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Quando procurar um geriatra?

O geriatra é o especialista responsável por cuidar da saúde de pessoas na terceira idade, com foco total nas questões do envelhecimento. Ao contrário do clínico geral, que atende todas as idades, o geriatra tem formação específica para entender as mudanças físicas, emocionais e sociais que acontecem ao longo dos anos. Ele enxerga o paciente de forma completa, cuidando desde doenças crônicas até a autonomia, a memória e a qualidade de vida.

Qual a diferença entre geriatra e outros médicos?

É comum pensar que o geriatra é apenas um “clínico geral para idosos”, mas a especialidade vai muito além. Enquanto um clínico geral trata doenças de forma isolada, o geriatra tem uma visão integrada do paciente.

Em vez de focar em um único órgão, ele avalia o funcionamento de todo o corpo. Um bom exemplo é a gestão de medicamentos. O geriatra sabe como a combinação de diferentes remédios pode afetar a memória ou causar tontura. O objetivo dele não é só tratar a doença, mas garantir mais qualidade de vida, autonomia e bem-estar para o idoso.

Por que consultar um geriatra?

  • Acompanhamento regular: Contribui para um envelhecimento mais saudável, com foco total na prevenção.
  • Controle de doenças crônicas: Como hipertensão, diabetes e osteoporose, ajudando a reduzir complicações.
  • Atenção integral: O geriatra avalia a saúde física, mas também a saúde mental e a social.

Fatores de risco que exigem atenção especial: Idosos com histórico familiar de doenças cardiovasculares, demências (como o Alzheimer), osteoporose ou fragilidade física devem iniciar o acompanhamento com o geriatra o quanto antes, mesmo que não tenham sintomas aparentes.

Sinais de que é hora de procurar um geriatra

Não é preciso esperar um problema sério acontecer para agendar uma consulta. O ideal é começar o acompanhamento a partir dos 60 anos ou quando o idoso apresenta fatores de risco que pedem um cuidado especializado.

Fique atento a estes sinais:

  • Mudanças no humor, sono ou peso.
  • Quedas frequentes ou dificuldade para se equilibrar.
  • Perda de memória ou confusão.
  • Uso de múltiplos medicamentos (cinco ou mais por dia).

Como escolher um geriatra?

Na hora de escolher, procure um profissional que seja especializado e que te faça sentir à vontade. O mais importante é iniciar o acompanhamento preventivo, pois a consulta periódica é a melhor forma de garantir um envelhecimento com mais saúde e tranquilidade.

Se você está buscando um geriatra, a DonSaúde tem uma rede de parceiros completa para te ajudar a agendar a consulta com preço justo e de forma rápida. O cuidado com a sua saúde pode ser mais fácil do que você imagina.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.



Deslocamento de retina: entenda os sintomas

O descolamento de retina é uma condição ocular grave e considerada uma verdadeira emergência médica. A retina é uma camada fina de tecido localizada na parte de trás do olho, essencial para a formação das imagens que enxergamos. Quando ela se descola de sua posição normal, há risco de perda de visão permanente, especialmente se o tratamento não for realizado com rapidez.

O que é o deslocamento de retina?

A retina é o tecido sensível à luz que reveste a parte interna do olho. Ela funciona como o “filme da câmera”, convertendo a luz em sinais que são enviados ao cérebro para formar as imagens.

Quando a retina se descola, ela se separa da camada de vasos sanguíneos responsável por sua nutrição. Sem esse suprimento, as células da retina deixam de funcionar, e a perda de visão pode começar rapidamente.

A causa mais comum do descolamento é a separação do gel vítreo, substância que preenche o interior do olho. Esse gel pode puxar a retina, provocar uma ruptura e permitir o acúmulo de fluido, levando ao descolamento.

Fatores de risco

Alguns fatores aumentam a probabilidade de descolamento de retina, incluindo:

  • Idade avançada (mais comum em pessoas acima de 50 anos).
  • Miopia alta;
  • História familiar de descolamento de retina;
  • Trauma ocular;
  • Cirurgias oculares anteriores;
  • Doenças inflamatórias ou degenerativas da retina;

Sintomas iniciais mais comuns

Os sinais podem surgir de forma súbita ou progressiva e incluem:

  • Moscas volantes: pontos ou manchas que parecem flutuar no campo de visão;
  • Fotopsia: flashes de luz, principalmente em ambientes escuros;
  • Sombra ou cortina: sensação de uma cortina escura cobrindo parte da visão;
  • Perda de visão periférica: dificuldade de enxergar nas laterais.

