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O que é intoxicação alimentar? 

A intoxicação alimentar é uma condição causada pela ingestão de alimentos ou bebidas contaminados por microrganismos, toxinas ou substâncias químicas, que afetam o sistema digestivo e podem provocar desde sintomas leves até complicações graves.

Principais causas da contaminação

A maioria dos casos de intoxicação alimentar está ligada a falhas no manuseio, preparo ou conservação dos alimentos. Fique de olho nestes pontos:

  • Higiene inadequada: não lavar bem as mãos antes de preparar ou consumir alimentos.
  • Armazenamento errado: deixar alimentos perecíveis (como carnes, laticínios ou maionese) fora da refrigeração por tempo demais, especialmente em dias quentes.
  • Cozimento insuficiente: consumir carnes, ovos ou outros alimentos crus ou mal cozidos, que podem não ter eliminado os microrganismos.
  • Contaminação cruzada: usar a mesma faca ou tábua de corte para alimentos crus e cozidos, sem a devida higienização.

Sintomas mais comuns

Os sintomas geralmente surgem entre algumas horas até poucos dias após o consumo do alimento contaminado e variam conforme o agente causador, mas os mais frequentes incluem:

  • Náuseas e vômitos
  • Diarreia (às vezes com sangue)
  • Dor abdominal e cólicas
  • Febre
  • Mal-estar geral
  • Desidratação (em casos mais graves)

ATENÇÃO: O maior risco da intoxicação alimentar é a desidratação causada pela diarreia e vômitos. Fique atento a sintomas como boca seca, sede excessiva, urina escura ou diminuição da frequência de urinar.

Tratamento da intoxicação alimentar

Na maioria dos casos, o tratamento é feito em casa, com medidas simples para aliviar os sintomas e evitar complicações:

  • Muita hidratação: beba bastante líquido, como água filtrada, soro caseiro ou isotônicos. Isso é importante para repor o que foi perdido.
  • Repouso: descanse para que o corpo se recupere.
  • Dieta leve: consuma alimentos leves, cozidos e com pouca gordura (arroz branco, batata, banana, maçã, torradas). Evite frituras, refrigerantes, café e alimentos gordurosos.

Como prevenir?

A prevenção é a melhor forma de evitar complicações. Algumas medidas eficazes incluem:

  • Lavar bem as mãos antes de manipular alimentos;
  • Higienizar frutas, verduras e utensílios;
  • Cozinhar bem carnes, ovos e frutos do mar;
  • Armazenar alimentos em temperaturas adequadas;
  • Evitar o consumo de produtos vencidos ou com aparência/sabor alterados;
  • Evite consumir alimentos em locais com condições de higiene duvidosas;

Quando procurar um médico? 

Apesar de ser um quadro que se resolve sozinho na maioria das vezes, você deve procurar ajuda médica se apresentar:

  • Diarreia persistente por mais de 3 dias;
  • Sinais de desidratação (boca seca, tontura, urina escura);
  • Febre alta (acima de 38,5 °C);
  • Presença de sangue nas fezes ou vômitos;

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TDAH em crianças e adultos

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma condição neurológica crônica que afeta o desenvolvimento e funcionamento do cérebro, especialmente nas áreas responsáveis pela atenção, controle de impulsos e regulação do comportamento. Estima-se que acometa cerca de 5% das crianças e até 4% dos adultos no mundo.

É fundamental compreender que o TDAH não está relacionado à “falta de educação” ou “preguiça”. Trata-se de uma condição real que exige empatia e tratamento adequado.

Como o TDAH se manifesta em crianças?

O TDAH costuma ser identificado ainda na infância, geralmente entre os 6 e 12 anos. Os principais sinais incluem:

  • Dificuldade em manter a atenção em tarefas ou brincadeiras;
  • Agitação constante, mesmo em ambientes que exigem silêncio;
  • Impulsividade, como interromper conversas ou agir sem pensar;
  • Dificuldades escolares e problemas de relacionamento com colegas;

Se você notar esses sinais em excesso, buscar a orientação de um neuropediatra ou psiquiatra infantil é o primeiro passo para garantir o desenvolvimento saudável da criança.

Como o TDAH se manifesta em adultos?

