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A importância do sono para um corpo saudável

O sono, muitas vezes subestimado, é um dos pilares fundamentais para uma vida saudável e equilibrada. Ao lado de uma alimentação equilibrada e da prática regular de atividades físicas, dormir bem é essencial para o bom funcionamento do nosso organismo. 

Benefícios do sono para a saúde

Durante o sono, o corpo realiza diversas funções reparadoras. É nesse período que ocorre a reparação dos tecidos, o crescimento muscular e a síntese de proteínas. Além disso, o sono é crucial para a regulação hormonal, a consolidação da memória e o fortalecimento do sistema imunológico.

Dormir bem também tem um impacto significativo no humor e na saúde mental. A falta de sono pode levar ao aumento do estresse, irritabilidade e ansiedade. A privação de sono está associada a um maior risco de desenvolver doenças crônicas, como diabetes, obesidade e problemas cardiovasculares.

Os benefícios do sono para a saúde

A corrida é uma forma eficaz de tratar a depressão e a ansiedade, funcionando como uma terapia natural. Ela libera endorfinas e neurotransmissores que melhoram o humor e reduzem os sintomas de depressão. Correr também nos ajuda a entender melhor nosso corpo e nossas emoções.

A comunidade de corredores é um aspecto fundamental que contribui para a popularidade da corrida. Correr em grupo oferece vários benefícios, como motivação, suporte, socialização e segurança. Participar de uma comunidade de corredores pode tornar a atividade mais agradável e sustentável, além de incentivar uma competição saudável. A sensação de pertencer a um grupo nos ajuda a superar limites e alcançar objetivos, promovendo uma vida mais feliz e saudável.

  • Melhora a saúde mental: Um sono de qualidade contribui para uma mente mais calma e equilibrada, reduzindo o risco de ansiedade e depressão.
  • Aumenta a imunidade: Durante o sono, o sistema imunológico se fortalece, nos deixando mais resistentes a doenças.
  • Melhora a memória e o aprendizado: O sono é essencial para a consolidação das memórias e o aprendizado de novas informações.
  • Regula o peso: A falta de sono pode levar ao desequilíbrio hormonal, aumentando o apetite e o risco de obesidade.
  • Aumenta a energia e a disposição: Um sono reparador nos deixa mais energizados e dispostos para enfrentar o dia a dia.

A importância da qualidade do sono

A quantidade de horas dormidas é importante, mas a qualidade do sono é ainda mais relevante. É durante o sono profundo que o corpo realiza as funções de reparação e restauração. Fatores como a luminosidade, o ruído e a temperatura do ambiente podem interferir na qualidade do sono.

Estágios do Sono

O sono é dividido em diferentes estágios, cada um com funções específicas:

  • Sono leve: Estágio de transição entre a vigília e o sono, caracterizado por relaxamento muscular e movimentos oculares lentos.
  • Sono profundo: Estágio mais restaurador, onde ocorre a reparação dos tecidos e o fortalecimento do sistema imunológico.
  • Sono REM (Movimento Rápido dos Olhos): Última fase do sono, onde ocorrem os sonhos e a consolidação das memórias.

Dicas para melhorar a qualidade do sono

Para garantir uma boa noite de sono, algumas práticas podem ser adotadas:

  • Manter uma rotina regular: Tente dormir e acordar sempre no mesmo horário, mesmo nos fins de semana.
  • Criar um ambiente propício para o sono: Mantenha o quarto escuro, silencioso e em uma temperatura agradável.
  • Evitar estimulantes antes de dormir: Reduza o consumo de cafeína e evite o uso de dispositivos eletrônicos pelo menos uma hora antes de se deitar.
  • Praticar atividades relaxantes: Ler um livro, meditar ou tomar um banho quente podem ajudar a relaxar o corpo e a mente.

Distúrbios do sono: quando procurar ajuda?

Se você tem dificuldade para dormir, acorda cansado ou sente que a qualidade do seu sono está afetando sua vida, procure um médico. Alguns dos distúrbios do sono mais comuns incluem:

  • Insônia: Dificuldade em adormecer ou manter o sono, acordar muito cedo ou sentir-se cansado durante o dia. Pode ser causada por estresse, depressão, hábitos inadequados de sono, entre outros.
  • Apneia do sono: Interrupções na respiração durante o sono, que podem causar sonolência diurna, dores de cabeça e problemas de concentração.
  • Sonambulismo: Caminhar ou realizar outras atividades enquanto ainda está dormindo. É mais comum em crianças, mas pode ocorrer em adultos.
  • Síndrome das pernas inquietas: Sensação desconfortável nas pernas e um desejo irresistível de movê-las, especialmente à noite.

