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Hanseníase: saiba como identificar os primeiros sinais

A hanseníase, também conhecida como lepra, é uma doença infecciosa crônica que afeta principalmente a pele, os nervos periféricos, as vias respiratórias superiores e os olhos. Causada pela bactéria Mycobacterium leprae, sua transmissão ocorre principalmente por meio de secreções nasais ou gotículas de saliva de pessoas infectadas, especialmente daquelas que ainda não iniciaram o tratamento.

Embora possa afetar qualquer pessoa, a hanseníase é mais comum em regiões com condições de higiene precárias e com dificuldades no acesso ao sistema de saúde, o que compromete o diagnóstico e o tratamento precoce.

Um dos grandes desafios no combate à hanseníase é seu longo período de incubação, que pode levar até cinco anos para apresentar os primeiros sintomas. Em alguns casos, a manifestação completa da doença pode demorar até 20 anos, dificultando ainda mais a identificação precoce e contribuindo para atrasos no diagnóstico.

Principais sintomas da hanseníase:

  • Manchas na pele: as manchas podem ser claras ou avermelhadas, com bordas bem definidas e insensíveis ao toque.
  • Perda de sensibilidade: as áreas afetadas podem não sentir dor nem temperatura, o que aumenta o risco de lesões e infecções.
  • Alterações nos nervos: fraqueza muscular, formigamento, dor ou paralisia, principalmente nas mãos e pés. Deformidades como dedos caídos também podem ocorrer.
  • Lesões nos olhos e vias respiratórias: quando os nervos oculares são afetados, pode haver visão embaçada ou ressecamento ocular. As vias respiratórias podem apresentar secreções nasais ou ulcerações.

Detecção precoce e exames preventivos

Embora não existam exames preventivos, a hanseníase pode ser diagnosticada por meio da observação dos sintomas, como as manchas e a perda de sensibilidade. O diagnóstico definitivo é feito com a análise clínica e exames laboratoriais, como a baciloscopia (que coleta amostras de secreções) e biópsias de pele.

Infelizmente, muitos casos são diagnosticados em estágios mais avançados devido ao lento surgimento dos sintomas. O acompanhamento de pessoas em áreas de risco e a monitorização de familiares de pacientes diagnosticados são essenciais para a detecção precoce e controle da doença.

Fatores que influenciam o contágio e transmissão

A causa da hanseníase é a infecção pelo bacilo Mycobacterium leprae, que afeta principalmente os nervos periféricos, a pele, os olhos e as vias respiratórias superiores. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, principalmente por meio de secreções nasais ou gotículas de saliva de indivíduos infectados, especialmente aqueles que não estão em tratamento. O contágio geralmente ocorre quando há contato próximo e contínuo com uma pessoa doente.

  1. Contato prolongado: a hanseníase não é altamente contagiosa. Para que a transmissão ocorra, é necessário um contato próximo e contínuo com uma pessoa infectada, geralmente sem tratamento.
  2. Sistema imunológico: nem todas as pessoas expostas ao bacilo desenvolvem a doença. A predisposição genética e a resposta do sistema imunológico desempenham um papel importante. Algumas pessoas têm resistência natural à infecção, enquanto outras podem ser mais suscetíveis.
  3. Fatores ambientais e socioeconômicos: a doença é mais comum em áreas com condições de higiene precárias e sistemas de saúde com dificuldade para diagnosticar e tratar os casos precocemente. Fatores como pobreza, superlotação e a falta de acesso a cuidados médicos podem aumentar o risco de exposição e transmissão.

Esses fatores combinados podem contribuir para a propagação da hanseníase, tornando o controle da doença um desafio em determinadas regiões, especialmente aquelas com infraestrutura de saúde limitada.

Quais são as principais sequelas da hanseníase?

  • As lesões nos nervos podem causar deformidades nas mãos, pés e face, como dedos em garra, pés caídos e face leonina.
  • Perda de sensibilidade em áreas como mãos e pés aumenta o risco de ferimentos e infecções, pois a pessoa não sente dor.
  • Fraqueza muscular, dificultando atividades cotidianas.
  • Lesões oculares, causando inflamação, secura e até mesmo cegueira.
  • Problemas respiratórios, em casos mais graves, a hanseníase pode afetar as vias aéreas superiores, causando dificuldades respiratórias.
  • Impacto psicológico: as deformidades e o estigma social associado à doença podem causar depressão, ansiedade e isolamento social.

Como prevenir a doença e o possível agravamento dos sintomas

A prevenção da hanseníase é fundamental para reduzir a incidência da doença e evitar a transmissão. Embora não existam vacinas amplamente disponíveis para prevenção específica, há diversas medidas que podem ser adotadas para reduzir o risco de contrair a doença e, mais importante ainda, evitar a sua propagação.

  • Diagnóstico precoce: a importância de identificar a doença o mais rápido possível para evitar complicações e facilitar o tratamento.
  • Tratamento: a poliquimioterapia (PQT) é o tratamento padrão e sua importância para a cura da doença.
  • Monitoramento de contatos: a necessidade de acompanhar pessoas que tiveram contato com pessoas doentes.
  • Higiene e cuidados ambientais: medidas simples que podem ajudar a prevenir a transmissão.
  • Atenção em áreas endêmicas: a importância de buscar orientação médica em regiões com maior prevalência da doença.
  • Educação e conscientização: a necessidade de informar a população sobre a hanseníase e sua prevenção.
  • Acompanhamento contínuo: a importância de realizar acompanhamento médico após o tratamento.

É importante ressaltar que a hanseníase tem cura e que, com o tratamento adequado, é possível evitar as sequelas da doença. Se você conhece alguém com hanseníase ou suspeita que possa estar com a doença, procure um médico. Agende uma consulta e saiba mais sobre a doença.




