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Por que fazer uma colonoscopia? 

A colonoscopia permite ao especialista examinar o interior do seu intestino por completo. Para isso, é usado um tubo flexível e fino, chamado colonoscópio, que tem uma câmera na ponta. Essa câmera transmite imagens em tempo real para um monitor, permitindo que o médico veja toda a mucosa intestinal em busca de qualquer alteração, como pólipos, inflamações ou outras condições.

O exame é feito sob sedação, o que significa que você estará dormindo e não vai sentir dor ou desconforto durante o procedimento. Antes, é necessário fazer uma preparação rigorosa para garantir que o cólon esteja completamente limpo, permitindo uma visualização clara.

Quando a colonoscopia é indicada?

A colonoscopia pode ser indicada tanto para diagnóstico quanto para prevenção. Os principais motivos incluem:

  • Rastreamento de câncer colorretal: é fundamental, especialmente a partir dos 45 anos, para detectar precocemente o câncer de intestino.
  • Sintomas suspeitos: se você tem sangue nas fezes, anemia inexplicada ou dor abdominal persistente.
  • Problemas intestinais: para investigar diarreia crônica ou mudanças no hábito intestinal.
  • Monitoramento de doenças: para acompanhar doenças inflamatórias intestinais, como Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa.
  • Histórico familiar: se você tem histórico de câncer de intestino ou pólipos na família.

Em pessoas saudáveis, o exame pode ser repetido a cada 10 anos. Já em pacientes com fatores de risco, o intervalo pode ser menor, conforme a orientação médica.

Preparo e exame

O preparo para a colonoscopia é uma etapa fundamental e não deve ser ignorada, pois ele garante a clareza das imagens e a eficácia do exame. Geralmente, envolve:

  • Dieta específica: nos dias antes do exame, você deve seguir uma dieta com baixo teor de fibras ou até mesmo líquida, conforme a orientação médica.
  • Uso de laxantes: será prescrita uma solução laxativa potente, que deve ser ingerida em horários específicos para limpar completamente o cólon. Isso causa diarreia intensa, eliminando todo o conteúdo intestinal.
  • Jejum: horas antes do exame, é necessário um período de jejum total (inclusive de líquidos), para garantir que o estômago esteja vazio.

No dia do exame:

Você será recebido na clínica ou hospital. Uma sedação intravenosa será administrada, fazendo com que você durma durante todo o procedimento e não sinta qualquer desconforto ou dor. O médico vai inserir cuidadosamente o colonoscópio pelo ânus, avançando-o lentamente pelo reto e cólon. As imagens são transmitidas em tempo real para um monitor, permitindo que o especialista visualize detalhadamente a mucosa intestinal.

Se forem encontrados pólipos ou áreas suspeitas, o médico poderá removê-los ou coletar biópsias para análise. Após o exame, você será levado para uma sala de recuperação até que os efeitos da sedação diminuam. É fundamental ter alguém para te acompanhar para casa, pois você não poderá dirigir.

Qual a diferença entre colonoscopia e endoscopia?

Embora ambos sejam exames endoscópicos que usam tubos flexíveis com câmeras, a colonoscopia e a endoscopia digestiva alta (chamada apenas de “endoscopia”) examinam partes diferentes do trato gastrointestinal:

  • Colonoscopia: avalia o intestino grosso (cólon) e o reto. O colonoscópio é inserido pelo ânus. Seu foco é a detecção de pólipos, câncer colorretal, doenças inflamatórias do cólon e outras condições que afetam a parte final do sistema digestório.
  • Endoscopia Digestiva Alta (Endoscopia): avalia a parte superior do trato digestivo, que inclui o esôfago, estômago e duodeno (primeira parte do intestino delgado). O endoscópio é inserido pela boca. É indicada para investigar sintomas como azia, refluxo, dor no estômago, dificuldade para engolir, úlceras, gastrites e sangramentos nessa região.

Ambos os exames são complementares e podem ser solicitados conforme a necessidade clínica e os sintomas do paciente. Se você precisa agendar sua colonoscopia ou tem dúvidas, a DonSaúde facilita para você, com preço acessível e parcelamento.


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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



O que é insuficiência venosa crônica (IVC)?

A IVC é uma condição onde as válvulas das suas veias, principalmente nas pernas, não funcionam direito. Imagine que essas válvulas são como pequenas portas que ajudam o sangue a subir de volta para o coração. Quando elas falham, o sangue acaba acumulando nas pernas, causando aquele inchaço e a sensação de peso que tanto incomodam.

Com o tempo, essa condição pode piorar, levando a problemas mais sérios, como úlceras venosas e tromboses. A IVC é mais comum em mulheres, idosos, quem tem histórico familiar e quem já teve trombose. E sim, ela costuma piorar ao longo do dia, especialmente se você passa muito tempo em pé ou sentado.

Quem pode desenvolver IVC?

