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O que a febre pode indicar? Em adultos e crianças

A febre é um aumento da temperatura corporal acima do normal e é um dos sinais mais comuns de que algo não está indo bem no organismo. Apesar de muitas vezes causar preocupação, é importante entender que a febre não é uma doença, mas sim um sintoma de que o corpo está reagindo a algum processo, geralmente uma infecção ou inflamação.

Entendendo a temperatura do corpo

A temperatura corporal normal fica entre 36°C e 37,5°C. Acima desse valor, já é considerada febre. Veja como ela se classifica:

  • Febre baixa: de 37,6°C a 38°C
  • Febre moderada: de 38,1°C a 39°C
  • Febre alta: acima de 39°C, atenção redobrada.

Essas faixas valem para crianças e adultos, mas em bebês menores de 3 meses, qualquer elevação da temperatura deve ser avaliada por um médico.
Além disso, se a febre durar mais de 3 dias ou vier acompanhada de outros sintomas intensos, é hora de procurar ajuda profissional.

Causas mais comuns da febre

A febre pode surgir por diferentes motivos, entre os mais comuns estão:

  • Infecções virais: gripe, resfriado, dengue ou COVID-19.
  • Infecções bacterianas: pneumonia, infecção urinária ou amigdalite.
  • Inflamações e doenças autoimunes: artrite ou doenças inflamatórias intestinais.
  • Reações a medicamentos ou vacinas: febre transitória após vacinação ou uso de certos remédios.
  • Outras causas: exposição prolongada ao sol, desidratação ou, em casos mais graves, infecções severas ou doenças crônicas.

Diferenças entre adultos e crianças

A febre se manifesta de forma diferente em crianças e adultos:

  • Crianças: podem apresentar febre mais alta e com maior frequência. É importante observar sinais como irritabilidade, choro persistente ou recusa alimentar.
    Adultos: a febre geralmente indica alguma infecção ou inflamação. Febres muito altas ou prolongadas devem sempre ser avaliadas por um médico.

*A conjuntivite alérgica, por outro lado, não é transmissível.

Cuidados gerais durante a febre

Enquanto a febre estiver presente, algumas medidas ajudam a aliviar o desconforto:

  • Hidratação: beber bastante água para evitar desidratação.
  • Descanso: permitir que o corpo recupere energia.
  • Controle da temperatura: uso de antitérmicos conforme orientação médica.

Observar outros sintomas que possam indicar a causa da febre.

Cuidados gerais e quando procurar ajuda médica

Para a maioria dos casos de febre, alguns cuidados em casa já ajudam a dar mais conforto. Hidrate-se bem, use roupas leves e descanse. Você pode usar compressas mornas e, se for necessário, medicamentos para baixar a febre, mas sempre com orientação de um profissional.

No entanto, se a febre persistir, os sintomas se agravarem e precisar de uma consulta com um especialista, saiba que na DonSaúde você encontra atendimento particular, com preço acessível.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Olhos vermelhos e coceira? Pode ser conjuntivite

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, a membrana transparente que reveste a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras. Ela pode ser causada por vírus, bactérias, alergias ou irritações externas.

Os sintomas mais comuns incluem vermelhidão, coceira, lacrimejamento e, em alguns casos, secreção. Embora geralmente não cause danos permanentes à visão, é importante buscar tratamento adequado para evitar complicações e reduzir o risco de contágio, já que alguns tipos são altamente transmissíveis.

Quais são os tipos de conjuntivite?

Existem três tipos principais, e cada um tem uma causa diferente:

  • Conjuntivite viral: é a forma mais comum e contagiosa, causada por vírus como o adenovírus. Costuma aparecer junto com gripes e resfriados.
  • Conjuntivite bacteriana: provocada por bactérias, apresenta secreção amarelada ou esverdeada que pode grudar nas pálpebras, especialmente ao acordar.
  • Conjuntivite alérgica: não é contagiosa e surge como reação a substâncias como pólen, poeira, pelos de animais ou mofo. Costuma causar coceira intensa e inchaço nos olhos.