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fontes: https://antigo.aids.gov.br/pt-br/o-que-e-hanseniase | https://bvsms.saude.gov.br/hanseniase-9/ | https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Hanseniase | https://portal.fiocruz.br/doenca/hanseniase | https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/janeiro/hanseniase-saiba-o-que-e-ou-nao-verdade-sobre-a-doenca |




Dopamina: como encontrar felicidade fora das redes sociais

Vivemos em uma era digital onde as redes sociais desempenham um papel central, trazendo momentos de prazer, mas também criando uma busca incessante por validação e satisfação. A chave para uma felicidade mais duradoura pode estar em aprender a estimular a dopamina de forma saudável e fora das telas. A dopamina, conhecida como o “hormônio do prazer”, desempenha um papel essencial no nosso bem-estar, mas pode ser desencadeada de maneira mais equilibrada e sustentável longe das redes sociais.

O que é a dopamina e como ela funciona?

A dopamina é um neurotransmissor que atua no cérebro como um sistema de recompensa. Ela está envolvida em atividades que nos trazem prazer e satisfação, como comer algo delicioso, praticar exercícios ou alcançar metas pessoais. Nas redes sociais, cada curtida, comentário ou nova notificação serve como um gatilho para a liberação de dopamina, criando uma sensação imediata de prazer. No entanto, esse ciclo de recompensa rápida pode nos levar a um vazio emocional, pois as interações online nem sempre resultam em satisfação duradoura.

O impacto das redes sociais na liberação de dopamina

Embora as redes sociais possam ser uma fonte de prazer momentâneo, elas também podem resultar em efeitos adversos no longo prazo, como ansiedade, estresse e comparação social. O uso excessivo pode criar um ciclo vicioso, onde buscamos constantemente novas interações para continuar sentindo essa recompensa, o que pode prejudicar nossa saúde mental. Além disso, a pressão para manter uma imagem perfeita online pode aumentar os níveis de ansiedade e gerar um sentimento de insatisfação.

Como estimular a dopamina de forma saudável fora das redes sociais?

Para encontrar felicidade de maneira mais autêntica e duradoura, é importante buscar atividades que liberem dopamina sem a necessidade de validação externa. Aqui estão algumas práticas eficazes para promover o bem-estar e estimular a produção de dopamina de forma natural:

  • Pratique atividades físicas como caminhar, correr ou dançar aumenta a produção de dopamina. Além de melhorar a saúde física, o exercício reduz o estresse e melhora o humor de forma duradoura.
  • Dedique-se a hobbies offline como pintar, tocar um instrumento, jardinar ou cozinhar pode ser uma forma de engajar a mente e o corpo, liberando dopamina e promovendo satisfação sem depender das redes sociais.
  • Busque passar tempo com amigos e familiares pessoalmente. A troca de experiências e o convívio presencial são fontes poderosas de prazer e felicidade genuína.
  • Pratique meditação e mindfulness. Essas atividades ajudam a reduzir a ansiedade e o estresse, promovendo um estado de calma e bem-estar. Essas atividades aumentam a produção de dopamina ao permitir que você se concentre no momento presente.
  • Celebre suas conquistas, por menores que sejam. Cada pequena conquista traz um aumento nos níveis de dopamina, proporcionando uma sensação de satisfação real.
  • Durma bem. O sono de qualidade é essencial para a produção adequada de dopamina. Estabelecer uma rotina regular de sono e criar um ambiente tranquilo para dormir pode melhorar a saúde mental e a felicidade.
  • Implemente alimentos ricos em nutrientes em sua dieta, como frutas, vegetais, nozes e peixes. Uma alimentação equilibrada contribui para o bem-estar físico e emocional.

Dicas para um uso mais saudável das redes sociais

Embora seja difícil desconectar completamente, é possível reduzir o impacto das redes sociais na sua vida. Experimente:

  • Definir limites de uso: estabeleça horários específicos para acessar as redes sociais e evite o uso excessivo, especialmente antes de dormir.
  • Silenciar notificações: isso ajuda a diminuir as distrações e reduz a necessidade de validação constante.
  • Desconectar-se regularmente: tire um dia ou algumas horas por semana para se desconectar e focar em atividades offline.

Ser feliz fora das redes sociais é possível, e a verdadeira felicidade está nas experiências reais e nas conexões humanas genuínas. Ao adotar hábitos que promovem a liberação saudável de dopamina e ao reduzir a dependência das redes sociais, você pode alcançar um bem-estar mais equilibrado e duradouro. A felicidade não depende de likes ou seguidores, mas de vivenciar momentos significativos e cuidar da sua saúde mental.

Quando devo buscar ajuda profissional?

As redes sociais oferecem conexões e momentos de diversão, mas o uso excessivo pode levar a problemas sérios. Quando passamos a depender das interações virtuais para sentir prazer ou evitar desconfortos emocionais, a dopamina liberada pelo “curtir” ou pelo “compartilhar” pode se transformar em uma armadilha.

Sinais como isolamento social, ansiedade, dificuldade de concentração e até alterações de humor podem indicar que o uso das redes deixou de ser saudável. Se o impacto na sua rotina ou bem-estar emocional for grande, é essencial procurar ajuda profissional. Psicólogos e outros especialistas podem ajudar a entender essa relação e a encontrar equilíbrio, promovendo uma vida mais leve e conectada com o que realmente importa.

Se sentir que é o momento, não hesite em buscar apoio!

Na Don Saúde, você encontra assistência médica que precisa! Entre em contato e saiba mais.




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fontes: https://www.redalyc.org/pdf/287/28750103.pdf | https://www.ufsm.br/midias/arco/como-redes-sociais-hackeiam-sua-mente 




Por que ter dengue uma vez não te imuniza contra todas?

A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, causada por quatro sorotipos diferentes do vírus: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. Embora muitas pessoas acreditem que contrair dengue uma vez confere imunidade total, isso não é verdade. Além disso, o Aedes aegypti também transmite outras doenças, como zika, chikungunya e febre amarela, o que torna ainda mais importante entender o papel desse mosquito e como se proteger.

Imunidade específica e parcial

Quando uma pessoa é infectada por um dos sorotipos da dengue, o sistema imunológico produz anticorpos específicos que a protegem contra aquele sorotipo pelo resto da vida. No entanto, essa imunidade não se estende aos outros três sorotipos. Existe também uma imunidade cruzada temporária, que dura apenas algumas semanas ou meses, mas não é suficiente para evitar infecções por outros sorotipos.