Embora o TDAH seja mais conhecido na infância, ele pode acompanhar o indivíduo ao longo da vida. Em adultos, os sintomas costumam se apresentar de forma diferente:

  • Dificuldade em organizar tarefas e cumprir prazos;
  • Esquecimentos frequentes e distração fácil;
  • Impulsividade em decisões pessoais ou profissionais;
  • Sensação constante de inquietação ou ansiedade;

A busca por um diagnóstico de TDAH em adultos e o acompanhamento de um psiquiatra ou psicólogo é fundamental para melhorar a qualidade de vida.

 Diagnóstico do TDAH

O diagnóstico do TDAH é clínico e deve ser feito por um profissional de saúde qualificado (neurologista, psiquiatra ou psicólogo com experiência no transtorno). Ele não depende de um único exame de laboratório, mas sim de uma avaliação detalhada do histórico do paciente e de seus sintomas em diferentes ambientes (casa, escola, trabalho…).

Tratamento e acompanhamento

O tratamento é individualizado e pode incluir:

  • Terapia medicamentosa, quando indicada por um médico;
  • Psicoterapia e orientação familiar, para desenvolver estratégias de autocontrole e organização;
  • Apoio escolar ou profissional, com adaptações que facilitem o aprendizado e o desempenho.

O acompanhamento contínuo é essencial para avaliar os resultados e ajustar o tratamento conforme as necessidades de cada pessoa.

Estratégias e dicas para lidar no dia a dia

Tanto crianças quanto adultos com TDAH podem se beneficiar de estratégias práticas, como:

  • Estabelecer rotinas claras e previsíveis;
  • Usar listas de tarefas e lembretes visuais;
  • Dividir grandes tarefas em etapas menores;
  • Criar ambientes com menos distrações;
  • Praticar atividades físicas regularmente;.

Seja gentil consigo mesmo ou com seu filho. Busque ajuda e comece a viver com mais tranquilidade e foco.

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AVC: Entenda os sintomas e causas

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorre quando há uma interrupção no fluxo sanguíneo para o cérebro, provocando a morte de células cerebrais por falta de oxigênio. Essa condição pode causar sequelas graves e até levar à morte, sendo considerada uma emergência médica.

Quais são os principais tipos de AVC?

  • AVC Isquêmico: ocorre quando o fluxo sanguíneo para o cérebro é bloqueado por um coágulo. Esse bloqueio impede que o oxigênio e os nutrientes cheguem às células cerebrais, levando à sua morte. É o tipo mais comum, representando cerca de 85% dos casos.
  • AVC Hemorrágico: acontece quando um vaso sanguíneo no cérebro se rompe, provocando sangramento no tecido cerebral ou entre o cérebro e as meninges (membranas que o envolvem).  Mais grave e menos frequente. 

Sintomas comuns

Os sintomas aparecem de forma súbita. É importante agir rápido se houver:

  • Dor de cabeça intensa e repentina, sem causa aparente;
  • Fraqueza ou dormência em um lado do corpo (rosto, braço ou perna);
  • Dificuldade para falar ou compreender o que os outros dizem;
  • Alterações na visão (visão dupla ou perda súbita da visão);
  • Tontura, perda de equilíbrio ou coordenação;

Método FAST

O método FAST é uma forma prática e rápida de reconhecer os sinais de AVC:

  • F – Face (Rosto): peça para a pessoa sorrir. Um lado do rosto está caído?
  • A – Arms (Braços): peça para levantar os braços. Um deles cai ou não se move?
  • S – Speech (Fala): peça para repetir uma frase simples. A fala está arrastada ou confusa?
  • T – Time (Tempo): se notar qualquer um desses sinais, ligue imediatamente para o serviço de emergência. 

Principais causas e fatores de risco

Embora o AVC possa acontecer com qualquer pessoa, alguns fatores aumentam bastante o risco. A boa notícia é que muitos deles podem ser controlados:

  • Pressão Alta (Hipertensão);
  • Diabetes;
  • Colesterol Alto;
  • Tabagismo;
  • Sedentarismo e obesidade;
  • Histórico Familiar;

O que fazer em caso de suspeita de AVC

Se você suspeitar que alguém está tendo um AVC:

  1. Mantenha a calma e ligue imediatamente para o serviço de emergência.
  2. Não ofereça alimentos, bebidas ou medicamentos.
  3. Mantenha a pessoa deitada com a cabeça levemente elevada.
  4. Observe e anote os sintomas e o horário em que começaram.

Como prevenir um AVC?

