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Psiquiatria: o que é, quando procurar e como ela pode te ajudar 

A psiquiatria é uma especialidade da medicina focada no diagnóstico, tratamento e prevenção dos transtornos mentais, emocionais e de comportamento. O psiquiatra é um médico que, após a graduação em medicina, fez uma residência específica para se aprofundar no estudo do cérebro, suas funções, e as doenças que o afetam, como a depressão e a ansiedade.

A atuação do psiquiatra vai além dos sintomas visíveis. Ele entende a relação entre fatores biológicos (como desequilíbrios químicos no cérebro), psicológicos e sociais que impactam a saúde mental. Sua importância é fundamental para garantir o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas.

Psiquiatria vs. psicologia: qual a diferença?

Embora psiquiatras e psicólogos atuem na área da saúde mental, eles têm formações diferentes e abordagens complementares:

  • Psicólogo: é formado em psicologia e não é médico, então não pode receitar medicamentos. Seu foco está na psicoterapia, utilizando técnicas de escuta, análise e intervenção para ajudar o paciente a compreender seus sentimentos, pensamentos e comportamentos, promovendo mudanças positivas.al, esses valores dobram a cada 48 a 72 horas nas fases iniciais.
  • Psiquiatra: é um médico especializado em saúde mental. Por isso, pode prescrever medicamentos, solicitar exames e fazer diagnósticos clínicos. 

Quando procurar um psiquiatra? Como ele pode ajudar

Não é preciso esperar uma crise para buscar apoio especializado. O psiquiatra ajuda a entender mudanças emocionais e comportamentais e pode trabalhar junto a outros profissionais da saúde, como psicólogos e terapeutas, para criar um plano de cuidado personalizado. Além disso, o acompanhamento psiquiátrico previne o agravamento de quadros emocionais e contribui para a recuperação da qualidade de vida, auxiliando no enfrentamento de desafios do dia a dia, mudanças importantes ou períodos de estresse prolongado.

Importância do diagnóstico precoce e da continuidade no tratamento

Identificar precocemente alterações na saúde mental é importante para iniciar intervenções eficazes e evitar que a condição se agrave. Quanto antes o tratamento começa, maiores são as chances de recuperação e de retomada da qualidade de vida.

No entanto, o cuidado não termina no diagnóstico. A continuidade no tratamento e o acompanhamento regular com o psiquiatra são fundamentais para ajustar medicações, avaliar a evolução do quadro e prevenir recaídas. Esse acompanhamento garante que o paciente receba suporte constante, favorecendo resultados mais duradouros e estáveis.


Precisa agendar uma consulta com um psiquiatra? A DonSaúde facilita seu acesso a profissionais qualificados e consultas com valores acessíveis.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



O que é o exame de lipidograma completo?

O lipidograma completo, também conhecido como perfil lipídico, é um exame de sangue que avalia os principais tipos de lipídios circulantes no organismo. Ele é fundamental para a análise do risco cardiovascular e para o acompanhamento da saúde metabólica.

Para que serve o lipidograma?

O objetivo principal do lipidograma é medir os níveis de gordura no sangue, especialmente aqueles relacionados ao risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC. Com ele, é possível identificar alterações que, mesmo sem sintomas aparentes, podem indicar predisposição a problemas cardíacos.

Quais componentes são analisados no exame?

Seu corpo envia sinais claros quando a imunidade está em baixa. FiqUm lipidograma completo inclui a dosagem dos seguintes parâmetros:

  • Colesterol total: mede a quantidade total de colesterol no sangue.
  • HDL-colesterol (lipoproteína de alta densidade): conhecido como “colesterol bom”, ajuda a remover o excesso de colesterol das artérias.
  • LDL-colesterol (lipoproteína de baixa densidade): chamado de “colesterol ruim”, está associado à formação de placas de gordura nas artérias.
  • VLDL (lipoproteína de densidade muito baixa): transporta triglicerídeos e também contribui para o acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos.
  • Triglicerídeos: são outro tipo de gordura no sangue, cuja elevação pode aumentar o risco cardiovascular e estar associada à resistência à insulina.

Quando o exame é indicado?

O lipidograma é frequentemente solicitado:

  • Em check-ups de rotina;
  • Para avaliação de risco cardiovascular;
  • Em pacientes com histórico familiar de doenças cardíacas;
  • Em pessoas com diabetes, hipertensão, obesidade ou outras condições metabólicas;
  • Para monitorar a eficácia de tratamentos com medicamentos que reduzem o colesterol.

