma, teste ergométrico (teste de esforço), holter 24h, entre outros.

Eletrocardiograma é confiável?

Sim! O ECG é um exame altamente confiável e costuma ser o primeiro pedido pelo cardiologista ao investigar suspeitas de problemas cardíacos. Porém, é fundamental que os resultados sejam avaliados por um médico, que considerará o histórico do paciente e os sintomas relatados. Caso necessário, ele pode solicitar exames complementares, como:

  • Ecocardiograma;
  • Teste ergométrico;
  • Holter 24h;

Ressonância cardíaca.

Vale lembrar que o cardiologista frequentemente pede o eletrocardiograma para um diagnóstico completo e seguro. E a DonSaúde já facilita para você: ao agendar a consulta com o cardiologista junto com o exame, você garante um preço mais econômico e um atendimento integrado.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



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O que é o exame de sangue oculto?

O exame de sangue oculto nas fezes é um teste laboratorial utilizado para detectar sangramentos no trato gastrointestinal que não são visíveis a olho nu. Ele pode ajudar a identificar diversas condições médicas, como úlceras, doença de Crohn, pólipos intestinais e até câncer colorretal. Esse exame é especialmente útil para diagnósticos precoces, permitindo um acompanhamento médico adequado e medidas preventivas conforme necessário.


Esse exame é recomendado para:

  • Pessoas com histórico familiar de doenças intestinais.
  • Pacientes com sintomas como dor abdominal, alterações no hábito intestinal ou perda de peso inexplicada.
  • Investigação de anemia sem causa aparente.
  • Rastreamento de câncer colorretal, especialmente em pessoas acima de 50 anos.

Como o exame é realizado?

O exame de sangue oculto nas fezes é realizado por meio da coleta de amostras de fezes, que devem ser encaminhadas ao laboratório para análise. O paciente recebe um recipiente estéril e orientações específicas para coletar uma pequena quantidade de fezes em casa, tomando cuidado para evitar qualquer tipo de contaminação. Em alguns casos, pode ser necessário repetir a coleta por três dias consecutivos, a fim de aumentar a precisão do exame.

Como se preparar para o exame de sangue oculto nas fezes

Para obter resultados mais confiáveis, é necessário seguir algumas orientações. Em caso de dúvidas, consulte o laboratório ou seu profissional de saúde.

  • Evite certos alimentos: carnes vermelhas, vegetais verdes (como espinafre e brócolis), frutas com sementes (como morangos e kiwis) e bebidas como café e chá com cafeína podem interferir no exame.
  • Suspenda alguns medicamentos: anti-inflamatórios, aspirina e suplementos de vitamina C devem ser evitados pelo menos 48 horas antes da coleta.
  • Não use laxantes ou supositórios: nos três dias que antecedem o exame, evite o uso desses produtos para não comprometer a análise.
  • Evite a coleta durante o período menstrual: se estiver menstruada, aguarde até o fim do ciclo para realizar o exame.
  • Mantenha uma boa hidratação: beber bastante água ajuda no funcionamento intestinal e na coleta adequada da amostra.

Os resultados do exame podem ser:

  • Negativo: indica que não há presença de sangue nas fezes, mas não descarta completamente a possibilidade de doenças gastrointestinais.
  • Positivo: sugere a presença de sangue nas fezes, o que pode indicar diversas condições médicas. Nesse caso, exames complementares são necessários para um diagnóstico mais preciso..

Exames complementares

O exame de sangue oculto nas fezes é uma ferramenta valiosa para a triagem de possíveis doenças intestinais. Por ser um método simples, não invasivo e acessível, ele costuma ser o primeiro passo na investigação de alterações no trato digestivo. No entanto, tem suas limitações e, em muitos casos, precisa ser complementado por exames mais específicos. Quando o resultado é positivo, exames adicionais são geralmente recomendados, variando conforme o estado clínico do paciente. Entre os mais indicados estão: colonoscopia, endoscopia digestiva e tomografia computadorizada.