Principais sintomas

Independentemente do tipo, os sintomas mais comuns são:

  • Olhos vermelhos e inchados;
  • Sensação de areia nos olhos;
  • Coceira ou ardência;
  • Lacrimejamento excessivo;
  • Secreção que gruda nas pálpebras (mais comum nas conjuntivites viral e bacteriana);

Como a conjuntivite é transmitida?

As conjuntivites viral e bacteriana são contagiosas e podem se espalhar facilmente pelo contato direto.

A transmissão pode acontecer ao:

  • Tocar os olhos após encostar em superfícies ou objetos contaminados;
  • Compartilhar toalhas, lençóis, maquiagem ou óculos;
  • Ter contato com secreções de pessoas infectadas.

*A conjuntivite alérgica, por outro lado, não é transmissível.

Tratamento e prevenção

O tratamento depende do tipo de conjuntivite. Para as virais, o tratamento é focado em aliviar os sintomas com compressas frias e colírios lubrificantes. Nas bacterianas, o médico pode prescrever um colírio antibiótico. Já nas alérgicas, o uso de colírios antialérgicos e evitar o contato com o que causa a alergia são as melhores saídas.

A prevenção é a melhor forma de se proteger. Lave as mãos com frequência e evite tocar os olhos. Além disso, não compartilhe objetos pessoais como toalhas e fronhas.

Quando procurar um médico?

A maioria dos casos de conjuntivite se resolve em poucos dias, mas quando não tratada corretamente, ou em casos mais graves, pode levar a complicações sérias, como inflamação da córnea.

Procure um médico com urgência se você notar:

  • Dor intensa nos olhos.
  • Perda ou embaçamento da visão.
  • Sintomas que pioram em vez de melhorar.
  • Casos em bebês, idosos ou pessoas com baixa imunidade.

Se os sintomas não passarem, agende sua consulta com um oftalmologista para um diagnóstico preciso. Afinal, cuidar da sua saúde ocular é essencial. A DonSaúde pode te ajudar a encontrar um profissional parceiro, com preços acessíveis.

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Gastrite crônica: principais sinais e cuidados

A gastrite crônica é uma inflamação prolongada da mucosa do estômago, que se desenvolve de forma lenta e progressiva. Ao contrário da gastrite aguda, que surge de repente, a forma crônica pode durar meses ou até anos, exigindo acompanhamento médico regular.

Essa condição acontece quando a camada protetora do estômago é comprometida, permitindo que o ácido gástrico irrite as paredes do órgão. Com o tempo, essa inflamação constante pode causar desconfortos digestivos frequentes e, em casos mais graves, evoluir para complicações como úlceras ou sangramentos.

Diferentes tipos e causas

A gastrite crônica pode ter diferentes origens, e é classificada em três tipos principais:

  • Tipo A (autoimune): ocorre quando o sistema imunológico ataca as células do estômago.
  • Tipo B (bacteriana): causada pela bactéria Helicobacter pylori, responsável pela maioria dos casos.
  • Tipo C (química): relacionada ao uso prolongado de medicamentos como anti-inflamatórios, ao consumo excessivo de álcool ou ao refluxo biliar.

Além disso, fatores como má alimentação, tabagismo e estresse contínuo também podem contribuir para o desenvolvimento da doença.