A IVC pode ser influenciada por vários fatores. Veja se você se encaixa em algum deles:

  • Idade: com o passar dos anos, as válvulas das veias podem enfraquecer naturalmente.
  • Histórico familiar: se seus pais ou avós tiveram IVC, a chance de você desenvolver é maior.
  • Gravidez: as mudanças hormonais e o aumento da pressão na pelve durante a gestação podem contribuir.
  • Obesidade: o excesso de peso aumenta a pressão nas veias das pernas.
  • Profissões: se você trabalha muito tempo em pé ou sentado, a falta de movimento dificulta o retorno do sangue.
  • Trombose Venosa Profunda (TVP) prévia: um coágulo em uma veia profunda pode danificar as válvulas.

Como identificar os sintomas?

A Insuficiência Venosa Crônica geralmente aparece devagar, com sintomas que vão se agravando. Fique de olho nos sinais, principalmente nas suas pernas:

Sintomas iniciais:

  • Sensação de peso ou cansaço nas pernas, principalmente no fim do dia.
  • Inchaço (edema), geralmente nos tornozelos e pés.
  • Câimbras noturnas.
  • Formigamento ou queimação.
  • Veias dilatadas ou tortuosas (varizes).
  • Coceira ou pele ressecada nas pernas.

Sintomas em estágios mais avançados:

  • Escurecimento da pele na região das pernas ou tornozelos (hiperpigmentação).
  • Endurecimento da pele (lipodermatoesclerose).
  • Feridas que demoram para cicatrizar, conhecidas como úlceras venosas.
  • Dor persistente que piora ao ficar em pé ou sentado por muito tempo.

É importante notar que esses sintomas costumam piorar ao longo do dia e melhorar com o repouso ou quando você eleva as pernas.

Diagnóstico

Se você notar qualquer um dos sintomas da insuficiência venosa crônica, o ideal é procurar um médico especialista, como um angiologista ou cirurgião vascular. O profissional poderá solicitar exames, como o ultrassom Doppler venoso, que avalia o fluxo sanguíneo e a função das válvulas das veias.

Como é feito o tratamento?

O tratamento da IVC tem como objetivos aliviar os sintomas, evitar a progressão da doença e prevenir complicações. Ele pode incluir:

Medidas conservadoras

  • Elevação das pernas: reduz o inchaço e melhora o retorno venoso.
  • Atividade física regular: especialmente caminhadas, que fortalecem os músculos da panturrilha e ajudam no bombeamento do sangue.
  • Uso de meias de compressão: essenciais para manter a pressão nas veias e melhorar a circulação.
  • Evitar longos períodos sentado ou em pé: sempre que possível, movimente-se e alongue as pernas.
  • Medicamentos: em alguns casos, são prescritos para reduzir dor, inchaço ou inflamação.

Procedimentos médicos

  • Escleroterapia: técnica que injeta uma substância nas veias afetadas para fechá-las.
  • Ablação por laser ou radiofrequência: trata as veias doentes com calor, de forma minimamente invasiva.
  • Cirurgia: indicada em casos mais graves, pode envolver a remoção ou ligadura das veias comprometidas.

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Câncer de intestino: o que você precisa saber

O câncer colorretal, também conhecido como câncer de intestino ou de cólon e reto, é um tumor maligno que se forma no intestino grosso, atingindo principalmente o cólon e o reto, regiões finais do sistema digestivo. Costuma surgir a partir de pólipos adenomatosos, pequenas formações benignas na parede intestinal que, ao longo do tempo, podem se transformar em tumores malignos, ou seja, câncer. Por esse motivo, a identificação e remoção precoce são fundamentais para a prevenção.

Esse tipo de câncer ganhou destaque nacional com o caso da cantora Preta Gil, que faleceu aos 50 anos após enfrentar complicações da doença. Apesar de ter descoberto o câncer em estágio inicial, o tumor retornou de forma agressiva, atingindo outros órgãos e levando à metástase. Isso mostra que, mesmo com diagnóstico precoce, o comportamento do câncer pode variar de acordo com o organismo, tornando essencial o acompanhamento médico contínuo.

Principais sintomas

Os sinais iniciais costumam ser discretos e podem ser confundidos com outras condições gastrointestinais. Fique alerta a mudanças persistentes no corpo:

  • Emagrecimento repentino: perda de peso sem alterações na alimentação ou rotina de exercícios.
  • Alterações no hábito intestinal: diarreia ou constipação que persistem, ou sensação de evacuação incompleta. Presença de sangue nas fezes: Pode ser vermelho vivo ou mais escuro, indicando sangramentos internos.
  • Desconforto abdominal: cólicas, dor ou excesso de gases sem causa aparente.
  • Anemia inexplicada: a perda contínua de sangue pode provocar fadiga e fraqueza.

Fatores de risco e prevenção

Alguns fatores podem aumentar o risco de desenvolver câncer colorretal:

  • O risco aumenta significativamente após os 50 anos.
  • Histórico familiar.
  • Doenças inflamatórias intestinais.
  • Dieta rica em carnes processadas e pobre em fibras.
  • Sedentarismo, obesidade, tabagismo e álcool.