É importante não ignorar esses sintomas, mesmo que sejam leves ou intermitentes.

Fatores de risco e diagnóstico

Alguns fatores aumentam o risco de descolamento de retina, como alta miopia, histórico familiar, cirurgias oculares anteriores (como a de catarata), lesões no olho e idade avançada.

É essencial não confundir o descolamento de retina com problemas comuns, como miopia ou vista cansada. A principal diferença está nos sintomas, que no caso do descolamento são sempre repentinos e significativos. Ao perceber qualquer sinal de alerta, é importante buscar atendimento médico imediatamente.

O diagnóstico é realizado por um oftalmologista por meio de um exame ocular completo, que permite a visualização do fundo do olho e da retina.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é feito por um oftalmologista através de exames detalhados da retina, como fundoscopia ou ultrassonografia ocular.

O tratamento é geralmente cirúrgico e deve ser realizado o mais rápido possível. Algumas opções incluem:

  • Retinopexia a frio ou a laser: para pequenas rupturas da retina;
  • Vitrectomia: remoção do gel vítreo para reposicionar a retina;
  • Pneumoretinopexia: injeção de gás para pressionar a retina no lugar correto.

O sucesso do tratamento depende da rapidez com que o problema é identificado e tratado.

Tratamento e agende sua consulta de urgência 

O tratamento para o descolamento de retina é sempre cirúrgico. A cirurgia de retina é essencial para reposicionar a retina e salvar a visão. O tipo de cirurgia e o preço do procedimento variam com a complexidade do caso.

Se você precisa de um oftalmologista, não perca tempo. A DonSaúde te conecta a uma ampla rede, garantindo que você seja atendido rapidamente e por um preço justo. Não há tempo a perder quando o assunto é a sua visão.

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Entenda os sintomas do transtorno de ansiedade

A ansiedade é uma reação natural do corpo diante de situações de estresse, expectativa ou perigo. Sentir-se ansioso antes de uma prova, de uma entrevista de emprego ou de uma decisão importante é comum e até saudável. O problema acontece quando essa sensação se torna intensa, frequente e começa a atrapalhar a rotina. Nesses casos, pode se tratar de um transtorno de ansiedade.

O que é a ansiedade?

A ansiedade é uma emoção comum e, em doses pequenas, pode até ser útil, preparando o corpo para enfrentar desafios. Trata-se de uma resposta de “luta ou fuga” que nos deixa mais alertas diante de situações de estresse.

O problema surge quando a ansiedade deixa de ser pontual e passa a fazer parte da rotina. O transtorno de ansiedade ocorre quando a preocupação se torna excessiva, irracional e persistente, a ponto de interferir no trabalho, nos relacionamentos e na qualidade de vida.

Apesar de ser uma condição séria, com tratamento adequado é possível viver com mais leveza e bem-estar.

Sintomas da ansiedade

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas os mais comuns são:

  • Problemas gastrointestinais, como dor de estômago e diarreia.
  • Preocupação excessiva e constante;
  • Sensação de nervosismo ou tensão;
  • Dificuldade para relaxar;
  • Cansaço frequente;
  • Insônia ou sono de má qualidade;
  • Palpitações, falta de ar ou tremores;

Quando os sintomas indicam um transtorno?

É importante diferenciar a ansiedade comum do transtorno. Se os sintomas:

  • Persistem por semanas ou meses;
  • Interferem no trabalho, nos estudos ou nas relações pessoais;
  • São intensos a ponto de causar sofrimento diário;

A principal diferença é a frequência e a intensidade. Se os sintomas acima aparecerem de forma constante, por semanas ou meses, e te impedirem de fazer atividades que você gosta, como sair com amigos ou ir trabalhar, é um forte sinal de que você precisa de ajuda.

