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Você escova os dentes, mas o mau hálito persiste? Descubra o porquê!

O mau hálito, ou halitose, afeta milhões de pessoas e pode ser causado por diversos fatores, desde a má higiene bucal até condições médicas mais complexas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 30% da população brasileira sofre com esse problema em algum momento da vida. Fatores como genética, condições de saúde e hábitos alimentares também podem influenciar o aparecimento do mau hálito. 

Qual a relação entre mau hálito e problemas gástricos?

Embora problemas gástricos possam contribuir para o mau hálito, eles são responsáveis por uma pequena porcentagem dos casos, cerca de 2%. A maioria dos casos de halitose tem origem na boca, como resultado de má higiene bucal, doenças gengivais, ou saburra lingual.

Doenças sistêmicas, como diabetes, insuficiência renal e doenças hepáticas, também podem causar mau hálito. Essas condições podem alterar o metabolismo e a composição da saliva, resultando em odores desagradáveis. Por isso, é importante considerar uma avaliação médica completa se o mau hálito persistir, para identificar e tratar possíveis causas subjacentes.

Principais causas do mau hálito

  • Má higiene bucal: a falta de cuidados adequados com a higiene oral é a principal responsável pelo mau hálito. O acúmulo de restos de alimentos e bactérias na boca, especialmente na língua e entre os dentes, pode gerar odores desagradáveis.
  • Saburra lingual: trata-se de uma camada esbranquiçada ou amarelada que se forma na língua devido ao acúmulo de bactérias e restos alimentares. A limpeza regular da língua é essencial para reduzir o mau hálito.
  • Boca seca: a saliva desempenha um papel importante na limpeza da boca e na remoção de partículas alimentares. Quando sua produção diminui, seja durante o sono ou devido ao uso de certos medicamentos, a boca seca contribui para o mau hálito.
  • Alimentos e bebidas: alguns alimentos, como alho, cebola, café e bebidas alcoólicas, podem causar um mau hálito temporário. Isso acontece porque compostos liberados por esses alimentos são absorvidos pelo corpo e exalados pelos pulmões.



Como identificar o mau hálito e buscar ajuda

O mau hálito pode ser um problema embaraçoso e, muitas vezes, difícil de identificar sozinho. Mas como saber se você tem mau hálito? Existem algumas formas de verificar e buscar ajuda:

  • Teste caseiro: uma forma simples de verificar o hálito é lamber o pulso, esperar alguns segundos e cheirar. O odor no pulso pode indicar a presença de halitose.
  • Feedback de confiança: pedir a um amigo ou familiar de confiança para avaliar seu hálito pode ser constrangedor, mas é uma forma eficaz de confirmar suas suspeitas.
  • Consulta odontológica: o dentista é o profissional mais indicado para avaliar a saúde bucal e identificar possíveis causas do mau hálito. Ele pode utilizar instrumentos específicos, como o halímetro, para medir os compostos que causam o odor.
  • Atenção aos sintomas: sensações de boca seca, gosto ruim ou mau sabor na boca podem ser sinais de halitose.

Dicas eficazes para combater o mau hálito

Acabe com o mau hálito de vez! Seguindo estas dicas simples, você pode ter um hálito fresco e saudável. 

  • Escove os dentes após as refeições: escovar os dentes cerca de 30 minutos após as refeições ajuda a remover restos de alimentos e bactérias que causam mau hálito.
  • Use fio dental diariamente: o fio dental remove partículas de alimentos e placa bacteriana entre os dentes, onde a escova não alcança.
  • Limpe a língua: use um raspador de língua ou a própria escova de dentes para remover a saburra lingual, que é uma das principais causas do mau hálito.
  • Beba bastante água: manter-se hidratado ajuda a estimular a produção de saliva, que é essencial para a limpeza natural da boca.
  • Evite alimentos que causam mau hálito: reduza o consumo de alimentos como alho, cebola e alimentos gordurosos, que podem alterar o cheiro do hálito.
  • Evite jejum prolongado: comer a cada 3-4 horas ajuda a manter a produção de saliva e evita o mau hálito causado pelo estômago vazio.
  • Use enxaguantes bucais: enxaguantes bucais antissépticos podem ajudar a reduzir a quantidade de bactérias na boca e melhorar o hálito.
  • Não fume: o tabagismo contribui para o mau hálito e outros problemas de saúde bucal.
  • Consulte o dentista regularmente: visitas regulares ao dentista para check-ups e limpezas profissionais são essenciais para manter a saúde bucal e prevenir o mau hálito.
  • Trate condições médicas subjacentes: visitas regulares ao dentista para check-ups e limpezas profissionais são essenciais para manter a saúde bucal e prevenir o mau hálito.

Quando procurar outros especialistas

O mau hálito pode ser um sinal de problemas de saúde mais sérios. Ao procurar ajuda médica, você garante um diagnóstico preciso e tratamento adequado.

  • Otorrinolaringologista: Para investigar problemas nas vias aéreas superiores, como sinusites ou infecções na garganta.
  • Gastroenterologista: Para avaliar possíveis problemas digestivos, como refluxo gastroesofágico.

O mau hálito é um problema comum que pode afetar a qualidade de vida e a autoestima das pessoas. Embora a maioria dos casos tenha origem na boca, é importante considerar outras causas, como problemas gástricos e doenças sistêmicas. Manter uma boa higiene bucal, hidratar-se adequadamente, evitar alimentos que causam mau hálito e consultar regularmente um dentista são passos essenciais para prevenir e tratar a halitose. Se o mau hálito persistir, procurar orientação médica pode ajudar a identificar e tratar condições subjacentes.