A boa notícia é que muitas medidas preventivas podem ser adotadas:

  • Alimentação saudável.
  • Atividade física regular.
  • Manter o peso saudável.
  • Parar de fumar e redução de álcool.
  • Rastreamento: A colonoscopia é o principal exame de rastreamento. Ele permite visualizar o cólon e o reto e remover pólipos antes que se tornem um problema. A recomendação geral é iniciar o rastreamento aos 50 anos, mas seu médico pode indicar mais cedo se você tiver fatores de risco.

A DonSaúde ao seu lado na prevenção

Sabemos que cuidar da saúde exige acesso e condições. Na DonSaúde, em Londrina e Cambé, nosso objetivo é facilitar esse acesso para você.

Oferecemos consultas médicas particulares com especialistas e a possibilidade de realizar exames com desconto, incluindo a colonoscopia. Com mais de 450 parceiros entre clínicas e laboratórios, você encontra o atendimento que precisa. E o melhor: você pode agendar facilmente e pagar de um jeito que cabe no seu orçamento, inclusive parcelando em até 21x no cartão de crédito.

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Ecodopplercardiograma transtorácico

Um ecodopplercardiograma transtorácico é um exame de imagem do coração. Ele usa ondas sonoras para criar imagens detalhadas do seu coração, mostrando suas câmaras, válvulas, vasos sanguíneos e o fluxo sanguíneo. É um procedimento não invasivo e indolor, que ajuda a diagnosticar e monitorar diversas condições cardíacas.

Como funciona o exame?

Durante o procedimento, você se deitará em uma maca. Um gel especial será aplicado no seu peito e um pequeno aparelho, chamado transdutor, será movido sobre a área. O transdutor emite ondas sonoras que são refletidas pelo coração e convertidas em imagens em tempo real em um monitor. A parte “Doppler” do exame permite que o médico veja o fluxo sanguíneo através das câmaras e válvulas do coração, identificando se há refluxo ou estreitamento.

O exame geralmente leva de 20 a 40 minutos e você poderá conversar normalmente com o técnico ou médico durante o procedimento.

Para que serve o Ecodopplercardiograma Transtorácico?

1. Avaliar a anatomia do coração

É possível visualizar as cavidades cardíacas (átrios e ventrículos), a espessura das paredes do coração, os grandes vasos e as válvulas cardíacas. Isso ajuda a detectar alterações estruturais, como dilatações ou hipertrofias.

2. Verificar o funcionamento das válvulas cardíacas

O exame identifica se as válvulas estão abrindo e fechando corretamente, e se há sinais de estenose (estreitamento) ou insuficiência (vazamento), condições que podem comprometer a circulação sanguínea.

3. Avaliar o fluxo de sangue

Através da função Doppler, o exame mostra como o sangue está circulando dentro do coração e dos vasos próximos, permitindo detectar alterações no fluxo que indicam problemas cardíacos.

4. Medir a função cardíaca

O exame também permite calcular a fração de ejeção, que é um dos principais indicadores da força do coração. Isso é fundamental para identificar casos de insuficiência cardíaca.

5. Investigar sintomas cardíacos

Dores no peito, falta de ar, palpitações, cansaço excessivo e sopros cardíacos são sinais que podem justificar a realização do exame.

6. Acompanhar doenças já diagnosticadas

O exame é útil no monitoramento de pacientes com doenças cardíacas crônicas, como miocardiopatias, endocardites, hipertensão arterial sistêmica ou doenças das válvulas.

7. Avaliação pré-operatória ou pré-esportiva

Antes de cirurgias ou do início de atividades físicas intensas, o exame pode ser solicitado para garantir que o coração esteja funcionando adequadamente.

Indicações mais comuns

Seu médico pode solicitar o exame se você apresentar sintomas como falta de ar, dor no peito, inchaço nas pernas, palpitações ou se houver suspeita de alguma condição cardíaca. Ele também é frequentemente usado para monitorar a progressão de doenças cardíacas já diagnosticadas ou para avaliar a eficácia de tratamentos.

Preparo para o exame

Na maioria dos casos, não é necessário nenhum preparo especial para o ecodopplercardiograma transtorácico. Você pode comer, beber e tomar seus medicamentos normalmente antes do exame. É recomendado usar roupas confortáveis que permitam fácil acesso à região do tórax.

Se você está buscando realizar um ecodopplercardiograma transtorácico, a DonSaúde pode te ajudar a agendar seu exame em clínicas e consultórios particulares com valores mais acessíveis. 

***O Doppler é uma técnica de ultrassonografia que permite avaliar o fluxo sanguíneo em tempo real, utilizando ondas sonoras para detectar a velocidade e direção do sangue nos vasos e no coração. É um exame indolor e não invasivo.