A prevenção é o melhor tratamento! Mudar alguns hábitos é essencial:

  • Mantenha a pressão arterial sob controle
  • Pratique atividades físicas regularmente
  • Tenha uma alimentação equilibrada
  • Evite fumar e limite o consumo de álcool
  • Faça exames de rotina e consultas médicas regulares

Tratamentos e recuperação

Após o socorro de emergência, o tratamento varia conforme o tipo de AVC. O foco inicial é dissolver o coágulo (no isquêmico) ou controlar o sangramento (no hemorrágico).

Em seguida, começa a fase de reabilitação. Fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional são essenciais para recuperar movimentos, fala e autonomia. É um processo longo, mas com dedicação, a recuperação é totalmente possível.

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O que causa o vômito? Entenda as principais razões e quando se preocupar

O vômito é um sintoma comum que pode ter diversas causas, desde uma simples indisposição alimentar até sinais de alerta para problemas de saúde mais sérios.

Ele é uma reação natural do organismo que acontece quando algo irrita o estômago ou o sistema digestivo. Nesses casos, os músculos do abdômen e do estômago se contraem de forma involuntária, forçando a saída do conteúdo estomacal pela boca como forma de defesa do corpo.

Causas mais comuns

Na maioria das vezes, o vômito é um evento isolado e passageiro, causado por motivos simples. As razões mais comuns incluem:

  • Excesso de álcool ou medicação: a irritação gástrica causada por essas substâncias pode levar ao vômito.
  • Infecções: as famosas gastroenterites ou viroses, que são inflamações do estômago e intestino, frequentemente causadas por vírus (como o Rotavírus e Norovírus) ou bactérias.
  • Intoxicação alimentar: ocorre ao ingerir alimentos contaminados. O corpo tenta rapidamente expulsar a toxina.
  • Enxaqueca: em algumas pessoas, a dor de cabeça intensa pode disparar o centro do vômito.
  • Gravidez: o famoso enjoo matinal, comum no primeiro trimestre.
  • Enjoo de movimento: conhecido como cinetose, acontece em viagens de carro, navio ou avião.

Quando o vômito merece atenção médica

Nem sempre o vômito é sinal de algo grave, mas é importante observar a frequência e os sintomas associados. Procure atendimento médico se o vômito for persistente, vier acompanhado de febre alta, dor abdominal intensa, sangue, sinais de desidratação (como boca seca e fraqueza) ou se ocorrer em crianças pequenas e idosos.

Cuidados imediatos e alívio dos sintomas

Enquanto você agenda a consulta, a prioridade é manter o corpo bem hidratado. Aqui estão algumas dicas simples:

  • Dieta leve: quando o vômito cessar, reintroduza alimentos leves, como biscoitos de água e sal, torradas e caldos.
  • Repouso digestivo: não coma nada nas primeiras horas.
  • Reidratação lenta: tome pequenos goles de água, água de coco ou soro de reidratação oral. Beba devagar, pois beber rápido demais pode provocar mais vômito.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico do que causa o vômito é feito pelo médico clínico geral ou gastroenterologista, geralmente a partir da sua descrição dos sintomas e, se necessário, com auxílio de exames. O tratamento tem foco na causa: medicamentos para controlar a náusea, antibióticos para infecções bacterianas, ou mudança na dieta.

Como prevenir o vômito?

Prevenir o vômito é importante, pois ele pode causar desidratação, perda de nutrientes e enfraquecimento do corpo, principalmente em crianças e idosos. Além disso, cuidar para que o sistema digestivo funcione bem ajuda a evitar desconfortos e a identificar mais cedo quando algo não está certo com a saúde.

Alguns hábitos simples fazem toda a diferença:

  • Mantenha uma alimentação equilibrada, evitando exageros e alimentos muito gordurosos.
  • Prefira refeições leves, principalmente em dias quentes.
  • Beba bastante água ao longo do dia para manter o corpo hidratado.
  • Lave bem as mãos e os alimentos antes das refeições.
  • Evite o consumo excessivo de álcool.
  • Pratique atividades que reduzam o estresse e a ansiedade, pois o bem-estar emocional influencia diretamente o sistema digestivo.

Com essas medidas, é possível diminuir significativamente o risco de mal-estar e cuidar melhor do equilíbrio do corpo.