Agende uma avaliação odontológica para um check-up completo e, se necessário, procure um médico para investigar possíveis causas subjacentes. A Don pode te auxiliar em todas as etapas, entre em contato e saiba mais.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fonte: Campanha Nacional de Combate ao Mau Hálito 2024 – Fique por Dentro – ABHA | Associação Brasileira de Halitose | Tratamento do mau hálito: O que você precisa saber sobre isso? – Fique por Dentro – ABHA | Associação Brasileira de Halitose | Halitose – Sintomas, diagnóstico e tratamento | BMJ Best Practice | https://capital.sp.gov.br/web/saude/w/noticias/336807 

Prevenção do câncer de mama: dicas para uma vida mais saudável

O câncer de mama é uma realidade que afeta milhares de mulheres anualmente. No entanto, com hábitos de vida saudáveis e check-ups regulares, é possível reduzir significativamente o risco. Descubra como cuidar da sua saúde e prevenir essa doença, especialmente durante o Outubro Rosa, uma campanha mundial de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Alimente-se bem para viver melhor

Uma alimentação equilibrada é a base para uma vida saudável e pode reduzir significativamente o risco de câncer de mama. Priorize frutas, legumes, grãos integrais e proteínas magras em suas refeições. Evite alimentos ultraprocessados, ricos em gorduras saturadas e açúcares, que podem contribuir para o ganho de peso e aumentar o risco da doença. Incluir alimentos ricos em fibras, como brócolis, maçã e aveia, é uma excelente forma de cuidar da sua saúde.

Priorize:

  • Frutas e legumes coloridos: Ricos em antioxidantes que combatem os radicais livres.
  • Grãos integrais: Fornecem fibras e nutrientes essenciais.
  • Proteínas magras: Presentes em carnes magras, peixes, leguminosas e ovos.

Evite:

  • Alimentos ultraprocessados: rica em gorduras saturadas, açúcares e sódio.
  • Bebidas açucaradas: contribuem para o ganho de peso e podem aumentar o risco de doenças crônicas.

Movimente-se

A atividade física regular ajuda a manter um peso saudável, reduz os níveis de hormônios relacionados ao câncer de mama e fortalece o sistema imunológico. Inclua pelo menos 150 minutos de atividade moderada ou 75 minutos de atividade intensa por semana em sua rotina. Caminhar, correr, nadar ou dançar são ótimas opções.

Dica: Encontre uma atividade que você goste para que se torne um hábito prazeroso.

Diga NÃO ao Cigarro

O tabagismo aumenta significativamente o risco de diversos tipos de câncer, incluindo o de mama. Parar de fumar é uma das melhores decisões que você pode tomar pela sua saúde.

Gerencie o estresse

Embora o estresse por si só não tenha uma relação direta comprovada com o aumento do risco de câncer de mama, o estresse crônico pode impactar a saúde mental e o sistema imunológico. Técnicas de relaxamento, como meditação e ioga, são benéficas para o bem-estar geral.

  • Meditação: acalma a mente e reduz a ansiedade.
  • Yoga: combina posturas físicas, respiração e meditação.
  • Respiração profunda: uma forma rápida e eficaz de aliviar o estresse.

Realize exames regularmente

A recomendação do Ministério da Saúde sobre mamografias para mulheres entre 50 e 69 anos está correta. O exame de mamografia deve ser realizado a cada dois anos nesse grupo etário, exceto se houver histórico familiar ou outros fatores de risco, que podem exigir um acompanhamento mais frequente ou início precoce da triagem.

  • Converse com seu médico sobre a frequência ideal para realizar esse exame.
  • Não se esqueça do autoexame das mamas! Conheça seu corpo e procure por qualquer alteração.

Adotar essas práticas pode não apenas ajudar a prevenir o câncer de mama, mas também melhorar sua saúde e bem-estar geral. Lembre-se de que a prevenção é sempre o melhor caminho, e cuidar de si mesma é um ato de amor e responsabilidade. Durante o Outubro Rosa, aproveite para se informar, realizar exames e incentivar outras mulheres a fazerem o mesmo. Juntas, podemos vencer o câncer de mama.

Agende sua consulta com a Don Saúde

Não deixe para depois o cuidado com a sua saúde. Agende sua consulta hoje mesmo com a Don Saúde e faça seus exames preventivos. Nossa equipe está pronta para oferecer o melhor atendimento e ajudar você a manter sua saúde em dia. 


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fonte: Prevenção — Instituto Nacional de Câncer – INCA (www.gov.br)

Zika: tudo sobre a doença, sintomas e prevenção

A Zika é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, também responsável pela dengue e chikungunya. Descoberta em 1947 na floresta Zika, em Uganda, a doença chamou a atenção global em 2015, quando foi associada a um aumento de casos de microcefalia em bebês no Brasil.

A transmissão é mais prevalente em regiões tropicais, especialmente durante os meses quentes e chuvosos, de outubro a maio. Nessas condições, o mosquito Aedes aegypti encontra ambientes ideais para se reproduzir, como água parada em vasos de plantas, pneus e caixas d’água.

Principais sintomas

Os sintomas da Zika podem variar de leves a moderados e incluem:

  • Febre baixa ou ausente.
  • Erupções cutâneas com coceira.
  • Conjuntivite.
  • Dores musculares e nas articulações.
  • Fadiga e mal-estar geral.