É recomendada a avaliação lipídica regular a partir dos 20 anos de idade, especialmente em indivíduos com fatores de risco. Pessoas saudáveis podem repetir o exame a cada 1 a 5 anos, conforme orientação médica. Já quem tem alterações nos níveis de gordura no sangue ou fatores de risco deve fazer o acompanhamento com mais frequência.

Como é feito o exame?

O exame é feito por meio de uma coleta de sangue venoso. O jejum pode ser solicitado, dependendo da solicitação médica, embora estudos mais recentes indiquem que, em muitos casos, o exame possa ser feito sem jejum, principalmente quando o objetivo é avaliação de rotina.

Por que o lipidograma é importante?

A aterosclerose, que é o acúmulo de placas de gordura nas artérias, se desenvolve de forma silenciosa e progressiva. O lipidograma permite a detecção precoce de desequilíbrios lipídicos que, se não tratados, aumentam o risco de eventos cardiovasculares graves.

O exame também auxilia na tomada de decisões terapêuticas, como mudanças na alimentação, prática de atividades físicas e, em alguns casos, uso de medicamentos. Manter hábitos saudáveis impacta diretamente os resultados do exame e contribui para uma vida com mais saúde e qualidade.

Facilitamos o seu cuidado com a saúde

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Beta-HCG: como funciona o exame de sangue para detectar gravidez?

O Beta-HCG, ou gonadotrofina coriônica humana, é um hormônio exclusivo da gravidez. Ele é produzido logo após a implantação do embrião no útero, pelas células que darão origem à placenta.

A principal função do HCG é preparar o corpo para a gestação, garantindo a produção de outros hormônios essenciais para o desenvolvimento do bebê nas primeiras semanas. É por isso que a sua presença no sangue é um sinal claro de gravidez.

Como é feito e como funciona o exame de sangue Beta-HCG?

O exame de Beta-HCG é simples, rápido e feito por meio da coleta de uma amostra de sangue em laboratório, com uma pequena punção na veia do braço, como em outros exames de sangue. Geralmente, não é necessário jejum, e a coleta pode ser feita em qualquer horário do dia, a menos que o laboratório informe alguma recomendação específica.

Esse exame pode ser feito de duas formas:

  • Exame qualitativo: detecta se o hormônio está presente no sangue. O resultado indica apenas se há ou não uma gravidez (positivo ou negativo);
  • Exame quantitativo: mede a quantidade exata do hormônio Beta-HCG no sangue (em mUI/mL). Esse tipo de exame é útil para confirmar a gravidez e acompanhar sua evolução nas primeiras semanas.

Segundo a SBPC/ML, os níveis de Beta-HCG começam a aumentar entre 8 e 11 dias após a fecundação. Em uma gestação normal, esses valores dobram a cada 48 a 72 horas nas fases iniciais.

Quando fazer o exame de sangue Beta-HCG?

Para ter um resultado confiável, o ideal é fazer o exame de sangue a partir do primeiro dia de atraso menstrual ou cerca de 10 dias após a relação sexual desprotegida.

Embora os testes de farmácia (de urina) sejam práticos, o exame de sangue é mais preciso e pode detectar a gravidez mais cedo, já que consegue identificar níveis menores do hormônio.

O que fazer após o teste positivo?

Um teste positivo deve ser seguido por uma avaliação médica para confirmação da gestação com exames complementares, como a ultrassonografia transvaginal. Também é o momento de iniciar o pré-natal, fundamental para o acompanhamento da saúde da gestante e do bebê.

Exame Beta-HCG com preço justo 

Segundo estudos publicados pela Sociedade Brasileira de ImFazer o exame de Beta-HCG com segurança e rapidez é fundamental. Precisa agendar um exame de gravidez, a DonSaúde é a solução.

Temos laboratórios parceiros com preços acessíveis para você fazer o seu exame e ter o resultado em mãos sem complicação. E se precisar, também facilitamos o agendamento de consultas com ginecologistas para iniciar o pré-natal.


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Cortisol alto ou baixo: o que isso significa para sua saúde?

O cortisol, “hormônio do estresse”, é um hormônio muito importante para o corpo, produzido pelas glândulas suprarrenais. Ele está diretamente ligado à forma como o corpo reage ao estresse. Além disso, o cortisol também participa de várias funções do organismo, como o controle do açúcar no sangue, a regulação da pressão arterial, o funcionamento do sistema imunológico e até o sono.

A principal função do cortisol é ajudar o corpo a lidar com situações de estresse, como um mecanismo de defesa. No entanto, quando os níveis desse hormônio estão muito altos ou muito baixos, isso pode causar problemas para a saúde física e mental.