Principais sinais e sintomas

Os sinais da gastrite crônica podem variar, mas os mais frequentes incluem:

  • Dor ou queimação na parte superior do abdômen;
  • Sensação de estômago cheio mesmo após pequenas refeições;
  • Náuseas e, às vezes, vômitos;
  • Azia frequente e desconforto após comer;
  • Perda de apetite e, em alguns casos, perda de peso;
  • Cansaço excessivo (que pode indicar anemia causada por sangramentos leves e contínuos);

Fatores de risco

Alguns hábitos do dia a dia podem favorecer o desenvolvimento da gastrite crônica, como:

  • Uso contínuo de medicamentos anti-inflamatórios ou analgésicos;
  • Alimentação rica em alimentos gordurosos, frituras e ultraprocessados;
  • Consumo frequente de álcool e cafeína;
  • Estresse constante e sono irregular;
  • Idade avançada ou histórico familiar da doença;

Tratamento e cuidados essenciais

O tratamento depende da causa. Se houver infecção por H. pylori, o médico pode indicar antibióticos. Em outros casos, o foco será tratar a origem do problema e aliviar os sintomas.

Mudanças na rotina também fazem diferença:

  • Estilo de vida saudável: reduzir o estresse, parar de fumar e dormir bem são passos importantes.
  • Alimentação equilibrada: evite alimentos que irritam o estômago, como comidas muito apimentadas, frituras, refrigerantes e café em excesso.

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Como identificar e tratar a síndrome mão-pé-boca

A síndrome mão-pé-boca é uma doença viral comum e contagiosa, especialmente entre crianças pequenas. Ela é causada principalmente pelo vírus Coxsackie, que pode provocar aftas na boca. O nome da doença vem do fato de que as lesões aparecem nas mãos, pés e boca. Geralmente, é uma infecção leve e autolimitada, ou seja, o corpo se recupera sozinho em alguns dias. 

Como a doença se espalha?

A transmissão é muito fácil e acontece de pessoa para pessoa. Ambientes fechados e com aglomeração, como creches e escolas, são os locais de maior risco. O contágio pode ocorrer por:

  • Tosse, espirros ou saliva de pessoas infectadas;
  • Contato direto com as bolhas que se rompem;
  • Fezes de uma pessoa infectada (o vírus pode ser transmitido assim por semanas, mesmo após a cura);
  • Objetos ou alimentos contaminados;

Principais sintomas

Os sintomas costumam aparecer de 3 a 7 dias após o contágio. Os sinais mais comuns são:

  • Febre, que geralmente é o primeiro sintoma;
  • Mal-estar, falta de apetite e dor de cabeça;
  • Aparecimento de manchas, bolhas ou feridas na boca, nas palmas das mãos e nas solas dos pés. As lesões também podem surgir em outras áreas, como o bumbum;
  • Dificuldade para engolir, já que as feridas na boca podem ser dolorosas;

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico geralmente é clínico, ou seja, o médico identifica a doença pela observação dos sintomas e das lesões. Em alguns casos, podem ser solicitados exames de fezes ou sangue para confirmar o tipo de vírus.

Como é o tratamento?

Não existe um tratamento específico para a doença, mas é possível aliviar os sintomas com:

  • Manter hidratação adequada, oferecendo líquidos em pequenas quantidades.
  • Alimentação leve e fria, evitando alimentos ácidos ou muito quentes.
  • Analgésicos ou antitérmicos podem ser usados conforme orientação médica.
  • Repouso e cuidados com a higiene das mãos e objetos compartilhados.

Como posso prevenir o contágio?

A prevenção é baseada em medidas simples de higiene:

  • Lavar as mãos com frequência, especialmente após trocar fraldas ou limpar secreções.
  • Desinfectar brinquedos, utensílios e superfícies tocadas por várias pessoas.
  • Evitar contato próximo com pessoas infectadas até que os sintomas desapareçam.

Quando buscar um médico

A maioria dos casos da Síndrome Mão-Pé-Boca é leve, mas é fundamental buscar ajuda médica se você ou seu filho apresentar:

  • Febre alta.
  • Sinais de desidratação (diminuição da urina, boca seca, moleza).
  • Sintomas neurológicos, como dor de cabeça muito forte ou rigidez na nuca (mesmo que sejam raros, eles exigem atenção imediata).
  • Se os sintomas não melhorarem ou se tornarem muito incômodos.