Especialidades médicas que podem ajudar

Dependendo do problema, diferentes especialidades médicas podem ser consultadas:

  • Clínico Geral: Primeira consulta para avaliação inicial e encaminhamento para especialistas.
  • Neurologista: Especialista em distúrbios do sono, como insônia e apneia do sono.
  • Endocrinologista: Pode ajudar em casos onde distúrbios hormonais estão afetando o sono.
  • Psiquiatra: Tratamento de problemas de saúde mental que impactam o sono, como ansiedade e depressão.
  • Pneumologista: Especialista em doenças respiratórias, incluindo apneia do sono.

Investir em uma boa noite de sono é investir na sua saúde. Dormir bem fortalece o sistema imunológico, melhora o humor, aumenta a produtividade e reduz o risco de diversas doenças. Portanto, valorize seu sono e adote hábitos que promovam um descanso de qualidade.

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Fontes: Fiocruz  |  Ministério da Saúde | National Sleep Foundation | National Geographic 

Corrida: o segredo por trás da popularidade duradoura

Essa atividade física completa oferece uma série de benefícios para o corpo e a mente, como a melhora da saúde cardiovascular, o fortalecimento muscular e ósseo, o controle do peso e a redução do estresse. Mas atenção: é fundamental iniciar a prática de forma gradual, respeitando os limites do seu corpo. Consulte um profissional de saúde antes de começar qualquer programa de exercícios. Com dedicação e os cuidados necessários, a corrida pode se tornar um hábito prazeroso e benéfico para a sua saúde.

Por que a corrida conquista o mundo?

A corrida é mais do que um esporte; é um estilo de vida que ganha popularidade global. Mas por que ela é tão atraente? A resposta está nos diversos benefícios da corrida para a saúde física e mental.

  • A corrida fortalece o coração, queima calorias, melhora a qualidade do sono e aumenta o bem-estar geral. Isso acontece porque a corrida libera endorfinas, que fazem você se sentir mais feliz e energizado.
  • Estudos mostram que corredores tendem a viver mais e com melhor qualidade, devido à prevenção de doenças crônicas e ao fortalecimento do sistema imunológico. Correr regularmente ajuda a manter a saúde em dia.
  • Correr não é uma atividade solitária. Participar de um grupo de corredores oferece amigos, motivação e uma forte sensação de pertencimento.
  • A corrida é extremamente versátil e pode ser praticada em qualquer lugar, a qualquer hora e com a intensidade que você escolher. Seja na rua, na esteira ou em trilhas, a corrida se adapta facilmente ao seu estilo de vida.

Corrida e bem-estar: como a comunidade pode ajudar

A corrida é uma forma eficaz de tratar a depressão e a ansiedade, funcionando como uma terapia natural. Ela libera endorfinas e neurotransmissores que melhoram o humor e reduzem os sintomas de depressão. Correr também nos ajuda a entender melhor nosso corpo e nossas emoções.

A comunidade de corredores é um aspecto fundamental que contribui para a popularidade da corrida. Correr em grupo oferece vários benefícios, como motivação, suporte, socialização e segurança. Participar de uma comunidade de corredores pode tornar a atividade mais agradável e sustentável, além de incentivar uma competição saudável. A sensação de pertencer a um grupo nos ajuda a superar limites e alcançar objetivos, promovendo uma vida mais feliz e saudável.

Corrida e longevidade

Estudos apontam que corredores têm uma expectativa de vida significativamente maior e apresentam até 19% menos risco de morte por todas as causas, em comparação com pessoas sedentárias. Além disso, corredores tendem a adotar hábitos mais saudáveis, como manter um peso adequado e evitar o tabagismo, o que potencializa os benefícios para a saúde.

Quais são os tipos de corrida?

Existem vários tipos de corrida, cada um com suas características e benefícios. Aqui estão alguns dos mais comuns:

Corridas mais acessíveis:

  • Corrida de rua: a modalidade mais popular e acessível, realizada em ruas, parques e avenidas. Inclui distâncias variadas, desde 5 km até maratonas. Ideal para iniciantes e pode ser praticada em praticamente qualquer lugar.
  • Corrida de pista: realizada em pistas de atletismo, inclui provas de velocidade (100m, 200m, 400m), meio-fundo (800m, 1500m) e fundo (5000m, 10000m). É uma boa opção para quem tem acesso a uma pista de atletismo e quer focar em melhorar a velocidade e a técnica.
  • Trail running: Realizada em trilhas naturais, florestas e parques. Envolve terrenos variados e é excelente para quem gosta de correr em meio à natureza.
  • Maratona e ultramaratona: corridas de longa distância, com a maratona cobrindo 42,195 km e ultramaratonas variando de 50 km a mais de 100 km. São desafios para corredores experientes que buscam testar seus limites.