Sinais de cortisol alto (hipercortisolismo)

O estresse crônico é uma das principais causas do cortisol elevado. Quando o corpo está sempre em alerta, a produção do hormônio aumenta, levando a uma série de sintomas que podem passar despercebidos.

Fique atento a estes sinais:

  • Imunidade baixa, deixando o corpo mais vulnerável a doenças.
  • Ganho de peso, principalmente na região do abdômen.
  • Dificuldade para dormir ou insônia.
  • Pressão alta e picos de glicose no sangue.
  • Queda de cabelo e pele mais fina.
  • Irritabilidade e ansiedade.

E os sinais de cortisol baixo? (hipocortisolismo)

O cortisol baixo também é um problema e pode ser ainda mais perigoso. A principal causa é a Doença de Addison, onde as glândulas suprarrenais não produzem a quantidade suficiente do hormônio.

Os sintomas incluem:

  • Fadiga extrema e falta de energia constante.
  • Perda de peso e falta de apetite.
  • Pressão baixa e tontura frequente.
  • Náuseas e vômitos.
  • Dores abdominais.

Como manter o cortisol em equilíbrio?

Embora problemas mais sérios com o cortisol precisem de acompanhamento médico e, muitas vezes, uso de medicamentos, algumas mudanças no estilo de vida podem ajudar bastante a manter esse hormônio em níveis saudáveis. Veja algumas dicas:

  • Dormir bem: ter uma rotina de sono regular, com 7 a 8 horas de sono por noite, é essencial para equilibrar os hormônios;
  • Reduzir o estresse: técnicas como meditação, respiração profunda ou ioga podem ajudar a acalmar a mente e o corpo;
  • Fazer exercícios com regularidade: atividades físicas moderadas contribuem para o equilíbrio hormonal;
  • Ter uma alimentação equilibrada: evite longos períodos em jejum e prefira alimentos ricos em vitaminas e antioxidantes;
  • Evitar o excesso de cafeína, álcool e cigarro.

Além desses cuidados, é muito importante manter os exames de rotina em dia. Check-ups regulares ajudam a identificar qualquer desequilíbrio hormonal, como alterações no cortisol, antes que ele cause problemas maiores.

Como saber se seus níveis de cortisol estão alterados?

Segundo estudos publicados pela Sociedade Brasileira de A única forma de confirmar o diagnóstico é com uma avaliação médica e a realização de exames. Um endocrinologista é o especialista ideal para este tipo de investigação.

Os exames mais comuns para medir o cortisol são:

  • Cortisol na saliva: ajuda a avaliar o ritmo do hormônio.
  • Cortisol no sangue: geralmente coletado pela manhã.
  • Cortisol na urina (de 24h): mede a quantidade do hormônio eliminada ao longo do dia.

Precisa agendar um exame de cortisol? A DonSaúde te oferece acesso rápido a clínicas parceiras, com parcelamento facilitado para você não adiar sua saúde.

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Como saber se a sua imunidade está baixa?

Você já se perguntou por que algumas pessoas parecem pegar gripe ou resfriado com mais frequência do que outras? A resposta pode estar na imunidade, a principal defesa do seu corpo contra vírus, bactérias e outros invasores. Quando o sistema imunológico está fraco, ele não consegue combater essas ameaças de forma eficaz, deixando o organismo vulnerável.

Sinais comuns de baixa imunidade

O Holter 24h é um tipo de eletrocardiograma contínuo, ou seja, ele registra a atividade elétrica do seu coração por um período prolongado, geralmente 24 horas, mas pode ser por 48 horas ou mais, dependendo da necessidade. 

Ao contrário do eletrocardiograma (ECG) comum, que mostra apenas um “instantâneo” da atividade cardíaca naquele momento, o Holter monitora seu coração durante suas atividades diárias, enquanto você trabalha, dorme, come e até se exercita levemente. Isso permite identificar arritmias (batimentos irregulares), isquemias (falta de oxigenação no músculo cardíaco) e outras alterações que não seriam detectadas em um exame de curta duração.

Sinais comuns de baixa imunidade

Seu corpo envia sinais claros quando a imunidade está em baixa. Fique atento a estes sintomas:

  • Infecções frequentes: gripes, resfriados, herpes e infecções urinárias que aparecem várias vezes.
  • Feridas que não cicatrizam: a pele demora mais para se recuperar de cortes ou machucados.
  • Cansaço excessivo: uma sensação de fadiga constante, mesmo depois de uma boa noite de sono.
  • Problemas no estômago: diarreia ou prisão de ventre frequentes.