Manter seus exames em dia é uma das melhores formas de cuidar da saúde e prevenir complicações futuras. Por isso, se você tem fatores de risco, sintomas ou deseja apenas garantir que está tudo bem com o seu organismo, converse com um profissional e agende o seu exame. A DonSaúde é uma empresa especializada em agendamento médico, oferecendo acesso facilitado a exames laboratoriais e de imagem com preços acessíveis e condições especiais de pagamento. Entre em contato e saiba mais. 



Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



4 mitos sobre o AVC

O Acidente Vascular Cerebral (AVC), mais conhecido como derrame, acontece quando o sangue não consegue chegar corretamente ao cérebro. Sem oxigênio e nutrientes, as células cerebrais começam a morrer, o que pode causar danos graves ou até mesmo ser fatal.

Existem dois tipos principais de AVC:

  • AVC Hemorrágico: acontece quando um vaso sanguíneo se rompe e causa sangramento no cérebro, afetando seu funcionamento.
  • AVC Isquêmico: o mais comum, responsável por cerca de 85% dos casos. Ocorre quando um coágulo ou placas de gordura bloqueiam uma artéria, impedindo a passagem do sangue.


MITO 01 – AVC só acomete pessoas idosas

Embora a idade avançada seja um fator de risco importante, o AVC pode acontecer com pessoas de qualquer idade, incluindo jovens e até mesmo crianças. Segundo pesquisa da Rede Brasil AVC, cerca de 18% dos casos no país ocorrem em pessoas entre 15 e 34 anos. Além disso, 10 a 15% dos casos acontecem em adultos com menos de 50 anos. 

Hipertensão arterial não controlada, diabetes, colesterol alto, tabagismo, estresse e problemas cardíacos são fatores que aumentam o risco de AVC, independentemente da idade.

MITO 02 – Não é possível prevenir o AVC

Muita gente ainda acredita que o AVC é inevitável, mas isso não é verdade. Estudos mostram que cerca de 90% dos casos de AVC poderiam ser evitados com mudanças no estilo de vida e o controle adequado dos fatores de risco.

A prevenção começa com escolhas simples, mas poderosas. Controlar a pressão arterial, adotar uma alimentação balanceada, praticar atividade física regularmente e realizar check-ups periódicos são atitudes que ajudam a manter o coração e o cérebro saudáveis, reduzindo significativamente as chances de um AVC.

MITO 03 – Se os sintomas desaparecem, não é necessário procurar ajuda

Essa é uma crença perigosa e equivocada!

Se os sintomas de um possível AVC desaparecem em pouco tempo, pode ter sido um ataque isquêmico transitório (AIT), também chamado de “mini-AVC”. Mesmo que passe rápido, é um sinal de alerta: o risco de um AVC mais grave nas próximas 48 horas é alto.

Por isso, procure atendimento médico imediatamente, pois agir rápido pode evitar complicações sérias.

MITO 04 – Os sintomas do AVC sempre são óbvios

Apesar dos sintomas mais conhecidos, como fraqueza, dificuldade para falar ou enxergar, o AVC pode ser silencioso ou apresentar sinais leves, como tontura, confusão, sono excessivo e náuseas.

Em alguns casos, ele só é descoberto em exames de rotina.

Fique atento a qualquer mudança repentina no corpo e procure ajuda médica logo. Agir rápido faz toda a diferença.

O AVC é uma emergência médica, e reconhecer os sintomas rapidamente pode salvar vidas. Fraqueza repentina, dificuldade na fala ou perda de visão são sinais de alerta. Se você sentir algum desses sintomas, procure ajuda médica imediatamente.

Na DonSaúde, você agenda consultas e exames de forma rápida e acessível, com profissionais preparados para te ajudar a prevenir problemas como o AVC.

Agende agora mesmo e mantenha sua saúde em dia!



Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Gastroenterologia: O gastroenterologista e a saúde do sistema digestivo

Se você já sentiu queimação no estômago, refluxo, dores abdominais persistentes ou alterações no intestino e não soube exatamente a quem recorrer, saiba que esses sintomas, tão comuns no dia a dia, podem ser sinais de que algo não vai bem com o seu sistema digestivo. É aí que entra a importância da gastroenterologia, especialidade médica que diagnostica e trata doenças do trato gastrointestinal, que inclui órgãos como o esôfago, estômago, intestinos, fígado, vesícula biliar e pâncreas. 


Por que cuidar da saúde digestiva?

O sistema digestivo não serve somente para “processar os alimentos”, ele também é responsável por funções como:

  • Absorção de nutrientes: o intestino é responsável por fornecer vitaminas, minerais e energia para todo o corpo.
  • Fortalecimento da imunidade: grande parte do nosso sistema imunológico está no intestino.
  • Produção hormonal: o intestino influencia até na produção de hormônios que afetam o humor e o bem-estar.
  • Conexão com a saúde mental: o chamado eixo intestino-cérebro mostra que alterações digestivas podem impactar condições como ansiedade e depressão.

Quais doenças são tratadas pelo gastroenterologista?

O acompanhamento com o gastroenterologista é essencial para identificar e tratar doenças que afetam o sistema digestivo. As mais comuns incluem:

  • Gastrite e úlceras gástricas;
  • Refluxo gastroesofágico;
  • Síndrome do Intestino Irritável;
  • Hepatites virais e doenças hepáticas;
  • Pancreatite;
  • Doença celíaca;
  • Doença de Crohn e retocolite ulcerativa;
  • Intolerâncias alimentares;

O que esperar da consulta com o gastroenterologista?

Na consulta, o médico irá realizar uma anamnese detalhada, ou seja, fará diversas perguntas sobre seus sintomas, histórico médico pessoal e familiar, hábitos alimentares e estilo de vida. Um exame físico também será realizado, com a palpação do abdômen para identificar possíveis alterações.

Dependendo da sua queixa e da avaliação inicial, o gastroenterologista pode solicitar exames complementares para auxiliar no diagnóstico, como:

  • Exames de sangue e fezes para avaliar inflamações e possíveis infecções.
  • Endoscopia digestiva alta, que analisa o esôfago, estômago e duodeno.
  • Colonoscopia para investigar o intestino grosso.
  • Ultrassonografia abdominal, avaliando fígado, vesícula e pâncreas.
  • Tomografia computadorizada e ressonância magnética, que são exames mais detalhados.
  • Teste de intolerâncias alimentares para identificar sensibilidades digestivas.

Com base no diagnóstico, o tratamento pode incluir mudanças na alimentação, medicamentos e até procedimentos endoscópicos.

A importância de cuidar da saúde de forma preventiva

Muitas doenças gastrointestinais se desenvolvem silenciosamente, sem sintomas evidentes no início. Por isso, adotar hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos e redução do estresse, faz toda a diferença na prevenção e no diagnóstico precoce.

💡 Na DonSaúde, você pode agendar consultas com gastroenterologistas e realizar exames preventivos com facilidade, preços acessíveis e sem depender de plano de saúde. Sua saúde digestiva merece atenção – porque cuidar de você é o nosso dom!



Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Glicemia em Jejum: tudo o que você precisa saber

A glicemia em jejum é um exame simples, mas essencial, para avaliar os níveis de açúcar no sangue após um período sem alimentação. Ele é utilizado principalmente para diagnosticar e acompanhar doenças como o diabetes e a pré-diabetes, além de monitorar o controle glicêmico em pessoas que já têm a doença.


O que é o exame de glicemia?

Esse exame mede a quantidade de glicose presente no sangue após um período de 8 a 12 horas sem ingestão de alimentos ou bebidas calóricas. A glicose é a principal fonte de energia do nosso organismo e provém dos carboidratos que consumimos diariamente.