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Testosterona: o que é, sinais de desequilíbrio e quando fazer o exame

A testosterona é um hormônio fundamental para o bom funcionamento do organismo, e não, ela não é exclusiva dos homens. Apesar de estar presente em maiores concentrações no sexo masculino, também é produzida pelas mulheres, em menor quantidade. Nos homens, sua principal fonte são os testículos; nas mulheres, os ovários. Além disso, pequenas quantidades são produzidas pelas glândulas suprarrenais em ambos os sexos.

O que é a testosterona?

O hormônio é responsável por características físicas como o crescimento de pelos, aumento da massa muscular, voz mais grave e desenvolvimento dos órgãos sexuais masculinos. Além disso, ela influencia diretamente o desejo sexual, a produção de espermatozoides, a densidade óssea, o humor e até mesmo a energia diária.

Nas mulheres, embora em menor quantidade, a testosterona também desempenha papéis importantes, como contribuir para a libido, a força muscular e o equilíbrio hormonal.

Sinais de desequilíbrio da testosterona

Quando os níveis de testosterona estão fora do ideal, seja para mais ou para menos, o corpo costuma dar sinais. 

Testosterona baixa (mais comum em homens):

  • Cansaço excessivo e falta de energia;
  • Diminuição da libido;
  • Dificuldade para ganhar massa muscular;
  • Queda de pelos corporais;
  • Alterações no humor, como irritabilidade ou tristeza constante;
  • Disfunção erétil;
  • Diminuição da densidade óssea;

Testosterona alta (mais comum em mulheres, mas pode ocorrer em homens):

  • Agressividade ou agitação em excesso;
  • Aumento excessivo de pelos no rosto ou corpo (hirsutismo);
  • Acne e oleosidade na pele;
  • Ciclos menstruais irregulares;
  • Voz mais grossa;
  • Queda de cabelo;

Quando fazer o exame de testosterona?

O exame é simples e feito por meio de uma amostra de sangue, geralmente em jejum. Ele pode ser solicitado por um clínico geral, endocrinologista, urologista ou ginecologista, dependendo do caso.

Você deve considerar fazer esse exame se apresentar alguns dos sinais citados acima, ou em situações como:

  • Avaliação da fertilidade;
  • Diagnóstico de distúrbios hormonais;
  • Monitoramento de reposição hormonal;
  • Avaliação da puberdade precoce ou tardia;

Se você suspeita de um desequilíbrio hormonal ou precisa fazer exames, a DonSaúde pode te ajudar a encontrar clínicas e consultórios particulares em Londrina e região que oferecem consultas e exames com descontos, facilitando seu acesso a serviços médicos e odontológicos de qualidade. Cuide da sua saúde, ela é seu bem mais precioso!

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Principais exames de vitaminas: quais são e quando fazer?

Manter o equilíbrio nutricional é fundamental para a saúde física e mental. As vitaminas têm um papel importante na imunidade e no funcionamento de todo o organismo. Como o corpo precisa de diferentes tipos de vitaminas, qualquer deficiência ou desequilíbrio pode gerar sintomas e afetar o bem-estar.

Mas como saber se está tudo certo com os níveis de vitaminas? É aí que entram os exames laboratoriais de vitaminas.

Por que fazer exames de vitaminas?

As vitaminas são responsáveis por diversas funções no corpo, como fortalecimento do sistema imunológico, saúde dos ossos, produção de energia, entre outras. A deficiência (ou o excesso) desses nutrientes pode afetar a saúde de forma silenciosa e progressiva.

Por isso, os exames ajudam no diagnóstico precoce de desequilíbrios nutricionais e auxiliam o médico a indicar a melhor forma de reposição, se necessário.

Quais vitaminas devo checar?

Embora todas as vitaminas sejam essenciais para o bom funcionamento do organismo, algumas deficiências são mais frequentes e podem causar sintomas importantes.

A verificação dos níveis de vitaminas é feita por meio de exames laboratoriais, que devem ser solicitados por um médico. É o profissional quem avalia seu histórico, sintomas e necessidades específicas para indicar os exames mais adequados.

Entre as vitaminas que costumam ser avaliadas estão:

  • Vitamina D: essencial para a saúde óssea, imunidade e funções musculares.
  • Vitamina B12: importante para o sistema nervoso e formação das células sanguíneas.
  • Ácido fólico (Vitamina B9): atua na produção de DNA e na saúde celular.
  • Vitamina A: contribui para a visão, pele e imunidade.
  • Vitamina E: tem ação antioxidante e ajuda na proteção das células.
  • Vitamina C: fortalece a imunidade e participa da produção de colágeno.

Quando os exames são indicados?