Aftas constantes: o surgimento de aftas na boca com muita frequência pode ser um alerta.

O que pode causar a queda da imunidade?

A baixa imunidade não acontece por acaso. Diversos fatores do nosso dia a dia podem influenciar, como:

  • Má alimentação: uma dieta pobre em vitaminas, como A, C, D e zinco.
  • Estresse crônico: o estresse aumenta o hormônio cortisol, que enfraquece o sistema imunológico.
  • Falta de sono: dormir mal ou pouco (menos de 6 horas) afeta a produção de células de defesa.
  • Uso de álcool e cigarro: essas substâncias prejudicam a resposta do seu corpo contra invasores.
  • Sedentarismo: a falta de atividade física também contribui para a queda da imunidade.

Como fortalecer o sistema imunológico?

Segundo estudos publicados pela Sociedade Brasileira de Imunologia, os seguintes hábitos ajudam a manter a imunidade em equilíbrio:

  • Manter uma alimentação rica em vegetais, frutas, proteínas magras e grãos integrais;
  • Garantir boas noites de sono (7 a 8 horas por noite para adultos);
  • Praticar atividade física regularmente, de forma moderada;
  • Evitar estresse excessivo, com técnicas de relaxamento ou acompanhamento psicológico;
  • Reduzir o consumo de álcool e evitar o tabagismo;

Manter as vacinas em dia, inclusive as de reforço contra gripe, COVID-19, hepatite e outras.

Quando procurar um médico?

Se os sintomas de baixa imunidade forem persistentes ou se houver infecções frequentes, é fundamental buscar orientação médica. Apenas um profissional poderá avaliar de forma adequada, solicitar os exames necessários e indicar o tratamento correto.

A DonSaúde é uma empresa de agendamento médico que facilita seu acesso a especialistas e exames com preços acessíveis. Se precisar agendar uma consulta ou realizar exames para avaliar sua imunidade, fale com a gente.

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Holter 24h: para que serve e como funciona

Você já sentiu o coração acelerar sem motivo aparente, umas pontadas no peito ou tontura? Muitas vezes, esses sintomas são intermitentes, ou seja, aparecem e somem, dificultando o diagnóstico em uma consulta de rotina ou em um eletrocardiograma simples. É aí que entra o Holter 24h, um exame fundamental para captar o que seu coração faz ao longo de um dia inteiro.

O que é o Holter 24h?

O Holter 24h é um tipo de eletrocardiograma contínuo, ou seja, ele registra a atividade elétrica do seu coração por um período prolongado, geralmente 24 horas, mas pode ser por 48 horas ou mais, dependendo da necessidade. 

Ao contrário do eletrocardiograma (ECG) comum, que mostra apenas um “instantâneo” da atividade cardíaca naquele momento, o Holter monitora seu coração durante suas atividades diárias, enquanto você trabalha, dorme, come e até se exercita levemente. Isso permite identificar arritmias (batimentos irregulares), isquemias (falta de oxigenação no músculo cardíaco) e outras alterações que não seriam detectadas em um exame de curta duração.

Como o Holter funciona?

O aparelho de Holter é pequeno e portátil, parecido com um smartphone antigo. Ele é conectado ao seu corpo por meio de eletrodos (pequenos adesivos condutores) que são fixados no seu tórax, em pontos específicos. Esses eletrodos captam os impulsos elétricos do seu coração e os transmitem ao gravador, que armazena os dados.

Durante o período de monitoramento, você deve manter sua rotina normal, mas é importante registrar suas atividades e quaisquer sintomas em um diário. Por exemplo, se você sentir tontura às 14h, anote “14h – tontura leve ao levantar”. Essas informações são cruciais para que o médico possa correlacionar os sintomas com as alterações elétricas registradas pelo aparelho.

Após o período de gravação, você retorna à clínica para remover o aparelho. Os dados são então transferidos para um computador e analisados por um software específico, que gera um relatório detalhado para o seu médico.

Quando o exame é indicado?

É amplamente indicado por cardiologistas em diversas situações, como:

  • Investigação de arritmias: quando há sintomas como palpitações, taquicardias (coração acelerado), bradicardias (coração lento), sensação de “falha” no batimento ou tonturas frequentes.
  • Avaliação de dor no peito: para investigar se a dor tem origem cardíaca, como angina (isquemia do músculo do coração).
  • Síncopes e pré-síncopes: para descobrir a causa de desmaios ou sensação de desmaio.
  • Monitoramento da eficácia de medicamentos: para verificar se o tratamento para arritmias ou outras condições cardíacas está funcionando.
  • Avaliação de marca-passo: para checar o funcionamento do marca-passos.
  • Acompanhamento pós-infarto: em alguns casos, para monitorar o ritmo cardíaco após um ataque cardíaco.