A análise dos níveis de glicose no sangue permite identificar possíveis desequilíbrios no metabolismo, ajudando a diagnosticar condições como resistência à insulina, pré-diabetes e diabetes.

O que é o exame de glicemia?

A glicemia alterada pode indicar diferentes condições de saúde, dependendo se os níveis estão acima ou abaixo do normal. Aqui estão alguns possíveis significados:


Glicemia elevada (hiperglicemia)

Se os níveis de glicose no sangue estiverem acima do recomendado, isso pode ser um sinal de:

  • Pré-diabetes: quando os valores estão entre 100 e 125 mg/dL em jejum;
  • Diabetes tipo 1 ou tipo 2: glicemia acima de 126 mg/dL em jejum;
  • Resistência à insulina: o corpo não consegue usar a insulina de forma eficiente;
  • Estresse ou uso de medicamentos: alguns fármacos e condições de saúde podem elevar os níveis de glicose;
  • Doenças hormonais como problemas na tireoide ou síndrome de Cushing;

Glicemia baixa (hipoglicemia)

Se os níveis de glicose estiverem abaixo do recomendado (menos de 70 mg/dL), pode indicar:

  • Jejum prolongado ou alimentação inadequada: baixa ingestão de carboidratos pode afetar a glicose
  • Uso excessivo de insulina ou medicamentos: comum em pessoas com diabetes
  • Problemas hormonais: como insuficiência adrenal
  • Distúrbios metabólicos: algumas condições raras podem causar hipoglicemia

A glicemia alterada pode ser um sinal de alerta para sua saúde. Caso seus níveis estejam fora dos valores normais, o ideal é buscar orientação médica para um diagnóstico preciso e acompanhamento adequado.

Exames complementares para avaliação da glicemia

Além da glicemia em jejum, exames como Hemoglobina Glicada (HbA1c), Teste de Tolerância à Glicose (TOTG), Glicemia Pós-Prandial e dosagem de insulina e peptídeo C ajudam no diagnóstico e controle do diabetes. Eles oferecem uma visão mais completa da glicemia, auxiliando na prevenção e tratamento. Caso haja suspeita de alterações, buscar orientação médica é essencial.

Por que é importante monitorar a glicemia?

Manter os níveis de glicemia sob controle é essencial para prevenir doenças como o diabetes tipo 2 e outras complicações metabólicas. O acompanhamento regular ajuda a identificar alterações precocemente, permitindo uma ação preventiva mais eficaz.

Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação balanceada, a prática de exercícios físicos e a realização de exames periódicos, como o exame de glicemia em jejum, faz toda a diferença para garantir mais qualidade de vida e bem-estar no dia a dia.

Ainda não fez seu exame de glicemia?

A DonSaúde te ajuda a agendar exames laboratoriais com valores acessíveis e atendimento rápido!



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Enxaqueca: você sabe qual a diferença entre a dor de cabeça comum e a enxaqueca crônica?

A enxaqueca é uma dor de cabeça intensa e pulsante, geralmente em um lado da cabeça, e pode ser acompanhada de náuseas, vômitos, sensibilidade à luz e ao som. As crises podem durar de horas a dias e impactar a rotina diária. Em contraste com a dor de cabeça comum, que muitas vezes é causada por tensão ou cansaço, a enxaqueca é uma condição crônica relacionada a alterações químicas no cérebro e no fluxo sanguíneo, tornando os episódios mais fortes e recorrentes.


Enxaqueca crônica

A enxaqueca crônica é uma condição neurológica caracterizada por dores intensas e frequentes, geralmente unilaterais e pulsantes. Esses episódios podem durar de 4 a 72 horas e ocorrem pelo menos 15 dias por mês, afetando significativamente a rotina diária.