Nem sempre os exames de vitaminas fazem parte dos check-ups de rotina, mas podem ser solicitados em algumas situações, como:

  • Sente cansaço frequente ou fadiga sem explicação.
  • Percebe queda de cabelo excessiva ou unhas fracas.
  • Tem problemas digestivos que podem afetar a absorção de nutrientes.
  • Segue uma dieta restritiva (como vegetariana ou vegana).
  • Está grávida ou planejando engravidar.
  • Possui doenças crônicas que podem interferir na absorção de vitaminas.
  • Usa medicamentos que afetam os níveis de vitaminas.

Onde fazer seus exames com mais economia?

Na DonSaúde, você encontra exames laboratoriais com preços acessíveis, sem mensalidades ou taxas. A gente conecta você a laboratórios de confiança, com agendamento simples, rápido e sem burocracia.

Quer saber se seus níveis de vitaminas estão em dia? Fale com a gente e agende seus exames com facilidade e economia!

Contraindicações e cuidados com o contraste iodado

O contraste iodado é uma substância amplamente utilizada em exames de imagem por sua capacidade de realçar vasos sanguíneos e tecidos. No entanto, seu uso exige atenção especial em alguns casos:

  • Problemas renais;
  • Alergias ao contraste;
  • Gestantes;
  • Diabéticos com metformina.

É importante manter boa hidratação após o exame para ajudar na eliminação do contraste.

Não espere os sintomas aparecerem para cuidar da sua saúde. Se seu médico indicou a angiotomografia de coronárias ou você tem dúvidas sobre sua saúde cardiovascular, fale com a DonSaúde. Agende sua consulta ou exame de forma fácil e rápida.

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DonSaúde | Laboratórios Parceiros
  • IBILABOR MEDICINA LABORATORIAL (CENTRO – Ibiporã) 
  • Laboratório MLAB (Indústrias Leves – Londrina) 
  • Laboratório São Francisco (Centro – Londrina) 
  • Laboratório Ibiporã (Centro – Arapongas | Centro – Ibiporã) 
  • Laboratório Analisa (Centro – Cambé | Centro – Cambé) 
  • Laboratório Delta Londrina (Centro – Londrina) 
  • Clinilab – Analise Clinica (Petrópolis – Londrina | Vila Ipiranga – Londrina | Jardim Bela Suiça – Londrina | Conjunto Vivi Xavier – Londrina) 

Angiotomografia de coronárias

Cuidar do coração é essencial para uma vida mais longa, saudável e com qualidade. Para isso, é fundamental manter o acompanhamento médico em dia e realizar exames de rotina. Tanto os exames laboratoriais quanto os de imagem, como a angiotomografia de coronárias, ajudam a identificar alterações antes mesmo do surgimento dos sintomas, permitindo agir com antecedência e preservar a saúde cardiovascular.

O que é a Angiotomografia de Coronárias?

A angiotomografia de coronárias, também chamada de tomografia computadorizada das artérias coronárias ou CCTA, é um exame de imagem que utiliza tecnologia de raios-X aliada a um contraste iodado. Esse contraste torna as artérias visíveis em imagens tridimensionais de alta definição. O objetivo é avaliar se há obstruções, estreitamentos ou placas de gordura nas artérias coronárias, que são os vasos responsáveis por levar sangue e oxigênio ao coração.

Com isso, é possível detectar doenças cardiovasculares como a aterosclerose de forma precoce, antes que sintomas como dor no peito ou falta de ar apareçam.

Para que serve e quem precisa fazer esse exame?

  • Identificar alterações nas artérias do coração antes do surgimento de sintomas.
  • Investigar dores no peito de origem desconhecida.
  • Avaliar a gravidade da doença cardíaca em pacientes já diagnosticados.
  • Ajudar na definição do tratamento mais adequado, seja com medicamentos ou procedimentos cirúrgicos.
  • Analisar o risco cardíaco em pessoas com fatores como colesterol elevado, pressão alta, diabetes, tabagismo ou histórico familiar.

É importante ressaltar que a indicação para a angiotomografia de coronárias sempre deve vir de um médico cardiologista, que avaliará seu histórico e necessidade.

Quem deve fazer esse exame?

  • Pessoas com sintomas sugestivos de doença cardíaca, como dor no peito ou palpitações.
  • Indivíduos com alterações em exames prévios, como eletrocardiograma, teste ergométrico ou cintilografia miocárdica.
  • Pacientes com fatores de risco cardiovascular, mesmo que assintomáticos.
  • Aqueles que já passaram por procedimentos cardíacos e precisam de acompanhamento.
  • Pessoas com histórico familiar importante de doenças cardíacas, especialmente em idade precoce.

Como é feito o exame?

É um exame rápido, não invasivo e indolor, realizado com o paciente deitado em um aparelho de tomografia computadorizada.

Antes do exame começar, o paciente recebe uma pequena quantidade de contraste iodado pela veia, geralmente no braço. Esse contraste ajuda a destacar as artérias coronárias nas imagens.