A importância do diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é feito por um médico psiquiatra ou psicólogo, que avalia os sintomas e pode recomendar o tratamento mais adequado. Entre as opções estão:

  • Mudanças no estilo de vida, como prática de exercícios, boa alimentação e técnicas de relaxamento.
  • Psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, que ajuda a controlar pensamentos ansiosos;
  • Medicamentos, em alguns casos, para equilibrar a atividade cerebral;

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A DonSaúde facilita seu acesso à saúde mental de qualidade. Sabemos que encontrar um psicólogo ou psiquiatra com um preço acessível e sem longas filas de espera pode ser difícil, mas aqui, nós te conectamos a uma rede de mais de 450 profissionais e clínicas parceiras..

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Escoliose: o que é, como identificar e tratar

A escoliose é uma alteração na coluna vertebral caracterizada por uma curvatura lateral em formato de “C” ou “S”. Essa condição pode se manifestar na infância, adolescência ou idade adulta. Os casos variam desde os mais leves, que quase não causam sintomas, até os mais graves, que exigem acompanhamento médico especializado.

O que é escoliose?

A coluna vertebral possui curvas naturais que contribuem para a sustentação do corpo e facilitam a movimentação. Na escoliose, essas curvas tornam-se anormais, desviando lateralmente. Essa alteração pode atingir qualquer segmento da coluna, embora seja mais frequente na região torácica, localizada no meio das costas.

Quais são os tipos de escoliose?

A escoliose pode ter diferentes causas e classificações:

  • Escoliose idiopática: é a forma mais comum e não tem causa definida, surgindo geralmente na adolescência.
  • Escoliose congênita: ocorre quando há malformações na coluna ainda durante o desenvolvimento do feto.
  • Escoliose neuromuscular: relacionada a doenças que afetam nervos e músculos, como paralisia cerebral e distrofia muscular.

Escoliose degenerativa: aparece em adultos, devido ao desgaste natural das vértebras e discos da coluna.

Como identificar sinais e sintomas?

Nos estágios iniciais, a escoliose geralmente não provoca dor, o que pode dificultar a identificação do problema. Por esse motivo, é essencial observar sinais visuais, principalmente em adolescentes, fase em que a condição costuma se manifestar com mais frequência.

Fique de olho em:

  • Ombros em alturas diferentes.
  • Uma omoplata (o osso que fica nas costas) mais proeminente que a outra.
  • Cintura ou quadris desalinhados.
  • Uma das pernas parecer mais curta que a outra.
  • A cabeça não ficar centralizada com o resto do corpo.

Se você notar qualquer um desses sinais, procure um médico. Um profissional de saúde, como um ortopedista, pode fazer uma avaliação completa.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico começa com o exame físico, no qual o médico observa a postura do paciente e pode pedir que ele se incline para frente (teste de Adams) para visualizar melhor a curvatura. Para confirmar, são solicitados exames de imagem, como radiografia da coluna, que mostra o grau de desvio e ajuda a definir o tratamento mais adequado.

Quais são os tratamentos disponíveis?

O tratamento da escoliose varia conforme a idade do paciente, a gravidade da curvatura e o risco de progressão.

  • Curvas leves (abaixo de 20 graus): nesses casos, a abordagem costuma ser o acompanhamento regular para monitorar se a curvatura está aumentando.
  • Coletes ortopédicos: indicados para curvas moderadas em pacientes que ainda estão em fase de crescimento, os coletes ajudam a evitar a piora da curvatura.
  • Cirurgia: em casos graves, com curvas acima de 45 ou 50 graus, pode ser necessário realizar cirurgia para corrigir a curvatura e estabilizar a coluna.
  • Fisioterapia: a fisioterapia para escoliose é um complemento importante em qualquer estágio do tratamento. Ela contribui para o fortalecimento dos músculos das costas, melhora da postura e aumento da flexibilidade.