Principais sintomas:

  • Dor intensa e pulsante, geralmente unilateral;
  • Náuseas e vômitos;;
  • Sensibilidade extrema à luz e ao som;
  • Alterações visuais (auras), como luzes piscando ou manchas na visão;
  • Episódios prolongados, de 4 a 72 horas;
  • Crises frequentes, ao menos 15 dias por mês.

Dor de cabeça comum

A dor de cabeça comum, também chamada de cefaleia tensional, é mais leve e menos debilitante que a enxaqueca. Frequentemente causada por estresse, cansaço, má postura, entre outros fatores, a dor é geralmente sentida em ambos os lados da cabeça, com sensação de pressão ou aperto, e pode durar algumas horas ou até um dia inteiro.

is graves, pode ser necessário suporte de oxigênio. O acompanhamento médico regular é essencial para controlar a progressão da doença e garantir mais qualidade de vida.

Quais diferenças prestar atenção?

A enxaqueca crônica é caracterizada por dores mais intensas e frequentes, com sintomas como náuseas, vômitos, sensibilidade à luz e alterações visuais. Já a dor de cabeça comum tende a ser menos intensa e sem esses sintomas adicionais graves.

Tratamento da Enxaqueca

A enxaqueca crônica exige tratamento contínuo, envolvendo medicamentos preventivos, como betabloqueadores e anticonvulsivantes, além de analgésicos ou triptanos para alívio durante as crises. Mudanças no estilo de vida e terapias complementares, como fisioterapia, acupuntura e massagens, também podem ajudar a controlar os sintomas. O tratamento deve ser personalizado e sempre acompanhado por um médico.

Quando procurar ajuda médica?

Se você sofre de dores de cabeça frequentes e intensas, é fundamental procurar ajuda médica para um diagnóstico adequado. A DonSaúde oferece uma rede de médicos especializados para ajudar no diagnóstico e tratamento das dores de cabeça.

Agende sua consulta hoje mesmo!



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Bronquite: o que você precisa saber sobre as formas aguda e crônica

Bronquite é uma inflamação dos brônquios, que são os tubos responsáveis por levar o ar até os pulmões. Quando estão inflamados, esses canais ficam mais estreitos e produzem mais muco, o que dificulta a respiração e provoca sintomas como tosse, chiado no peito, catarro e sensação de falta de ar.


Existem dois tipos principais:

A bronquite aguda aparece de forma rápida, costuma durar pouco tempo e é causada por vírus, como os da gripe. Já a bronquite crônica é uma inflamação constante, ligada ao tabagismo ou à poluição, com sintomas que duram meses e se repetem por anos.

O que é bronquite aguda?

A bronquite aguda é uma inflamação temporária dos brônquios, causando tosse intensa, produção de muco e dificuldade para respirar. Geralmente aparece após gripes ou resfriados e é provocada por vírus, embora possa ter origem bacteriana. Fatores como frio, poluição e fumaça podem piorar os sintomas.

O tratamento envolve repouso, hidratação para fluidificar o muco e inalações para aliviar a irritação. Analgésicos, antitérmicos e expectorantes ajudam a controlar os sintomas, mas antibióticos só devem ser usados sob orientação médica, caso haja infecção bacteriana. Evitar o cigarro e ambientes poluídos é fundamental para a recuperação.

Principais sintomas:

  • Tosse seca que pode evoluir para tosse com catarro;
  • Dor ou incômodo no peito ao tossir;
  • Chiado no peito;
  • Cansaço;
  • Febre baixa;
  • Coriza ou dor de garganta (em alguns casos).

E a bronquite crônica?

A bronquite crônica é uma inflamação prolongada dos brônquios que causa tosse persistente com produção de muco por meses seguidos, geralmente ao longo de anos. Está fortemente ligada ao tabagismo e à exposição contínua a poluentes, como poeira e fumaça, tornando a respiração cada vez mais difícil. Se não tratada, pode evoluir para problemas mais sérios, como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).