Quais são os tipos de corrida?

  • Comece devagar: se você é novo na corrida, caminhe e corra em intervalos, aumentando gradualmente o tempo de corrida.
  • Use calçados adequados: invista em um bom par de tênis de corrida para evitar lesões.
  • Hidrate-se: beba bastante água antes, durante e depois da corrida.
  • Aqueça e alongue: faça um aquecimento antes de começar a correr e alongue-se após a corrida para evitar lesões.

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Fonte: National GeographicSbrate | Acqua Fit Instituto | National Geographic 

Tudo o que você precisa saber sobre a Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é uma das formas mais comuns de demência, afetando milhões de pessoas ao redor do mundo e seus familiares. Essa condição neurodegenerativa é caracterizada pela deterioração progressiva das funções cognitivas, como memória, raciocínio e habilidades de pensamento. A doença resulta da acumulação anormal de proteínas no cérebro, como beta-amiloide e tau, que formam placas e emaranhados, prejudicando a comunicação entre as células nervosas e levando à sua morte gradual.

O Alzheimer impacta significativamente a capacidade do cérebro de funcionar corretamente, afetando não apenas a memória, mas também a capacidade de realizar tarefas diárias, reconhecer pessoas e manter o raciocínio lógico. A progressão da doença é lenta e contínua, com alterações notáveis no comportamento e na capacidade de tomar decisões.

O que causa a Doença de Alzheimer?

A causa exata do Alzheimer ainda é um mistério, mas pesquisas apontam para uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Mutações em certos genes aumentam o risco de desenvolver a doença, assim como o acúmulo anormal de proteínas no cérebro, como o beta-amiloide e o tau.

Além disso, a diminuição da acetilcolina, um neurotransmissor essencial para a memória e o aprendizado, também está associada ao Alzheimer. Hábitos de vida não saudáveis, como sedentarismo, tabagismo, hipertensão e obesidade, podem ser fatores de risco adicionais.

Quais são os sintomas do Alzheimer?

Os sintomas da doença se desenvolvem gradualmente e podem variar de pessoa para pessoa. Os sintomas iniciais mais comuns incluem:

  • Perda de memória: Dificuldade em lembrar fatos recentes, nomes ou eventos.
  • Desorientação: Dificuldade em encontrar lugares familiares ou se perder em rotas conhecidas.
  • Problemas de linguagem: Dificuldade em encontrar as palavras certas ou entender o que os outros estão dizendo.
  • Alterações de humor e comportamento: Irritabilidade, ansiedade, depressão e mudanças de personalidade.
  • Dificuldades com tarefas cotidianas: Problemas para dirigir, cozinhar ou administrar as finanças.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da doença de Alzheimer é feito por um médico especializado, com base em uma avaliação clínica detalhada, testes cognitivos e exames de imagem, como a ressonância magnética e a tomografia por emissão de pósitrons (PET).

© 2024 Alzheimer’s Association.

Tratamentos disponíveis

Atualmente, não existe cura para a doença de Alzheimer, mas existem tratamentos que podem ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. As opções de tratamento incluem:

  • Medicamentos: Inibidores da colinesterase e antagonistas do receptor NMDA são os medicamentos mais utilizados para tratar os sintomas cognitivos e comportamentais da doença.
  • Terapias não farmacológicas: Exercícios físicos, estimulação cognitiva, terapia ocupacional e apoio psicológico podem ajudar a melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus cuidadores.

O papel da família e dos cuidadores

O papel da família e dos cuidadores é essencial no cuidado de pacientes com Alzheimer. O apoio emocional ajuda a reduzir a ansiedade e a depressão nos pacientes. Além disso, os cuidadores oferecem assistência em atividades diárias como alimentação, higiene e mobilidade. Garantir um ambiente seguro é importante para prevenir acidentes, como quedas.  Famílias e cuidadores informados sobre a progressão da doença e as melhores práticas de cuidado podem oferecer um suporte mais eficaz.

Cuidar de alguém com Alzheimer é uma jornada desafiadora e gratificante ao mesmo tempo. No entanto, é fundamental lembrar que os cuidadores também precisam de cuidados. A sobrecarga emocional e física pode levar ao esgotamento, impactando negativamente sua saúde mental e física. Por isso, é importante reconhecer os próprios limites e pedir ajuda quando necessário.