Prevenção e cuidados

Nem sempre é possível prevenir a escoliose, principalmente nos casos de origem genética ou idiopática. No entanto, alguns cuidados ajudam a manter a coluna mais saudável:

  • Procurar atendimento especializado ao notar sinais de desvio postural.
  • Manter bons hábitos de postura no dia a dia;
  • Incentivar atividades físicas regulares, que fortalecem músculos e ossos;
  • Realizar consultas médicas de rotina, principalmente em crianças e adolescentes em fase de crescimento;

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A escoliose tem tratamento, e o primeiro passo é buscar um especialista. Com a DonSaúde, você não precisa se preocupar com longas filas de espera ou com o alto custo do atendimento particular.

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O que é Fibrose Cística? Sintomas, diagnóstico e tratamento

A fibrose cística, também chamada de mucoviscidose, é uma doença genética rara que afeta principalmente os sistemas respiratório e digestivo. Embora ainda não tenha cura, os avanços da medicina têm proporcionado uma melhora significativa na qualidade de vida das pessoas diagnosticadas, além de uma expectativa de vida cada vez maior.

A fibrose cística é hereditária?

A fibrose cística não é contagiosa e não está relacionada a hábitos de vida. Trata-se de uma doença hereditária, ou seja, a pessoa já nasce com ela. A condição é causada por uma alteração genética que afeta a produção de uma proteína responsável por regular a entrada e saída de sal e água nas células.

Quando essa proteína não funciona corretamente, as secreções corporais, como o muco, tornam-se mais espessas e pegajosas. Esse muco anormal acaba se acumulando nos pulmões, no pâncreas e em outros órgãos, provocando os sintomas típicos da fibrose cística.

Para que uma criança desenvolva a doença, é necessário que ela herde uma cópia do gene alterado de cada um dos pais.

Principais sintomas

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas os mais comuns são:

  • Tosse crônica e presença de secreção pulmonar;
  • Infecções respiratórias de repetição;
  • Dificuldade para ganhar peso e crescer;
    Fezes volumosas e gordurosas;
  • Fadiga e baixa resistência física;
  • Obstruções intestinais em alguns casos.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico precoce é essencial para iniciar o tratamento o quanto antes e evitar complicações. O primeiro exame realizado é o Teste do Pezinho, aplicado em todos os recém-nascidos. Caso o resultado seja positivo, são solicitados exames complementares para confirmar a presença da doença.

Entre os principais exames está o Teste do Suor, que avalia a concentração de sal no suor. Um resultado acima do normal, aliado aos sintomas clínicos e ao histórico familiar, confirma o diagnóstico de fibrose cística. Em alguns casos, o médico também pode solicitar um teste genético para identificar alterações no gene responsável pela doença.

Tratamento e acompanhamento

O tratamento busca controlar os sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida. Ele inclui:

  • Uso de medicamentos para fluidificar secreções e combater infecções;
  • Suplementos enzimáticos para ajudar na digestão;
  • Fisioterapia respiratória para auxiliar na eliminação do muco;
  • Alimentação balanceada e acompanhamento nutricional;
  • Em alguns casos, transplante pulmonar pode ser considerado.

O acompanhamento é multidisciplinar, com profissionais de pneumologia, gastroenterologia, nutrição, fisioterapia e psicologia, garantindo suporte completo ao paciente e à família.

Impacto na qualidade de vida

Com os cuidados adequados, muitas pessoas com fibrose cística conseguem estudar, trabalhar, praticar atividades físicas e levar uma vida ativa. O diagnóstico precoce, aliado ao avanço dos tratamentos, tem aumentado a expectativa e a qualidade de vida dos pacientes.

Você sabia?

Pessoas com fibrose cística não devem ficar próximas umas das outras por causa do risco de transmissão cruzada de bactérias. Embora a doença não seja contagiosa, os pacientes costumam ter infecções pulmonares causadas por bactérias específicas que podem ser muito resistentes e difíceis de tratar. Quando dois pacientes se encontram pessoalmente, essas bactérias podem ser transmitidas de um para o outro por meio do ar, tosse ou superfícies. O distanciamento ajuda a proteger a saúde respiratória de cada um e a evitar complicações graves.

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Intolerância à lactose? Entenda o exame que confirma o diagnóstico

Sentir desconforto na barriga, inchaço ou cólica depois de comer queijo, tomar um copo de leite ou comer um sorvete? Esses sintomas podem indicar que seu corpo tem dificuldade em digerir a lactose, o açúcar natural do leite. Para tirar a dúvida, existe um exame simples e rápido. 