Na DonSaúde, temos especialistas em pediatria e infectologia para te ajudar. Agendar sua consulta particular é fácil e acessível. Você pode pagar com PIX, no cartão e parcelar em até 21x.

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Neurologia: entenda quando procurar um especialista

A neurologia é a especialidade médica responsável pelo estudo, diagnóstico e tratamento das doenças que afetam o sistema nervoso, que inclui o cérebro, a medula espinhal, os nervos e os músculos. O neurologista é o profissional capacitado para identificar alterações neurológicas e orientar o paciente sobre o melhor tratamento, seja clínico ou, quando necessário, com encaminhamento para outros especialistas.

O que faz um neurologista e quais são as áreas de atuação?

O neurologista avalia sinais e sintomas relacionados ao sistema nervoso, realiza exames clínicos detalhados e solicita exames complementares para investigar alterações neurológicas. Ele pode tratar desde condições comuns, como dores de cabeça e tontura, até doenças complexas, como epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC) e doenças neurodegenerativas.

As principais áreas de atuação incluem:

  • Doenças do cérebro: como AVC, epilepsia e demências.
  • Distúrbios do sistema nervoso periférico: como neuropatias e formigamento em membros.
  • Distúrbios do movimento: como Parkinson e tremores.
  • Doenças musculares e neuromusculares: como distrofias e fraqueza muscular.
  • Distúrbios da dor e da cabeça: como enxaqueca e cefaleia crônica.

Quando procurar um neurologista?

É importante prestar atenção aos sinais que seu corpo dá. Você deve agendar uma consulta se notar:

  • Dores de cabeça intensas ou frequentes;
  • Tontura constante ou desmaios;
  • Perda de memória ou dificuldade de concentração;
  • Alterações de visão ou fala repentinas;
  • Formigamento ou fraqueza em braços ou pernas;
  • Convulsões;
  • Tremores ou movimentos involuntários;

Principais exames solicitados pelo neurologista

Para chegar a um diagnóstico preciso, o médico pode pedir alguns exames. Os mais comuns são:

Prevenção e cuidados 

Manter hábitos de vida saudáveis é essencial para prevenir doenças neurológicas:

  • Manter a mente ativa com leituras e desafios;dedicação ao tratamento.
  • Alimentação equilibrada;
  • Prática regular de exercícios físicos;
  • Gestão do estresse;
  • Sono de qualidade;

Ao notar qualquer sintoma preocupante, não ignore. Agende sua consulta com um neurologista. Lembre-se, a prevenção e o diagnóstico precoce são os melhores caminhos para uma vida saudável.

Na DonSaúde, você encontra especialistas da especialidade, agenda de forma fácil e ainda pode pagar a consulta ou o exame do seu jeito.

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Fisioterapia e seus benefícios para o corpo e a saúde

A fisioterapia é uma especialidade voltada para a prevenção, tratamento e reabilitação de disfunções físicas que afetam o movimento e a funcionalidade do corpo humano. Seu principal objetivo é preservar ou restaurar a qualidade de vida dos pacientes, promovendo autonomia, bem-estar e equilíbrio físico.

Tipos de fisioterapia

Existe um leque de especialidades na fisioterapia, cada uma focada em uma necessidade específica. Conheça as mais comuns:

  • Fisioterapia ortopédica: voltada para lesões musculoesqueléticas, como fraturas, entorses e problemas na coluna.
  • Fisioterapia neurológica: ajuda na recuperação de pacientes com doenças neurológicas, como AVC, esclerose múltipla e Parkinson.
  • Fisioterapia respiratória: indicada para melhorar a função pulmonar em condições respiratórias, como asma e bronquite.
  • Fisioterapia esportiva: focada na prevenção e recuperação de lesões em atletas e praticantes de atividades físicas.
  • Fisioterapia pediátrica e geriátrica: adaptada às necessidades de crianças e idosos, promovendo desenvolvimento e mobilidade adequada.