O perigo da reinfecção

Contrair dengue novamente, causada por um sorotipo diferente, pode ser ainda mais perigoso. O sistema imunológico pode reagir de forma exacerbada à nova infecção, o que pode levar a complicações graves, como a dengue hemorrágica ou a síndrome do choque da dengue. Esse fenômeno, conhecido como aumento dependente de anticorpos (ADE), amplifica a gravidade da doença em reinfecções.

Outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti

O mesmo mosquito que transmite a dengue também é responsável por outras doenças graves, como:

Essas doenças podem ter sintomas semelhantes à dengue, como febre, dores musculares e cansaço, mas cada uma possui características específicas. Por isso, o diagnóstico médico é fundamental para o tratamento adequado.

Fatores que influenciam a gravidade

A severidade da dengue e de outras doenças transmitidas pelo mosquito não depende apenas do agente causador, mas também de fatores como:

  • Condições de saúde preexistentes: Doenças como diabetes, hipertensão e imunossupressão aumentam o risco de complicações.
  • Reinfecção ou coinfecção: É possível contrair mais de uma dessas doenças ao mesmo tempo, o que pode agravar os sintomas.
  • Resposta imunológica individual: O organismo de cada pessoa reage de maneira única à infecção.

Prevenção

Como o Aedes aegypti é vetor de várias doenças, as medidas preventivas precisam ser abrangentes e consistentes. As principais formas de prevenção incluem:

  • Eliminar criadouros do mosquito. Não deixe água parada em recipientes como pneus, vasos e garrafas.
  • Usar repelentes e roupas de proteção, sobretudo em áreas onde o mosquito é mais prevalente.
  • Instalar telas e mosquiteiros.
  • Vacinas: no caso da febre amarela, a vacinação é altamente eficaz e recomendada em áreas endêmicas. Para a dengue, vacinas específicas estão disponíveis, mas devem ser administradas sob orientação médica.

Ter dengue uma vez não imuniza contra todos os sorotipos, e o mosquito Aedes aegypti é responsável pela transmissão de outras doenças igualmente graves, como zika, chikungunya e febre amarela. Isso reforça a importância de combater a proliferação do mosquito e buscar atendimento médico ao apresentar sintomas suspeitos.

A prevenção é uma responsabilidade de todos. Cuide do seu ambiente, proteja-se contra picadas e contribua para um esforço coletivo na luta contra essas doenças.

Na Don Saúde, você encontra assistência médica para diagnosticar, acompanhar e tratar doenças relacionadas ao mosquito Aedes aegypti.




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fontes: https://mosquito.saude.es.gov.br/Not%C3%ADcia/primeiro-contagio-pela-dengue-nao-garante-imunidade-aos-quatro-sorotipos-da-doenca | https://butantan.gov.br/covid/butantan-tira-duvida/tira-duvida-noticias/entenda-por-que-o-risco-de-desenvolver-dengue-grave-aumenta-quando-voce-e-infectado-pela-segunda-vez | https://www.saude.df.gov.br/web/guest/w/saiba-o-que-%C3%A9-mito-e-o-que-%C3%A9-verdade-sobre-a-dengue | https://semil.sp.gov.br/educacaoambiental/2023/04/13059/




O que é terapia ocupacional?

A terapia ocupacional é uma área da saúde focada em promover a independência e melhorar a qualidade de vida de indivíduos que enfrentam dificuldades físicas, mentais ou emocionais. O principal objetivo dessa prática é ajudar as pessoas a realizarem as atividades do dia a dia, também conhecidas como “ocupações”, de maneira mais eficiente e satisfatória, para que possam alcançar seu potencial máximo.

O papel do terapeuta ocupacional

O terapeuta ocupacional avalia as habilidades e necessidades de cada paciente para elaborar um plano de tratamento personalizado. Esse tratamento pode incluir o desenvolvimento de novas habilidades, a adaptação de ambientes e o uso de equipamentos especiais para facilitar as atividades cotidianas, além de oferecer apoio emocional e psicológico.

Entre as atividades trabalhadas estão:

  • Habilidades motoras e de coordenação: Auxiliar no aprimoramento de movimentos finos e grossos, como segurar objetos, escrever, comer e vestir-se.
  • Reabilitação cognitiva e comportamental: Trabalhar a memória, atenção, raciocínio e habilidades sociais, fundamentais para a autonomia no dia a dia.
  • Ajustes no ambiente: Orientar sobre adaptações em casa ou no trabalho, como o uso de cadeiras adequadas, rampas ou outros dispositivos, garantindo a segurança e acessibilidade.
  • Apoio psicológico e emocional: Ajudar os pacientes a lidarem com transtornos emocionais, como ansiedade, depressão e estresse, que podem afetar a capacidade de desempenhar atividades diárias.

Quem pode se beneficiar da terapia ocupacional?

A terapia ocupacional pode beneficiar uma grande variedade de pessoas, incluindo:

  • Pessoas com deficiências físicas ou mentais: indivíduos que sofreram lesões, doenças ou distúrbios neurológicos, como paralisia cerebral, acidente vascular cerebral (AVC) e esclerose múltipla.
  • Pessoas idosas: para auxiliar na manutenção da independência, melhorar a mobilidade e prevenir quedas.
  • Crianças com dificuldades no desenvolvimento: crianças com autismo, atraso no desenvolvimento motor ou problemas de coordenação motora podem se beneficiar das técnicas de terapia ocupacional.
  • Indivíduos com problemas emocionais ou psicológicos: a terapia ocupacional também é útil no tratamento de pessoas com transtornos de saúde mental, como ansiedade, depressão ou transtornos de estresse pós-traumático.

Como a terapia ocupacional pode ajudar no seu dia a dia?

Através da terapia ocupacional, as pessoas podem recuperar ou melhorar sua capacidade de realizar tarefas cotidianas, como cuidar de si mesmas, trabalhar, estudar e socializar. O foco está na funcionalidade e no empoderamento do paciente, permitindo-lhe viver de forma mais independente e com maior qualidade de vida.