A maioria dos casos é leve e pode passar despercebida, mas é importante prestar atenção aos sinais.

Complicações graves

Embora a Zika seja geralmente leve, algumas complicações graves podem ocorrer, especialmente em gestantes. A infecção por Zika durante a gravidez representa um risco elevado para o bebê, podendo causar microcefalia e outras malformações graves. Gestantes devem seguir rigorosamente as medidas preventivas e procurar atendimento médico caso apresentem sintomas.

As mais preocupantes são:

  • Síndrome de Guillain-Barré: uma condição neurológica rara que pode causar paralisia temporária.
  • Síndrome Congênita do Zika Vírus (SCZ): caracterizada por malformações congênitas, como microcefalia, além de alterações visuais, auditivas e motoras. A infecção durante a gravidez aumenta os riscos dessas complicações no feto.

Como é realizado o diagnóstico?

O diagnóstico da Zika é feito através de exames laboratoriais que identificam o vírus ou os anticorpos gerados pela infecção. Os principais métodos são:

  • RT-PCR: detecta o material genético do vírus Zika (RNA) no sangue, urina ou saliva. É o exame mais preciso nos primeiros dias de infecção, especialmente até o 7º dia.
  • Testes sorológicos (IgM e IgG): identificam os anticorpos produzidos pelo organismo em resposta à infecção. São úteis para detectar infecções mais antigas, embora possam apresentar reações cruzadas com outros vírus, como o da dengue.

Gestantes devem realizar exames de ultrassom regularmente caso haja suspeita de infecção. 

Como evitar o contágio?

A melhor forma de se proteger contra a Zika é evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti e adotar medidas de proteção. Algumas recomendações importantes incluem:

  • Eliminar focos de água parada: tampe recipientes, limpe calhas e descarte objetos que acumulem água.
  • Usar repelente: aplique nas áreas expostas do corpo, especialmente ao amanhecer e entardecer, quando os mosquitos são mais ativos.
  • Instalar telas em portas e janelas: isso ajuda a impedir a entrada de mosquitos em ambientes internos.
  • Vacinação: embora ainda não exista uma vacina disponível, pesquisas estão em andamento para o desenvolvimento de uma vacina eficaz contra a Zika.

Tratamento da Zika

Atualmente, não há tratamento específico para a Zika. O tratamento é baseado no alívio dos sintomas, incluindo:

  • Hidratação: beber bastante água ajuda a combater a desidratação causada pela infecção.
  • Repouso: descansar é fundamental para a recuperação.
  • Medicamentos: use medicamentos prescritos pelo médico para aliviar a febre e as dores, evitando aspirina e anti-inflamatórios não esteroides, que podem causar complicações.

Comparação com Dengue e Chikungunya

Embora os sintomas da Zika sejam geralmente mais leves que os da dengue e chikungunya, suas complicações neurológicas e congênitas, como a microcefalia e a Síndrome de Guillain-Barré, tornam a Zika uma grande preocupação de saúde pública. A dengue, por sua vez, pode causar formas graves com hemorragias e choque, enquanto a chikungunya é conhecida por suas intensas dores articulares, que podem se tornar crônicas. Apesar de compartilharem o mesmo vetor e apresentarem sintomas iniciais semelhantes, cada uma dessas doenças possui características e gravidades distintas, exigindo atenção e medidas preventivas específicas.

Proteja-se contra a Zika com a Don Saúde

Não deixe sua saúde em risco! Agende uma consulta com a Don Saúde para obter orientações personalizadas sobre prevenção e tratamento da Zika. 


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fonte: World Health Organization | Ministério da Saúde | SciELO – Brasil – Síndrome da infecção congênita pelo vírus Zika Síndrome da infecção congênita pelo vírus Zika 

Dengue: prevenção e cuidados durante o período de maior incidência

A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo transmissor da zika e chikungunya. Essa enfermidade representa um grave problema de saúde pública em diversas regiões do mundo, especialmente durante os meses mais quentes e chuvosos. Isso ocorre porque o calor e a umidade criam condições ideais para a reprodução do mosquito, que deposita seus ovos em locais com água parada. Nessas estações, o ciclo de vida do Aedes se acelera, aumentando a população de mosquitos e, consequentemente, o risco de transmissão da dengue.

O que é a Dengue?

A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O vírus da dengue pertence à família Flaviviridae e possui quatro sorotipos: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A infecção por um sorotipo oferece imunidade contra ele, mas não contra os outros, possibilitando até quatro infecções distintas ao longo da vida.

O Brasil enfrenta um problema crônico de saúde pública com a dengue desde a década de 1980. As primeiras grandes epidemias, como a de Boa Vista em 1981-1982, sinalizaram o início de um ciclo de surtos que se espalhou por todo o país. Desde então, a doença se tornou endêmica, com casos registrados anualmente e um crescimento contínuo no número de infectados.

Sorotipos da dengue (DENV)

  • DENV-1: Este é o primeiro tipo de vírus da dengue identificado e é bastante comum. Pode causar sintomas típicos da dengue, como febre alta, dores no corpo e erupções na pele.
  • DENV-2: Conhecido por causar formas mais graves da doença, como a dengue hemorrágica. Pessoas que já tiveram dengue por outro tipo de vírus podem ter complicações mais sérias se infectadas por DENV-2.
  • DENV-3: Este tipo apareceu em várias epidemias ao redor do mundo e também pode causar formas graves da doença. É especialmente perigoso em áreas onde os outros tipos de vírus já estão presentes.
  • DENV-4: Embora menos comum, este tipo também pode causar surtos significativos. A infecção por DENV-4 pode ser grave, especialmente para quem já teve dengue por outros tipos de vírus.