Preparação e cuidados

A preparação para o exame de Holter 24h é simples, mas alguns cuidados são importantes:

  • Preencha o diário: seja o mais detalhado possível no diário de atividades e sintomas. Anote o horário exato e o que você estava fazendo.
  • Banho antes: tome banho antes de ir à clínica, pois você não poderá molhar o aparelho durante todo o período de uso.
  • Roupas confortáveis: use roupas folgadas e confortáveis que não apertem o tórax e que permitam esconder o aparelho.
  • Sem cremes ou óleos: evite aplicar cremes, óleos ou loções na pele do tórax no dia do exame, pois podem dificultar a fixação dos eletrodos.
  • Mantenha a rotina: a ideia é que o exame registre sua atividade cardíaca no seu dia a dia normal. Então, faça suas atividades habituais, mas evite exercícios físicos muito intensos que possam soltar os eletrodos.

Dúvidas comuns que você pode esclarecer

É natural ter perguntas sobre o Holter. Aqui estão algumas das mais frequentes:

  • Posso dormir com o Holter? Sim, você deve dormir normalmente. O registro do sono é importante para avaliar o coração em repouso.
  • Posso tirar o Holter para tomar banho? Não. O aparelho não pode ser molhado. Por isso, o banho deve ser antes da colocação e somente após a retirada.
  • Posso dirigir? Sim, dirigir não interfere no exame.
  • Posso usar celular ou computador? Sim, o uso desses eletrônicos é permitido e não interfere na gravação.
  • O exame dói? Não, a colocação dos eletrodos e o uso do aparelho não causam dor. Você pode sentir um leve desconforto pela presença dos adesivos, mas nada significativo.

Cuidar do coração é fundamental para uma vida longa e saudável. Se o seu médico solicitou um Holter 24h, agende seu exame em uma clínica de confiança.

A DonSaúde facilita seu acesso a exames cardiológicos, incluindo o Holter 24h, com agendamento rápido e condições de pagamento acessíveis.

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Anemia: causas, sintomas e tratamentos

Você se sente cansado com frequência? Tem tonturas ou falta de ar ao fazer pequenos esforços? Esses podem ser sinais de anemia, uma condição comum, mas que merece atenção. Conhecer suas causas, sintomas e tratamentos é o primeiro passo para uma vida mais saudável e cheia de energia.

O que é anemia?

A anemia é uma condição em que o sangue não tem glóbulos vermelhos saudáveis em quantidade suficiente. Os glóbulos vermelhos são essenciais porque contêm hemoglobina, uma proteína rica em ferro que é responsável por transportar o oxigênio dos pulmões para todas as células do corpo. Sem oxigênio adequado, seus órgãos e tecidos não conseguem funcionar corretamente, o que leva aos sintomas que vamos detalhar.

Causas comuns 

A anemia pode surgir por diversas razões, mas a mais comum, especialmente no Brasil, é a deficiência de ferro. Veja as principais causas:

Deficiência de ferro (Anemia Ferropriva):

É o tipo mais prevalente. Acontece quando o corpo não tem ferro suficiente para produzir hemoglobina. Isso pode ser causado por:

  • Dieta pobre em ferro;
  • Perda de sangue (menstruação intensa, sangramento gastrointestinal, úlceras);
  • Má absorção de ferro (doenças como a doença celíaca);
  • Aumento da necessidade de ferro (gravidez, crescimento rápido em crianças e adolescentes).

Deficiência de vitaminas

A falta de vitamina B12 e folato (ácido fólico) também pode levar à anemia, pois são nutrientes essenciais para a produção de glóbulos vermelhos saudáveis.

Doenças crônicas

Condições como doenças renais, câncer, doenças inflamatórias (artrite reumatóide, doença de Crohn) e infecções crônicas podem interferir na produção de glóbulos vermelhos.

Doenças genéticas

Algumas anemias são hereditárias, como a anemia falciforme e a talassemia, que afetam a estrutura da hemoglobina.

Doenças da medula óssea

Problemas na medula óssea, onde os glóbulos vermelhos são produzidos, podem causar anemia.

Perda aguda de sangue

Sangramentos intensos e súbitos devido a traumas ou cirurgias.