Diferença entre terapia ocupacional e fisioterapia

Terapia Ocupacional

Foca em promover a independência e melhorar a qualidade de vida de indivíduos com dificuldades físicas, mentais ou emocionais. Ajuda as pessoas a realizarem suas atividades diárias de maneira mais eficiente e satisfatória, trabalhando habilidades motoras e de coordenação, reabilitação cognitiva e comportamental, ajustes no ambiente e apoio psicológico e emocional.


Fisioterapia
Foca na avaliação, diagnóstico, prevenção e tratamento de disfunções do movimento e postura. O objetivo principal é restaurar, desenvolver e manter a capacidade física do paciente, promovendo bem-estar físico e funcional. Atua na reabilitação física, alívio da dor, melhoria da mobilidade e tratamento de condições crônicas.

Principais diferenças:

  • Objetivo principal: terapia ocupacional visa a independência nas atividades diárias; fisioterapia visa a recuperação e manutenção da capacidade física.
  • Áreas de atuação: terapia ocupacional trabalha com habilidades motoras, cognitivas e emocionais, além da adaptação de ambientes; fisioterapia trata disfunções do movimento e postura, alívio da dor e melhora da mobilidade.
  • Público-alvo: terapia ocupacional abrange saúde mental e desenvolvimento infantil; fisioterapia é mais direcionada a questões físicas e de mobilidade.

A importância da terapia ocupacional no processo de reabilitação

A terapia ocupacional é fundamental em diversos contextos de reabilitação, seja após um acidente, cirurgia, ou na adaptação a uma condição crônica. Ela é um componente essencial para garantir que o paciente não apenas sobreviva, mas viva de forma ativa e plena, com a possibilidade de participar de atividades que lhe proporcionem satisfação e bem-estar.

Se você ou alguém que você conhece precisa de apoio para melhorar a funcionalidade no dia a dia, agende uma consulta com um terapeuta ocupacional. Na Don Saúde, nossos profissionais estão prontos para ajudar a transformar desafios em conquistas.




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fontes: https://bvsms.saude.gov.br/terapia-ocupacional-4/ | https://www.coffito.gov.br/nsite/?page_id=3382 | https://bvsms.saude.gov.br/fisioterapeuta/ | https://crefito4.org.br/site/definicao-terapia-ocupacional/




Otorrinolaringologia! Conheça a especialidade médica

A otorrinolaringologia é uma especialidade médica que foca no diagnóstico e tratamento de doenças e condições relacionadas ao ouvido, nariz e garganta, bem como às regiões da cabeça e pescoço. Os profissionais que atuam nesta área são conhecidos como otorrinolaringologistas, ou simplesmente otorrinos. Vamos explorar mais sobre esta fascinante especialidade e entender como ela pode beneficiar a nossa saúde.

O que faz um otorrinolaringologista?

O otorrinolaringologista é o médico responsável por tratar uma variedade de condições que afetam o ouvido, nariz e garganta. Entre as principais áreas de atuação desse especialista, podemos destacar:

  • Ouvido: tratamento de infecções auditivas, perda auditiva, zumbido, vertigem e problemas de equilíbrio.
  • Nariz: cuidado de condições como sinusite, rinite, desvio de septo, alergias e problemas respiratórios.
  • Garganta: tratamento de inflamações, infecções, rouquidão, dificuldades de deglutição e apneia do sono.
  • Cabeça e pescoço: diagnóstico e tratamento de tumores benignos e malignos, distúrbios das glândulas salivares, entre outros.

Quando procurar um otorrinolaringologista?

Muitas pessoas não sabem quando devem procurar um otorrino. Aqui estão algumas situações comuns em que a consulta com este especialista é indicada:

  • Problemas auditivos: dificuldade para ouvir, zumbido constante, dor de ouvido ou infecções recorrentes.
  • Dificuldades respiratórias: congestão nasal crônica, rinite alérgica, desvio de septo ou sinusites frequentes.
  • Distúrbios da voz e da garganta: rouquidão persistente, dor de garganta frequente, dificuldade para engolir ou sensação de um nó na garganta.
  • Problemas de equilíbrio: tonturas, vertigens ou sensação de desequilíbrio.

Saiba quando procurar o especialista

Alguns sinais e sintomas indicam a necessidade de uma consulta com o otorrinolaringologista. Entre eles, estão:

  • Perda de audição ou dificuldade para ouvir claramente.
  • Zumbido nos ouvidos (tinnitus) persistente.
  • Dificuldade para respirar pelo nariz ou sinusite crônica.
  • Rouquidão persistente ou dor de garganta frequente.
  • Infecções de ouvido ou garganta que não melhoram com tratamentos convencionais.
  • Sensação de desequilíbrio, tontura ou vertigem.

Importância do diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce de problemas otorrinolaringológicos pode evitar complicações graves e melhorar a qualidade de vida do paciente. Por exemplo, infecções de ouvido não tratadas podem levar a problemas auditivos permanentes, enquanto a detecção precoce de câncer de cabeça e pescoço pode aumentar as chances de um tratamento eficaz.

Como é a consulta com um otorrinolaringologista?

A consulta com um otorrinolaringologista geralmente começa com uma avaliação detalhada dos sintomas e do histórico médico do paciente. O especialista pode realizar exames clínicos e solicitar testes adicionais, como audiometria, endoscopia nasal ou exames de imagem (tomografia ou ressonância magnética). Com base nos resultados, o otorrino irá propor o tratamento mais adequado, que pode incluir medicamentos, terapias específicas ou até mesmo cirurgias, quando necessário.

Melhore sua qualidade de vida com a ajuda de um otorrino

O otorrinolaringologista é um profissional essencial para a saúde do ouvido, nariz e garganta, desempenhando um papel importante na melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Se você tem apresentado sintomas como dificuldade auditiva, obstrução nasal, rouquidão ou dores persistentes na garganta, não hesite em procurar um otorrino. Cuidar dessas áreas do corpo é fundamental para o bem-estar geral e uma vida mais saudável.

Agende sua consulta na Don Saúde e conte com profissionais especializados para cuidar da sua saúde de forma personalizada. A prevenção e o diagnóstico precoce são a chave para manter seu bem-estar!