Durante o exame:

  • Eletrodos são colocados no peito para monitorar os batimentos cardíacos.
  • O paciente deve permanecer imóvel e, em alguns momentos, prender a respiração por alguns segundos.
  • O equipamento de tomografia faz várias imagens em alta resolução do coração e das artérias coronárias.
  • O procedimento dura cerca de 10 a 15 minutos e, após o exame, o paciente pode retomar suas atividades normalmente, salvo orientação médica específica.

Contraindicações e cuidados com o contraste iodado

O contraste iodado é uma substância amplamente utilizada em exames de imagem por sua capacidade de realçar vasos sanguíneos e tecidos. No entanto, seu uso exige atenção especial em alguns casos:

  • Problemas renais;
  • Alergias ao contraste;
  • Gestantes;
  • Diabéticos com metformina.

É importante manter boa hidratação após o exame para ajudar na eliminação do contraste.

Não espere os sintomas aparecerem para cuidar da sua saúde. Se seu médico indicou a angiotomografia de coronárias ou você tem dúvidas sobre sua saúde cardiovascular, fale com a DonSaúde. Agende sua consulta ou exame de forma fácil e rápida.

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Dor crônica? Descubra as causas mais comuns  

A dor crônica é uma condição que se mantém por um longo período, geralmente mais de três a seis meses, mesmo após a lesão ou doença inicial ter sido tratada. Diferente da dor aguda, que é uma resposta imediata a uma ameaça física, a dor crônica pode persistir por meses ou até anos, afetando profundamente a qualidade de vida, o sono, o bem-estar emocional e a rotina diária. Compreender as causas é um passo essencial para encontrar um tratamento adequado.

Principais causas da dor crônica

A origem da dor crônica pode variar bastante e muitas vezes envolve fatores físicos, emocionais e sociais interligados. Algumas das causas mais comuns incluem:

  • Lesões ou traumas anteriores: mesmo após a recuperação aparente, alguns nervos continuam enviando sinais de dor ao cérebro.
  • Exemplo: dores nas costas após hérnia de disco, ou dor persistente no joelho após lesão ligamentar.
  • Doenças reumáticas e inflamatórias: como osteoartrite, artrite reumatoide e fibromialgia, que provocam dor nas articulações, músculos e tecidos moles.
  • Osteoartrite: desgaste da cartilagem, comum nos joelhos, quadris e coluna.
  • Artrite reumatoide: doença autoimune que afeta articulações e pode comprometer outros órgãos.
  • Fibromialgia: dor difusa pelo corpo, sensibilidade aumentada e distúrbios do sono.
  • Alterações neurológicas: danos nos nervos podem gerar dor contínua, descrita como queimação, pontadas ou formigamento.
  • Exemplos: nevralgia do trigêmeo, neuropatia diabética, dor pós-herpética.
  • Dores de cabeça frequentes: enxaquecas crônicas e dores de cabeça tensionais que ocorrem com regularidade (15 dias ou mais por mês) também fazem parte do espectro da dor crônica.
  • Câncer e efeitos de tratamento: a dor pode surgir pela presença de tumores ou como efeito de quimioterapia e radioterapia.
  • Fatores psicológicos e sociais: emoções como ansiedade, estresse e depressão podem amplificar a percepção da dor. O corpo e a mente estão profundamente conectados, e aspectos emocionais influenciam diretamente na experiência dolorosa.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da dor crônica envolve uma avaliação completa do histórico médico do paciente, um exame físico detalhado e, muitas vezes, exames complementares como radiografias, ressonâncias magnéticas ou exames de sangue, para identificar a causa subjacente. É fundamental relatar ao médico a localização da dor, sua intensidade, como ela afeta suas atividades e por quanto tempo você a sente.

O tratamento da dor crônica

O tratamento da dor crônica é complexo e geralmente requer uma abordagem multidisciplinar, com a participação de diversos profissionais da saúde. O objetivo principal não é apenas aliviar a dor, mas também melhorar a função física, emocional e a qualidade de vida do paciente. É fundamental que todo o processo seja acompanhado por um médico, que irá avaliar a origem da dor, indicar os exames necessários e orientar o tratamento mais adequado.

  • Medicamentos: analgésicos, anti-inflamatórios, relaxantes musculares, antidepressivos e anticonvulsivantes (usados para dor neuropática).
  • Fisioterapia e exercícios: ajuda a fortalecer os músculos, melhorar a flexibilidade e a postura, e reduzir a dor.
  • Terapias complementares: acupuntura, massagem, quiropraxia, yoga e pilates podem oferecer alívio.
  • Terapias psicológicas: terapia cognitivo-comportamental (TCC) e mindfulness podem ajudar a gerenciar a dor, reduzir o estresse e a ansiedade.
  • Intervenções: Bloqueios nervosos, injeções ou, em casos mais graves, cirurgia.

Com paciência, acolhimento e cuidados integrados, é possível conviver melhor com a dor crônica e resgatar qualidade de vida. Se quiser, posso adaptar esse conteúdo para uma versão resumida de redes sociais, um carrossel informativo ou até uma apresentação. Me diz como quer usar! s laboratoriais. Você pode realizar esses exames com a DonSaúde.