Sintomas que devem acender o alerta

Os sintomas da anemia podem ser sutis no início e piorar gradualmente. Fique atento se você apresentar um ou mais destes sinais:

  • Fadiga e cansaço excessivo;
  • Fraqueza;
  • Palidez;
  • Falta de ar;
  • Tontura e vertigem;
  • Dores de cabeça frequentes e persistentes;
  • Palpitações cardíacas;
  • Mãos e pés frios, devido à má circulação do sangue;
  • Unhas quebradiças e cabelos fracos;
  • Mudanças de humor sem motivo aparente.
  • Vontade de comer gelo ou terra.

Como é feito o diagnóstico?

Se você suspeita de anemia, o primeiro passo é procurar um médico. O diagnóstico é feito principalmente através de um simples exame de sangue, o hemograma completo. Esse exame avalia a quantidade de glóbulos vermelhos, os níveis de hemoglobina e o volume das células.

Dependendo dos resultados, o médico pode pedir outros exames complementares para identificar a causa específica da anemia, como dosagem de ferritina (reservas de ferro), vitamina B12 e folato.

Prevenção no dia a dia

Prevenir a anemia, especialmente a ferropriva, é possível com hábitos simples:

  • Acompanhamento médico: faça exames de rotina, especialmente se você tem fatores de risco (menstruação intensa, gravidez, dietas restritivas).profundas que podem deixar cicatrizes.
  • Alimentação balanceada: inclua alimentos ricos em ferro na sua dieta, como carnes (principalmente fígado), feijão, lentilha, grão-de-bico, espinafre, brócolis e ovos.
  • Vitamina C: consuma fontes de vitamina C (laranja, acerola, limão, caju, goiaba) junto com refeições ricas em ferro, pois ela otimiza a absorção do mineral.
  • Evite bloqueadores de absorção: café, chá preto e refrigerantes podem dificultar a absorção de ferro se consumidos junto com as refeições ricas nesse mineral. Tente evitá-los durante as refeições.

Sentir-se bem e ter energia para as atividades do dia a dia é fundamental. Se você identificou algum dos sintomas de anemia, não hesite em procurar ajuda médica. Um diagnóstico precoce e o tratamento adequado são cruciais para sua saúde e bem-estar.

Precisa agendar uma consulta com um clínico geral ou fazer um hemograma? A DonSaúde facilita seu acesso a exames e especialistas de forma rápida e acessível.

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Acne na vida adulta: quais são as causas 

A acne não é um problema só da adolescência. Muitas pessoas continuam a lidar com espinhas e cravos mesmo depois dos 25 anos, e isso pode ser bastante frustrante. Se você se identifica com essa situação, saiba que não está sozinho. Vamos entender o que é a acne adulta, suas principais causas e quando é hora de procurar ajuda profissional.

O que é a Acne?

A acne é uma condição de pele que ocorre quando os folículos pilosos (pequenas estruturas na pele de onde o pelo cresce) ficam obstruídos por sebo (a oleosidade natural da pele) e células mortas. Essa obstrução leva à formação de cravos (pontos pretos e brancos), espinhas e, em casos mais graves, cistos e nódulos. Geralmente, ela aparece no rosto, pescoço, peito, costas e ombros.

Por que a acne ainda aparece depois dos 25?

É comum associar a acne à puberdade, quando as alterações hormonais são intensas. No entanto, a acne adulta é uma realidade para muita gente, especialmente mulheres. Ela pode ser persistente (continuar desde a adolescência) ou de início tardio (surgir pela primeira vez na fase adulta). As causas são variadas e, muitas vezes, envolvem uma combinação de fatores.

Principais causas da acne adulta

Descobrir a causa da sua acne é o primeiro passo para tratá-la. As razões mais comuns incluem:

  • Alterações hormonais: este é um dos maiores vilões da acne adulta. Ciclos menstruais, gravidez, menopausa e condições como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) podem levar a um aumento na produção de andrógenos, hormônios que estimulam as glândulas sebáceas a produzirem mais óleo, entupindo os poros.
  • Estresse: em momentos de muito estresse, o corpo produz mais hormônios como o cortisol, que podem desregular outras taxas hormonais e aumentar a produção de sebo, piorando a acne.
  • Genética: se seus pais tiveram acne na vida adulta, há uma chance maior de você também desenvolver. A genética desempenha um papel importante na forma como sua pele reage e na sua predisposição à acne.
  • Uso de cosméticos inadequados: produtos de maquiagem e cuidados com a pele muito oleosos ou que não são “não-comedogênicos” (ou seja, que não obstruem os poros) podem agravar ou causar acne. Fique atento aos rótulos!
  • Medicações: certos medicamentos, como alguns anticoncepcionais, corticosteroides, lítio e medicamentos para epilepsia, podem ter a acne como efeito colateral.
  • Dieta: embora a relação entre dieta e acne seja complexa e varie de pessoa para pessoa, alguns estudos sugerem que alimentos com alto índice glicêmico (como pães brancos, doces e refrigerantes) e laticínios podem influenciar o surgimento ou a piora da acne em alguns indivíduos.