O que é a intolerância à lactose?

A intolerância à lactose acontece quando o seu corpo não produz, ou produz em pouca quantidade, uma enzima chamada lactase. A função da lactase é quebrar a lactose em açúcares menores, que são fáceis de serem absorvidos pelo nosso intestino. Sem a lactase, a lactose não digerida fermenta no intestino, causando os sintomas que você já conhece.

É importante não confundir intolerância com alergia. A alergia ao leite é uma reação do sistema imunológico à proteína do leite, o que é um problema mais grave. Já a intolerância é um problema digestivo.

Sintomas que pedem o exame

O exame para intolerância à lactose é indicado quando o paciente apresenta sintomas gastrointestinais logo após consumir alimentos com leite e derivados. Fique de olho em:

  • Inchaço abdominal (sensação de “barriga estufada”)
  • Gases
  • Cólicas e dores na barriga
  • Náuseas
  • Diarreia

Se você notar que esses sintomas aparecem sempre que você come um alimento com lactose, é fundamental conversar com um médico para confirmar o diagnóstico com o exame correto.

Como funciona o exame de intolerância à lactose?

O exame mais comum e confiável é o teste de hidrogênio no ar expirado. É um exame simples, não invasivo e feito em laboratório.

  1. Jejum: O paciente precisa fazer um jejum de 8 a 12 horas antes do exame.
  2. Primeira medição: Ao chegar no laboratório de intolerância a lactose Londrina, o técnico coleta uma primeira amostra do seu ar expirado, para medir o nível inicial de hidrogênio.
  3. Solução de lactose: Em seguida, você bebe uma solução com lactose.
  4. Coletas periódicas: Depois de beber a solução, a sua respiração será coletada em intervalos de 30 a 60 minutos, durante um período de até 3 horas.

Se houver intolerância à lactose, a fermentação no seu intestino vai produzir hidrogênio, e o nível desse gás no seu ar expirado vai aumentar, confirmando o diagnóstico.

Após o exame: o que esperar

Durante o teste, algumas pessoas podem apresentar desconfortos leves, como gases, cólicas ou diarreia, já que ingeriram lactose em jejum. Esses sintomas costumam ser passageiros e desaparecem ao longo do dia.

Depois do exame, o paciente pode voltar às suas atividades normalmente, incluindo a alimentação habitual, salvo orientação diferente do médico.

O resultado deve sempre ser avaliado por um profissional de saúde, que vai analisar os números em conjunto com os sintomas relatados. Com o diagnóstico confirmado, o médico pode recomendar:

  • Ajustes na dieta (redução ou exclusão de lactose)
  • Uso de produtos sem lactose
  • Suplementação de enzima lactase, quando necessário

Assim, o exame não apenas esclarece a causa do desconforto, mas também orienta o caminho para uma vida com mais qualidade e bem-estar.

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Entenda o exame de urocultura

A urocultura é um exame laboratorial fundamental para diagnosticar infecções urinárias. Apesar de simples, ele fornece informações importantes sobre a presença de bactérias na urina e orienta o tratamento mais eficaz. 

O que é o exame de urocultura?

A urocultura é um exame de laboratório que serve para identificar se existem bactérias ou outros microrganismos na sua urina. Em outras palavras, é um teste que confirma ou descarta a presença de uma infecção urinária. A coleta é simples, e o resultado ajuda o médico a entender qual o tipo de bactéria, a quantidade dela e, principalmente, qual o melhor remédio para combater a infecção.

Urocultura simples x Urocultura com Antibiograma

Para garantir um tratamento mais eficaz, o médico pode pedir dois tipos de urocultura:

  • Urocultura Simples

Detecta a presença e a quantidade de bactérias. É suficiente para casos mais leves ou quando a infecção não é recorrente.

  • Urocultura com Antibiograma

Além de encontrar a bactéria, o antibiograma é um teste complementar que mostra quais antibióticos são mais eficientes para combatê-la. Isso é fundamental, pois garante que o médico não prescreva um remédio que não vai funcionar, evitando que a infecção fique mais forte. Por isso, a urocultura com antibiograma é indicada em casos mais difíceis, em infecções que voltam com frequência ou em pacientes com saúde mais delicada.