Principais sintomas

  • Febre alta: geralmente acima de 38°C.
  • Dores musculares e articulares.
  • Dor de cabeça, principalmente na região atrás dos olhos.
  • Manchas vermelhas na pele.
  • Náuseas e vômitos (podem ocorrer em alguns casos).
  • Fadiga e cansaço extremo.
  • Dor abdominal.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico da dengue é feito por exames laboratoriais, como o teste NS1 e a sorologia. O tratamento é sintomático, com foco na hidratação e no alívio dos sintomas. É fundamental buscar atendimento médico imediato em caso de sinais de alarme.

  • Teste de NS1: Detecta o antígeno do vírus nos primeiros dias.
  • Sorologia (IgM e IgG): Avalia anticorpos contra o vírus.
  • RT-PCR: Identifica o material genético do vírus.

Prevenção da Dengue

A prevenção da dengue é a melhor forma de combater a doença. Algumas medidas simples podem fazer a diferença:

  • Eliminar focos de água parada: Limpar calhas, tampar caixas d’água e jogar fora pneus velhos.
  • Utilizar repelentes: Aplicar repelente nas áreas expostas do corpo, principalmente ao amanhecer e ao entardecer.
  • Instalar telas de proteção: Impedir a entrada do mosquito em casas e outros ambientes.
  • Vacinação: A vacina contra a dengue está disponível em algumas regiões.

Dengue na gravidez

Gestantes são mais suscetíveis a complicações da dengue, tanto para elas quanto para o bebê. É fundamental que gestantes com sintomas da dengue busquem atendimento médico imediatamente.

A importância de monitorar as plaquetas na dengue

A importância de monitorar as plaquetas na dengue

As plaquetas são pequenas células no sangue que ajudam a parar sangramentos formando coágulos. Na dengue, a quantidade de plaquetas pode diminuir bastante, uma condição chamada de trombocitopenia. Isso acontece porque o vírus da dengue pode afetar a medula óssea, onde as plaquetas são produzidas, ou aumentar a destruição dessas células.

Com menos plaquetas, a pessoa com dengue tem mais facilidade para sangrar e formar hematomas. Por isso, é muito importante monitorar a contagem de plaquetas através de exames de sangue, chamados hemogramas. Esses exames ajudam os médicos a acompanhar a evolução da doença e a tomar medidas para evitar complicações graves.

Dengue, Zika e Chikungunya: saiba diferenciá-las

A dengue, a zika e a chikungunya são doenças virais transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, mas apresentam diferenças importantes. A dengue é conhecida por causar febre alta, dores musculares e articulares intensas, e pode evoluir para formas graves com hemorragias e choque.

A zika, por outro lado, geralmente apresenta sintomas mais leves, como febre baixa, erupções cutâneas e conjuntivite, mas é especialmente preocupante devido à sua associação com complicações neurológicas e congênitas, como a microcefalia em bebês. Já a chikungunya se destaca pela dor intensa e persistente nas articulações, que pode durar meses, além de febre alta e erupções cutâneas. Embora compartilhem o mesmo vetor e apresentem sintomas iniciais semelhantes, cada uma dessas doenças possui características e gravidades distintas, exigindo atenção e medidas preventivas específicas.

A dengue é uma doença grave que pode ser prevenida. Ao adotar medidas simples e buscar informações confiáveis, podemos proteger a nós mesmos e as nossas famílias.

Não deixe sua saúde em risco! Agende suas consultas e exames de sangue na Don Saúde.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fonte: Dengue — Ministério da Saúde (www.gov.br) | Ministério da Saúde | Ministério da Saúde | Paraná Contra a Dengue | Dengue | Portal Fiocruz

Cuidando da saúde mental: dicas práticas para o dia a dia

A saúde mental é um aspecto fundamental do bem-estar geral. Quando estamos bem mentalmente, temos mais energia, somos mais resilientes e conseguimos lidar melhor com as adversidades da vida. Transtornos mentais como a ansiedade e a depressão podem afetar nossa qualidade de vida, mas existem diversas estratégias para promover o bem-estar emocional. Buscar ajuda profissional é um passo importante para cuidar da sua saúde mental e encontrar  equilíbrio. 

Por que a saúde mental é tão importante?

Nossa saúde mental influencia diretamente a forma como pensamos, sentimos e agimos. Quando estamos bem mentalmente, temos mais energia, somos mais resilientes e conseguimos lidar melhor com as adversidades da vida. Por outro lado, problemas de saúde mental podem afetar nosso trabalho, nossos relacionamentos e nossa qualidade de vida em geral.

Sinais de que algo não vai bem

  • Mudanças de humor: tristeza persistente, irritabilidade excessiva, ansiedade constante.
  • Alterações no sono: dificuldade para dormir, sono excessivo ou pesadelos frequentes.
  • Mudanças no apetite: perda ou aumento de peso sem motivo aparente.
  • Falta de energia: Cansaço constante, mesmo após uma boa noite de sono.
  • Dificuldade de concentração: dificuldade em se concentrar em tarefas simples.
  • Isolamento social: evitar contato com amigos e familiares.
  • Pensamentos negativos: pensamentos pessimistas, autocrítica excessiva e ideias de suicídio.