Novas pesquisas e esperança para o futuro

A pesquisa sobre a doença de Alzheimer está avançando rapidamente, e novas descobertas estão sendo feitas a cada dia. Cientistas estão investigando novas terapias, como imunoterapias e terapias genéticas, com o objetivo de retardar ou até mesmo reverter a progressão da doença.

O Alzheimer é um desafio complexo, mas com a pesquisa contínua e o apoio de profissionais de saúde, familiares e amigos, é possível melhorar a qualidade de vida dos pacientes e seus cuidadores. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando essa doença, procure ajuda médica e apoio especializado.

Não espere mais para cuidar da sua saúde! Agende agora mesmo sua consulta e realize os exames de rotina.



Fonte: Fantástico | National Geographic | Revista ft | Mayo Clinic


Glossário Odontológico: 4 Termos Comuns na Odontologia

A odontologia tem sua própria linguagem, com termos técnicos que podem parecer complicados para quem não é da área. No entanto, compreender os principais problemas relacionados à saúde bucal é essencial para facilitar a comunicação com seu dentista. Ao conhecer os termos e sintomas mais comuns, você estará melhor preparado para cuidar de sua saúde e fazer escolhas informadas.

Cárie

Você já notou manchas escuras nos dentes ou sentiu sensibilidade ao consumir alimentos quentes ou frios? Esses podem ser sinais de cárie dentária.

A cárie é uma doença infecciosa crônica, marcada pela desmineralização e destruição dos tecidos duros do dente, como o esmalte e a dentina. Ela resulta da ação de ácidos produzidos por bactérias presentes na placa bacteriana, formados pela fermentação de açúcares da dieta. Esses ácidos corroem a superfície do dente, criando cavidades que, se não tratadas, podem evoluir para infecções mais graves e até causar a perda dental. A cárie é uma das doenças bucais mais comuns e pode ser prevenida com hábitos adequados de higiene bucal e visitas regulares ao dentista.

  • Sintomas: Manchas brancas ou escuras, dor ao mastigar, sensibilidade nos dentes a alimentos ou bebidas quentes, frias ou doces.
  • Tratamentos: Remoção da cárie e restauração com resina composta ou amálgama. Em casos mais avançados, o tratamento de canal pode ser necessário.

Gengivite

A gengivite é uma inflamação das gengivas causada principalmente pelo acúmulo de placa bacteriana na linha gengival. Esta condição é o estágio inicial da doença periodontal. Geralmente é indolor, por isso, pode ser ignorada, atrasando o diagnóstico e tratamento. Se não for tratada, pode evoluir para uma forma mais grave chamada periodontite, que afeta o tecido de suporte dos dentes e pode levar à perda dental. A prevenção da gengivite inclui práticas como a escovação e o uso do fio dental diariamente, visitas regulares ao dentista, evitar o tabagismo e manter uma dieta equilibrada.


Sintomas: Gengivas vermelhas, inchadas e que sangram facilmente, especialmente durante a escovação ou uso do fio dental, além de mau hálito persistente.

Tratamentos: Limpeza profissional para remover placa e tártaro, orientação sobre técnicas de higiene bucal adequada e uso de enxaguantes bucais antimicrobianos.

Tártaro

Já sentiu aquela sensação de que seus dentes estão mais ásperos ou amarelados? Isso pode ser sinal de tártaro.

O tártaro, também conhecido como cálculo dental, é a placa bacteriana endurecida que se forma nos dentes quando a higiene oral não é adequada. Esse problema ocorre quando resíduos alimentares e bactérias na boca não são removidos corretamente, resultando em uma camada calcificada devido à ação dos minerais na saliva. O tártaro adere firmemente à superfície dos dentes e gengivas, tornando impossível sua remoção apenas com escovação dental. A sua presença contribui para o desenvolvimento de gengivite e outras doenças periodontais. 

  • Sintomas: Depósitos duros e amarelados ou marrons nos dentes, especialmente ao longo da linha da gengiva, mau hálito e inflamação das gengivas.
  • Tratamento: Remoção do tártaro através de limpeza profissional realizada por um dentista ou higienista dental, utilizando instrumentos específicos como curetas e ultrassom.

Bruxismo

O bruxismo é um distúrbio caracterizado pelo ato involuntário de ranger ou apertar os dentes, principalmente durante o sono. Esse hábito pode causar desgaste do esmalte dental, dores na mandíbula, dores de cabeça e até distúrbios na articulação. As causas do bruxismo incluem estresse, ansiedade, desalinhamento dos dentes ou problemas neurológicos. 

  • Sintomas do Bruxismo: Desgaste dos dentes, dores de cabeça, desconforto na mandíbula, estalos na articulação temporomandibular e sensibilidade dental.
  • Tratamentos: Uso de placas oclusais para proteger os dentes durante o sono, terapias comportamentais para reduzir o estresse e fisioterapia para aliviar a dor na mandíbula.