Benefícios da fisioterapia para o corpo e a mente

Os benefícios de um tratamento com fisioterapeuta são muitos. Ele ajuda você a:

  • Aliviar dores crônicas ou agudas: com técnicas e exercícios, é possível diminuir ou eliminar a dor em regiões como coluna, pescoço e joelhos.
  • Aumentar a força e a flexibilidade: aumenta a amplitude dos movimentos, tornando as atividades diárias mais fáceis.
  • Melhorar o equilíbrio e a postura: previne quedas e outros problemas relacionados à má postura, comuns em quem passa muito tempo sentado.
  • Prevenir a necessidade de cirurgias: em muitos casos, a fisioterapia pode ser a solução para problemas que, sem tratamento, poderiam levar a uma cirurgia.

Acelerar a recuperação de lesões: seja após um acidente ou uma cirurgia, a fisioterapia é essencial para voltar a ter a sua rotina o mais rápido possível.

Indicações comuns para fisioterapia

A fisioterapia é indicada em diferentes situações, incluindo:

  • Lesões musculoesqueléticas, como entorses, fraturas e tendinites.
  • Problemas de coluna, como lombalgia, hérnia de disco e escoliose.
  • Recuperação pós-operatória de cirurgias ortopédicas ou cardíacas.
  • Condições respiratórias e neurológicas.
  • Prevenção de quedas e melhora da mobilidade em idosos.

Dicas

Para que a fisioterapia funcione de verdade e você veja resultados mais rápidos, é essencial seguir algumas dicas. Além das sessões na clínica, é importante seguir o tratamento em casa e fazer os exercícios indicados pelo profissional.

A comunicação também é fundamental, então fale sempre para o fisioterapeuta sobre o que você sente, se há dor ou se o exercício está muito fácil. Por fim, tenha paciência, pois a melhora nem sempre é imediata. Os resultados vêm com a frequência e a dedicação ao tratamento.

Aqui na DonSaúde, agendar sua consulta com fisioterapeuta é fácil e sem complicação. Cuidar da sua saúde e do seu bem-estar é o nosso objetivo.

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Dor nas costas: quando se preocupar e como buscar ajuda médica

Quase todo mundo já sentiu dor nas costas alguma vez na vida. Pode ser um incômodo leve depois de um dia cansativo ou uma dor forte que impede de fazer as tarefas mais simples. Mas como saber a hora de procurar um médico?

O que causa dor nas costas?

A dor nas costas, ou lombalgia, é um problema comum. Ela pode ser causada por diversos fatores, desde os mais simples até os mais complexos. Os principais motivos são:

  • Problemas musculares: má postura, levantar peso de forma errada ou falta de alongamento podem sobrecarregar os músculos das costas, causando dor.
  • Problemas nas articulações: desgaste ou inflamação nas articulações da coluna (artrite) podem levar a um desconforto crônico.
  • Lesões: quedas, acidentes ou a prática de exercícios sem supervisão podem causar lesões na coluna.
  • Hérnia de disco: acontece quando o “amortecedor” entre as vértebras se desloca, pressionando nervos próximos.
  • Doenças degenerativas: problemas como a osteoporose enfraquecem os ossos e podem causar dor e fraturas.

Tipos de dor nas costas

A dor nas costas pode ser classificada de algumas formas, o que ajuda o médico a entender melhor o problema.

  • Dor crônica: dura mais de 12 semanas. Esse tipo de dor pode ser mais difícil de tratar e, muitas vezes, é resultado de um problema persistente.
  • Dor aguda: é aquela que aparece de repente e dura menos de seis semanas. Geralmente é causada por uma lesão ou esforço muscular.
  • Dor subaguda: é a dor que persiste entre seis e doze semanas. Pode ser um sinal de que o problema inicial não foi totalmente resolvido.

Quando a dor nas costas é um sinal de alerta?