A ansiedade: um exemplo comum

A ansiedade tem se tornado cada vez mais comum no nosso dia a dia. Sentir-se preocupado com o futuro ou sobrecarregado com as responsabilidades é normal. No entanto, quando a ansiedade se torna excessiva e interfere na sua vida cotidiana, é importante buscar ajuda. Sintomas como dificuldade em se concentrar, insônia, irritabilidade e dores físicas podem indicar que algo não vai bem. Felizmente, existem diversas técnicas e tratamentos eficazes para controlar a ansiedade, como terapia cognitivo-comportamental, mindfulness e atividades físicas regulares.

Recursos para cuidar da sua saúde mental

  • Terapia: um terapeuta pode te ajudar a identificar os gatilhos de seus problemas e desenvolver estratégias para lidar com eles.
  • Grupos de apoio: compartilhar experiências com outras pessoas que passam por situações semelhantes pode ser muito reconfortante.
  • Medicamentos: em alguns casos, os medicamentos podem ser úteis para controlar os sintomas de alguns transtornos mentais.
  • Aplicativos: existem diversos aplicativos que oferecem ferramentas e técnicas para melhorar a saúde mental, como mindfulness, meditação e terapia cognitivo-comportamental.
  • Linhas de apoio: muitas instituições oferecem linhas de apoio gratuitas e anônimas para pessoas que precisam conversar sobre seus problemas.

Como promover a saúde mental no dia a dia

  • Pratique atividades físicas regularmente: atividade física libera endorfinas, que ajudam a melhorar o humor e reduzir o estresse.
  • Alimente-se bem: uma dieta equilibrada fornece os nutrientes necessários para o bom funcionamento do cérebro.
  • Durma o suficiente: o sono é essencial para a saúde mental e física.
  • Mantenha contato com pessoas queridas: relacionamentos saudáveis são importantes para o bem-estar emocional.
  • Pratique técnicas de relaxamento: mindfulness, meditação e yoga são ótimas opções para reduzir o estresse e aumentar a calma.
  • Estabeleça limites: aprenda a dizer não e a priorizar suas tarefas.
  • Celebre suas conquistas: reconhecer seus progressos, por menores que sejam, ajuda a aumentar a autoestima.
  • Busque ajuda profissional: não tenha medo de procurar ajuda quando precisar.

Mitos e verdades

Cuidar da saúde mental é um processo contínuo. Seja gentil consigo mesmo e celebre suas pequenas conquistas.

Se você está passando por um momento difícil, não hesite em procurar ajuda. Juntos, podemos construir uma sociedade mais compreensiva e acolhedora com relação à saúde mental.


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fonte: Saúde Mental — Ministério da Saúde (www.gov.br) | Promoção da saúde mental: um dos maiores desafios do século 21 (pucpr.br)

Saúde da Mulher: prevenção é a chave para uma vida mais saudável

Cuidar da saúde da mulher é essencial em todas as fases da vida. No Outubro Rosa, é importante reforçar a necessidade de estar em dia com os exames preventivos e manter a saúde em primeiro lugar. A Don Saúde está aqui para ajudar você a agendar os principais cuidados ginecológicos, de forma acessível e prático. Vamos falar sobre os exames mais recomendados e os cuidados que fazem a diferença no seu bem-estar.

Exames essenciais para a saúde feminina:

  • Papanicolau: Detecta alterações nas células do colo do útero que podem levar ao câncer.
  • Mamografia: Identifica alterações nas mamas, facilitando a detecção precoce do câncer de mama.
  • Ultrassonografia transvaginal: Avalia os órgãos reprodutivos femininos.
  • Exames de sangue: Verificam hormônios, infecções e outros marcadores importantes para a saúde feminina.

Outros cuidados importantes:

  • Autoexame das mamas: Familiarize-se com o seu corpo e realize o autoexame regularmente.
  • Higiene íntima: Mantenha a região íntima limpa e seca, utilizando produtos específicos.
  • Alimentação saudável: Uma dieta equilibrada fortalece o sistema imunológico e previne doenças.
  • Atividade física: Pratique exercícios regularmente para melhorar a saúde física e mental.
  • Sono de qualidade: Descanse o tempo necessário para o bom funcionamento do organismo.
  • Ginecologista de confiança: Tenha um profissional de confiança para acompanhar sua saúde.

A importância do acompanhamento ginecológico

O ginecologista é o profissional responsável por cuidar da saúde reprodutiva da mulher. Ele realiza consultas de rotina, solicita exames e oferece orientação sobre diversos temas. Visitar o ginecologista regularmente é fundamental para a saúde da mulher. Essa prática permite:

  • Prevenção de doenças: Através de exames como o Papanicolau e a mamografia, é possível detectar precocemente doenças como o câncer de colo de útero e o câncer de mama, aumentando as chances de cura.
  • Diagnóstico precoce: Muitas doenças ginecológicas podem ser assintomáticas no início, sendo detectadas apenas em consultas regulares.
  • Orientação sobre saúde sexual: O ginecologista pode esclarecer dúvidas sobre métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis e saúde sexual em geral.
  • Acompanhamento em todas as fases da vida: Desde a adolescência até a menopausa, o ginecologista oferece acompanhamento personalizado, auxiliando em questões como menarca, gravidez, menopausa e outras.
  • Tratamento de doenças: Caso sejam identificadas alguma doença ou alteração, o ginecologista poderá indicar o tratamento mais adequado.

Primeira consulta ao ginecologista: quando fazer?

Muitas jovens têm dúvidas sobre quando devem visitar o ginecologista pela primeira vez. A recomendação é que isso aconteça a partir dos primeiros sinais da puberdade, para garantir um desenvolvimento saudável e esclarecer todas as dúvidas sobre saúde íntima e reprodutiva.