Quando é indicada?

A urocultura é indicada em casos de suspeita de infecção urinária, especialmente quando há sintomas como:

  • Ardência ou dor ao urinar
  • Urina com odor forte, turva ou com sangue
  • Necessidade frequente de urinar, mesmo com pouco volume
  • Febre sem causa aparente
  • Dor na região lombar ou abdominal

Também é comum em gestantes, crianças, idosos e pacientes com infecções recorrentes ou resistentes.

Como se preparar para o exame de urocultura?

A preparação é fundamental para garantir um resultado confiável e evitar que a amostra seja contaminada. Para isso, siga estas dicas na hora da coleta:

  • Atenção aos remédios: avise o médico se você estiver tomando algum antibiótico, pois isso pode alterar o resultado do exame.
  • Higiene é tudo: lave bem a região íntima com água e sabão e seque com uma toalha limpa.
  • Jato do meio: comece a urinar no vaso, jogue fora o primeiro jato e só depois colete o jato do meio da urina no pote estéril.
  • Primeira urina da manhã: o ideal é que a coleta seja feita na primeira urina do dia, pois ela está mais concentrada e facilita a identificação de microrganismos.

Como é feita a coleta?

Para que o resultado seja confiável, alguns cuidados são essenciais:

  • Higiene íntima: lavar bem a região genital com água e sabão antes da coleta.
  • Descartar o primeiro jato: coletar apenas o jato médio da urina em frasco estéril.
  • Preferir a primeira urina da manhã, que está mais concentrada.
  • Evitar coletar durante o uso de antibióticos, a menos que o médico oriente.

Em situações específicas, como em crianças pequenas ou pacientes internados, a coleta pode ser feita por sondagem ou punção vesical.

Precisa agendar seu exame?

Se você precisa fazer uma urocultura e está buscando preço acessível, a DonSaúde tem a solução. Com mais de 450 clínicas e laboratórios parceiros, oferecemos o exame por um valor justo e com opções de pagamento facilitado.

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Angiografia: exame para diagnóstico de doenças vasculares

A angiografia é um exame de imagem utilizado para visualizar os vasos sanguíneos e identificar possíveis alterações em sua estrutura ou funcionamento. Precisa, segura e altamente eficaz, ela é uma aliada no diagnóstico de doenças cardiovasculares, neurológicas e periféricas.

O que é a angiografia e como funciona?

artérias. Esse contraste é injetado na corrente sanguínea e, à medida que percorre o corpo, permite que o médico acompanhe o trajeto do sangue por meio de imagens de raios-X, ressonância magnética ou tomografia.

Esse exame pode ser feito em diferentes regiões do corpo, como:

  • Cérebro (angiografia cerebral)
    Coração (angiografia coronariana)
  • Pulmões (angiografia pulmonar)
  • Membros inferiores (angiografia periférica)

Além do diagnóstico, a angiografia também pode orientar procedimentos terapêuticos, como a colocação de stents para desobstruir artérias.

Como o exame é feito?

O procedimento é realizado em hospital ou clínica especializada, com o paciente deitado em uma maca. Após a higienização do local, o médico aplica anestesia local e insere um cateter (um tubo fino e flexível) em uma artéria, normalmente na virilha (artéria femoral) ou no braço.

Por meio desse cateter, o contraste é injetado e as imagens em tempo real são registradas, mostrando com clareza o fluxo sanguíneo e eventuais alterações nos vasos.

O exame costuma durar entre 30 minutos e 1 hora, dependendo da área avaliada. Durante o procedimento, pode haver uma leve sensação de calor quando o contraste é aplicado, mas ela desaparece rapidamente.

Quando a angiografia é indicada?

A angiografia é solicitada quando há suspeita de problemas que afetam o fluxo sanguíneo, como:

  • Obstruções (entupimentos) ou estreitamentos dos vasos
  • Aneurismas (dilatações anormais)
  • Coágulos de sangue (tromboses)
  • Doenças nas artérias que irrigam braços e pernas

É um exame detalhado, que fornece informações precisas para a escolha do tratamento mais adequado.