Entender os termos básicos da odontologia é o primeiro passo para cuidar da sua saúde bucal. Ao conhecer as principais condições como cárie, gengivite, tártaro e bruxismo, você estará mais atento aos sinais do seu corpo e poderá procurar um profissional qualificado para realizar o tratamento adequado. Lembre-se que a prevenção é a melhor forma de evitar problemas mais sérios e manter um sorriso saudável por toda a vida.

Entre em contato conosco e agende sua consulta!



Fonte: Bruxismo (Ministério da Saúde) | Cárie (Colgate) | Gengivite (Vida Saudável)) | Tartaro nos dentes    


Mpox no Brasil: Entenda a doença, sintomas e como se proteger

O que é a Mpox?

A mpox é uma doença infecciosa causada pelo vírus monkeypox (MPXV). A transmissão ocorre principalmente pelo contato próximo com lesões, fluidos corporais de pessoas infectadas ou materiais contaminados. Embora menos comum, a transmissão também pode ocorrer por gotículas respiratórias em contatos prolongados e íntimos.

Sintomas da Mpox

Os sintomas da mpox geralmente se manifestam de 5 a 21 dias após a exposição ao vírus e podem incluir:

  • Febre alta e repentina;
  • Dores de cabeça intensas e persistentes;
  • Dor nas costas, sensação de rigidez e desconforto;
  • Dores musculares;
  • Inchaço dos gânglios linfáticos;
  • Surgimento de lesões características, que evoluem de pequenas pústulas para crostas.

Situação atual da Mpox no Brasil

O Brasil enfrenta um aumento significativo nos casos de mpox em 2024. De acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde, de janeiro a agosto, foram registrados 945 casos confirmados ou prováveis da doença, superando o total de 853 casos de todo o ano de 2023. Além disso, há 264 casos suspeitos em investigação.

A região Sudeste concentra a maior parte dos casos, com São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais liderando o ranking. A maioria dos casos confirmados é de homens na faixa etária entre 18 e 39 anos.

Até o momento, o Brasil não registrou casos da nova variante, que é mais letal.

Como se proteger?

Para se proteger da mpox, é fundamental adotar algumas medidas simples:

  • Evite contato físico com pessoas com sintomas de mpox;
  • Lave as mãos frequentemente com água e sabão ou use álcool em gel;
  • Uso de preservativos;
  • Isolamento: Em caso de suspeita da doença, isole-se e procure atendimento médico;
  • Vacinação: Para grupos de risco, a vacina contra a varíola pode oferecer alguma proteção contra a mpox.

Tratamento

O tratamento da mpox foca no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações, já que não existe um medicamento específico para combater a infecção. O manejo inclui cuidados de suporte, como o uso de analgésicos e antitérmicos para controlar febre e dor, além de manter-se bem hidratado, especialmente durante episódios febris. É fundamental cuidar das lesões cutâneas, mantendo-as limpas e secas para prevenir infecções secundárias. O isolamento também é importante para evitar a transmissão do vírus.

Essas práticas ajudam a gerenciar a doença e reduzir seus impactos.

Mitos sobre a Mpox

“A Mpox é efeito colateral da vacina contra Covid-19” – MITO

O vídeo do médico Wolfgang Wodarg afirmando que a mpox é herpes-zóster e um efeito colateral da vacina covid-19 é falso. O herpes-zóster é causado pelo vírus da varicela zóster (VZV), enquanto a mpox é provocada por um vírus da família Poxviridae, a mesma da varíola. 

A maioria dos casos é autolimitante, ou seja, a pessoa se recupera sem complicações. No entanto, a doença pode ser grave em alguns casos, especialmente em pessoas com sistemas imunológicos comprometidos.

Proteja-se!

A mpox é uma doença viral que pode causar lesões na pele e outros sintomas, mas com o tratamento adequado, a maioria das pessoas se recupera completamente. No entanto, é importante lembrar que a vacinação e a prevenção são essenciais para controlar a propagação do vírus e proteger a saúde.

Para garantir a proteção contra a doença e obter orientação especializada, agende uma consulta com os profissionais da Don Saúde. Entre em contato conosco hoje mesmo para marcar sua consulta!



Fonte: Ministério da Saúde | Mpox não é efeito colateral da vacina contra covid-19 | Agência Brasil – Mpox

3 Situações em que um Clínico Geral pode te ajudar

O que é um ataque cardíaco?

Este profissional é especializado em Clínica Médica, também conhecida como Medicina Interna, e é treinado para diagnosticar e tratar uma ampla gama de condições médicas, desde doenças agudas até crônicas.