Outubro Rosa: o momento de falar sobre saúde da mulher

A campanha Outubro Rosa nos lembra da importância de falar abertamente sobre a saúde da mulher. O cuidado preventivo é a chave para uma vida longa e saudável. Don Saúde está aqui para facilitar seu acesso aos principais exames e consultas, sem complicações. 

Cuidar da saúde ginecológica é mais do que necessário—é um ato de amor próprio. Exames preventivos como o Papanicolau e a mamografia, aliados a hábitos de higiene e atenção ao corpo, são fundamentais para evitar problemas graves e garantir uma vida mais saudável. Don Saúde está ao seu lado, simplificando o agendamento dos seus cuidados com o corpo e a saúde.

Agende já seu exame preventivo e fique em dia com a sua saúde!


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


DonSaúde | Parceiros na especialidade de ginecologia/obstetrícia
  • Clinica Dr. Esteban Fabrício Guglielmi 
  • Profissional: Dr. Esteban Fabrício Guglielmi 
  • Clinica Ella Mulher (Gleba Fazenda Palhano – Londrina) 
  • Profissional: Dra. Lorrayne de Sales Silva 
  • Profissional: Dra. Polyana Fernandes Flores Pereira 
  • Clínica La Florie – Dra. Jéssica Romanelli (Gleba Fazenda Palhano – Londrina) 
  • Profissional: Dra. Jéssica Romanelli 
  • Profissional: Dra. Paula Brito Martins 
  • Profissional: Dr. Rafael Cunto 
  • Profissional: Dra. Amanda Carvalho 
  • Profissional: Dr. Luis Fernando L. Mangieri 
  • Cedilon (Centro – Londrina) 
  • Profissional: Dr. Renato Koike 
  • Instituto Mulher (centro – Londrina) 
  • Profissional: Dr. GILBERTO GRECO SORROCHE 
  • Profissional: Dra. MAILIN BRAGATTO 
  • Profissional: Dr. OTAVIO KENITI SATAKE 
  • Profissional: Dra. MARIA JULIA ABELHA 
  • Clinica de Especialidades Medicas  (CENTRO – ARAPONGAS) 
  • Profissional: João Vinicius Valério Darcis 
  • *Valor: R$ 259,90* | *Assinante Clube: R$ 249,90*
  • Clinica de Especialidades Medicas  (CENTRO – ARAPONGAS) 
  • Profissional: Sabrina Roquette  
  • Profissional: Cristina Valeria A. de A. Constancio  
  • Maria Helena S. B. Rodrigues (Centro – Londrina) 
  • Profissional: Dra. Maria Helena Rodrigues 
  • Instituto Calvino  (Jardim Presidente – Londrina) 
  • Profissional: Dr. Calvino Fernandes 
  • Dra. Rosana Damazio – Ginecologia (Caiçaras – Londrina) 
  • Profissional: Dra. Rosana Damazio 

Você pode confiar na Don: cuidar da sua saúde pode ser simples

Cuidar da saúde pode ser bem mais simples do que você imagina, especialmente com o suporte da Don Saúde. Com a missão de facilitar o acesso a consultas médicas e odontológicas de alta qualidade e preços acessíveis, a Don tem uma ampla rede de mais de 400 parceiros que oferecem serviços confiáveis e ágeis. Hoje, vamos mostrar como a Don Saúde funciona e como você pode aproveitar todos os benefícios que oferecemos para cuidar do seu bem-estar de forma prática e acessível.

Por que escolher a Don Saúde?

Na Don, você encontra muito mais do que simples agendamentos. Nossa proposta é trazer praticidade e economia para os cuidados com a sua saúde, oferecendo benefícios exclusivos:

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Como funciona o agendamento na Don Saúde?

Na Don, o processo de agendamento é descomplicado e feito para garantir que você tenha uma experiência rápida e eficiente. Veja como funciona:

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Além do agendamento médico: mais benefícios para você

Além de facilitar o agendamento de consultas médicas, a Don Saúde oferece uma série de benefícios que atendem às necessidades de diferentes tipos de clientes. Nossos serviços incluem consultas odontológicas, seguindo o mesmo modelo prático e acessível das consultas médicas. Também oferecemos check-ups especiais, pacotes de cirurgia e descontos exclusivos para membros do Clube Don, garantindo um atendimento completo para sua saúde.

1. Agendamento de consultas e exames

Na Don Saúde, você pode agendar consultas médicas e odontológicas de forma simples, sem mensalidades ou taxas extras. Escolha o serviço, realize o pagamento e pronto! Com agendamentos rápidos e parcelamento em até 12x, você cuida da saúde de maneira prática e acessível.

2. Clube Don

O Clube Don oferece benefícios exclusivos, como descontos em consultas e exames, além de orientação financeira para procedimentos de alto custo. É uma assinatura mensal opcional que traz ainda mais vantagens, sem interferir no agendamento básico.

2. Pacotes de Cirurgia

Para quem precisa de cirurgias, a Don Saúde oferece pacotes especiais com parcelamento em até 21x e total acompanhamento do processo. Esses pacotes são opcionais e não afetam os outros serviços de agendamento ou Clube Don.