Na maioria dos casos, a dor nas costas melhora com repouso e cuidados em casa. No entanto, alguns sinais pedem atenção imediata. Procure um médico ortopedista se a sua dor nas costas vier acompanhada de:

  • Dor intensa que impede o movimento: se a dor for tão forte que você não consegue se levantar ou andar.
  • Perda de sensibilidade: formigamento, dormência ou fraqueza nas pernas ou braços.
  • Dor que desce para a perna: conhecida como dor ciática, pode ser um sinal de compressão nervosa.
  • Problemas para controlar a urina ou as fezes: um sintoma grave que precisa de ajuda médica imediata.
  • Febre, calafrios ou perda de peso sem motivo aparente: pode indicar uma infecção ou outro problema de saúde mais sério.

Cuidados e prevenção no dia a dia

Cuidar da coluna é um trabalho diário. Algumas dicas simples podem ajudar a prevenir a dor nas costas:

  • Mantenha uma boa postura: seja sentado ou em pé, procure manter a coluna reta.
  • Faça exercícios: fortalecer os músculos do abdômen e das costas ajuda a dar suporte à coluna.
  • Aqueça antes de atividades físicas: evite lesões alongando e aquecendo o corpo.
  • Tome cuidado ao levantar peso: use a força das pernas e não das costas.

Tratamentos disponíveis

Depois de uma avaliação médica, o especialista pode indicar o melhor tratamento, que pode incluir:

  • Fisioterapia: ajuda a fortalecer os músculos e melhorar a flexibilidade.
  • Medicamentos: remédios para dor e inflamação podem ser prescritos pelo médico.
  • Cirurgia: em casos mais graves, quando outros tratamentos não resolvem o problema.

Lembre-se: cuidar da sua saúde é o mais importante. Se a dor nas costas não passa, não hesite em procurar ajuda profissional.

Agende sua consulta com a DonSaúde e cuide da sua coluna!

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Como funciona o exame de sorologia dengue?

A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que atinge milhares de pessoas todos os anos. Por apresentar sintomas parecidos com outras infecções, o diagnóstico correto é essencial. O exame de sorologia para dengue é uma das ferramentas mais importantes para identificar a presença do vírus no organismo e orientar o tratamento adequado.

O que é a dengue?

A dengue é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Seus sintomas podem se parecer com os de uma gripe intensa, como febre alta, dor de cabeça e dores no corpo e articulações. Por isso, o diagnóstico correto é essencial: identificar a doença cedo ajuda a tratar os sintomas e prevenir complicações.

O que é o exame de sorologia?

A sorologia é um exame de sangue que procura por anticorpos que o seu corpo produz para combater o vírus da dengue. Esses anticorpos são como “soldados” do nosso sistema de defesa e a presença deles indica uma infecção. Existem dois tipos principais:

  • Anticorpo IgM: a presença dele indica uma infecção recente, geralmente a partir do 5º ou 6º dia do início dos sintomas.
  • Anticorpo IgG: ele aparece um pouco depois e pode ficar no seu corpo por anos. A presença dele indica que você já teve dengue em algum momento da vida.

Como o exame é realizado?

O procedimento é bem simples e rápido. O profissional de saúde vai coletar uma pequena amostra de sangue de uma veia do seu braço, igual a qualquer outro exame. O sangue coletado é enviado para análise em laboratório, e os resultados geralmente ficam prontos em até 72 horas.

Quando o exame é indicado?

O exame de sorologia é recomendado pelo médico, principalmente, a partir do 6º dia de sintomas. Fazer antes disso pode dar um resultado negativo falso, pois o corpo ainda não produziu os anticorpos em quantidade suficiente. Ele também é útil para confirmar infecções passadas, o que ajuda a entender melhor o histórico de saúde do paciente.

Curiosidades e Informações Adicionais

  • Outros exames: nos primeiros dias da doença, o médico pode pedir um exame chamado NS1, que detecta uma proteína do vírus. Ele é muito útil para um diagnóstico precoce.
  • Dengue reincidente: já que a sorologia pode detectar o anticorpo IgG, ela ajuda a saber se a pessoa já teve dengue antes. É importante monitorar isso, pois ter a doença mais de uma vez pode aumentar o risco de complicações.