Como se preparar para o exame?

A preparação pode variar conforme o tipo de angiografia, mas geralmente inclui:

  • Jejum: de 4 a 8 horas antes do exame.
  • Suspensão de medicamentos: como anticoagulantes, conforme orientação médica.
  • Exames prévios: como testes de função renal, para avaliar a segurança do contraste.
  • Informar alergias: especialmente ao contraste iodado.

Seguir as orientações da equipe médica é essencial para a segurança do procedimento.

Cuidados e possíveis riscos

Apesar de seguro, a angiografia pode apresentar alguns riscos:

  • Reações ao contraste: como náuseas, coceiras ou, raramente, alergias.
  • Sangramento ou hematoma no local da punção.
  • Infecção (em casos raros).
  • Complicações renais: especialmente em pacientes com insuficiência renal.

Após o exame, é comum que o paciente permaneça em observação por algumas horas, principalmente se o cateter tiver sido introduzido pela virilha.

Precisa agendar seu exame?

Se você recebeu a indicação para uma angiografia e está buscando um bom preço, a DonSaúde pode te ajudar. Sabemos que exames como este podem ter um custo alto, mas aqui, nós te conectamos a uma rede de mais de 450 clínicas e laboratórios parceiros.

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Tudo que você precisa saber antes de fazer o Raio-X

O exame de Raio-X é um dos procedimentos mais comuns e importantes no diagnóstico. Rápido, indolor e com um custo mais acessível que outros exames de imagem, ele permite visualizar estruturas internas do corpo com precisão, auxiliando médicos na identificação de fraturas, infecções, tumores e outras condições.

O que é o Raio-X e para que ele serve?

O Raio-X é uma técnica de imagem que utiliza radiação eletromagnética para atravessar o corpo e gerar imagens das estruturas internas. Como cada tecido absorve a radiação de forma diferente, é possível observar contrastes entre ossos, músculos e órgãos. É possível ter imagens em tempo real e é um exame não invasivo, ou seja, não exige cortes ou inserções no corpo.

Essa ferramenta de diagnóstico é usada em diversas situações, como:

  • Identificação de fraturas e luxações;
  • Investigação de dores específicas;
  • Diagnóstico de problemas respiratórios;
  • Acompanhamento de doenças crônicas;
  • Diagnóstico odontológico;

Em alguns casos, o médico pode recomendar exames complementares, como tomografia ou ressonância magnética.

Como se preparar para o exame de Raio-X?

Na maioria das vezes, a preparação para o Raio-X é bem simples. A principal recomendação é usar roupas confortáveis e sem metais, pois zíperes, botões, cintos, brincos, colares e piercings podem aparecer na imagem e atrapalhar o resultado. O ideal é remover tudo antes de entrar na sala do exame.

A preparação para o Raio-X é simples, mas pode variar conforme o tipo de exame:

  • Vista roupas confortáveis e evite peças com metais;
  • Jejum: em exames com contraste ou da região abdominal, pode ser necessário jejum de algumas horas.
  • Avise o profissional se estiver grávida, tiver próteses metálicas ou marcapasso.
  • Sempre siga as orientações específicas do local onde o exame será realizado.

Cuidados especiais

Embora o Raio-X seja seguro, alguns cuidados são importantes:

  • Gravidez: mulheres grávidas devem evitar o exame, exceto em casos de extrema necessidade, devido ao risco da radiação para o feto.
  • Exposição à radiação: apesar de ser baixa, a exposição deve ser controlada, especialmente em crianças e em exames repetidos.
  • Uso de contraste: em exames contrastados, informe sobre alergias ou problemas renais.

Não deixe para depois

O Raio-X é uma ferramenta de diagnóstico indispensável. Seja para investigar uma dor, uma suspeita de fratura ou para acompanhar uma condição crônica, o exame pode ser a chave para o tratamento certo. Se você precisa de um Raio-X, conte com a DonSaúde para te ajudar a agendar seu exame com um preço acessível e sem complicação. Cuidar da sua saúde é a sua maior prioridade, e estamos aqui para facilitar esse processo.