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5 cuidados simples para prevenir a garganta inflamada

A “garganta inflamada” é um termo geral que descreve a irritação ou inchaço dos tecidos da faringe (faringite), da laringe (laringite) ou das amígdalas (amigdalite). Esse processo inflamatório é a resposta do sistema imunológico a agentes agressores.

Principais causas

Diversos fatores podem desencadear a inflamação da garganta. Os mais comuns incluem:

  • Infecções virais: são a causa mais comum, geralmente associadas a resfriados, gripes e COVID-19.
  • Infecções bacterianas: embora menos frequentes, exigem atenção médica, como é o caso da faringite estreptocócica.
  • Irritantes ambientais: fumaça de cigarro, poluição, poeira e ar muito seco podem ressecar e irritar a mucosa da garganta.
  • Alergias: reações alérgicas a pólen, ácaros ou pelos de animais podem levar à inflamação.

01. Beba bastante água para manter a mucosa da garganta lubrificada e evitar irritações

Beber bastante água é uma das formas mais simples e eficazes de proteger a garganta. A hidratação mantém a mucosa úmida e lubrificada, funcionando como uma barreira contra vírus, bactérias e partículas irritantes. Quando essa camada protetora está seca, a garganta fica mais vulnerável e propensa à dor e ao desconforto.

2. Evite mudanças bruscas de temperatura

SO chamado “choque térmico”, quando o corpo é exposto rapidamente a temperaturas muito diferentes, pode irritar a garganta e favorecer infecções. Isso acontece, por exemplo, ao sair de um ambiente quente para um local com ar-condicionado muito frio. Para evitar esse impacto, tente manter a temperatura dos ambientes equilibrada e proteja-se com roupas adequadas.

3. Cuide da higiene bucal e das mãos

A maioria dos microrganismos entra no corpo pelas mãos, nariz ou boca. Por isso, manter bons hábitos de higiene é fundamental:

  • Lave as mãos com frequência, especialmente antes de comer, após usar o banheiro ou ao chegar em casa.
  • Higiene bucal: escove os dentes, use fio dental e faça gargarejos com água morna e sal para reduzir a carga microbiana na boca e na garganta.

4. Evite fumar e locais com fumaça

A fumaça do cigarro (ativa ou passiva) é altamente irritante para a mucosa da garganta. Ela resseca os tecidos, diminui a imunidade local e facilita a entrada de agentes infecciosos. Evitar ambientes com fumaça e abandonar o hábito de fumar são atitudes importantes para preservar a saúde respiratória.

5. Fortaleça sua imunidade

Um sistema imunológico forte é a melhor defesa contra infecções. Invista em uma alimentação rica em frutas, verduras, proteínas e vitaminas. Dormir bem, praticar exercícios físicos e controlar o estresse também ajudam o corpo a se proteger de forma mais eficiente

Quando procurar um médico

Se a dor de garganta for intensa, persistente por mais de cinco dias, acompanhada de febre alta, dificuldade para engolir ou manchas/brancas ou pus nas amígdalas, é importante buscar avaliação médica. Isso garante o diagnóstico correto e o tratamento adequado.

Na DonSaúde, você encontra médicos com preço justo e o atendimento rápido que você precisa. Agende sua consulta com um Clínico Geral ou Otorrinolaringologista sem complicação e sem espera.

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Anemia falciforme: causas e sintomas

A anemia falciforme é uma doença genética e hereditária, transmitida dos pais para os filhos. Ela ocorre devido a uma mutação no gene responsável pela produção da proteína que transporta oxigênio pelo corpo (hemoglobina).

Como resultado, os glóbulos vermelhos (hemácias), que normalmente são redondos e flexíveis, assumem a forma de “meia-lua” ou “foice” em situações de baixa oxigenação. Essas células deformadas tornam-se rígidas e grudadas, dificultando a circulação pelos vasos sanguíneos menores e provocando os principais sintomas da doença.

Por ser uma condição recessiva, a criança precisa herdar a mutação de ambos os pais para desenvolver a forma completa da anemia falciforme.

Tipos da doença

  • HbSS (doença falciforme completa): forma mais grave, com sintomas intensos e crises frequentes.
  • HbSC: variante mais leve, mas que ainda pode causar complicações.
  • HbS beta-talassemia: combinação da hemoglobina S com o gene da beta-talassemia; a gravidade varia conforme a mutação envolvida.