Quando procurar um dermatologista?

Se a acne está afetando sua autoestima, causando dor ou deixando cicatrizes, é hora de buscar um profissional. O dermatologista é o especialista certo para:

  • Diagnosticar a causa exata da sua acne.
  • Indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir desde produtos tópicos até medicações orais, como antibióticos ou isotretinoína.
  • Sugerir procedimentos estéticos que ajudem a controlar a acne e a tratar as cicatrizes.
  • Orientar sobre a rotina de cuidados com a pele e mudanças no estilo de vida.

Curiosidade: sabia que existem diferentes tipos de acne?

Nem toda acne é igual! Existem diferentes formas, como:

  • Comedogênica: caracterizada por cravos abertos (pontos pretos) e fechados (pontos brancos).
  • Inflamatória: quando há espinhas vermelhas, doloridas e com pus.

Nodular ou cística: formas mais graves, com lesões profundas que podem deixar cicatrizes.

Lidar com a acne na vida adulta pode ser um desafio, mas com o diagnóstico e o tratamento corretos, é possível controlar a condição e ter uma pele mais saudável.

Precisa de uma consulta com um dermatologista? Na DonSaúde, você encontra especialistas qualificados com agendamento facilitado e preços acessíveis. Agende seu horário e cuide da sua pele!

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O que você precisa saber antes de fazer uma ressonância magnética

A Ressonância Magnética é um exame de diagnóstico por imagem que usa um campo magnético e ondas de rádio para criar imagens detalhadas dos órgãos, tecidos moles, ossos e praticamente todas as outras estruturas internas do corpo. Ao contrário do raio-X e da tomografia computadorizada, a RM não utiliza radiação ionizante, o que a torna uma opção segura, especialmente para quem precisa de exames frequentes ou para gestantes.

Como funciona o aparelho de ressonância?

O aparelho de ressonância é um tubo grande, com um ímã muito potente. Quando você entra nele, esse ímã interage com as moléculas de água do seu corpo e ajuda a formar as imagens do exame.

Durante o exame, você vai ouvir barulhos altos e repetitivos. Eles são normais e acontecem porque o aparelho precisa ativar e desativar rapidamente algumas bobinas internas, que ajudam a captar as imagens com precisão.

Por isso, é comum usar protetores de ouvido ou fones com música, para deixar o paciente mais confortável enquanto o exame acontece.

Cuidados antes do exame

Antes de fazer uma ressonância, alguns cuidados são importantes para garantir a segurança e a qualidade do seu exame:

  • Metais: é fundamental remover todos os objetos de metal antes de entrar na sala de ressonância. Isso inclui joias, relógios, óculos, próteses dentárias removíveis, grampos de cabelo, piercings e aparelhos auditivos. O campo magnético é muito forte e pode atrair esses objetos, causando acidentes ou afetando o resultado do exame.
  • Implantes e dispositivos médicos: se você possui algum implante metálico ou dispositivo médico, como marca-passo, clipes de aneurisma, implantes cocleares, bombas de insulina ou pinos e placas cirúrgicas, é importante informar a equipe médica com antecedência. Alguns desses dispositivos são incompatíveis com a RM e podem representar riscos.

Jejum e contraste intravenoso: por que e quando?

Em alguns casos, para que as imagens fiquem ainda mais claras e ajudem no diagnóstico, pode ser necessário jejum ou o uso de contraste.

  • Contraste Intravenoso: o contraste é uma substância que é injetada na veia momentos antes do exame. Ele serve para realçar certas estruturas ou anomalias, tornando-as mais visíveis nas imagens. É muito utilizado para detectar inflamações, tumores, infecções ou problemas vasculares. Antes de usar o contraste, a equipe médica vai perguntar sobre alergias e sobre a sua função renal, já que em alguns casos específicos o contraste pode ser contraindicado.
  • Jejum: o jejum é geralmente solicitado para exames que envolvem o abdômen, pelve ou vesícula biliar. Isso acontece porque a presença de alimentos ou líquidos no sistema digestivo pode interferir na qualidade das imagens dessas regiões. O tempo de jejum varia, mas geralmente é de 4 a 6 horas. A equipe que agendou seu exame informará o período exato, se for necessário.