Principais sintomas:

  • Tosse persistente com produção de muco, especialmente pela manhã;
  • Falta de ar, principalmente durante esforços;
  • Chiado no peito;
  • Cansaço excessivo;
  • Infecções respiratórias recorrentes;
  • Sensação de aperto no peito.

O tratamento exige mudanças no estilo de vida, começando pela eliminação do cigarro e pela redução da exposição a agentes irritantes. Medicamentos, como broncodilatadores, ajudam a melhorar a respiração, enquanto a fisioterapia respiratória pode auxiliar no fortalecimento dos pulmões. Nos casos mais graves, pode ser necessário suporte de oxigênio. O acompanhamento médico regular é essencial para controlar a progressão da doença e garantir mais qualidade de vida.

Quando procurar um médico?

Se a tosse persistir por mais de três semanas, vier acompanhada de febre alta, secreção com sangue ou causar falta de ar, é essencial procurar um médico. Sintomas como chiado no peito, cansaço extremo e dificuldade para respirar podem indicar problemas respiratórios mais graves. Se os tratamentos caseiros não melhorarem o quadro ou a tosse se tornar recorrente, o acompanhamento profissional é necessário para evitar complicações. O médico poderá indicar o tratamento adequado e realizar exames para um diagnóstico preciso.

Se você está com sintomas de bronquite ou qualquer problema respiratório, não espere para procurar ajuda. A DonSaúde oferece consultas médicas especializadas para diagnóstico e tratamento adequado. Agende sua consulta agora e tenha um atendimento de qualidade para cuidar da sua saúde.

Sua respiração merece atenção!



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Urologia: o que faz o urologista e quando procurar esse especialista

A urologia é a especialidade médica que se dedica ao estudo, diagnóstico e tratamento de doenças que afetam o sistema urinário de homens e mulheres, além do sistema reprodutor masculino. Essa área abrange órgãos como rins, bexiga, uretra, próstata e testículos, sendo essencial para a saúde urinária e sexual.

Os urologistas tratam condições como infecções urinárias, cálculos renais, incontinência urinária, disfunções sexuais e doenças da próstata. Além disso, realizam exames preventivos, como o toque retal, para detectar precocemente o câncer de próstata.


Quando procurar um urologista?

  • Dificuldade para urinar: se sentir dor, ardência, ou tiver dificuldade para começar a urinar.
  • Sangue na urina: se notar presença de sangue na urina (hematúria), seja visível ou detectada por exame.
  • Dor persistente nas costas ou no abdômen inferior: principalmente se estiver acompanhada de alterações urinárias.
  • Problemas relacionados à função sexual: como disfunção erétil, ejaculação precoce, ou diminuição da libido.
  • Necessidade frequente de urinar, especialmente à noite: se isso estiver afetando sua qualidade de vida ou for acompanhado de dor.
  • Infecções urinárias recorrentes: caso tenha várias infecções urinárias ao longo do ano.
  • Alterações no fluxo urinário: como jato urinário fraco, sensação de bexiga cheia mesmo após urinar ou incontinência urinária.
  • Histórico familiar de doenças urológicas: como câncer de próstata ou rins, especialmente se for um familiar próximo.

Além desses sintomas, a consulta com o urologista também é recomendada para check-ups regulares, especialmente após os 45 anos para monitoramento da saúde da próstata, principalmente se houver histórico familiar de problemas urológicos.

O que esperar durante a consulta?

Durante a consulta com o urologista, você será questionado sobre seu histórico médico e sintomas urinários ou sexuais. O médico pode realizar um exame físico, incluindo a palpação do abdômen e, em homens, um exame digital da próstata. Exames complementares, como exames de urina, ultrassonografia e exames de sangue, podem ser solicitados para um diagnóstico mais preciso.

O urologista discutirá o plano de tratamento baseado nos resultados e esclarecerá dúvidas sobre medicações, tratamentos ou mudanças no estilo de vida.