Principais sintomas

Os sintomas costumam surgir nos primeiros anos de vida e incluem:

  • Anemia crônica: menor vida útil das hemácias, causando palidez, cansaço e falta de ar.
  • Crises de dor: bloqueio da circulação, especialmente nos ossos e articulações.
  • Inchaço nas mãos e pés: mais comum em crianças pequenas.
  • Icterícia: olhos e pele amarelados, devido à destruição das hemácias.
  • Infecções recorrentes: o baço pode ser danificado, reduzindo a defesa do corpo.

Complicações

Sem tratamento, a doença pode levar a problemas graves, como:

  • Acidente vascular cerebral (AVC)
  • Síndrome torácica aguda (complicação pulmonar)

Danos a órgãos como rins e baço

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é simples e fundamental:

  • Teste do Pezinho: o diagnóstico costuma ser feito logo nos primeiros dias de vida, através do Teste do Pezinho, obrigatório no Brasil.
  • Eletroforese de Hemoglobina: é o exame que confirma o diagnóstico e o tipo específico da doença.

O tratamento da anemia falciforme é focado no alívio dos sintomas, na prevenção das crises e na redução das complicações. Inclui:

  • Uso de medicamentos (como Hidroxiureia, que ajuda a prevenir as crises).
  • Suplementação de ácido fólico.
  • Vacinação em dia para prevenir infecções.
  • Transfusões de sangue, quando necessário.

O acompanhamento com um médico hematologista é indispensável para garantir a qualidade de vida do paciente.

Prevenção e aconselhamento genético

Não há prevenção da doença em si, mas o aconselhamento genético ajuda casais com histórico familiar ou traço falciforme a entender os riscos e planejar a gestação.

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Você sabe para que serve o ultrassom endovaginal?

O ultrassom endovaginal é um exame de imagem que permite visualizar com precisão os órgãos reprodutivos femininos, como útero, ovários, endométrio e colo do útero. Ele é realizado com uma pequena sonda introduzida de forma delicada na vagina, o que possibilita captar imagens em tempo real e com muito mais detalhe do que o ultrassom abdominal.

Esse exame é utilizado para avaliar a saúde ginecológica da paciente, investigar alterações e acompanhar situações que envolvem o sistema reprodutivo feminino. Por ser um método seguro e rápido, é indicado em consultas de rotina e em casos que exigem maior precisão na análise dos órgãos internos.

Quando o exame é indicado?

  • Diagnóstico e acompanhamento da gravidez precoce (principalmente nas primeiras semanas).
  • Investigação de dores pélvicas sem causa aparente.
  • Análise de sangramentos uterinos anormais ou fora do período menstrual.
  • Identificação de cistos ovarianos, miomas uterinos, pólipos e outras massas.
  • Rastreamento e acompanhamento de doenças como Endometriose (em alguns casos, é necessário preparo intestinal específico).
  • Avaliação de infertilidade e acompanhamento de ovulação.
  • Verificação da posição correta do DIU (Dispositivo Intrauterino).

Como é o procedimento

A paciente é posicionada confortavelmente em uma maca, geralmente em posição ginecológica. A sonda, protegida por um preservativo e lubrificada, é inserida com cuidado na vagina. O exame é rápido, indolor para a maioria das mulheres e realizado em ambiente reservado, com respeito e privacidade.

Preparação e cuidados

Preparo para o exame: Na maioria dos casos, o ultrassom endovaginal não exige um preparo complexo. O mais comum é que a paciente seja orientada a esvaziar a bexiga antes do procedimento para melhorar a visualização dos órgãos pélvicos. 

No entanto, se o foco for o rastreamento de endometriose, o médico pode pedir um preparo intestinal especial, que envolve dieta e uso de laxantes no dia anterior. Sempre siga a orientação da clínica!

Cuidados após o exame: Não há cuidados específicos. Você pode retomar suas atividades normais imediatamente.

Um exame essencial para a prevenção

Mais do que um exame diagnóstico, o ultrassom endovaginal é uma importante ferramenta de prevenção. Ele permite identificar alterações ainda em estágio inicial, contribuindo para o tratamento precoce e para a saúde integral da mulher.

Na DonSaúde, você encontra clínicas parceiras de qualidade para agendar suas consultas e exames ginecológicos com eficácia e segurança. 