Por que consultar um clínico geral?

1. Check-ups e exames de rotina

Acompanhe sua saúde de perto com exames periódicos e avaliações completas.. O clínico geral pode solicitar exames laboratoriais, como hemogramas e testes de colesterol, além de avaliar sua saúde geral. Esses check-ups são importantes para detectar precocemente qualquer problema de saúde.

2. Tratamento de doenças comuns e crônicas

Seja uma gripe, uma infecção urinária ou uma condição crônica como diabetes ou hipertensão, o clínico geral está preparado para diagnosticar e tratar uma ampla gama de problemas de saúde. Ele pode prescrever medicamentos, orientar sobre mudanças no estilo de vida e acompanhar a evolução do tratamento.

3. Coordenação do cuidado

Às vezes, um problema de saúde pode exigir a atenção de um especialista. O clínico geral é o primeiro passo nesse processo, avaliando seus sintomas e encaminhando você para o profissional adequado, como um cardiologista, endocrinologista ou dermatologista. Esse encaminhamento é importante para que você receba um tratamento mais específico.

Clínico Geral, generalista e médico da família: qual é a diferença?

Os termos “clínico geral”, “generalista” e “médico de família” são frequentemente utilizados no contexto da saúde, mas muitas vezes causam confusão. Embora todos esses profissionais atuem na atenção primária, cada um possui características e áreas de atuação específicas.

A principal diferença entre esses profissionais está na abordagem do paciente e no foco de atuação. Enquanto o clínico geral se concentra no diagnóstico e tratamento de doenças, o médico de família tem uma visão mais holística do paciente, considerando aspectos como histórico familiar, estilo de vida e contexto social. O generalista, por sua vez, atua em diversas áreas da saúde, realizando atendimentos primários, prevenindo e tratando doenças comuns, e encaminhando pacientes para especialistas quando necessário.


Entenda a importância de clínico geral

O clínico geral é essencial na atenção primária à saúde, atuando como o primeiro ponto de contato para diagnósticos iniciais e encaminhamentos. Ele monitora condições crônicas, promove hábitos saudáveis e facilita o acesso contínuo aos cuidados médicos, melhorando a qualidade do atendimento e a satisfação dos pacientes.

Para garantir que sua saúde esteja em boas mãos, agende uma consulta com um clínico geral parceiro Don Saúde hoje mesmo!



Crise de Pânico ou Ataque Cardíaco: saiba diferenciar

O que é um ataque cardíaco?

Um ataque cardíaco, também conhecido como infarto do miocárdio, ocorre quando o fluxo sanguíneo para o coração é interrompido, geralmente devido ao acúmulo de placas de gordura nas artérias coronárias. Essa interrupção impede que o oxigênio chegue ao músculo cardíaco, causando danos ao tecido.

O tempo é um fator crucial no tratamento, pois quanto mais rápido o fluxo de sangue for restabelecido, menores serão os danos ao coração. Procedimentos como angioplastia ou o uso de medicamentos específicos podem ajudar a restaurar o fluxo sanguíneo e minimizar os danos. Os sintomas típicos incluem:

  • Dor no peito: Uma dor opressiva ou sensação de pressão no centro do peito, que pode irradiar para os ombros, braços, mandíbula ou costas.
  • Falta de ar: Dificuldade para respirar, mesmo em repouso.
  • Suor frio: Sudorese intensa e inexplicável.
  • Náusea ou vômito: Sensação de enjoo ou vômito.

O que é uma crise de pânico?

Uma crise de pânico é um episódio súbito de medo intenso que desencadeia reações físicas severas, mesmo quando não há perigo real ou causa aparente. Fatores como genética, estresse, traumas e desequilíbrios químicos no cérebro podem contribuir para o desenvolvimento de crises de pânico. 

Embora esses episódios possam ser assustadores, eles geralmente não duram muito tempo, com o pico dos sintomas ocorrendo em cerca de 10 minutos. Estratégias de respiração, técnicas de relaxamento e terapia cognitivo-comportamental (TCC) podem ser eficazes para controlar e reduzir a frequência das crises. Em casos mais graves, a orientação médica pode incluir o uso de medicamentos para ajudar a regular os sintomas. Os sintomas podem incluir:

  • Palpitações: Batimentos cardíacos rápidos e fortes.
  • Dor no peito: Sensação de aperto ou dor no peito, geralmente mais localizada e pontual.
  • Falta de ar: Sensação de sufocamento ou dificuldade para respirar.
  • Tontura: Sensação de desmaio ou vertigem.
  • Formigamento: Sensação de formigamento nas mãos, pés ou rosto.