Exames complementares frequentemente solicitados por urologistas incluem:

  • Exame de urina: para detectar infecções, sangue, proteínas ou cristais.
    Ultrassonografia abdominal ou pélvica: para visualizar os rins, bexiga e próstata (em homens).
  • Exame de sangue: para avaliar a função renal e os níveis de PSA.
  • Cistoscopia: exame visual da bexiga e uretra.
  • Exame de PSA (Antígeno Prostático Específico): teste de sangue para monitorar a saúde da próstata.
  • Urografia: exame de imagem para avaliar o trato urinário, incluindo rins e ureteres.

Agende sua consulta na DonSaúde

Se você está sentindo algum desses sintomas ou apenas precisa de um check-up de rotina, agende uma consulta com um especialista urológico na DonSaúde. Oferecemos uma conexão rápida e acessível com médicos de confiança para garantir a sua saúde urinária e sexual.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

 https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/asma | https://sbpt.org.br/portal/espaco-saude-respiratoria-asma/ 
urina.pdf 


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Asma: como reconhecer e controlar os sintomas

A asma é uma doença inflamatória crônica comum que afeta as vias aéreas dos pulmões, tornando-as mais sensíveis e reativas a diversos estímulos, como alergias, fumaça, infecções virais e ar frio. Quando expostas a essas condições, as vias respiratórias sofrem estreitamento e inchaço, além de produzir um excesso de muco, dificultando ainda mais a passagem do ar.


Fique atento aos sintomas

  • Falta de ar ou dificuldade para respirar, principalmente em crises ou após esforço físico;
  • Chiado no peito, som parecido com assobio ao respirar;
  • Tosse frequente, especialmente à noite ou ao acordar;
  • Sensação de aperto no peito;
  • Respiração curta e rápida;
  • Dificuldade para respirar, que pode piorar com exposição a gatilhos.


Sinais de agravamento da doença

O agravamento da asma pode ocorrer quando a doença não está bem controlada ou quando a pessoa é exposta a fatores que desencadeiam crises. Isso pode levar a sintomas mais intensos e até risco de vida em casos graves. Os sintomas podem incluir:

  • Crises mais frequentes e intensas;
  • Uso aumentado da bombinha de alívio;
  • Tosse constante, mesmo à noite;
  • Dificuldade maior para respirar, mesmo em repouso;
  • Lábios ou unhas arroxeadas (sinal de pouca oxigenação);
  • Fadiga extrema ou confusão por falta de ar.

Como é realizado o diagnóstico?

O diagnóstico da asma é feito por um médico, com base nos sintomas, histórico de saúde do paciente e exames específicos. Durante a consulta, o profissional avalia a frequência dos sintomas, possíveis gatilhos e casos familiares de asma ou alergias. Os exames mais utilizados incluem espirometria, teste de broncoprovocação, radiografia do tórax, testes de alergia e medição do óxido nítrico exalado. Em alguns casos, também é indicado o monitoramento do pico de fluxo expiratório em casa.

Um diagnóstico correto é essencial para iniciar o tratamento adequado, controlar os sintomas e garantir qualidade de vida ao paciente.

Tratamento e diagnóstico da asma

O tratamento e a prevenção da asma são fundamentais para controlar os sintomas e evitar crises. O uso de medicamentos, como broncodilatadores para alívio imediato e corticosteroides inalatórios para controle da inflamação, ajuda a manter a doença sob controle. Além disso, o acompanhamento médico regular permite ajustes na medicação conforme a necessidade do paciente.

Para prevenir crises, é essencial evitar gatilhos como poeira, mofo, fumaça e mudanças bruscas de temperatura. Manter o ambiente limpo e bem ventilado, não fumar e seguir corretamente o plano de tratamento são atitudes que contribuem para uma melhor qualidade de vida e bem-estar respiratório.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.




Fonte:

 https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/asma | https://sbpt.org.br/portal/espaco-saude-respiratoria-asma/ 
urina.pdf