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Quer correr uma maratona? Um desafio que vai além das redes sociais

Você já viu aquela foto nas redes sociais de alguém cruzando a linha de chegada da maratona, medalha no peito e sorriso de vitória? É inspirador. Mas correr uma maratona vai muito além de uma imagem bonita.

Não é uma corrida de fim de semana nem uma decisão de última hora. São 42 km que exigem preparo físico, força mental e muita disciplina. É preciso entender a diferença entre correr por hobby, por saúde ou se comprometer com um treinamento sério.

A maratona é um desafio que transforma. E quem cruza a linha de chegada sabe: o verdadeiro prêmio não é a medalha, é tudo o que foi conquistado até chegar lá.

A diferença entre correr e correr uma maratona

Correr para manter a saúde, perder peso ou apenas como um hobby já é um passo e tanto. Essas corridas mais curtas trazem benefícios incríveis para o coração, pulmões e bem-estar geral. Mas correr uma maratona é outra história. Uma maratona tem exatos 42,195 km, uma distância que exige um esforço físico e mental gigantesco. É uma prova de resistência, e não algo que você decide fazer de uma hora para outra.

O que é preciso para chegar lá

Preparar-se para uma maratona é uma jornada que dura meses e envolve bem mais que apenas treinar as pernas. Você precisa de um plano de treino rigoroso, disciplina e uma série de cuidados. A preparação não é só física, mas também mental. Você vai precisar aprender a lidar com a fadiga, a dor e a vontade de desistir.

  • Preparação física: o treino é gradual e progressivo, com treinos de velocidade, longas distâncias e dias de descanso.
  • Preparação alimentar: a nutrição correta é crucial para fornecer a energia necessária e ajudar na recuperação muscular.
  • Preparação mental: manter a motivação e a resiliência é fundamental para enfrentar o desafio.
  • Equipamento adequado: tênis e roupas específicas para corrida evitam lesões e desconforto.

A importância dos cuidados médicos

Antes de começar a sonhar com a linha de chegada, o primeiro passo é a avaliação médica. Uma decisão tão séria não pode ser levada na brincadeira. Consultar um clínico geral ou um cardiologista é essencial para garantir que seu corpo está pronto para suportar o treinamento intenso. A falta de cuidados pode levar a lesões graves ou, em casos mais raros, a problemas cardíacos. Um médico te ajudará a entender seus limites e a se preparar com segurança.

Comece aos poucos e mantenha o foco

A preparação para uma maratona é gradual. Não se compare com o tempo dos outros corredores. Cada pessoa tem seu ritmo, e o mais importante é manter consistência e disciplina. Comece com distâncias menores, aumente gradualmente e não desista dos seus objetivos. A recompensa está no esforço bem planejado e na superação pessoal.

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Bicho Geográfico: saiba como identificar e evitar a infecção

O bicho geográfico é uma infecção de pele causada por larvas de parasitas, principalmente do tipo Ancylostoma, que vivem no intestino de cães e gatos. Quando entram em contato com a pele humana, essas larvas se movimentam sob a superfície, formando marcas avermelhadas e sinuosas que lembram trilhas de um mapa.

Apesar de não ser grave, a condição provoca coceira intensa e pode causar bastante desconforto. É mais comum em crianças, mas pode atingir pessoas de todas as idades. O tratamento é simples, mas é importante buscar orientação médica para aliviar os sintomas e evitar complicações.

Como ocorre a infecção?

A infecção acontece quando a pele entra em contato com solo ou areia contaminados com fezes de animais infectados. É muito comum em playgrounds, jardins, praias e qualquer lugar onde cães e gatos possam ter acesso. As larvas penetram na pele e começam a se mover, causando irritação.

Sintomas mais comuns

Entre os principais sinais da infecção estão:

  • Linhas vermelhas e sinuosas na pele, com aparência de trilhas ou mapas;
  • Coceira intensa e desconforto local;
  • Ardor ou irritação, que podem piorar com a coceira;
  • Em casos raros, infecções secundárias causadas por lesões provocadas ao coçar.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico do bicho geográfico é feito por um médico, geralmente um clínico geral ou dermatologista. A avaliação é baseada na aparência das lesões e no histórico de contato com areia ou solo possivelmente contaminados. Em alguns casos, o profissional pode solicitar exames adicionais para confirmar a presença das larvas.