Como se preparar

Para se preparar para o seu exame de ressonância, siga estas dicas:

  1. Vista roupas confortáveis;
  2. Não hesite em perguntar à equipe da clínica sobre qualquer dúvida que tiver;
  3. Procure chegar com antecedência para preencher formulários e se preparar com calma.
  4. O aparelho pode ser um pouco barulhento e o espaço é fechado, mas você terá comunicação com a equipe e poderá pedir para parar o exame a qualquer momento. Muitos locais oferecem protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuir o desconforto do barulho.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Exame de PSA: quando fazer?

O exame de PSA (Antígeno Prostático Específico) é um teste de sangue que mede a quantidade dessa proteína no organismo masculino, especialmente na prevenção e detecção precoce de problemas na próstata.

O PSA é uma proteína produzida principalmente pelas células da próstata. É normal ter pequenas quantidades de PSA no sangue. No entanto, níveis elevados podem indicar uma alteração na próstata, seja um aumento benigno (Hiperplasia Prostática Benigna), uma inflamação (prostatite) ou, o mais preocupante, o câncer de próstata.

PSA Total e PSA Livre: qual a diferença?

  • PSA Total: soma do PSA livre e do PSA ligado a proteínas.
  • PSA Livre: parte do PSA que circula livremente no sangue.

A relação entre PSA livre e total é um dado importante para o médico avaliar o risco de câncer. Uma porcentagem menor de PSA livre pode indicar maior chance de câncer, enquanto valores mais altos sugerem causas benignas.

Quando fazer o exame de PSA?

OAs recomendações sobre a idade para iniciar o rastreamento com o PSA podem variar, mas geralmente seguem as seguintes diretrizes:

  • A partir dos 50 anos: para homens sem histórico familiar de câncer de próstata ou outros fatores de risco, a maioria das sociedades médicas recomenda iniciar o exame de PSA (junto com o toque retal) anualmente.
  • A partir dos 45 anos: se você tem um ou mais parentes de primeiro grau (pai ou irmão) que tiveram câncer de próstata antes dos 65 anos, é aconselhável começar o rastreamento mais cedo.
  • A partir dos 40 anos: para homens com risco ainda maior, como aqueles com múltiplos parentes de primeiro grau que tiveram câncer de próstata em idade jovem, ou homens afro-americanos (que têm maior risco de desenvolver a doença de forma mais agressiva), o rastreamento pode começar nessa idade.

É importante discutir com seu médico sobre o melhor momento para você iniciar o exame, considerando seu histórico familiar, etnia e outros fatores de saúde. A frequência do exame também será definida pelo médico, podendo ser anual ou a cada dois anos, dependendo dos seus resultados e fatores de risco.

Preparo para o exame de PSA

Para garantir a precisão do seu resultado, alguns cuidados são importantes antes da coleta de sangue:

Evite atividades que possam alterar o PSA:

  • Não ter ejaculado nas últimas 48 horas.
  • Não ter feito exercícios intensos de bicicleta (ergométrica ou não), andado de motocicleta ou a cavalo nos últimos 2 dias.
  • Não ter realizado toque retal, ultrassom transretal, biópsia de próstata ou outros procedimentos na região da próstata nos dias ou semanas anteriores, conforme orientação do laboratório.

Informe sobre o uso de medicamentos: Alguns medicamentos e suplementos (como biotina) podem interferir no resultado. Converse com seu médico sobre qualquer medicação que você esteja usando.

É essencial seguir todas as orientações médicas e do laboratório antes do exame. Isso garante que os níveis de PSA reflitam com mais precisão a condição da próstata, evitando resultados alterados por fatores temporários.

Um PSA elevado significa câncer?

Não necessariamente. Um nível de PSA alterado não confirma um diagnóstico de câncer. Diversas condições podem elevar o PSA, como:

  • Idade avançada: os níveis de PSA tendem a aumentar naturalmente com a idade.
  • Hiperplasia Prostática Benigna (HPB): o aumento benigno da próstata, comum em homens mais velhos.
  • Prostatite: inflamação da próstata, muitas vezes causada por infecções.
  • Procedimentos ou manipulações na próstata: toque retal, biópsia, ou até mesmo atividades sexuais recentes.

Realizar o exame de PSA é um passo fundamental na prevenção e cuidado da sua saúde. Na DonSaúde, você encontra a facilidade de agendar seu exame com preço acessível!

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.