Se você está sofrendo com dor crônica, não hesite em procurar ajuda médica. A DonSaúde oferece acesso a especialistas que podem te ajudar a entender a sua dor e encontrar o melhor caminho para o tratamento e uma vida com mais bem-estar.

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Entendendo a diabetes: sinais, diagnóstico e como viver bem com a doença

A diabetes é uma condição crônica que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Ela ocorre quando o corpo não produz insulina suficiente ou não consegue usar a insulina que produz de forma eficaz. A insulina é um hormônio importante que ajuda a glicose (açúcar) do sangue a entrar nas células para ser usada como energia. Sem insulina adequada, o açúcar se acumula no sangue, levando a problemas de saúde sérios ao longo do tempo.

Existem três tipos principais de diabetes:

  • Diabetes gestacional: desenvolve-se em algumas mulheres durante a gravidez. Geralmente desaparece após o parto, mas aumenta o risco de a mãe e o bebê desenvolverem diabetes Tipo 2 no futuro.
  • Diabetes tipo 1: é uma doença autoimune em que o corpo não produz insulina, pois o sistema imunológico ataca e destrói as células do pâncreas responsáveis pela sua produção. Geralmente surge na infância ou adolescência e exige uso diário de insulina.
  • Diabetes tipo 2: é o tipo mais comum e está frequentemente ligado ao estilo de vida, incluindo sedentarismo e má alimentação. Nela, o corpo não usa a insulina de forma eficiente (resistência à insulina) ou não produz insulina suficiente para manter os níveis de açúcar no sangue normais.

Sinais da diabetes: fique atento aos sintomas

Os sintomas da diabetes podem variar de leves a severos e, no caso do Tipo 2, podem demorar a aparecer, tornando o diagnóstico precoce um desafio. Fique atento a estes sinais:

  • Sede excessiva (polidipsia): sentir muita sede, mesmo após beber bastante líquido.
  • Aumento da vontade de urinar (poliúria): urinar com frequência, inclusive durante a noite.
  • Fome excessiva (polifagia): sentir fome constante, mesmo depois de comer.
  • Perda de peso inexplicável: perder peso sem fazer dieta ou exercícios.
  • Fadiga e fraqueza: cansaço constante e falta de energia.
  • Visão turva: dificuldade para enxergar com clareza.
  • Feridas que demoram a cicatrizar: cortes e machucados que levam tempo para curar.
  • Infecções frequentes: infecções na pele, gengivas, bexiga ou vagina que ocorrem repetidamente.
  • Formigamento ou dormência nas mãos e pés: sinais de danos nos nervos.

Diagnóstico da diabetes: a importância dos exames

O diagnóstico da diabetes é feito através de exames de sangue que medem os níveis de glicose. Os principais são:

  • Glicemia em jejum: mede o nível de açúcar no sangue após um jejum de pelo menos 8 horas. Um resultado igual ou superior a 126 mg/dL em duas ocasiões diferentes indica diabetes.
  • Teste oral de tolerância à glicose (TOTG): mede o nível de açúcar no sangue antes e 2 horas após a ingestão de uma solução açucarada. Um resultado igual ou superior a 200 mg/dL após 2 horas confirma a diabetes.
  • Hemoglobina glicada (HbA1c): reflete a média dos níveis de açúcar no sangue nos últimos 2 a 3 meses. Um resultado igual ou superior a 6,5% indica diabetes.

É importante que esses exames sejam interpretados por um médico, que poderá confirmar o diagnóstico e indicar o tratamento adequado.

Como viver bem com a diabetes: o controle é a chave

Viver com diabetes exige cuidado e disciplina, mas é totalmente possível ter uma vida plena e saudável. O controle adequado da doença é essencial para prevenir complicações graves como problemas cardíacos, renais, de visão e neurológicos. As estratégias incluem:

  • Alimentação saudável: adotar uma dieta balanceada, rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras. Evitar açúcares refinados, alimentos processados e gorduras saturadas é fundamental. Um nutricionista pode ajudar a montar um plano alimentar personalizado.
  • Atividade física regular: a prática de exercícios físicos ajuda o corpo a usar a insulina de forma mais eficaz e a controlar os níveis de açúcar no sangue. Consulte seu médico para saber qual a melhor atividade para você.
  • Medicação: seja por meio de insulina injetável (Tipo 1 e alguns casos de Tipo 2) ou medicamentos orais (Tipo 2), o uso correto da medicação prescrita pelo médico é vital para manter a glicose sob controle.
  • Monitoramento da glicose: medir regularmente os níveis de açúcar no sangue, conforme orientação médica, permite ajustar a alimentação e a medicação, evitando picos e quedas.
  • Consultas médicas regulares: manter o acompanhamento com o médico endocrinologista, nutricionista e outros especialistas (como oftalmologista e nefrologista) é fundamental para monitorar a doença e prevenir complicações.
  • Educação em diabetes: quanto mais você souber sobre a doença, mais capacitado estará para gerenciá-la. Participe de grupos de apoio, leia materiais confiáveis e tire todas as suas dúvidas com os profissionais de saúde.