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fontes: https://forl.org.br/




Como está a saúde do seu coração?

A saúde do coração é vital para o funcionamento do corpo, influenciando diretamente nossa energia e qualidade de vida. Quando não está saudável, pode comprometer outros sistemas e levar a problemas graves, muitas vezes silenciosos, até atingirem estágios avançados.

Doenças cardiovasculares, como infarto e AVC, lideram as causas de morte no mundo. Contudo, com hábitos saudáveis e acompanhamento médico, é possível prevenir grande parte dessas condições, reforçando a importância de cuidar do coração antes que os sinais de alerta apareçam.

Como manter o coração saudável?

  1. Adote uma alimentação balanceada: consumir alimentos ricos em fibras, como frutas, verduras e grãos integrais, e evitar gorduras saturadas e trans ajuda a controlar o colesterol e a pressão arterial. Esses fatores são cruciais para a saúde do coração.
  2. Pratique exercícios físicos: atividades como caminhada, corrida ou natação fortalecem o coração e melhoram a circulação sanguínea. Apenas 30 minutos de exercícios diários podem trazer grandes benefícios.
  3. Evite o tabagismo e consuma álcool com moderação: o tabagismo é um dos principais fatores de risco para doenças cardíacas. Da mesma forma, o consumo excessivo de álcool pode levar a problemas como hipertensão.
  4. Gerencie o estresse: o estresse crônico pode impactar negativamente a saúde do coração. Reservar um tempo para relaxar, praticar meditação ou buscar atividades prazerosas ajuda a reduzir os impactos do estresse.
  5. Realize exames regularmente: consultar um médico periodicamente permite monitorar fatores de risco, como pressão arterial, colesterol e glicose no sangue. A identificação precoce de qualquer alteração aumenta as chances de um tratamento eficaz.

Fatores de risco para doenças cardíacas

Prevenir doenças cardíacas exige atenção aos fatores de risco. Hipertensão arterial, colesterol elevado e sedentarismo são condições que prejudicam diretamente o sistema cardiovascular. O tabagismo, uma alimentação inadequada e o diabetes também aumentam significativamente o risco de complicações.

Além disso, obesidade e estresse contribuem para sobrecarregar o coração, enquanto o histórico familiar pode indicar predisposição genética. Para proteger a saúde cardíaca, adote hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, exercícios regulares e consultas médicas periódicas. Cuidar do coração é essencial para uma vida longa e saudável.

Sinais de alerta para problemas cardíacos

Reconhecer os sinais de alerta é fundamental para identificar possíveis problemas cardíacos e buscar ajuda médica rapidamente. Fique atento aos seguintes sintomas:

  • Dor no peito: pode indicar angina, infarto ou outros problemas cardiovasculares, a dor pode ser intensa ou leve, mas nunca deve ser ignorada.
  • Falta de ar: dificuldade para respirar, mesmo em repouso ou após esforço leve, pode ser um sinal de insuficiência cardíaca ou doença coronariana.
  • Palpitações: sensação de batimentos cardíacos rápidos, fortes ou irregulares pode apontar arritmias, que precisam de avaliação imediata.
  • Cansaço excessivo: fadiga constante, mesmo após descanso, pode estar relacionada a insuficiência cardíaca ou outras condições cardíacas.
  • Inchaço: edema em pés, tornozelos ou pernas pode indicar acúmulo de líquidos devido à insuficiência cardíaca.

Se você apresentar qualquer um desses sintomas, procure orientação médica imediatamente. O diagnóstico precoce pode salvar vidas!

A importância do cardiologista e do check-up cardíaco

Consultar um cardiologista regularmente e realizar check-ups é essencial para prevenir doenças cardiovasculares e identificar problemas de forma precoce. Exames como eletrocardiograma, teste de esforço e análise de colesterol ajudam a monitorar a saúde do coração e controlar fatores de risco, como hipertensão e colesterol elevado. Com acompanhamento especializado, é possível adotar medidas preventivas e garantir maior qualidade de vida.

Não espere até que seja tarde demais para cuidar do seu coração. Agende hoje mesmo uma consulta de check-up com a Don Saúde e tenha a tranquilidade de saber que sua saúde está em boas mãos. A prevenção é o melhor caminho para uma vida longa e saudável.




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fontes:  https://bvsms.saude.gov.br/saude-do-coracao/ | https://capital.sp.gov.br/web/saude/w/noticias/351615 | https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-me-alimentar-melhor/noticias/2022/manter-a-saude-do-coracao-em-dia-depende-de-um-estilo-de-vida-saudavel 




Virose: saiba como se proteger e aliviar os sintomas

Virose é o termo usado para descrever doenças provocadas por vírus, microrganismos que podem afetar diversos órgãos e sistemas do corpo, como o trato respiratório e o gastrointestinal. Diferentes tipos de vírus são responsáveis por diferentes formas de virose, como os vírus respiratórios (como o influenza) e os gastrointestinais (como o rotavírus e o norovírus).

Como as viroses se espalham?

  • Pelo ar: ao tossir ou espirrar, liberamos pequenas gotículas que podem conter vírus. Ao inalarmos essas gotículas, podemos nos infectar.
  • Pelo contato: ao tocarmos em superfícies contaminadas por vírus e em seguida levarmos as mãos aos olhos, nariz ou boca, facilitamos a entrada do vírus em nosso organismo.
  • Por alimentos e água contaminados: a ingestão de alimentos ou água contaminados com vírus também pode causar viroses, especialmente as gastrointestinais.

A conexão entre viroses e gastroenterites

A gastroenterite viral é uma das viroses mais frequentes e representa uma inflamação no estômago e intestinos, causada por diferentes tipos de vírus, como o rotavírus e o norovírus. Esses vírus são responsáveis por cerca de 50% dos casos de gastroenterite em todo o mundo, sendo especialmente comuns em crianças e idosos.