Fale com a gente e agende seu Raio-X hoje mesmo!

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Você sabe o que faz um proctologista? Entenda essa especialidade médica

Quando falamos de saúde, algumas especialidades médicas ainda geram dúvidas ou até mesmo constrangimento, e a proctologia é uma delas. No entanto, o papel desse profissional é fundamental para o diagnóstico, tratamento e prevenção de diversas doenças que afetam o final do nosso sistema digestivo, garantindo mais qualidade de vida e bem-estar.

O que é a proctologia?

A proctologia é a especialidade médica que se dedica ao estudo, diagnóstico e tratamento de doenças do intestino, reto e ânus. O proctologista atua em condições que vão desde problemas comuns, como hemorroidas e fissuras anais, até doenças mais complexas, como inflamações intestinais e câncer colorretal.

Essa área da medicina é essencial para garantir a saúde intestinal, prevenir complicações e orientar o paciente sobre hábitos que favorecem o bem-estar do sistema digestivo.

Principais áreas de atuação do proctologista

O campo de atuação do proctologista é amplo e abrange uma série de condições. As mais conhecidas e tratadas por ele incluem:

  • Constipação Crônica (Prisão de Ventre): quando a dificuldade para evacuar é persistente.
  • Hemorroidas: veias inchadas e inflamadas no ânus e no reto, que causam dor, coceira e, às vezes, sangramento.
  • Fissuras Anais: pequenas feridas ou rachaduras na pele do ânus, geralmente dolorosas, que podem ser causadas por fezes endurecidas.
  • Fístulas Anais: pequenos canais que se formam entre a parte interna do ânus ou reto e a pele ao redor.
  • Abscessos Anais: infecções com acúmulo de pus na região anal.
  • Doenças Inflamatórias do Intestino (DII): como a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa, que causam inflamação crônica do trato digestivo.
  • Pólipos e Tumores: massas que se formam na parede do intestino e reto, podendo ser benignas ou malignas. O proctologista também é um especialista na prevenção e no tratamento do câncer colorretal.

Procedimentos comuns realizados pelo proctologista

O proctologista realiza uma variedade de procedimentos para diagnosticar e tratar problemas do intestino, reto e ânus. Entre os mais comuns estão:

  • Exames clínicos e anorrectais: avaliação física e digital do reto para identificar alterações.
  • Colonoscopia e retossigmoidoscopia: exames que permitem visualizar o intestino e detectar alterações como pólipos ou inflamações.
  • Tratamentos não cirúrgicos: terapias para hemorroidas, fissuras anais, constipação e outras condições.
  • Cirurgias: procedimentos quando há necessidade de intervenção para doenças como hemorroidas avançadas, tumores ou fissuras persistentes.

Esses procedimentos são fundamentais para o diagnóstico precoce, a prevenção de complicações e a melhoria da qualidade de vida do paciente.

Quando procurar um proctologista?

Não espere o problema se agravar para buscar ajuda. A consulta com um proctologista é recomendada quando você notar sintomas como:

  • Sangramento nas fezes ou ao evacuar.
  • Dor, coceira ou inchaço na região anal.
  • Dificuldade crônica para evacuar ou diarreia persistente.
  • Alteração no formato das fezes.
  • Sensação de esvaziamento incompleto após ir ao banheiro.
  • Histórico familiar de câncer de intestino.
  • Após os 50 anos, para exames de rotina e prevenção do câncer colorretal.

Benefícios do acompanhamento especializado

O acompanhamento com um proctologista traz diversos benefícios para a saúde intestinal. Entre os principais estão:

  • Diagnóstico precoce: permite identificar alterações antes que se tornem problemas graves, aumentando a eficácia do tratamento.
  • Tratamentos personalizados: cada paciente recebe orientações e cuidados adaptados às suas necessidades.
  • Prevenção de complicações: consultas regulares ajudam a evitar agravamentos de condições como hemorroidas, fissuras ou doenças intestinais crônicas.
  • Melhora da qualidade de vida: ao tratar corretamente os problemas intestinais, o paciente mantém maior conforto, bem-estar e segurança no dia a dia.

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Lembre-se: A informação contida neste artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.