O tratamento costuma ser simples e rápido. São utilizados medicamentos antiparasitários, que podem ser aplicados diretamente na pele em forma de cremes ou administrados por via oral, dependendo da gravidade da infecção. Esses medicamentos eliminam as larvas e aliviam os sintomas, fazendo com que as lesões e a coceira desapareçam em poucos dias. 

Prevenção

Algumas medidas simples ajudam a prevenir a infecção pelo bicho geográfico:

  • Evitar andar descalço em locais públicos ou suspeitos de contaminação;
  • Manter animais domésticos vacinados e desparasitados regularmente;
  • Higienizar áreas frequentadas por cães e gatos;
  • Ensinar crianças a não brincar com areia ou solo potencialmente contaminado sem proteção.

Lembre-se: cuidar da sua saúde é a melhor forma de se proteger. Se você suspeita de bicho geográfico, agende sua consulta com um especialista. Na DonSaúde, você encontra consulta particular com preço acessível e qualidade.

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Sua tosse não passa? Veja as principais causas e o que fazer

A tosse é uma reação natural do corpo que ajuda a proteger o sistema respiratório. Sempre que algo irrita a garganta ou os pulmões, como poeira, fumaça, vírus ou bactérias, o organismo responde tentando eliminar essas partículas. Esse reflexo é importante para manter as vias respiratórias limpas e saudáveis. Na maioria das vezes, a tosse dura pouco tempo e desaparece sozinha. 

Quando a tosse vira um problema

Uma tosse ocasional não é motivo de preocupação. O problema começa quando ela se torna persistente, durando mais de três semanas. Uma tosse que não passa pode indicar que algo mais sério está acontecendo. Ela pode ser seca ou produtiva (com catarro), cada tipo indicando uma possível causa diferente.

Tipos de tosse

  • Tosse seca: geralmente irritativa, sem produção de muco. Pode indicar alergias, asma ou irritação da garganta.
  • Tosse com catarro (úmida): acompanhada de muco ou secreção. É mais comum em infecções respiratórias como bronquite ou pneumonia.
  • Tosse noturna ou associada a outros sintomas: pode indicar refluxo gastroesofágico ou problemas cardíacos.

Causas comuns da tosse persistente

  • Alergias e irritantes: exposição a fumaça de cigarro, poeira, mofo ou produtos químicos pode irritar as vias aéreas e causar tosse.
  • Refluxo gastroesofágico (DRGE): o ácido do estômago pode subir para o esôfago e irritar a garganta, causando tosse crônica.
  • Asma: a tosse, especialmente à noite ou com exercícios, pode ser um sintoma de asma.
  • Sinusite crônica: o gotejamento pós-nasal, quando o muco escorre da parte de trás do nariz para a garganta, é uma causa comum de tosse.
  • Infecções respiratórias: tosse que persiste após uma gripe ou resfriado pode ser um sinal de que o vírus ainda está ativo.
  • Medicações: certos remédios para pressão alta podem causar tosse como efeito colateral.
  • Problemas mais sérios: embora menos comuns, a tosse que não passa pode ser um sinal de doenças mais graves, como pneumonia, bronquite crônica ou, em casos raros, câncer de pulmão.

Sinais para buscar ajuda médica

É essencial procurar um médico se a sua tosse vier acompanhada de outros sintomas. Fique atento aos seguintes sinais:

  • Falta de ar ou dificuldade para respirar
  • Febre alta e persistente
  • Perda de peso sem motivo aparente
  • Tosse com sangue
  • Dor no peito
  • Cansaço extremo

**Apenas um profissional de saúde pode fazer o diagnóstico correto. 

Diagnóstico e tratamento

O médico fará um exame físico e perguntará sobre o seu histórico de saúde. Ele pode solicitar exames, como raio-x do tórax, espirometria (para medir a capacidade pulmonar) ou testes de alergia. O tratamento varia bastante e dependerá da causa da tosse. Pode envolver o uso de medicamentos, mudanças no estilo de vida ou, em alguns casos, tratamentos específicos para a condição diagnosticada.

Como prevenir

Muitas vezes é possível evitar a tosse persistente com medidas simples:

  • Beba bastante água para manter as vias respiratórias hidratadas.
  • Evite irritantes como fumaça de cigarro.
  • Mantenha a casa limpa e livre de poeira e mofo.
  • Tome as vacinas contra a gripe e pneumonia para prevenir infecções.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.