A alta taxa de transmissão torna a gastroenterite viral extremamente contagiosa, sendo facilmente disseminada em ambientes fechados e públicos, como escolas, creches, hospitais e até mesmo na praia, durante o verão. Nessa estação, a combinação do calor e maior proximidade social, somada ao consumo de alimentos e água contaminados, cria o cenário ideal para a propagação dessa virose.

Estudos indicam que o norovírus é responsável por aproximadamente 50% dos casos de gastroenterite viral em adultos, enquanto o rotavírus é a principal causa em crianças pequenas.

Quais são os principais sintomas?

Os sintomas das viroses podem variar dependendo do tipo de vírus e da pessoa infectada, mas os mais comuns incluem:

  • Febre
  • Tosse
  • Coriza
  • Dor de garganta
  • Dor de cabeça
  • Fadiga
  • Dores musculares
  • Diarreia
  • Vômitos

Como prevenir a Virose?

A prevenção das viroses envolve medidas simples, mas altamente eficazes, que ajudam a evitar a disseminação da doença. Algumas das principais precauções incluem:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente após usar o banheiro, antes de comer e após tocar em superfícies públicas.
  • Evitar o contato próximo com pessoas doentes, especialmente em ambientes fechados e de grande circulação.
  • Manter a higiene de alimentos e utensílios, principalmente ao consumir alimentos em locais públicos e durante o verão.
  • Evitar nadar em águas contaminadas e verificar a qualidade da água em ambientes públicos, como praias e piscinas.
  • Evitar compartilhar objetos pessoais, como toalhas e copos.

Além disso, se você já estiver com a doença, é fundamental adotar esses cuidados, pois as viroses, como a gastroenterite viral, são altamente contagiosas. Ficar em casa até a recuperação completa e praticar a etiqueta respiratória (cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar) ajuda a proteger os outros e a reduzir a propagação do vírus. A hidratação também é essencial durante a recuperação, especialmente em casos de diarreia e vômitos.

Quando procurar um médico?

É importante procurar um médico em algumas situações específicas relacionadas a viroses, especialmente se os sintomas persistirem ou se agravarem. Aqui estão alguns casos em que é recomendado buscar atendimento médico:

  • Se os sintomas, como febre, diarreia ou vômitos, persistirem por mais de alguns dias.
  • Sinais de desidratação, como boca seca, urina escura, tonturas ou sensação de fraqueza.
  • Se houver sintomas graves, como febre alta, dor intensa no abdômen, sangue nas fezes ou vômitos persistentes.
  • Se a pessoa afetada for um bebê, criança pequena, idoso ou alguém com sistema imunológico comprometido.
  • Em casos de viroses respiratórias, se houver dificuldade para respirar ou dor no peito.

Sempre é bom estar atento aos sinais do corpo e não hesitar em buscar ajuda médica se houver preocupação com a gravidade dos sintomas ou se os sintomas não melhorarem com cuidados básicos.

Cuidados para uma recuperação rápida

Embora a virose seja incômoda, com os cuidados certos, a recuperação é rápida. Mantenha-se hidratado com água, sucos e chás para evitar a desidratação. O repouso é essencial para ajudar o corpo a combater a infecção. Opte por uma alimentação leve, como arroz e banana, e evite alimentos pesados. Medicamentos como analgésicos e antitérmicos podem ser indicados, mas evite a automedicação, especialmente com antibióticos.

É fundamental buscar a orientação de um médico para garantir o tratamento adequado. A Don Saúde está à disposição para consultas e apoio durante sua recuperação.




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fontes: https://www.ubatuba.sp.gov.br/destaques/cuidados-para-prevenir-viroses/ | https://www.sjc.sp.gov.br/noticias/2025/janeiro/10/prefeitura-reforca-prevencao-e-enfrentamento-as-viroses/  | https://www.bio.fiocruz.br/index.php/br/noticias/1758-viroses-saiba-como-se-protege




Do pediatra ao adulto: quando fazer a troca?

A transição do cuidado pediátrico para o atendimento médico voltado a adultos é um momento marcante que vai além do amadurecimento físico. Ela reflete também mudanças nas necessidades de saúde, na autonomia e no estilo de vida do paciente. Para que essa etapa ocorra de forma eficiente, é essencial considerar fatores como idade, desenvolvimento emocional, condição de saúde e as orientações do pediatra.

Primeiro, qual é o papel do pediatra?

A pediatria é a especialidade médica responsável por cuidar da saúde de bebês, crianças e adolescentes, acompanhando o crescimento e o desenvolvimento físico, emocional e social. O atendimento pediátrico começa no período neonatal e geralmente se estende até os 18 anos, podendo chegar aos 21 em alguns casos específicos.

Os principais objetivos da pediatria incluem:

  • Promoção da saúde: monitorar o crescimento e orientar sobre alimentação, vacinação, sono e hábitos saudáveis.
  • Prevenção de doenças: realizar imunizações e educar as famílias sobre cuidados preventivos.
  • Diagnóstico e tratamento: identificar e tratar condições comuns na infância, como infecções respiratórias, alergias, problemas digestivos ou doenças crônicas, como diabetes e asma.
  • Acompanhamento integral: detectar possíveis atrasos no desenvolvimento ou questões emocionais, orientando intervenções precoces quando necessário.

Além disso, o pediatra atua como um parceiro das famílias, ajudando a construir hábitos saudáveis e proporcionando suporte emocional durante o crescimento dos filhos.

Até quando consultar um pediatra?

A idade para encerrar o acompanhamento pediátrico não é rígida. Em geral, os pediatras acompanham seus pacientes até os 18 anos, mas o limite pode variar dependendo das necessidades de saúde do jovem, da relação com o médico e do contexto familiar.

Em casos de condições crônicas, como transtornos metabólicos ou doenças genéticas, o acompanhamento pediátrico pode se estender até a transição para um especialista adulto que dê continuidade ao cuidado.

Por que é importante fazer a transição?