Cuidar da sua saúde nunca foi tão fácil

A Don Saúde está aqui para simplificar o cuidado com a sua saúde e garantir que você tenha acesso a serviços de qualidade, sem burocracia e com preços justos. Agendar consultas e exames é rápido, fácil e pode ser feito com apenas uma mensagem ou ligação. Além disso, com o Clube Don e nossos pacotes cirúrgicos, você pode contar com ainda mais vantagens e facilidades. Não deixe sua saúde para depois. Entre em contato com a Don Saúde hoje mesmo e descubra como podemos cuidar de você de forma simples, acessível e com total transparência.

Cuidar de você é o nosso dom! Entre em contato e saiba mais!

Nova epidemia? Seu celular está te deixando míope

A miopia é um distúrbio visual comum que dificulta a visão de objetos distantes. Pessoas com miopia enxergam com nitidez os objetos próximos, mas os objetos distantes aparecem borrados.

Como funciona a miopia?

Em um olho normal, a luz que entra no olho se concentra exatamente na retina, que é a parte sensível à luz no fundo do olho. Essa imagem nítida é então transmitida ao cérebro.

No caso da miopia, o globo ocular é um pouco mais alongado do que o normal ou a curvatura da córnea é mais acentuada. Isso faz com que a imagem se forme à frente da retina, em vez de diretamente sobre ela. Essa imagem desfocada é a causa da visão borrada para objetos distantes.

Fatores genéticos e ambientais

A miopia pode ser herdada geneticamente. Se os pais têm miopia, há pelo menos 50% de chance de a criança também desenvolver a condição. No entanto, especialistas acreditam que a miopia resulta de uma combinação de hereditariedade e fatores ambientais. O estilo de vida, como o tempo gasto em atividades ao ar livre, pode influenciar significativamente o desenvolvimento da miopia.

Exposição à luz solar e miopia

Pesquisas recentes indicam que a exposição à luz solar pode ajudar a prevenir a miopia. Crianças que passam de 3 a 7 horas por semana realizando atividades ao ar livre tendem a ter uma visão melhor do que aquelas que passam mais tempo em ambientes fechados.

Prevalência global da miopia

A pandemia de COVID-19 acelerou uma crise global de saúde ocular: a miopia. Com os longos períodos de isolamento e o aumento do tempo de tela, a prevalência da miopia, especialmente entre crianças e adolescentes, disparou. Enquanto países como Paraguai e Uganda apresentam taxas inferiores a 1%, na Ásia, o problema é alarmante: 85% das crianças no Japão e 73% na Coreia do Sul são míopes. No Brasil, a estimativa é que cerca de 3% da população infantil seja afetada.

A projeção é que até 2050, milhões de crianças em todo o mundo desenvolvam a condição, exigindo cada vez mais atenção e investimento em prevenção e tratamento.

Sinais de miopia

Os sinais de miopia incluem:

  • Dificuldade em ler palavras à distância, como o que está escrito na lousa da escola;
  • Sentar-se muito perto da TV e do computador;
  • Segurar o celular e o tablet perto do rosto;
  • Ter dores de cabeça frequentes;
  • Esfregar muito os olhos;

Como proteger a visão das crianças

Para reduzir o risco de miopia, as crianças devem passar pelo menos duas horas ao ar livre todos os dias. Além disso, é importante seguir a regra 20-20-20: fazer uma pausa de 20 segundos para olhar objetos a 20 pés (aproximadamente 6 metros) de distância a cada 20 minutos de uso de dispositivos eletrônicos. Exames oftalmológicos regulares também são recomendados para monitorar a saúde ocular das crianças.

A miopia pode ser controlada e tratada. Não deixe que ela afete sua qualidade de vida. Agende agora uma consulta na Don Saúde e cuide da sua visão.



Fonte: Catarata – Associação Médica Brasileira  | Sociedade Brasileira de Miopia

Catarata: O que é, causas, sintomas e tratamento definitivo

A catarata é uma condição ocular comum, especialmente em pessoas mais idosas, caracterizada pela opacificação do cristalino, a lente natural do olho. Essa opacificação impede a passagem da luz e resulta em uma visão turva, comprometendo significativamente a qualidade de vida.

Causas da Catarata

A principal causa da catarata é o envelhecimento. Com o passar dos anos, as proteínas do cristalino se aglutinam, formando opacidades que dificultam a visão. Outros fatores de risco incluem:

  • Diabetes: A diabetes mellitus acelera o desenvolvimento da catarata.
  • Exposição à radiação ultravioleta: A exposição prolongada ao sol sem proteção adequada aumenta o risco.
  • Uso prolongado de corticosteroides: O uso contínuo de corticosteroides pode causar catarata.
  • Traumas oculares: Lesões oculares podem desencadear o desenvolvimento da catarata.
  • Histórico familiar: A catarata pode ter componente genético.

Sintomas da doença

Os sintomas geralmente se desenvolvem gradualmente e podem incluir:

  • Visão embaçada ou turva: A visão pode parecer nublada, como se estivesse olhando através de uma névoa.
  • Dificuldade em enxergar à noite: A visão noturna se torna mais fraca e as cores podem parecer desbotadas.
  • Sensibilidade à luz: A luz brilhante pode causar incômodo e ofuscamento.
  • Halos ao redor de luzes: A presença de halos coloridos ao redor de fontes de luz.
  • Visão dupla em um olho: A catarata pode causar visão dupla em um único olho.
  • Necessidade frequente de trocar os óculos: A graduação dos óculos muda com mais frequência.