O que fazer em caso de suspeita?

  • Ataque cardíaco: Ligue imediatamente para o serviço de emergência.
  • Crise de pânico: Tente manter a calma e pratique técnicas de respiração profunda. Se os ataques forem frequentes, procure um profissional de saúde mental.
  • Ataque cardíaco: Adote um estilo de vida saudável, controlando a pressão arterial, o colesterol e o diabetes.
  • Crise de pânico: Terapia cognitivo-comportamental, medicamentos e técnicas de relaxamento podem ajudar a controlar os sintomas.

A diferenciação entre um ataque cardíaco e uma crise de pânico pode ser desafiadora, mas é fundamental para garantir o tratamento adequado. 

Se você está preocupado com seus sintomas, procure um médico para uma avaliação completa.



Fonte: Biblioteca Virtual em Saúde | Transtorno do pânico | Biblioteca Virtual em Saúde 

Prevenção ao suicídio: Setembro Amarelo e a importância de falar sobre o assunto

A importância de falar sobre o assunto

O suicídio, por muito tempo um tabu, ainda é uma realidade que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.  Estudos mostram que a maioria das pessoas que tiram a própria vida sofrem de algum transtorno mental não tratado. Fatores como depressão, ansiedade, abuso de substâncias e isolamento social podem aumentar o risco de suicídio.

Ao desmistificar o suicídio e oferecer apoio, podemos criar um ambiente mais seguro e acolhedor para aqueles que estão em sofrimento. É fundamental lembrar que o suicídio não é uma escolha, mas sim um pedido de ajuda. Ao oferecer apoio e recursos adequados, podemos salvar vidas e construir uma sociedade mais compassiva.

Os números da realidade

Globalmente, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano, o que corresponde a uma morte a cada 40 segundos. Já no Brasil, aproximadamente 12 mil pessoas tiram suas próprias vidas anualmente. O suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, superado apenas por acidentes de trânsito. 

Este mês é uma oportunidade para reforçar a importância de buscar ajuda e apoiar iniciativas que promovem a saúde mental e o bem-estar.

Identificando os sinais de alerta

É fundamental saber identificar os sinais de alerta que podem indicar que alguém está sofrendo e pensando em tirar a própria vida. Mudanças bruscas de comportamento, isolamento social, perda de interesse em atividades antes prazerosas, fala sobre morte ou desejo de desaparecer são alguns dos sinais que merecem atenção.

Doenças Relacionadas ao Suicídio

Diversas doenças mentais estão associadas ao risco aumentado de suicídio. Aqui estão algumas das mais comuns:

  • Depressão: A depressão é uma das principais causas. Pessoas com depressão grave podem sentir uma tristeza profunda, desesperança e perda de interesse pela vida.
  • Transtorno Bipolar: Este transtorno envolve episódios de depressão e mania. Durante os episódios depressivos, o risco de suicídio pode aumentar significativamente.
  • Esquizofrenia: Pessoas com esquizofrenia podem experimentar alucinações e delírios, o que pode levar a comportamentos suicidas.
  • Transtornos de Ansiedade: Ansiedade severa, especialmente quando combinada com outros transtornos mentais.
  • Alcoolismo e uso de drogas: O abuso de substâncias pode levar a comportamentos impulsivos.

O papel de cada um

Todos nós podemos fazer a diferença na prevenção do suicídio. Ao estarmos atentos aos sinais de alerta, ao oferecermos apoio emocional e ao incentivar a busca por ajuda profissional, podemos salvar vidas. É importante lembrar que não estamos sozinhos nessa luta: existem diversas instituições e profissionais preparados para oferecer o apoio necessário.

Setembro Amarelo: um movimento que transforma vidas

O Setembro Amarelo é uma campanha fundamental para a prevenção do suicídio no Brasil. Ao longo do mês, a sociedade se une para discutir abertamente um tema de extrema importância: a saúde mental. A iniciativa desempenha um papel importante na redução do estigma associado ao suicídio, promovendo empatia e compreensão com aqueles que enfrentam dificuldades emocionais.

A campanha teve um impacto visível na sociedade: discussões sobre saúde mental tornaram-se mais frequentes em escolas, locais de trabalho e redes sociais. Isso tem contribuído para a construção de uma cultura de apoio e prevenção contínua, incentivando as pessoas a buscarem ajuda e a oferecerem suporte aos seus entes queridos.

Se você está passando por um momento difícil ou conhece alguém que precisa de ajuda, não hesite em procurar apoio. Existem diversas linhas de apoio gratuitas e anônimas, como o CVV (Centro de Valorização da Vida), que está disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, pelo telefone 188.