A troca do pediatra por um médico de adultos é essencial para assegurar que o jovem receba cuidados adequados à sua fase de vida. Algumas razões importantes incluem:

  • Necessidades específicas: durante a adolescência e o início da vida adulta, surgem condições de saúde diferentes, como distúrbios hormonais, questões de saúde mental ou problemas cardiovasculares, que exigem um olhar especializado.
  • Preparação para a autonomia: o jovem começa a se responsabilizar pela própria saúde, aprendendo a agendar consultas, discutir tratamentos e compreender diagnósticos.
  • Especialização adequada: enquanto o pediatra é capacitado para cuidar de crianças e adolescentes, médicos de adultos possuem conhecimento aprofundado em condições comuns à fase adulta.

Quando fazer a transição?

Embora a transição geralmente ocorra entre os 18 e 21 anos, ela pode variar dependendo do desenvolvimento emocional e das condições de saúde do paciente. Para garantir que seja feita de maneira tranquila:

  • Avalie a prontidão do jovem: o paciente deve demonstrar capacidade de gerenciar sua saúde, como compreender prescrições médicas e participar ativamente das consultas.
  • Considere as orientações do pediatra: o profissional pode identificar o momento ideal e até ajudar a indicar um médico de confiança.
  • Planeje com antecedência: inicie conversas sobre a transição alguns anos antes, permitindo que o jovem se familiarize com o processo.

O papel dos especialistas no atendimento a adultos

Com o avanço da idade, as necessidades de saúde tornam-se mais complexas e específicas, exigindo o acompanhamento por médicos especializados. Cada especialista tem um papel fundamental para atender a diferentes aspectos da saúde física e mental, garantindo qualidade de vida e bem-estar.

  • Clínico Geral: atua como um ponto inicial de avaliação, auxiliando em check-ups, diagnósticos gerais e encaminhamentos para especialistas.
  • Ginecologistas e Urologistas: cuidados com a saúde reprodutiva tornam-se mais frequentes na vida adulta, exigindo atenção especializada.
  • Endocrinologistas: com a estabilização hormonal, novos desafios metabólicos podem surgir, como obesidade ou disfunções na tireoide.
  • Cardiologistas: essencial para jovens adultos com histórico familiar de doenças cardíacas ou alterações detectadas em exames.

A transição do pediatra para o médico de adultos não deve ser encarada como uma ruptura, mas como uma evolução natural no cuidado à saúde. Planejar essa mudança com orientação do pediatra e escolher profissionais adequados ajudam a garantir a continuidade do acompanhamento e evitam lacunas nos cuidados médicos.

Com um planejamento bem estruturado, essa etapa pode ser vivida de forma tranquila, assegurando uma saúde de qualidade em todas as fases da vida.

Na Don Saúde, facilitamos o agendamento com médicos de diversas especialidades para garantir o cuidado contínuo e adequado às suas necessidades. Agende sua consulta agora e cuide da sua saúde com profissionais de confiança!




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fontes:  https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/ | https://www.cremeb.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Par-Cremeb-23-13.pdf | https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/escolas/ate-quantos-anos-uma-crianca-deve-ir-ao-pediatra




Não adianta criar metas e não seguir uma rotina

Definir metas é um passo essencial para o desenvolvimento pessoal e profissional. No entanto, apenas estabelecer objetivos não garante resultados. A verdadeira transformação acontece quando essas metas são incorporadas a uma rotina consistente, permitindo que elas sejam perseguidas de forma estruturada e eficaz.

Por que metas precisam de uma rotina?

Metas, por si só, representam o destino, mas a rotina é o mapa que guia o caminho. Sem hábitos regulares e um planejamento claro, é fácil perder o foco e abandonar os objetivos. A ciência do comportamento humano confirma que ações repetidas criam padrões no cérebro, tornando mais fácil manter o ritmo e alcançar resultados.De acordo com o livro “Atomic Habits”, de James Clear, pequenas mudanças diárias têm um impacto cumulativo significativo ao longo do tempo. Isso significa que, em vez de tentar realizar grandes mudanças de uma só vez, é mais eficiente criar pequenas ações consistentes que aproximam você de suas metas.

Os benefícios de seguir uma rotina

  • Disciplina e consistência: uma rotina ajuda a eliminar a procrastinação, tornando o progresso uma parte natural do dia.
  • Redução de estresse: saber o que fazer e quando fazer reduz a ansiedade gerada pela falta de organização.
  • Acompanhamento de progresso: a rotina permite avaliar seu desempenho e ajustar as ações conforme necessário.
  • Automatização de tarefas: com o tempo, hábitos saudáveis se tornam automáticos, exigindo menos esforço mental.

Como criar uma rotina eficaz para alcançar suas metas

  1. Defina metas claras e mensuráveis: o primeiro passo é saber exatamente o que você deseja alcançar. Utilize a metodologia SMART (específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais).
  2. Estabeleça prioridades: não tente mudar tudo de uma vez. Identifique os hábitos mais importantes para suas metas e foque neles.
  3. Crie um cronograma realista: divida suas metas em pequenas tarefas diárias ou semanais que sejam práticas e exequíveis.
  4. Monitore seu progresso: use ferramentas, como agendas ou aplicativos, para acompanhar sua evolução e ajustar a rotina conforme necessário.
  5. Seja flexível: circunstâncias podem mudar, e sua rotina deve se adaptar sem comprometer o objetivo principal.

O impacto da rotina no sucesso

Estudos mostram que pessoas que seguem uma rotina têm maior probabilidade de alcançar seus objetivos. Um exemplo claro disso é a prática regular de exercícios físicos. Um estudo publicado no Journal of Behavioral Medicine revelou que indivíduos que mantêm uma rotina de exercícios têm mais sucesso em manter a saúde a longo prazo do que aqueles que se exercitam de forma esporádica.

Seguir uma rotina também reforça a autodisciplina, uma habilidade essencial para superar obstáculos e manter o foco em tempos desafiadores.

A saúde como exemplo de metas e rotina

Cuidar da saúde é um dos exemplos mais claros de como metas e rotinas estão interligadas. Muitos estabelecem o objetivo de fazer um check-up anual ou melhorar a qualidade de vida, mas sem incorporar hábitos consistentes, como agendar consultas, realizar exames regularmente e manter um estilo de vida equilibrado, esses objetivos podem se perder. A Don Saúde facilita esse processo ao oferecer agendamentos simples e acessíveis para consultas, exames e check-ups, permitindo que o cuidado com a saúde faça parte da sua rotina de forma prática e eficiente.