Diagnóstico

O diagnóstico da catarata é feito através de um exame oftalmológico completo, que pode incluir teste de acuidade visual, exame com lâmpada de fenda, oftalmoscopia e mapeamento de retina. É fundamental consultar um médico oftalmologista ao perceber qualquer alteração na visão, pois apenas um profissional pode realizar um diagnóstico preciso. Manter consultas de rotina é essencial para detectar a catarata no início, permitindo um tratamento mais eficaz e preservando a qualidade de vida.

Tratamento

A cirurgia de catarata é o único tratamento eficaz para essa condição. Durante o procedimento, o cristalino opaco é removido e substituído por uma lente intraocular artificial (LIO). A cirurgia é ambulatorial, segura e com alta taxa de sucesso.

A Catarata pode voltar após a cirurgia?

A catarata não pode voltar após a cirurgia, pois o cristalino opaco é removido. No entanto, pode ocorrer uma condição chamada opacificação da cápsula posterior (OCP), onde a cápsula que segura a lente intraocular se torna opaca. A OCP pode ser tratada com um procedimento a laser chamado capsulotomia posterior, que restaura a visão ao criar uma abertura na cápsula opaca.

Prevenção da Catarata

Embora o envelhecimento seja o principal fator de risco, algumas medidas podem ajudar a prevenir ou retardar o desenvolvimento da catarata:

  • Use óculos de sol com proteção UV: Proteja seus olhos dos raios ultravioleta.
  • Mantenha uma dieta saudável: Inclua alimentos ricos em antioxidantes, como frutas e verduras.
  • Controle o diabetes: Mantenha os níveis de glicose sob controle.
  • Não fume: O tabagismo aumenta o risco de diversas doenças, incluindo a catarata.

A Don Saúde facilita o seu tratamento

A Don Saúde oferece um serviço completo para pacientes com catarata, desde o agendamento da consulta até o agendamento da cirurgia. Com nossos parceiros, você terá acesso a profissionais especializados e tecnologia de ponta, garantindo o melhor resultado para a sua saúde ocular.

Não espere a catarata piorar. Cuide da sua visão com a Don Saúde.



Fonte: Catarata – Catarata – Distúrbios oftalmológicos – Manuais MSD edição para profissionais (msdmanuals.com) | https://bvsms.saude.gov.br/catarata/

Outubro Rosa: não subestime o autoexame e check-ups de prevenção

O Outubro Rosa é uma campanha mundial de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Celebrado anualmente, este movimento visa educar e sensibilizar a população, especialmente as mulheres, sobre a necessidade de realizar exames regulares e adotar hábitos saudáveis.

Por que a prevenção salva vidas?

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo todo. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), em 2023, foram estimados 66.280 novos casos de câncer de mama no Brasil. A taxa de mortalidade ainda é alta, mas a detecção precoce pode reduzir drasticamente esses números. Estudos mostram que a taxa de sobrevivência em cinco anos para mulheres que detectam o câncer de mama em estágios iniciais é de cerca de 90%.

A campanha do Outubro Rosa destaca a importância da detecção precoce, que pode aumentar significativamente as chances de tratamento e cura.

A importância do autoexame e check-ups de rotina

O autoexame e os check-ups regulares são ferramentas poderosas na luta contra o câncer de mama. O autoexame deve ser realizado mensalmente, preferencialmente uma semana após o ciclo menstrual, quando as mamas estão menos sensíveis. Já os check-ups de rotina, incluindo mamografias e outros exames, são essenciais para detectar qualquer anomalia em estágios iniciais.

Passo a Passo: como realizar o autoexame das mamas

  • Em frente ao espelho: Observe suas mamas com os braços abaixados, depois levante-os e observe novamente. Procure por alterações no formato, tamanho ou cor.
  • Durante o banho: Com a pele molhada e ensaboada, levante um braço e, com a mão oposta, apalpe a mama em movimentos circulares, cobrindo toda a área.
  • Deitada: Coloque um travesseiro sob o ombro direito e levante o braço direito. Com a mão esquerda, apalpe a mama direita e repita o processo na mama esquerda.

Exames mais importantes no check-up especial de Outubro Rosa

  • Mamografia: Recomendado para mulheres a partir dos 40 anos, é o principal exame para detectar o câncer de mama em estágios iniciais.
  • Ultrassonografia das Mamas: Complementa a mamografia, especialmente em mulheres com mamas densas.
  • Preventivo (Papanicolau): Essencial para detectar alterações no colo do útero, recomendado para mulheres a partir dos 25 anos.
  • Ultrassonografia Transvaginal: Ajuda a identificar problemas nos órgãos reprodutivos femininos.
  • Exames de Sangue: Incluem marcadores tumorais e outros testes que podem indicar a presença de câncer.

Alimentação e exercícios: a receita para uma vida mais saudável

Manter um estilo de vida saudável é crucial na prevenção do câncer. Atividades físicas, como a dança, ajudam a manter o peso corporal adequado e reduzem o risco de várias doenças, incluindo o câncer de mama. Além disso, uma dieta balanceada, rica em frutas, vegetais e grãos integrais, e a redução do consumo de álcool e tabaco são fundamentais.

O Outubro Rosa é mais do que uma campanha; é um chamado à ação para todas as mulheres. Não subestime o poder do autoexame e dos check-ups regulares. Cada exame é uma oportunidade de cuidar de si mesma e garantir um futuro mais saudável. Junte-se a essa causa, compartilhe informações e incentive outras mulheres a fazerem o mesmo. Juntas, podemos vencer o câncer de mama.

Agende agora mesmo seu exame de rotina! Sua saúde agradece.



Fonte: Instituto Nacional de Câncer | Instituto Nacional de Câncer