A Don oferece suporte promovendo agendamento acessível a diversos profissionais da saúde mental. Entre em contato para mais informações.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fonte: Campanha da ONU busca conscientizar população sobre prevenção ao suicídio | Ministério da Saúde | Ministério da Saúde | Centro de Apoio a Vida 

Tudo o que você precisa saber sobre a coleta de sangue

O exame de sangue é um exame laboratorial fundamental para avaliar a saúde do nosso corpo de forma completa. Através da análise de uma pequena amostra de sangue, é possível detectar diversas doenças, como diabetes, anemia e problemas cardíacos, além de monitorar o funcionamento de órgãos e a presença de nutrientes no organismo.

Através de nossa rede de parceiros, oferecemos a coleta de amostra de sangue em diversos locais, incluindo nossos postos de coleta em Londrina/PR e Cambé/PR. Basta agendar o exame por telefone, WhatsApp ou ir presencialmente à unidade, nossa equipe certifica que todas as informações sejam corretamente repassadas, proporcionando ainda mais conveniência para nossos clientes.

Como funciona a coleta de sangue

A coleta de sangue é um procedimento simples realizado por um profissional da saúde, como um técnico de enfermagem ou enfermeiro. Antes da coleta, a área do braço, geralmente a parte interna do cotovelo ou o antebraço, é higienizada. Essa área é escolhida porque as veias são mais acessíveis, tornando a coleta mais fácil e menos dolorosa. A retirada do sangue é feita com uma agulha fina e normalmente é coletada apenas uma pequena quantidade.

Após, é comum sentir uma leve fraqueza. Por isso, é importante ingerir líquidos, como sucos e chás, e comer alguma coisa. Essa sensação é passageira e ocorre porque o corpo precisa de um tempo para se adaptar após a retirada do sangue.

Dependendo do exame, pode ser necessário estar em jejum, que pode durar de 8 a 12 horas, especialmente para exames que medem níveis de açúcar ou colesterol.

Por que realizar o exame de sangue?

  • Diagnóstico: O exame auxilia na identificação de doenças, tais como infecções, distúrbios hormonais e câncer. 
  • Acompanhamento de doenças: O exame é indicado para monitorar o tratamento de doenças crônicas e avaliar a eficácia do tratamento.
  • Prevenção: Exames de sangue de rotina permitem a detecção de doenças em estágio inicial, aumentando as chances de recuperação e cura do paciente.

Simples, rápido e seguro

Separamos algumas informações interessantes sobre o exame, confira:

  • Quantidade de sangue retirada: Geralmente, a quantidade retirada é pequena, variando entre 5 a 20 ml por tubo. O corpo repõe essa perda rapidamente.
  • Procedimento rápido e quase indolor: A coleta de sangue é feita de forma rápida e, na maioria dos casos, com mínimo desconforto.
  • Higienização rigorosa: Antes da coleta, a pele é limpa com álcool para evitar qualquer risco de infecção.
  • Diversidade de exames: Uma única coleta pode ser usada para realizar vários tipos de exames, desde testes de glicose até análises hormonais e de colesterol.
  • Riscos mínimos: Os efeitos colaterais mais comuns são leves, como um pequeno hematoma no local da punção ou tontura, que pode ser amenizada com um lanche após a coleta.
  • Tempo do procedimento: A coleta de sangue geralmente dura apenas alguns minutos, sendo um procedimento rápido e simples.

Principais exames que utilizam coleta de sangue

A coleta de sangue é essencial para a realização de diversos exames importantes para o diagnóstico e monitoramento de várias condições de saúde. Alguns dos principais exames incluem:

  • Hemograma Completo: Avalia as células do sangue, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
  • Glicemia em Jejum: Mede o nível de glicose no sangue, importante para o diagnóstico de diabetes.
  • Perfil Lipídico: Verifica os níveis de colesterol e triglicerídeos, ajudando a avaliar o risco de doenças cardiovasculares.
  • Ureia e Creatinina: Avalia a função renal.
  • Exames de Função Hepática: Incluem AST e ALT, que ajudam a diagnosticar doenças do fígado.

Dicas para uma coleta de sangue tranquila:

  • Antes de realizar o exame, informe-se sobre o tipo de exame, o preparo necessário e o tempo de entrega dos resultados.
  • Leve seus documentos pessoais e o pedido médico para a coleta de sangue.
  • Tente relaxar antes e durante o procedimento para facilitar a coleta.
  • Siga as orientações do profissional de saúde responsável pela coleta.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fonte: Guia Prático para Coleta de Sangue – UFSC | Coleta de Sangue — Ministério da Saúde

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.