Criar metas é o primeiro passo para transformar sonhos em realidade, mas só a ação consistente pode garantir que elas sejam alcançadas. Incorporar uma rotina ao seu dia a dia é o que sustenta o progresso e transforma o objetivo em conquista.

Não se trata de perfeição, mas de persistência. Afinal, pequenas ações diárias, alinhadas a um propósito claro, têm o poder de criar grandes mudanças.




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fontes:  https://www.cnnbrasil.com.br/forum-opiniao/bem-estar-e-performance-profissional-a-importancia-de-uma-rotina-de-autocuidado/ | https://trt15.jus.br/sites/portal/files/roles/institucional/gestao-de-pessoas/Metas%20e%20Saude%20Mental%20-%20Celia%20Roccio.pdf

 




Janeiro Branco: um mês dedicado à saúde mental

O Janeiro Branco é uma campanha que acontece no início do ano com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da saúde mental e emocional. Criada em 2014, a campanha aproveita o clima de renovação do início do ano para incentivar as pessoas a refletirem sobre suas emoções, comportamentos e qualidade de vida, buscando prevenir doenças mentais e promover o bem-estar.

Por que o Janeiro Branco é importante?

Segundo o Ministério da Saúde, questões relacionadas à saúde mental, como ansiedade e depressão, estão entre as principais causas de afastamento do trabalho no Brasil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça essa preocupação, destacando que a depressão é a principal causa de incapacidade global. O Brasil, infelizmente, lidera os casos de ansiedade na América Latina, com 9,3% da população diagnosticada com algum tipo de transtorno (OMS).O Janeiro Branco busca lançar luz sobre a importância da saúde mental, um tema que ainda enfrenta preconceitos e desinformação. Assim como cuidamos do corpo, cuidar da mente é indispensável para alcançar equilíbrio e qualidade de vida.

O que é saúde mental?

A saúde mental vai além da ausência de transtornos psicológicos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ela é definida como um estado de bem-estar no qual a pessoa:

  • Enfrenta adversidades com resiliência: é capaz de lidar com os desafios e pressões do dia a dia.
  • É produtiva no trabalho: mantém foco, motivação e desempenho em suas atividades.
    Contribui para a comunidade: engaja-se de forma positiva em sua família, amigos e sociedade.
  • Vive com equilíbrio emocional: cultiva relacionamentos saudáveis e gerencia suas emoções de maneira construtiva.

Cuidar da saúde mental é um processo contínuo e multidimensional, envolvendo aspectos biológicos, psicológicos e sociais. Adotar hábitos saudáveis, buscar apoio profissional quando necessário e investir em relações positivas são passos essenciais para uma vida mais equilibrada.

Sinais de que algo pode estar errado

Estar atento a mudanças no comportamento e nas emoções é essencial, pois podem indicar a necessidade de apoio especializado. Aqui estão alguns sinais que merecem atenção:

  • Alterações no sono: insônia frequente, dificuldade para dormir ou sono excessivo.
  • Mudanças no apetite: perda de apetite ou comer em excesso sem motivo aparente.
  • Fadiga constante: sensação de cansaço extremo, mesmo após descanso adequado.
  • Dificuldade de concentração: problemas para manter o foco ou tomar decisões.
  • Perda de interesse: falta de motivação ou prazer em atividades que antes eram apreciadas.
  • Irritabilidade ou agitação: mudanças bruscas no humor, irritabilidade constante ou sensação de inquietação.
  • Sentimentos persistentes de tristeza ou vazio: emoções negativas que não passam, mesmo em momentos positivos.
  • Isolamento social: evitar interações com amigos, familiares ou colegas de trabalho.
  • Pensamentos autodestrutivos: ideias recorrentes de inutilidade, culpa excessiva ou pensamentos de suicídio.

Se você identificar esses sinais em si mesmo ou em alguém próximo, é importante buscar apoio. Quanto antes o cuidado for iniciado, maiores são as chances de recuperação e bem-estar.

Como buscar ajuda?

Reconhecer que você precisa de ajuda é um passo fundamental para cuidar da sua saúde mental. Buscar apoio profissional pode fazer toda a diferença na superação de desafios emocionais e na promoção do bem-estar.

Se você está enfrentando dificuldades, considere agendar uma consulta com um psicólogo ou médico especialista. Esses profissionais são capacitados para oferecer orientações, tratamentos e o suporte necessário para lidar com situações difíceis.

Além disso, conversar com pessoas de confiança, como amigos e familiares, pode aliviar o peso emocional e trazer novas perspectivas. Não hesite em dividir suas preocupações com quem se importa com você.

Lembre-se: cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar do corpo. Se precisar de ajuda urgente, entre em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV) pelo telefone 188. Eles estão disponíveis para ouvir e oferecer suporte emocional de forma gratuita e sigilosa.

Dicas para cuidar da saúde mental

  • Pequenas mudanças no dia a dia podem fazer uma grande diferença para o bem-estar mental:
  • Pratique a autocompaixão: seja gentil consigo mesmo e aceite suas limitações.
  • Mantenha uma rotina saudável: alimente-se bem, pratique exercícios e tenha momentos de lazer.
  • Estabeleça conexões: cultive relacionamentos com amigos e familiares.
  • Evite o isolamento: Busque atividades em grupo e espaços de convivência.
  • Desacelere: Permita-se descansar e respeite seus limites.

A Don pode te auxiliar nos cuidados com a sua saúde mental

Na Don Saúde, entendemos que saúde mental e física estão conectadas. Oferecemos agendamento de consultas com psicólogos, psiquiatras e outros especialistas, além de serviços de telemedicina para facilitar o acesso aos cuidados necessários.




Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.


Fontes:  https://www.gov.br/inss/pt-br/noticias/janeiro-branco-mes-de-conscientizacao-pela-saude-mental-e-emocional | https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Saude-Mental | https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202401/especialistas-da-ebserh-abordam-os-sinais-de-alerta-e-os-principais-problemas-de-saude-mental