Na DonSaúde, nós cuidamos da sua saúde de forma prática e acessível. Você pode agendar sua consulta ou exames com desconto, sem complicação.

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A volta do calor: os riscos da exposição excessiva ao sol

Com a chegada do calor, a exposição ao sol aumenta e, com ela, a necessidade de tomar cuidado. A radiação solar traz benefícios importantes para a nossa saúde, mas o excesso pode ser perigoso. Entender a diferença entre aproveitar o sol e se expor demais é fundamental para manter a saúde.

Benefícios da exposição ao sol

A luz solar é essencial para o corpo humano. A exposição adequada ajuda na produção de vitamina D, que fortalece ossos e dentes, melhora o sistema imunológico e contribui para o bom humor. Além disso, o sol regula nosso relógio biológico, ajudando a ter um sono de melhor qualidade e a diminuir a pressão arterial.

Riscos da exposição excessiva

Apesar dos benefícios, a exposição prolongada e sem proteção pode causar problemas sérios. Os raios ultravioleta (UV) penetram na pele e têm efeito cumulativo, podendo levar a:

  • Queimaduras: A pele fica vermelha, dolorida e, em casos mais graves, pode apresentar bolhas.
  • Envelhecimento precoce: O sol acelera o aparecimento de rugas, manchas e flacidez.
  • Câncer de pele: É o risco mais grave. A exposição excessiva é o principal fator para o desenvolvimento dos diferentes tipos de câncer de pele.
  • Outros problemas: Manchas (melanoses e melasma), reações alérgicas e danos aos olhos, como catarata.

Fatores que aumentam o risco

Alguns fatores tornam as pessoas mais suscetíveis aos danos do sol, como:

  • Tipo de pele: pessoas com pele, olhos e cabelos claros têm menos melanina (o pigmento que protege a pele) e, por isso, queimam mais facilmente.
  • Histórico familiar: pessoas com casos de câncer de pele na família.
  • Exposição prolongada: passar muito tempo no sol, especialmente nos horários de pico, aumenta o risco.
  • Altitude: a radiação UV é mais intensa em altitudes elevadas.

Sinais de alerta e grupos com mais risco

É importante ficar de olho em sinais que podem indicar danos à saúde, especialmente em grupos de maior risco. Fique atento a:

  • Sinais na pele: manchas novas ou que mudam de cor, tamanho ou forma; pintas com bordas irregulares; feridas que não cicatrizam.
  • Sintomas no corpo: tontura, dor de cabeça forte, náuseas, desidratação e confusão mental.

Alguns grupos precisam ter atenção redobrada:

  • Crianças e idosos, devido à pele mais sensível.
  • Pessoas com histórico familiar de câncer de pele.
  • Pessoas que usam medicamentos que tornam a pele mais sensível ao sol.

Prevenção e cuidados

Para aproveitar o sol com segurança, siga estas dicas:

  • Horário certo: evite a exposição entre 10h e 16h, quando os raios solares são mais fortes.
  • Protetor solar: use filtro solar com FPS 30 ou maior, aplicando 30 minutos antes de sair e reaplicando a cada duas horas, ou sempre que entrar na água ou suar.
  • Roupas e acessórios: use chapéu de aba larga, óculos de sol com proteção UV e roupas que cubram o corpo.
  • Hidratação: beba bastante água para repor os líquidos perdidos pelo suor.

A DonSaúde te ajuda a cuidar da sua saúde. Se notar qualquer alteração ou sinal de alerta, não hesite em agendar uma consulta. Oferecemos agendamento fácil e rápido, com mais de 450 parceiros e pagamento facilitado.

Seu cuidado em primeiro lugar, sempre. Cuide-se!