Viver bem com a diabetes é um compromisso diário com a sua saúde. Com o acompanhamento médico correto e a adoção de um estilo de vida saudável, é possível manter a doença sob controle e desfrutar de uma vida plena.

Você tem notado algum desses sinais ou precisa fazer um check-up? Não hesite em procurar um médico. A detecção precoce e o manejo adequado da diabetes são os melhores caminhos para a sua saúde.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Por que o exame de fundo de olho vai além do grau dos óculos? 

Quando você pensa em uma consulta com o oftalmologista, é comum imaginar a medição do grau para óculos ou lentes. Mas há um exame que vai muito além disso e que é fundamental para a sua saúde: o exame de fundo de olho, também conhecido como fundoscopia ou oftalmoscopia. Esse procedimento permite ao médico visualizar diretamente as estruturas internas do olho, como a retina, o nervo óptico, os vasos sanguíneos e a mácula. E é exatamente por isso que ele se torna uma ferramenta poderosa para diagnosticar e monitorar diversas doenças, tanto oculares quanto sistêmicas.

O que o exame de fundo de olho revela além da sua visão?

O exame de fundo de olho não é feito para saber se você precisa de óculos ou para ajustar o seu grau. Ele é importante para identificar condições importantes que podem afetar seriamente sua visão ou até mesmo indicar problemas em outras partes do seu corpo:

  • Doenças da retina: ele permite o diagnóstico de problemas como a retinopatia diabética (muito comum em quem tem diabetes), descolamento de retina ou degeneração macular. Essas condições, se não forem tratadas a tempo, podem levar à perda significativa da visão.
  • Alterações no nervo óptico: essencial para detectar sinais de glaucoma, uma doença silenciosa que causa danos irreversíveis ao nervo óptico e pode levar à cegueira se não for diagnosticada e tratada precocemente.
  • Sinais de hipertensão arterial: os vasos sanguíneos na retina podem mostrar alterações que indicam ou monitoram a pressão alta. Isso acontece porque a retina é o único lugar onde os vasos sanguíneos podem ser vistos diretamente, sem cirurgia, servindo como um “espelho” do sistema circulatório do corpo.
  • Complicações da diabetes: a retinopatia diabética é uma das principais causas de cegueira e, muitas vezes, é identificada no exame de fundo de olho antes mesmo que o paciente sinta qualquer sintoma na visão. Este exame é vital para o controle da diabetes.
  • Tumores oculares ou alterações neurológicas: Pode revelar a presença de tumores dentro do olho ou sinais de condições neurológicas que afetam a visão, como o papiledema (inchaço do nervo óptico).
  • Infecções ou inflamações internas: condições como uveítes ou toxoplasmose ocular também podem ser identificadas, necessitando de tratamento específico.

Uma janela para a saúde do seu corpo

A retina é única no corpo humano porque é o único local onde é possível observar diretamente os vasos sanguíneos sem a necessidade de um procedimento invasivo. Por isso, as alterações que o médico vê no fundo do olho podem ser um reflexo de problemas de saúde que afetam outras partes do seu organismo, como os rins, o coração e o cérebro. É como ter uma janela para avaliar o estado geral da sua saúde vascular e sistêmica.

Quando realizar o exame de fundo de olho?

Este exame é altamente recomendado nas seguintes situações:

Antes de cirurgias oftalmológicas, para avaliar a saúde interna do olho e planejar o procedimento.

  • Como parte de um check-up oftalmológico completo anual ou a cada dois anos.
  • Para pessoas com diabetes, hipertensão ou doenças autoimunes, devido ao risco aumentado de complicações oculares.
  • Em idosos ou indivíduos com histórico familiar de glaucoma ou outras doenças oculares hereditárias.
  • Pacientes que relatam sintomas como visão embaçada, pontos pretos flutuantes (popularmente conhecidas como moscas volantes) ou flashes de luz.

Fique atento!

O exame de fundo de olho é geralmente rápido e indolor. Pode ser feito com ou sem a dilatação das pupilas, dependendo do equipamento e da necessidade de uma visualização mais detalhada. Atualmente, tecnologias como a retinografia digital permitem registrar fotos de alta resolução do fundo do olho, facilitando o acompanhamento e a comparação ao longo do tempo, identificando até as menores mudanças.

Cuidar da saúde ocular é um passo fundamental para cuidar da sua saúde geral. Não espere sentir algo para procurar um especialista. O exame de fundo de olho é uma ferramenta poderosa de prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento de doenças que vão muito além dos olhos.

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Não deixe a sua saúde para depois. Se você sente algum dos sintomas que mencionamos ou precisa de um check-up, procure um médico e veja a necessidade de realizar seus exames.

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