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Infecção ou não? Saiba identificar os sinais

Sentir-se mal pode ser um sinal de muitas coisas, mas como saber se o problema é uma infecção? Identificar os sintomas certos e procurar ajuda médica no momento certo é fundamental para um tratamento rápido e eficaz.

O que é uma infecção?

Uma infecção ocorre quando microrganismos, como bactérias, vírus, fungos ou parasitas, invadem o corpo e começam a se multiplicar. O sistema imunológico, a defesa natural do nosso organismo, reage a essa invasão para tentar combatê-la. É essa batalha que causa a maioria dos sintomas.

Existem diferentes tipos de infecção, dependendo do agente causador. As mais comuns incluem:

  • Infecções bacterianas: causadas por bactérias. Exemplos: infecção urinária, tuberculose e faringite bacteriana. Geralmente, são tratadas com antibióticos.
  • Infecções virais: causadas por vírus. Exemplos: resfriado, gripe, COVID-19 e herpes. Os antibióticos não funcionam contra vírus.
  • Infecções fúngicas: causadas por fungos. Exemplos: micose de pele e candidíase.
  • Infecções parasitárias: causadas por parasitas. Exemplos: malária e toxoplasmose.

Principais sinais e sintomas

Os sintomas de uma infecção podem variar muito dependendo do tipo e da localização. No entanto, alguns sinais são mais comuns:

  • Febre: é um dos sinais mais clássicos, pois a temperatura do corpo aumenta para tentar combater o agente invasor.
  • Mal-estar geral: sensação de cansaço, fraqueza, dores no corpo e falta de energia.
  • Inflamação localizada: a área infectada pode ficar vermelha, inchada, quente e dolorida. Isso é muito comum em infecções de pele, cortes e garganta.
  • Sintomas específicos: podem incluir tosse e coriza (infecção respiratória), dor de cabeça, dor ao urinar (infecção urinária) ou náuseas e diarreia (infecção intestinal).

Diferenciando de outros problemas

Às vezes, os sintomas de uma infecção se parecem com os de outras condições, como alergias ou doenças inflamatórias. A principal diferença é a causa:

  • Alergia: é uma resposta exagerada do sistema imunológico a substâncias inofensivas, como pólen ou poeira. Os sintomas podem ser semelhantes (espirros, coceira, inchaço), mas não há invasão de microrganismos.
  • Lesões: uma lesão física (como uma torção) pode causar inchaço e dor, mas sem os outros sintomas de infecção, como a febre.

A febre persistente, o aumento da dor ou inchaço, e a piora dos sintomas são sinais fortes de que você pode ter uma infecção.

Quando procurar um médico?

Sempre que os sintomas forem intensos, não melhorarem em poucos dias ou causarem muito desconforto, é hora de buscar ajuda médica. A consulta é essencial para um diagnóstico correto e para que o tratamento adequado (seja com antibióticos, antivirais ou outros medicamentos) possa ser iniciado o quanto antes.

Procure atendimento médico imediatamente se você tiver:

  • Febre muito alta (acima de 39°C) ou que não baixa.
  • Dificuldade para respirar.
  • Dor intensa e persistente em uma área específica.
  • Sintomas que pioram rapidamente.
  • Confusão mental.

Prevenção e cuidados gerais

A melhor forma de se proteger contra infecções é com atitudes simples no dia a dia, como:

  • Lavar as mãos: é a maneira mais eficaz de evitar a propagação de germes.
  • Vacinação: mantenha suas vacinas em dia para prevenir doenças como gripe, sarampo e tétano.
  • Alimentação e higiene: uma dieta balanceada e uma boa higiene pessoal fortalecem seu sistema imunológico.

Se você precisa agendar uma consulta com um clínico geral ou exames para investigar seus sintomas, a DonSaúde pode te ajudar a encontrar atendimento de qualidade com preços acessíveis.

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DonSaúde, porque cuidar de você é o nosso dom!


Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.